Integração de equipe com a LEGO® SERIOUS PLAY®

É muito comum encontrar líderes que comentem sobre a dificuldade de realizar uma integração de equipe de forma eficiente. As tentativas são tantas que às vezes a tarefa fica exaustiva tanto para o gestor quanto para a equipe. Ambos acabam se frustrando e se cansando quando a solução não é encontrada.

Por outro lado, é muito comum que essas tentativas sejam baseadas apenas em conhecimentos técnicos. São poucos aqueles que procuram por soluções criativas, como dinâmicas, por exemplo.

E ainda existem aqueles que encontram dificuldade não só em sanar a situação, mas em primeiramente compreender onde é que está o erro e o porquê é tão difícil manter a equipe integrada.

Neste blog nós apresentamos a você a LEGO® SERIOUS PLAY® (LSP), uma ferramenta projetada para melhorar a inovação e o desempenho do negócio, visando ampliar a criatividade e possibilitar uma nova forma de aprendizagem para os adultos. E o que você verá nas linhas a seguir é que essa metodologia também é eficiente quando o assunto é integração de equipe.

Afinal, se a LEGO® SERIOUS PLAY® foi projetada para melhorar a inovação e o desempenho do negócio, isso quer dizer que ela é capaz de auxiliá-lo em seus maiores desafios diários com a incrível combinação entre fazer com que de forma lúdica e metafórica as pessoas sejam capazes de solucionar situações problemas.

Pessoas diferentes aprendem e trabalham de formas diferentes

Uma coisa é fato: os conflitos existem porque as pessoas são diferentes. As culturas, os valores, tudo pode impactar em contrastes.

Quando somos crianças isso não parece ser um problema. Isso porque na infância, graças ao nosso desprendimento, somos capazes de nos relacionar com pessoas diferentes de nós e fazemos disso algo positivo.

É claro que com algumas pessoas nós sempre tivemos mais afinidade, mas aquelas que eram diferentes de nós (no quesito personalidade) nos ensinavam e nos agregavam coisas novas e nós deixávamos isso acontecer.

Com o passar do tempo, vamos criando nossas bagagens e referências. E então, quando chegamos ao mundo corporativo, muitas vezes o diferente do outro não é mais tão aceitável e nem visto como algo construtivo, muito pelo contrário, nos incomoda.

Atritos sempre vão acontecer. Mas, é importante ressaltar que o acúmulo de conflitos pequenos desgasta totalmente uma equipe.

Por isso, um bom líder deve sempre estar atento ao seu time e se questionar qual é a melhor forma de manter a sinergia entre todos, de forma a estimular principalmente a cooperação.

Afinal, uma equipe é sim formada por pessoas diferentes, mas ela trabalha diariamente para alcançar objetivos comuns.

Você se atentou a todas essas explicações? Então acompanhe e entenda como a LEGO® SERIOUS PLAY® pode te ajudar com esse assunto.

1) Manter a sinergia entre a equipe significa ter um time engajado

Você se lembra quando citamos no texto anterior as 4 etapas da LEGO® SERIOUS PLAY®?  Caso você não lembre, não tem problema! Basta clicar aqui para acessar o conteúdo novamente.

As primeiras etapas da LSP são mais introspectivas. São momentos nos quais as pessoas refletem individualmente sobre o problema que foi lançado e criam através de um modelo (utilizando as peças da LEGO®) a possível solução.

Depois disso, elas apresentam suas ideias e narram à história/solução que imaginaram. Nessa fase final, as pessoas interagem entre si e um completa a ideia do outro, de forma a desenvolver novos raciocínios e proporcionar ótimos insights.

Um ponto muito importante para relembrar e destacar, é que com a utilização da metodologia LSP todos participam da reunião, potencializando a geração de soluções criativas e engajando os colaboradores.

Você percebe que com tudo isso, a LSP é capaz de criar um ambiente propício à inovação e integração?

Quando as pessoas escutam umas as outras elas passam a valorizar a ideia do colega, entram em sinergia e se tornam muito mais engajadas coletivamente.

