Entenda o que é Empreendedorismo e qual a sua importância para o mercado nos dias atuais

Nunca se ouviu falar tanto sobre empreendedorismo quanto nos dias atuais.

A crise econômica, a alta taxa de desemprego e até mesmo as necessidades da geração, fizeram com que as empresas e os empregadores se adaptassem à nova realidade, tirando ideias do papel a favor de novos negócios lucrativos e inovadores.

Embora o termo “empreendedorismo” esteja em alta nos últimos anos, ele não é exatamente novo. A ideia de empreender surgiu em 1945 pelo economista Joseph Schumpeter.

Afinal, o que é empreender?

Segundo Schumpeter, o termo “empreendedor” é designado às pessoas versáteis, com habilidades técnicas para produzir e organizar recursos financeiros e operações internas, além de lidar muito bem com vendas e negociações.

Empreender, portanto, diz respeito àquele que sabe identificar oportunidades e transformá-las em negócios rentáveis, como a criação de novas empresas ou produtos.

Empreendedorismo na atualidade

Muitas pessoas acreditam que o empreendedorismo diz respeito somente à criação de novas empresas. Mas, ele não se limita somente aos empresários.

O empreendedorismo está presente na sociedade em diversos âmbitos, até mesmo dentro das empresas.

Nos dias atuais é muito interessante para as empresas terem em seu quadro de funcionários pessoas com características empreendedoras, que possam auxiliá-los com um olhar inovador, tanto para o desenvolvimento de novos produtos, quanto para o aperfeiçoamento dos processos. A presença de empreendedores em uma empresa potencializa significativamente o crescimento da mesma e seus lucros.

Engana-se também quem imagina que o espírito empreendedor seja apenas para aqueles que nasceram com este “dom”. Atualmente é possível encontrar cursos de nível superior com ênfase em empreendedorismo, que focam em formar profissionais capacitados a inovar e modificar as organizações. Então, sim! é possível criar essas habilidades.

Mas, afinal, quais são as características essenciais na carreira do empreendedor?

Algumas características são essenciais para quem quer empreender, afinal, é necessário ser muito versátil e possuir conhecimento amplo para: criar, manter e fazer acontecer.

Alguns fatores essenciais na carreira do empreendedor de sucesso são:

Buscar oportunidades: o empreendedor não se limita, ele sempre quer ir muito além do que os olhos veem. Desta forma, está sempre estudando e procurando formas de inovar, buscando oportunidades de mercado, além de propor soluções para desafios.

Persistência: ele não desiste no primeiro obstáculo. O empreendedor enxerga o obstáculo como uma forma de chegar no destino almejado e não como forma de desistência. Por isso, despende de um esforço extraordinário para completar o que lhe foi proposto.

Qualidade: o empreendedor está sempre atento às melhores formas de fazer as coisas acontecerem, oferecendo um serviço ágil, e com todos os padrões de qualidade previamente combinado. Afinal, para qualquer negócio de sucesso a qualidade é muito mais importante do que somente quantidade.

Metas: o empreendedor sempre tem metas em vista. Tudo o que é feito é pensado a fim de chegar ao objetivo inicial, com uma visão específica e clara.

Apto a correr riscos: ou seja, ele está sempre calculando riscos e tentando diminuir as probabilidades destes erros, preparando-se para qualquer situação que ofereça desafios.

Além das características exigidas, é necessário entender: o empreendedor está sempre estudando o mercado, sabendo aonde quer chegar e tirando as ideias do papel.

Embora as características acima sejam essenciais para criar um negócio de sucesso ou inovar a forma como a sua atual empresa trabalha, é sim possível desenvolver as habilidades de um empreendedor e chegar ao destino almejado. Isto é possível através de cursos, autoconhecimento e até mesmo coaching. Portanto, não desista.

Se você tem interesse de aprender mais sobre Empreendedorismo e/ou desenvolver estas habilidades, entre em contato conosco.

Disciplina Positiva para empresas: mais conexão e melhores resultados!

As constantes cobranças no ambiente corporativo e a alta concorrência do mercado podem fazer com que as empresas sejam tomadas por confrontos, rivalidades e momentos de tensão entre os colaboradores. Afinal, qualquer tipo de relacionamento tem seus desafios.

Porém, a verdade é que para tudo há uma solução. E, segundo a Dra. Jane Nelson, terapeuta e doutora em educação, famosa por expandir a filosofia da Disciplina Positiva, criada há mais de 30 anos, qualquer conflito deve ser resolvido com mais conexão e menos cobranças.

No post anterior, falamos um pouco sobre o que esta técnica prega e quais seus benefícios para as relações pessoais, desde a infância. A proposta dela se baseia nos sentimentos de vínculo, empatia e conexão.

Qualquer disciplina que seja baseada em controle ou manipulação compromete a confiança entre os envolvidos, gerando insatisfações nas relações de trabalho, casais e até mesmo entre pais e filhos.

Dentro das empresas, a Disciplina Positiva também é fundamental. Afinal, o bom ambiente do trabalho favorece a convivência dos colaboradores e a motivação do time.

Pessoas que se respeitam e se dão bem tendem a trabalhar bem em equipe, trazendo resultados favoráveis à organização e não somente ao clima organizacional.

Disciplina Positiva na prática

Opondo-se à ideia de que respeito é definido somente como “obediência” ao superior, a Disciplina Positiva acredita que o respeito deve ser mútuo, oferece direitos iguais às pessoas. Ela foca na conexão e na harmonia.

Normalmente, em casos de comportamentos considerados inapropriados, o superior age com censura, isolamento e punição. Mas a Disciplina Positiva acredita que a melhor forma de solucionar este tipo de problema é identificar o comportamento, sem a necessidade de humilhar ou culpar, apenas focando em soluções, acompanhando o que foi mutuamente combinado e focando nos resultados possíveis.