Muitas vezes, os conflitos organizacionais acontecem não porque há muita comunicação e todos falam. Mas sim, porque há pouca comunicação e pouquíssimos participam. E assim surgem os “mal-entendidos”.

A comunicação entre um time precisa ser o mais clara possível. E o que acontece atualmente é que as pessoas não se escutam.

Dentro de um time é muito importante que um ouça o outro e é exatamente isso que a LSP proporciona. Quando um colaborador escuta o outro ele valoriza a ideia do colega como já dissemos, e também sente vontade de interagir com a aquela ideia de forma a melhorá-la.

Assim, ele também entende o seu papel, a importância que ele tem naquele time. Situações assim motivam e possibilitam um desempenho muito melhor.

2) Como posso aplicar a LEGO® SERIOUS PLAY®na minha empresa com o objetivo de realizar integração de equipe?

Primeiro de tudo, procure um auxílio profissional correto. Lembra o que dissemos no início desse texto sobre frustrações por parte de líderes e equipes quando soluções corretas não são encontradas?

Então, uma forma de você reverter isso é com o auxílio de um bom profissional. A Cristina Gomes da ASAS DH é facilitadora da LEGO® SERIOUS PLAY® no Brasil.

Existem diversas formas de aplicar essa metodologia dentro de sua empresa e adaptar dinâmicas utilizando a LEGO® SERIOUS PLAY® para promover a integração de equipes.

Nós explicamos aqui a teoria, trazendo o como a LSP pode ajudar. Mas, se quiser saber mais sobre essa ferramenta incrível entre em contato conosco.

Gestão de pessoas: 5 passos para melhorar o clima organizacional

Mesmo as empresas com uma cultura forte e sólida podem encontrar, nas atitudes, comportamentos e padrões de tomada de decisões dos funcionários, algumas falhas que podem ser melhoradas. A chave pode ser melhorar o clima organizacional. No entanto, o primeiro passo deve ser dado pelo próprio gestor, mudando suas atitudes e comportamentos, como exemplo. Uma vez que os colaboradores percebam os benefícios dessa mudança, tenderão a repeti-los até se tornarem habituais.

No entanto, essa não é uma tarefa fácil, pois depende da cooperação dos profissionais envolvidos. Pensando nisso, desenvolvemos este post com as dicas mais importantes para que você entenda o que é clima organizacional e possa implementar essa mudança com maior sucesso. Acompanhe!

O que é clima organizacional?

Clima organizacional pode ser definido como as percepções e os sentimentos que os colaboradores têm em relação ao ambiente de trabalho em que estão inseridos. Muitas pessoas confundem o clima com a cultura e acreditam que ele não pode ser controlado, pois é muito forte e enraizado nas organizações.

No entanto, os gestores e líderes mais experientes sabem que o clima pode, de fato, ser melhorado e que fazer as mudanças necessárias motivará os colaboradores a saírem do isolamento para a conexão.

O clima organizacional é mensurável e muito mais fácil de transformar, enquanto a cultura enfatiza as suposições implícitas em uma organização, que podem ser mais resistentes às mudanças. Um clima positivo não necessariamente equivale a mais diversão ou relaxamento no trabalho. Isso significa criar um ambiente com condições propícias para que as pessoas se sintam mais à vontade e trabalhem com criatividade, estimulando a melhor produtividade.

Para melhorar o clima organizacional, é preciso identificar o nível atual e desenvolver um planejamento com etapas a serem seguidas. A mudança vem com dedicação e tempo. Cada passo contribuirá para um pequeno avanço.

Como fazer uma pesquisa de clima organizacional?

Como falamos, o clima organizacional é percebido pelas pessoas. Por exemplo: você já reparou como, em alguns ambientes, você se sente desconfortável até para pedir uma água? O “clima” do local interfere no seu comportamento e o limita. Ao mesmo tempo, outros locais nos dão a liberdade de abrirmos a geladeira e nos servirmos sem maiores problemas.

Dessa forma, podemos supor que quem está dentro de um ambiente consegue entender o clima que existe ali, correto? Seguindo essa lógica, o clima organizacional é muito mais bem percebido pelos colaboradores do que pelo pessoal do RH, pelos gestores ou pela diretoria, concorda?

Por esse motivo, quando percebemos que algo está errado nas empresas e suspeitamos que as relações podem ser o problema, a pesquisa de clima organizacional é a primeira coisa a ser feita. E ela tem seu maior enfoque na percepção que os colaboradores têm do ambiente — essa é a coisa mais importante sobre a pesquisa de clima organizacional.

Depois da pesquisa feita, nós teremos, em mãos, uma análise quantitativa e qualitativa de como o ambiente de trabalho está sendo percebido pelo pessoal. Isso permite criar uma linha de ações, ou um plano de ação, para resolver possíveis problemas e impactar a produtividade da equipe.

Dito isso, vamos entender 4 pontos importantes sobre a pesquisa de clima organizacional? Acompanhe!

1. Cuide da preparação da pesquisa

É preciso ter ciência, nessa etapa, que o objetivo de uma pesquisa de clima organizacional é a coleta de dados sobre o ambiente de trabalho. A pesquisa não tem nenhuma pretensão de, sozinha, mudar algo que vem acontecendo dentro da organização.

2. Elabore um questionário amplo, mas simples

A pesquisa de clima organizacional, normalmente, é dividida em questionário e entrevista. O questionário tende a ser aplicado em todos os colaboradores e a pesquisa é feita com alguns, por meio de sorteio. No caso do questionário, ele deve ser robusto e apresentar uma série de itens relevantes ao estudo do clima (existem alguns modelos prontos on-line). Entretanto, esse tipo de material não pode ser complicado, ou seja, sua composição deve prezar por uma linguagem acessível e questões de fácil resposta.

3. Avise que a pesquisa será feita

Para que os colaboradores respondam a pesquisa da maneira mais sincera e verossímil possível, é essencial que seja feito um comunicado, alguns dias antes, explicando o que será feito, qual o seu objetivo e como funcionarão as questões de privacidade e anonimato. Esse tipo de aviso dá aos funcionários tempo para pensarem sobre o que responderão, evitando que a pesquisa mensure respostas dadas por impulso.

4. Mostre comprometimento e resultado

Ao coletar os dados, se a pesquisa apontar para um clima organizacional desfavorável para os colaboradores, algo precisará ser feito — um plano de ação deve ser montado e executado. A única coisa pior do que um clima ruim é uma pesquisa que não gera mudanças na organização, pois passa a sensação de que a empresa não se importa com as necessidades dos colaboradores. Então, tenha certeza de que a pesquisa está sendo feita com o apoio de todos do setor estratégico da companhia!

Existe alguma dica para melhorar o clima organizacional?

Como o clima organizacional é mensurável e propício a sofrer mudanças, alguns comportamentos e ações são eficientes no sentido de torná-lo mais assertivo para seu objetivo, que é garantir um espaço saudável para que os trabalhos sejam feitos. A seguir, você vai conhecer cinco práticas de gestão que proporcionarão esse tipo de mudança em sua empresa. Vamos lá?

1. Melhore as formas de comunicação da empresa

Analise as formas de comunicação utilizadas na empresa. Identifique falhas e formas de melhorá-las. Como a comunicação representa a ligação mais forte entre os colaboradores no trabalho, torná-la mais clara, efetiva e próxima pode representar uma estratégia de desenvolvimento pessoal e profissional, além de gerar melhores resultados para o negócio.

2. Avalie e estimule o desenvolvimento profissional

Avalie regularmente o desempenho individual e coletivo da sua equipe de trabalho. Crie elevados padrões de desempenho para a equipe e motive-a a buscar sempre o melhor de si mesma. Enquanto você desenvolve profissionais mais bem qualificados e capacitados, eles agradecem com resultados reais.

3. Confie na equipe de trabalho

A confiança de um gestor no colaborador pode gerar um efeito motivacional incrível para ambos. Por isso, institua metas desafiadoras, porém realistas, alegando que acredita no potencial da sua equipe. Dê liberdade para os colaboradores atuarem além do seu campo de conhecimento para estimular novas ideias e estratégias que beneficiarão a todos os envolvidos. Por fim, inspire o máximo desempenho conectando as pessoas umas às outras, de forma emocional, motivando a cooperação geral.