Técnicas para evitar os conflitos

Além disso, a Disciplina Positiva não age somente com um problema à vista. Ela existe também para evitar futuros conflitos. Por isso, alguns comportamentos internos por parte dos colaboradores são indispensáveis, como por exemplo:

  • Manter um relacionamento positivo com todos.
  • Usar a empatia e o respeito.
  • Trabalhar em conjunto para obter soluções.
  • Ser proativo.
  • Criar um ambiente que propicie o “SIM”.
  • Falar sobre fatos, ao invés de ordens.
  • Evitar rótulos.
  • Fazer pedidos usando afirmativas.
  • Conversas antes de intervenções.
  • Oferecer escolhas.
  • Usar consequências lógicas com compaixão.

Dessa forma, podemos observar que este relacionamento é baseado em conexão e só depois vem a correção, se necessário.

O poder das dinâmicas em grupo

Outra forma de inserir a Disciplina Positiva nas empresas é através das dinâmicas em grupo, que são formas eficientes e ricas em associação, gerando resultados de valor e alto grau de aproveitamento.

A Disciplina Positiva pode não ser bem aceita a princípio por gestores que são autoritários e acostumados com outro tipo de comportamento, mas com as técnicas certas e grupos de apoio, com profissionais preparados focados nesta técnica, o resultado tende a ser um sucesso!

Estas dinâmicas em grupo devem ser focadas em:

  • Facilitar as etapas de solução de problemas da equipe.
  • Métodos de comunicação para promover um ambiente de trabalho mais respeitoso e produtivo.

Assim, as dinâmicas em grupo dão ênfase nas ferramentas da Disciplina Positiva, inspirando compreensão e mudanças mais profundas de comportamento. Todo o passo a passo para resolver problemas de forma descontraída, ajuda com oportunidades e desafios reais no ambiente de trabalho.

Vale a pena praticar esses comportamentos e colher os frutos de uma equipe incentivada e harmoniosa!

Se você quer conhecer um pouco mais sobre técnicas avançadas para melhorar as relações na sua empresa, entre em contato conosco! A Asas DH oferece soluções personalizadas com um time multidisciplinar para te ajudar!

 

O que é Disciplina Positiva?

Quantos problemas poderiam ser evitados a partir de um diálogo respeitoso e positivo?

Disciplina pode ser ensinada com gentileza, livre de qualquer punição, castigo ou recompensa. É com base neste pensamento que foi criada a chamada Disciplina Positiva.

A técnica já é utilizada por pais durante a criação dos seus filhos, mas muitas empresas têm adotado a mesma filosofia para criar um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo, resultando em relacionamentos saudáveis entre os colaboradores.

O início de tudo

Pesquisas apontam que as crianças são “programadas” desde o nascimento para criarem conexões com os outros. Os estudos mostram também que as crianças que se sentem conectadas às suas famílias, escolas e comunidade, tendem a apresentar menos comportamentos inadequados.

Com base nisso, a Disciplina Positiva é baseada na conexão com o outro, priorizando a comunicação, o amor e a empatia, eliminando qualquer luta de poder, controle excessivo ou permissividade, e é colocada em prática por pais e professores durante a educação de seus filhos e alunos.

Como surgiu?

A Disciplina Positiva surgiu nos anos 20, pelos psicólogos Alfred Adler e Rudolf Dreikurs, mas foi só a partir dos anos 80, com Jane Nelsen, psicóloga e educadora, que a ideia vem tomando proporções maiores e ganhando divulgação a respeito dos benefícios desta forma de relacionamento.

Inúmeros livros foram lançados desde então pela Dra. Jane Nelsen e por outros autores, como Lynn Lott e Cheryl Erwin, ensinando habilidades sociais para o público infantil.

Os estudiosos buscaram firmar um programa que fosse baseado em encorajar as crianças, adolescentes, casais e colaboradores e tornarem-se responsáveis por seus atos, de forma respeitosa e com recursos para resolverem seus problemas por toda a vida, enxergando a positividade em qualquer dificuldade a caminho.

Colaboradores motivados = melhores resultados

É quase raridade encontrar quem nunca passou por um problema de relacionamento com seus chefes e superiores nas empresas, ou até mesmo com colegas de trabalho extremamente competitivos e que, querendo ou não, dificultam a execução dos trabalhos e atividades em grupos.

Muitos gestores acreditam que precisam ser firmes com seus funcionários, a ponto de destacarem suas ideias com gritos, xingos e ameaças de demissão. A atitude pode ocasionar em resultados, mas movidos pelo medo. Os colaboradores agem, resolvem as pendências, mas em seguida ficam insatisfeitos e procuram por outra empresa que possa lhe oferecer um trabalho com um benefício indispensável: o respeito.

Ideias contrárias e expectativas diferentes sempre existirão. A diferença do exemplo acima e o que a Disciplina Positiva acredita é que o ponto de partida para a solução destes problemas parte da harmonia.

Com as ferramentas certas da Disciplina Positiva o dia se torna mais harmonioso, produtivo e prazeroso para todas as partes, gerando relacionamentos saudáveis  com todos que nos cercam. Esta harmonia proposta motiva colaboradores que, consequentemente, oferecem melhores resultados para a empresa.

A Disciplina Positiva acredita que “os erros são ótimas oportunidades de aprendizagem”, portanto, é de extrema importância aprendermos observando: o outro e a nós mesmos.

Os adultos, assim como as crianças, também erram, mas podem ser ensinados e moldados a possuírem ferramentas certas para repararem seus erros e focarem em soluções, ao invés de apenas serem castigados pelo problema em si, gerando a probabilidade do mesmo acontecer outras vezes.

Viu só a importância da Disciplina Positiva nos nossos relacionamentos?