4. Reconheça os bons resultados

Reconhecer um bom desempenho de forma pública e fornecer feedbacks valiosos pode deixar o colaborador, ou a equipe, motivado a buscar sempre a superação do resultado anterior. Isso vai ajudar os funcionários a crescer e atingir altos objetivos na vida pessoal e na carreira.

5. Estimule o trabalho em equipe

Realize reuniões periódicas (semanais, quinzenais ou mensais) para aumentar a confiança, a cooperação e o respeito mútuo entre os membros da equipe. Convença as pessoas a colaborarem, da mesma forma, em toda a organização, demonstrando, na prática, as vantagens desse comportamento. Isso gerará um sentimento de que pertencem à organização, valorizando-a ainda mais.

Muitos gestores acreditam que motivar o trabalho em equipe e reconhecer resultados é a chave para melhorar o clima organizacional. Mas cada empresa tem o seu próprio clima e dependerá de uma análise profunda para identificar o que realmente importa. O importante é concentrar-se no tipo de clima que deseja obter. A boa notícia é que, quando entendemos o que é clima organizacional, podemos mudá-lo e gerar bons resultados sem a necessidade de fazer grandes investimentos!

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Gestão de pessoas: 5 coisas que todo grande líder tem em comum

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Qual o perfil de um líder? Como realizar gestão de pessoas? Liderança é vocação ou aprendizado? Quando se trata de um grande líder não existe uma fórmula secreta ou mesmo uma receita mágica que construa o perfil de liderança, mas uma coisa é certa: é preciso agir de forma correta e motivar a equipe continuamente para alcançar melhores resultados, o que requer conhecimento por meio de treinamento, e não apenas de vocação.

Por muito tempo empresas tiveram na linha de frente — algumas ainda têm — a figura de um chefe rígido e autoritário, em que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Mas os tempos são outros e organizações têm procurado um perfil diferenciado de pessoas para conduzir a equipe de trabalho. Esses são os líderes!

É claro que alguns já têm uma postura nata de liderança e sabem exatamente como conduzir uma equipe. Outros, porém, podem aprender a liderar e a desenvolver práticas ao longo do tempo, passando a ter forte influência sobre os seus liderados, que veem na figura do líder o reflexo de valores motivacionais para a busca de melhores resultados.

Mas quais as características que definem um líder? Vejamos 5 posturas comuns que levam a umagestão de pessoas eficiente. Confira!

1 – Delegam tarefas

A ideia de centralizar as decisões numa só pessoa já não comporta as novas estruturas organizacionais. Líderes confiam na sua equipe e sabem que é preciso delegar as decisões.

Nem sempre é possível cumprir pessoalmente a agenda da organização ou mesmo participar das reuniões, mas confiar naqueles que estão ao seu redor e nortear as suas escolhas é o grande papel de um líder. Eles dividem suas visões e, por isso, compartilham seus objetivos com todos os envolvidos.

2 – Têm autoconhecimento

Antes de entender as necessidades das outras pessoas, um líder precisa conhecer bem a si mesmo. Buscar treinamento e aperfeiçoamento das competências e habilidades de liderança não é apenas um grande benefício profissional, mas contribui para o próprio desenvolvimento pessoal.

Segundo uma pesquisa feita em março de 2013 com 4.392 executivos brasileiros pela empresa de treinamento corporativo LAB SSJ, as lideranças chegam despreparadas frente às decisões da empresa. A pesquisa destacou que apenas 14,5% dos profissionais que são promovidos a cargos de liderança recebem uma orientação formal antes de assumir as posições. E o resultado não poderia ser pior: 60% dos novos gestores falham nos dois primeiros anos diante do cargo.

É muito importante que o líder esteja sempre buscando inovações, pesquisando, reciclando e estudando, o que gera mais credibilidade das suas ações diante do seu time.