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Planejamento estratégico: como planejar e estruturar seu projeto, sua equipe e os planos de ação

Empresas ágeis, aquelas que conseguem se manter em crescimento em um mercado altamente competitivo, perceberam que precisavam mudar seus processos, incluindo a forma como realizam o planejamento estratégico, para que eles não só acompanhassem mas impulsionassem uma nova velocidade na gestão.

Hoje, mais do que nunca, é preciso se transformar muito rápido para que os resultados sejam exponenciais. A capacidade de adaptabilidade das organizações está mudando, o que exige um formato de planejamento estratégico mais flexível e multidisciplinar.

Se antes, o planejamento estratégico era visto por muitos apenas como um documento repleto de análises e considerações dos objetivos futuros da empresa, atualmente, ele pode ser visto como um grande aliado no acompanhamento de ações e resultados. Ele é o verdadeiro comunicador e orientativo do “para onde vamos”.

E mais do que isso, o planejamento estratégico também deve ser a ferramenta utilizada nos momentos de transformações que mencionamos acima. Se o cenário muda ele deve ser consultado e até mesmo reestruturado.

O que nos traz uma importante reflexão: se é preciso ser ágil como reestruturar esse planejamento se necessário, já que isso não é algo nem tão rápido e nem tão simples assim de se fazer?

Através do acompanhamento constante dos objetivos, metas e estratégias. Foi assim que nasceu, por exemplo, a metodologia dos OKRs (Objectives and Key Results), criada pelo ex-CEO da Intel, Andrew S. Grove e que ficou conhecida no mundo todo quando em 1999 um dos investidos do Google, John Doerr, a apresentou para os poucos funcionários (na época) da empresa e passou a utilizá-la.

O efeito de tudo isso? O método suportou o crescimento do Google, que foi de cerca de 20 pessoas (1999) para mais de 60 mil (atualmente), provando que os OKRs podem ser utilizados tanto por pequenas quanto por grandes empresas.

Em resumo, a fórmula dos OKRs para definir metas e que pode ser utilizado no processo de planejamento estratégico é:

“Eu vou” (objetivo) → “medido por” (conjuntos de resultados-chave).

Os objetivos (O) são uma declaração concisa da direção desejada pela empresa. A metodologia diz que “um bom objetivo deve ser devidamente descrito para que as pessoas possam imaginar o quão impactante serão alcançá-lo”.

E os resultados-chave (KR) são as metas com impacto direto no atingimento do objetivo caso sejam realizadas com sucesso.

Os objetivos são qualitativos e os KRs (na maioria das vezes entre 2 e 5 para cada objetivos) são quantitativos. Uma excelente e rápida forma de identificar se a empresa está de fato indo de encontro aos resultados esperados por ela.

Não é de hoje que o planejamento e execução das estratégias empresariais são alguns dos principais desafios das organizações. Ter estratégias bem consolidadas é fundamental para o funcionamento da organização e para garantir sua desenvoltura operacional. Metodologias como a dos OKRs têm muito a contribuir com esse processo.

Equipe: a peça-chave de um bom planejamento estratégico

A presença da equipe é fundamental não só na execução de um bom planejamento estratégico, como também para que ele faça sentido para a empresa. Mantê-la reunida durante esse processo ajuda na externalização de quais serão essas estratégias.

A falta de alinhamento dentro das organizações é uma grande causadora de desengajamento e baixa produtividade, podendo levar o negócio a estagnação.

Para que a empresa mantenha-se em crescimento, o entendimento de todos os colaboradores sobre suas estratégias é indispensável. As equipes (sejam elas de diferentes departamentos) devem saber responder questões como:

  • Quais são as prioridades da empresa hoje?
  • O que eu estou fazendo para atingir os objetivos da organização?

Algo que terão a compreensão se forem envolvidas durante o planejamento estratégico.

É muito provável que nem todos (principalmente no caso de grandes empresas) conseguirão participar de forma direta desse planejamento, mas eles devem ser ao menos, envolvidos e sempre, comunicados.

Planos de ação efetivos são planos de ação executados em conjunto

Para que os planos de ação do planejamento estratégico de uma empresa sejam o mais efetivos possíveis, mais uma vez é preciso envolver a todos. Basta escolher de uma a três variáveis, por exemplo, que podem ser executadas em equipe.

Essas variáveis estão dentro dos objetivos (que podem ser de aprendizagem ou performance) e que serão executadas por pessoas de diferentes funções. Quanto mais multidisciplinar for o time, maiores as chances de boas ideias surgirem.

Vamos exemplificar:

Suponha que um dos objetivos é aumentar o faturamento em 100%. De que forma colaboradores do comercial, financeiro, marketing, podem trabalhar juntos para que ele seja alcançado? Qual será o plano de ação determinado por eles? Quais as pequenas ações durante o processo?

Manter vários colaboradores focados em uma mesma variável torna o objetivo mais fácil de ser alcançado (pela quantidade de ideias) e o plano de ação mais bem executado.

Você quer experienciar novas formas de fazer o planejamento estratégico dentro da sua empresa? Conheça nossas Soluções In Company e esteja cada vez mais próximo das empresas que alcançam grandes resultados.

 

Planejamento estratégico

Imprescindível para definir o direcionamento e controle das ações de uma empresa, o planejamento estratégico é um rico processo de discussão de oportunidades e de análise da realidade da organização.

Formalmente, ele se transforma em um documento utilizado como guia para o cumprimento dos objetivos do negócio.

Em essência é o ponto de apoio para o desenvolvimento duradouro da organização. As estratégias definidas no plano consideram a intenção e o propósito do negócio como um todo, destacando os seus diferenciais no mercado.

A atividade envolve líderes ou proprietários da empresa e abrange toda organização. Portanto, não é feita para auxiliar apenas um determinado departamento e sim, para auxiliar o todo.

No planejamento estratégico são definidos pontos como visão, missão, metas e objetivos. Sua ideia central é pensar e estabelecer antecipadamente o que será preciso alcançar no futuro.

Empresas que realizam um bom planejamento estratégico são capazes de maximizar seus objetivos, minimizar suas deficiências e ter como retorno mais eficiência na execução de seus projetos.

Quando o plano é bem definido e de fato colocado em prática, estratégias equivocadas são abandonadas com mais facilidade, traçando novos rumos positivos para o negócio.

Consequentemente, há mais chance de aproveitar as boas oportunidades, de formar bons times e criar resultados mais sustentáveis e lucrativos a longo prazo.

Por isso, o processo de definição do plano é tão importante quanto a sua “versão final”. Quanto mais específico e detalhado ele for, mais ele pode ser bem aproveitado.

O planejamento estratégico é um momento importante de reflexão, discussão e interação, que deve responder basicamente (ouvindo a opinião de todos os envolvidos) perguntas como:

  • Quem somos? Qual o nosso maior propósito? Qual a relevância do nosso negócio para o mercado? Afinal, aonde queremos chegar com a nossa empresa?
  • Quem são as pessoas envolvidas nesse planejamento? Como será a participação delas nas análises que traçarão nossos novos caminhos? Qual é o papel de cada uma delas na execução dessa plano?

Depois de responder a essas perguntas é hora de colher o máximo de dados possíveis e transformá-los e informações que sejam capazes de dar uma visão mais completa e complexa para a empresa.

É importante compreender os níveis de crescimento e desenvolvimento do mercado, de funcionários, concorrentes, áreas e novos nichos a explorar. Conhecer os insumos internos e externos para a realização do negócio, e ter a consciência de que cruzar os dados sobre o mercado (geral) e sobre a empresa (interno) é fundamental para a execução do planejamento estratégico.

Análise dos ambientes

A análise dos ambientes é fundamental para determinar os fatores que influenciam diretamente a organização.

Como vimos inicialmente, a equipe envolvida avalia os fatores internos da organização. Feito isso, esses fatores devem ser segmentados em pontos fortes e pontos fracos, de acordo com requisitos como:

  • Cultura organizacional;
  • Práticas funcionais;
  • Fluxo de informações;
  • Gestão financeira;
  • Controle de gestão.

Feito isso é hora de olhar externamente. Afinal, a empresa está inserida em um sistema amplo e pode ser impactada pelo entorno o qual faz parte.

As transformações externas também guiam as ações internas para que a organização possa se manter ativa e competitiva no mercado ao qual faz parte.

O estudo do ambiente externo inclui análises:

  • Demográficas;
  • Econômicas;
  • Naturais;
  • Político-legais;
  • Tecnológicas;

Bem como a compreensão do comportamento de seus clientes, concorrentes e fornecedores.

Nessa análise, a empresa destacará em seu planejamento estratégico quais são as oportunidades e ameaças encontradas para o seu negócio.

E depois do planejamento?

Depois do planejamento é preciso, sobretudo, usá-lo ao invés de esquecê-lo dentro de uma gaveta.

O planejamento deve ser monitorado sistematicamente para que a empresa não se deixe levar pelo cotidiano das urgências e realização de atividades que pouco dão sentido a sua existência e pouco colaboram para que ela se mantenha em permanência e crescimento em um mercado altamente competitivo.

Não adianta acumular números em uma folha de papel. Sejam eles bons os ruins, se não estiverem dando respostas conclusivas para a gestão do negócio e não auxiliarem a empresa na aproximação de seus maiores objetivos, então é hora de revê-los. Pois sim, um planejamento estratégico não só pode como deve ser reestruturado se necessário for.

É preciso manter o termômetro em constante medição. Estamos indo (com sucesso e efetividade) para onde gostaríamos de ir?

#Curiosidade: você sabia que o planejamento estratégico pode ser feito de diferentes formas? Inclusive com a utilização de ferramentas como a LEGO® SERIOUS PLAY®?

Conheça soluções diferentes e inovadoras na hora de executar esse importante trabalho com a sua equipe!

Coaching, uma ferramenta poderosa para sua liderança

Líderes têm encontrado cenários cada vez mais desafiadores provocados pelas constantes e intensas transformações no mundo.

Atualmente, as incertezas exigem líderes cada vez mais preparados, pois o que garantia o sucesso de ontem, hoje não garante mais

Inovação tornou-se a palavra-chave. É preciso reinventar-se a todo instante para liderar equipes compostas por diferentes gerações e alavancar empresas em um mercado tão competitivo.

Uma liderança efetiva passou a ser aquela disposta a sair da zona de conforto. Modelos prontos e muito fechados não funcionam mais ou simplesmente geram poucos resultados.

Por isso, é preciso se aperfeiçoar. Só é capaz de propor inovação, expandir ideias e gerenciar incertezas, aquele que se prepara constantemente. E uma excelente forma de fazer isso é através do autoconhecimento.

O coaching é uma ferramenta facilitadora para ajudar líderes a encontrarem suas melhores versões e até mesmo para ser aplicada por eles mesmos no cotidiano com suas equipes.

 

Quando o líder procura se desenvolver com o auxílio do coaching

Quando o líder procura se desenvolver, o coaching é uma excelente opção. Essa ferramenta pode ajudá-lo na melhoria e desenvolvimento de suas forças e fraquezas.

É preciso muita segurança e coragem para agir de forma assertiva e precisa com liderados e isso vem, sobretudo, através do autoconhecimento.

Com o coaching, o líder pode passar por um poderoso processo que o ajudará a analisar o seu estado atual para alcançar o seu estado desejado.

Permite que ele faça importantes reflexões, como: “de que forma eu posso agir para que determinada situação não se repita na minha equipe?” ou “qual a melhor forma de abordar determinado assunto com os meus liderados?”.

Com o auxílio do coaching, o líder pode desenvolver a sua confiança para os momentos difíceis de tomadas de decisão e aprender a desenvolver a sua inteligência emocional para os obstáculos diários.

Não, não existe líder perfeito, mas, o que tem sido cada vez mais solicitado pelas grandes corporações são líderes dispostos a serem cada dia melhores.

É preciso ter muito domínio de si mesmo para gerenciar uma equipe com excelência. Paciência e resiliência são mais do que necessárias.

Por isso é tão importante se conhecer e se desenvolver. Quando nos entendemos melhor estamos mais abertos a entender melhor o outro. E isso é indispensável em um cargo de liderança.

Além de todo o mergulho nos aspectos introspectivos e pessoais, o coaching ajuda o líder a se aperfeiçoar em aspectos estratégicos e disciplinares. Como:

  • Desenvolver metas reais
  • Criar planos de ação
  • Gerir e cumprir prazos
  • Mensurar resultados
  • Aprender a dar feedbacks construtivos
  • Gestão do tempo
  • Trabalhar com foco no resultado

Um líder capacitado e que conhece a si mesmo fica cada vez mais próximo de realizar grandes mudanças e consequentemente, conquistar grandes resultados.

 

Desenvolvendo equipes com o auxílio do coaching

Um bom líder não é aquele que domina apenas o conhecimento técnico, e sim, aquele que domina o conhecimento humano. Que se preocupa com pessoas.

Esse líder tem sido cada vez mais valorizado e procurado pelas grandes corporações. Hoje, um bom líder, é aquele que além de gerir seus liderados, os desenvolve. E por isso:

  • Reconhece virtudes
  • Exalta e potencializa qualidades
  • Coloca-se à disposição, e como um ponto de apoio para ajudar sempre que preciso
  • Tem a habilidade de oferecer feedbacks precisos e construtivos
  • Empenha-se para compreender cada membro de sua equipe, na sua individualidade
  • Promove o espírito colaborativo

Esse líder tem a consciência de que a única forma de fazer qualquer empresa alavancar é cuidando bem das pessoas que trabalham para ela.

Momentos difíceis de pressões ou estresse são comuns no cotidiano corporativo, assim como ações que não saem conforme o planejado.

Em situações assim, o líder coach estimula seus colaboradores a refletirem e apresenta alternativas para resolver os problemas e concluir as demandas.

Às vezes, essas alternativas não estão 100% definidas, mas juntos todos são capazes de construir as melhores opções.

O líder coach tem o propósito de contribuir para o aprendizado e crescimento profissional de cada colaborador do seu time, porque sabe que essa é a melhor forma de conquistar bons resultados.

É importante ressaltar que para que um líder utilize o coaching como uma ferramenta em seu trabalho, ele precisa antes de qualquer coisa, capacitar-se. Isso quer dizer, buscar formação.

Mas, enquanto isso, algumas coisas já podem ser exercitadas, como reconhecer bons trabalhos e se tornar um verdadeiro parceiro do time. Pequenas ações assim já são potencializadoras de transformações.

Às vezes a correria do dia a dia faz com que o líder se esqueça de observar sua equipe. E observar aqui não quer dizer apenas encontrar os erros, porque esses são facilmente encontrados e às vezes até mesmo julgados.

Aqui, observar significa compreender em profundidade. Será que fulano não age de determinada forma porque algo o frustra? Essas reflexões trazem importantes respostas para o líder. Uma pessoa frustrada pode modificar todo o comportamento de uma equipe.

Por isso, ter a capacidade de olhar para o time com cuidado e ver o que pode ser melhorado, já é um bom e importante primeiro passo. Depois, é preciso absorver um processo contínuo de aprimoramento e mesmo com erros e acertos, é muito possível.

Para saber mais e aplicar a valiosa ferramenta do coaching em seu dia a dia, entre em contato com a Asas DH.

Para grandes resultados, tempo livre é preciso

Você muito provavelmente deve pensar: “quantas horas preciso ficar a mais dentro do escritório, ou qual a quantidade de trabalho que posso levar para casa, para alcançar aquele tão esperado resultado?”

E não se culpe por isso, pois esse é o pensamento da maioria das pessoas. Infelizmente, acreditamos que para produzir mais, precisamos fazer mais aceleradamente e sem descanso. Parar? Nunca.

Mas, a verdade é que se nós nos permitíssemos a desacelerar e a descansar, seríamos capazes de produzir mais e em menos tempo.

Uma mente exausta começa a ficar confusa. Os pensamentos e respostas são processados lentamente, e algo que seria concluído em cinco minutos, é concluído em horas. Isso pode ser mesmo chamado de produtividade?

Nosso nível produtivo interfere em nossa performance diária que está diretamente ligada a capacidade de alcançar ou não os grandes resultados.

Então, se você deseja ser um profissional de excelência, acredite: inclua na agenda um tempo livre.

 

Fracione o seu tempo livre

Durante os finais de semana e as férias, por exemplo, temos um período mais longo para descansar, mas é importante tentar incluir curtos períodos de descanso na rotina semanal.

Não adianta passar cinco dias frenéticos com poucas horas de sono e momentos relaxantes, e querer recuperar tudo no final de semana, pois isso também não é saudável.

O ideal é conseguir incluir minutinhos livres ao longo do dia. Com esforço e organização isso é possível!

Se você já é o tipo de pessoa que organiza suas tarefas diárias na agenda, basta incluir um momento relaxante – seja acordando mais cedo para meditar, usando dez minutinhos do horário do almoço para ler um livro ou os dias específicos da semana em que conseguirá assistir um seriado quando chegar em casa.

E se você não é o tipo de pessoa que costuma se organizar e ainda não tem uma agenda, então é hora de começar a fazer isso. Coloque suas tarefas por ordem de prioridade e lembre-se também de dar prioridade ao seu tempo livre.

 

Quando sair do trabalho, saia do trabalho

Evite levar trabalho e problemas relacionados ao trabalho para casa. Não fique pensando na quantidade de coisas que deram errado e nem naquele projeto que precisa finalizar, alimentar esses pensamentos não resolverá nada.

Ao sair do escritório, saia de verdade. No dia seguinte quando voltar, de cabeça fresca e descansada, com certeza você conseguirá resolver com muito mais excelência as questões que ficaram pendentes.

Uma forma de conseguir colocar a mente em stand by diante dessas situações é evitando ficar no grupo de whatsapp da equipe ou alimentado esses assuntos com um colega. É preciso dar uma pausa. Respirar fundo.

 

Programe o seu final de semana e as suas férias

Organize o seu tempo livre para aproveitá-lo da melhor forma possível, não deixe para última hora, pois você acabará correndo o risco de arrumar uma outra atividade ou obrigação para fazer ao invés de simplesmente descansar.

Já comentamos aqui que é exatamente durante os finais de semana e as férias que temos um período mais longo para relaxar, portanto ele deve ser muito bem usado.

Programa suas grandes viagens e seus pequenos passeios – como idas ao parque ou a um restaurante com os amigos. Permita-se aproveitar o seu tempo livre da melhor forma que puder, da forma que mais te fizer feliz.

 

As referências vêm de lugares que você nem imagina

Um ponto interessante do seu tempo livre é que ele pode te ajudar com valiosos insights.

Às vezes ficamos quebrando a cabeça sobre determinada situação e não conseguimos enxergar uma solução para ela. Nesses momentos, precisamos parar e fazer outra coisa.

Pode ser que durante um bate-papo informal com um colega de trabalho enquanto tomam um café, surja à resposta que você tanto esperava. Ou quem sabe ainda, ela esteja naquele filme que você decidiu assistir no final de semana.

Tudo aquilo que fazemos torna-se de alguma forma uma referência. Brincar com os filhos, apreciar uma paisagem, qualquer coisa que você faça durante o seu tempo livre e que te deixe mais satisfeito, pode te ajudar a ter ideias, a enxergar situações por outro ponto de vista.

 

Silencie e se possível desligue o celular

O celular ligado que toca ou vibra o tempo inteiro com milhares de notificações, de alertas e mensagens causa pouco a pouco um sentimento ruim: ansiedade, que não demora a se transformar em outro pior ainda: estresse.

Manter o celular no silencioso é uma excelente alternativa para ficar mais tranquilo. Não é necessário se apavorar. Olhe ele de tempos e tempos, que ninguém ficará sem resposta e todos os assuntos serão devidamente resolvidos.

É claro que em alguns momentos é preciso estar alerta. O erro está em fazer isso sempre.

Se possível, desligue o celular. Principalmente nos momentos de tempo livre. Desconectar é necessário para renovar as energias.

 

Tenha um tempo só para você

Para não fazer nada, para fazer tudo. Fique sozinho sempre que conseguir e decida o que fará com o seu tempo livre.

Estamos a todo momento conversando com tantas pessoas, ouvindo tantas coisas, que esses instantes sozinhos nos ajudam a respirar com mais calma, com mais profundidade e são verdadeiramente revigorantes.

Às vezes tudo o que precisamos é de um tempo com nós mesmos para encontrar respostas, para ficar muito mais satisfeito.

Lembre-se que você é sua eterna companhia, então procure ficar sempre bem. Procure usar o seu tempo consigo mesmo da maneira mais realizadora possível. Aproveite!

O que é um trainer?

O trainer é um profissional que auxilia e orienta pessoas no desenvolvimento de seus conhecimentos e habilidades relacionados a um determinado assunto ou objetivo pré-estabelecido.

Ele é o especialista porta-voz. Aquele que tem experiência no conteúdo e capacidade instrucional para disseminá-lo da forma mais compreensiva e didática possível.

Na tradução livre para o português trainer significa treinador, e é exatamente isso que ele faz e ele é: um treinador de pessoas. Alguém que dá suporte a outro alguém, para que esse segundo se desenvolva em uma necessidade específica.

É importante destacar que quando está conduzindo um treinamento, o trainer não é o líder da ação, ele é na verdade, o agente facilitador, responsável pela direção do processo para que os participantes foquem nos objetivos e motivos que os levaram até ali.

Quais são as competências de um bom trainer?

Um bom trainer precisa ser capaz de:

  • Envolver pessoas para que elas se estimulem a aprender.
  • Ensinar pessoas tendo como foco o propósito daquele treinamento.
  • Orientar pessoas por meio de materiais e técnicas de treinamento.
  • Moderar conversas e atividades durante o treinamento.
  • Apresentar de forma clara e objetiva o conteúdo do treinamento.
  • Acolher dúvidas e conseguir respondê-las de forma efetiva.

É imprescindível que um trainer tenha competência interpessoal, uma habilidade que o permite conduzir ou mediar interações.

Ao longo de um treinamento, muito se é discutido. Os participantes quando envolvidos, se empolgam com as discussões, o que é ótimo para o desenvolvimento de todos, mas que precisa ser administrado pelo trainer para o assunto não se perder.

Sua função é manter todas as conversas dentro do contexto para garantir que todos saiam do treinamento com a sensação satisfatória de: “eu aprendi algo novo”.

Inteligência emocional também é mais do que necessária. Afinal, diversas situações podem ocorrer, inclusive aquelas em que os ânimos se alteram, exigindo do trainer controle e firmeza para lidar com elas – principalmente dependendo do perfil do público-alvo (veremos sobre isso mais adiante).

A missão do trainer é eliminar obstáculos, resumir o abordar o conteúdo de forma prática e fomentar o espírito positivo e produtivo entre todos.

Como escolher o trainer ideal para desenvolver treinamentos na minha empresa?

Antes de tudo você precisa entender quem é o público-alvo desse treinamento e analisar se o trainer tem perfil ou capacidade para lidar com ele.

Isso quer dizer: se ele tem uma linguagem adequada ao público e se ele conseguirá abordar o assunto de uma forma a envolver todos (principalmente se o público for mais resistente).

Você se lembra quando falamos acima sobre inteligência emocional? Pois bem. Para determinados públicos ela realmente não pode faltar. Principalmente, quando estamos falando de pessoas que estão realizando um treinamento porque acontecerão mudanças dentro da empresa.

Neste caso, o conflito pode existir porque parte da equipe ou toda ela se coloca como resistente a essa mudança. E se o trainer não souber conduzir as ações de forma adequada, essa resistência atrapalhará o andamento do treinamento causando ainda mais frustrações.

Por isso, seu papel é equilibrar os ânimos, fazendo com que todos cheguem a um denominador comum e garantindo o bem-estar das pessoas presentes naquele momento de aprendizado.

A experiência desse profissional conta muito também. A Asas DH por exemplo, é uma empresa especializada em Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas, com metodologia própria e uma equipe qualificada e multidisciplinar para desenvolver competências e formações de excelência para líderes e times de alta performance dos mais diferentes setores

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O papel do trainer no desenvolvimento de profissionais

Assim como as grandes empresas têm investido na capacitação de seus profissionais, esses colaboradores também estão cada vez mais a procura de desenvolvimento.

Isso quer dizer que mesmo quando o assunto não é abordado por um líder, o próprio profissional vai em busca de soluções de aprendizagem.

O que profissionais e empresas esperam é uma qualificação capaz de impulsionar melhorias significativas na qualidade do trabalho.

Para a empresa deter colaboradores capacitados gera resultados mais expressivos e positivos. Já os profissionais aumentam o seu valor e possibilidades no mercado em que atuam.

Aqui, fica claro a importante função do trainer, que é um facilitador capaz de auxiliar no sucesso de pessoas e organizações.

Ele tem sido cada vez mais procurado nesse cenário em que todos desejam (e precisam) manter a competitividade.

 

Para desenvolver é preciso entender necessidades e criar um plano de ação

Muito raramente profissionais dedicam um tempo de reflexão sobre o que fazer para se desenvolver e como isso pode ser realmente aplicado. E é aqui que o trainer entra como um parceiro.

Ao longo de suas facilitações/treinamentos, o trainer faz centenas de questionamentos para que o profissional tenha importantes insights capazes de contribuir significativamente no alcance de suas metas.

Porque, por mais que a facilitação seja técnica, em algum momento o profissional se questionará sobre o porquê está ali, o que ele pode levar daquele treinamento e como aplicar isso no seu dia a dia para estar cada vez mais próximo de resultados melhores.

O papel do trainer é trazer o profissional para a realidade. Deixar tudo o mais claro e objetivo possível.

E assim, fazer com que o profissional enxergue pontos como:

  • Onde estou?
  • Aonde quero ir?
  • Como isso que estou aprendendo me ajudará a chegar neste novo lugar?
  • E o que devo fazer para isso?

Pois, entendendo as suas necessidades, ele começa a criar um plano de ação. Suas ideias ganham forma e o seu desenvolvimento acontece.

 

Trabalhando os gaps

Independente do tipo de treinamento, o trainer ajuda o profissional a desenvolver seus conhecimentos e habilidades, eliminando deste modo pouco a pouco seus gaps (na tradução livre – buracos).

Assim, o profissional consegue adquirir uma capacitação consistente que o ajudará a entender melhor seus pontos fortes e minimizar seus pontos fracos.

Quanto menores forem os gaps ou quanto mais eles forem trabalhados, o profissional aumenta consideravelmente suas chances de conquistar o crescimento desejado.

 

Plano de carreira

Apesar de algumas empresas auxiliaram nesse processo, os profissionais estão cada vez mais conscientes de que eles mesmos são responsáveis pelo seu plano de carreira. Por isso, estão sempre em busca de formação.

Seja através de workshops ou de treinamentos com mais de um dia, o desejo desses profissionais é melhorar suas competências, pois, assim serão capazes de construir um excelente e duradouro plano de carreira.

Junto ao profissional, o trainer pode fazer uma análise para compreender quais são os tipos de comportamentos e quais são os conhecimentos essenciais para estruturar e tornar real esse plano de carreira.

Pouco a pouco tudo isso pode ser trabalhado em treinamentos, seja essa competência a de:

  • Comunicação eficaz
  • Capacidade de liderança
  • Eficiência para encontrar soluções cada vez mais assertivas
  • Postura de autonomia e proatividade

E muitas outras.

O papel do trainer é ser um facilitador para o profissional. E essa facilitação vem através daquilo que esse último deseja aprender e desenvolver. Com paciência e parceria, tudo é possível.

Dicas para organizar melhor o seu tempo

Com a quantidade de informações que recebemos diariamente e tarefas que precisamos realizar, temos a impressão de que o tempo está passando cada vez mais rápido.

Essa sensação muitas vezes nos provoca sentimentos como a ansiedade. Ficamos tão acelerados e ofegantes que parece que patinamos em um mesmo ponto e não conseguimos concluir tudo aquilo que de fato deveríamos.

Temos nos frustrado porque não achamos nosso dia produtivo ou satisfatório. E isso acontece por um motivo: má gestão do tempo.

Direcionamos horas preciosas desse dia que poderia ser repleto de realizações para coisas dispensáveis ou simplesmente nos sobrecarregamos com inúmeras atividades não planejadas.

Para mudar esse cenário é preciso organizar melhor o tempo. Pensar sobre a rotina. E então, pouco a pouco, o que merece foco ganha a atenção que deveria ter e o dispensável é deixado finalmente de lado.

Como você usa o seu tempo?

Antes de começar a organizar o tempo, é importante refletir sobre como ele está sendo usado.

Essa reflexão trará respostas para que a rotina seja mais facilmente controlada e torna possível a classificação das atividades em:

  • Urgentes
  • Importantes
  • Pouco relevantes

E aqui é importante pensar sobre tudo mesmo. Até naqueles minutos em que a atenção é voltada para as redes sociais, porque a princípio eles parecem inofensivos, mas podem prejudicar muito mais do que parecem.

Perceba o que faz você perder o foco e que consequentemente te faz direcionar energias para os pontos errados, como as atividades pouco relevantes.

Questione-se: o quanto as suas 24 horas estão sendo produtivas?

Agora, planeje e organize

A semana, se possível o mês e sempre o dia.

Coloque todas as suas tarefas por ordem de prioridade e as realize de acordo com essa classificação.

Limite um tempo para cada uma dessas tarefas. Coloque metas (reais) de tempo para si mesmo, isso o ajudará a se organizar ainda melhor.

Tenha sempre o seu planejamento em vista para não se perder, caso contrário, você corre o risco de dar atenção novamente para aquilo que é pouco relevante e mais uma vez perder a noção do seu tempo.

Esse planejamento e organização te ajudam inclusive no momento em que surgirem as urgências, porque sim, é impossível viver longe delas.

Quando você tem tudo devidamente organizado e isso quer dizer, que cumpre os prazos consigo mesmo, fica mais tranquilo para resolver as urgências, pois consegue tempo para dedicar-se a elas.

Lembre-se: bem-estar é tudo

É muito importante desenvolver uma rotina saudável para que você seja capaz de aproveitar o seu tempo da forma mais produtiva e eficiente possível.

Ter um planejamento e saber que precisa conclui-lo diariamente não significa acordar às 6h da manhã e já começar a responder aos e-mails. Uma rotina assim pode te desgastar rapidamente.

Acordar cedo, tomar um café da manhã saudável e se possível realizar atividades físicas nesse primeiro horário do dia, como uma simples caminhada, ajudam a melhorar a sua performance.

Inclua no seu planejamento: tenha todas as manhãs (ou na maioria delas) um tempo para si mesmo. Um período de bem-estar, de cuidado, pois, isso te dará forças e energia para concluir com excelência todo o resto.

Conheça seus limites e aprenda a dizer não

Não faça uma lista enorme de tarefas, seja o mais realista possível, pois não adianta adicionar milhares de itens e não conseguir cumpri-los em razão do tempo que você tem disponível para eles.

Outro ponto muito importante é aprender a dizer não, por mais difícil que seja. Não abrace o mundo, conheça seus limites, até onde você consegue ir? Respeite isso.

Com essa consciência será mais fácil organizar o seu tempo de forma satisfatória para você mesmo. Não se sobrecarregue.

Conclua suas tarefas

Sabe aquele famoso e persistente pensamento de: amanhã eu faço? Abandone-o, pois é ele que faz com que você crie um acúmulo de pequenas coisas prejudicando o seu planejamento e organização.

Pequenas coisas acumuladas tornam-se grandes obstáculos na hora de organizar o seu tempo.

Busque fazer um check list de suas atividades, isso te trará mais estímulo para seguir em frente e te mostra um plano geral do que já foi feito e do que ainda precisa ser realizado.

Mantenha seu escritório organizado

Ter tudo aquilo que você mais precisa sempre em vista e de fácil acesso faz com que você não perca tempo procurando coisas.

Deixe tudo sempre o mais organizado possível – pastas de documentos etiquetadas, gavetas específicas para cada item. Facilite o desenvolvimento de suas atividades.

Faça intervalos entre uma tarefa e outra

Todas as vezes que conseguir, faça intervalos de 10 minutos a cada 2 horas para respirar fundo ou tomar um chá (apesar de o café ser a bebida preferida da maioria das pessoas, quando é consumido em altas quantidades mantém o corpo muito acelerado, e isso pode causar sensações de ansiedade).

Pode parecer pouco, mas esses minutinhos te ajudam a distrair. A dar uma pausa na mente, a recuperar o fôlego para seguir com as outras tarefas. Mente cansada é pouco produtiva.

Tenha um tempo específico para fazer o que você gosta depois do expediente

Procure por um hobby, marque de jantar com os amigos, ou simplesmente não faça nada. Não preencha seu dia apenas com obrigações, porque possivelmente você se desgastará muito mais rápido.

Fazer aquilo que você gosta te ajudará a recarregar as energias para começar o dia seguinte a todo o vapor.

Aproveite também os finais de semana. Nesses períodos tente se desconectar o máximo possível de pensamentos relacionados ao trabalho. Procure fazer o que te deixa feliz!

Entenda que o seu tempo é valioso

Quando você entender verdadeiramente o quanto o seu tempo é valioso, não o desperdiçará com aquilo que é desnecessário.

Não adianta brigar com as horas, é preciso saber usá-las ao seu favor e se dedicar ao que é realmente importante e relevante.

Por isso, tenha foco. Quando estiver fazendo algo, esteja presente naquele momento e não dando aquelas olhadinhas nas redes sociais.

Você precisa mesmo estar o tempo inteiro desbloqueando o celular para ver se chegou uma nova mensagem? Determine um tempo para isso também.

Aproveite as suas 24 horas da melhor forma que puder. Organize o seu tempo!