3 – Assumem seus erros

Ser líder não significa perfeição, muito pelo contrário, um líder assume suas falhas e aprende constantemente com estes erros, garantindo que não aconteçam mais e que não comprometam osresultados da empresa.

Além disso, um bom líder dá a cara para bater em nome da sua equipe de trabalho, diagnosticando o erro e posicionando todos no rumo correto, sem que ninguém seja apontado como culpado ou desproporcionalmente prejudicado.

4 – Trabalham juntos e potencializam o empenho individual

Líderes agradecem. Líderes elogiam. Líderes questionam. Líderes celebram as vitórias. O mundo já não é mais centrado na hierarquia e demanda profissionais que compartilhem mais e mandem menos.

O líder tem que estar acessível e aberto a ouvir o que os outros têm a dizer. Só assim o time se sentirá mais próximo e terá mais confiança nas suas ações. Além disso, um grande líder reconhece talentos individuais de cada um da sua equipe, potencializando as habilidades e competências e gerando oportunidade para que cresçam dentro da empresa.

5 – Partilham informações

Os liderados precisam saber para onde estão indo e qual a melhor maneira de alcançar melhores resultados. Uma equipe conduzida às cegas não será tão produtiva quanto as que participam das decisões da empresa e sabem o que acontece dentro dela. Quanto mais o líder partilhar as informações e delegar tarefas, maior será o empenho e comprometimento da sua equipe.

E você, como vê o papel da liderança dentro de uma empresa? Compartilhe conosco sua opinião deixando um comentário nos campos abaixo!

6 erros na gestão de pessoas que você não deveria cometer nunca

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Quando os resultados da equipe não são os esperados e os funcionários estão desmotivados, a razão pode estar em uma gestão de pessoas mal aplicada. Estamos em um momento de mercado no qual a valorização do capital humano é vital para o sucesso e a continuidade dos negócios, podendo se tornar um verdadeiro diferencial competitivo.

Afinal, quando o colaborador se sente valorizado ele veste a camisa da empresa e pode ter seu potencial melhor explorado. Quando isso acontece aumenta a produtividade e metas  são mais facilmente alcançadas.

Segundo especialistas, a cada dia mais empresas estão descobrindo que o seu maior patrimônio são os colaboradores internos e reconhecendo a gestão de pessoas como um investimento e não um custo. Nesse contexto, até mesmo pequenos descuidos podem ter reflexos muito negativos para o grupo, o líder e a organização. Para evitar esse tipo de problema, conheça os 6 erros mais comuns no mundo corporativo e saiba como evitá-los.

Ter pouco foco nas pessoas

Alguns gestores acham que basta ser muito “técnico” para liderar uma equipe e se esquecem de que investir em pessoas é fundamental. Não basta focar em resultados, pois para alcançá-los com excelência é preciso que os colaboradores queiram dar o seu melhor. A solução é simples (embora muitas vezes ignorada): ouça o que sua equipe tem para dizer, tratando todos com educação e respeito.

Negligenciar a qualidade de vida

Um dos fundamentos básicos da gestão de pessoas é pensar em clima organizacional e qualidade de vida. Ainda assim, há líderes que subestimam a importância do bem-estar dos funcionários para osresultados do negócio. Outros ainda ignoram que a pessoa tem uma vida (e problemas a resolver) fora do trabalho.

Com gestores desse tipo, é normal que haja grande rotatividade em uma empresa. É preciso compreender que ser líder é também ser meio psicólogo para entender quando a performance do profissional está sendo afetada por questões pessoais e ajudá-lo nesse processo.

Não reconhecer méritos

Nada mais desestimulante do que dar o seu melhor e não ser reconhecido. Boa parte das vezes isso acontece não por vontade, mas por esquecimento ou desatenção. Esse tipo de atitude acaba com o engajamento e afasta o gestor de seus subordinados. Busque descobrir como recompensar de maneira justa quem tem bom desempenho.

Não dar feedback

Um feedback mal realizado, ou a ausência dele, é uma das causas da queda do desempenho nas equipes. Quando um gestor não se comunica com os colaboradores, não está capacitado a dar um retorno efetivo sobre as suas habilidades, competências e possibilidades.

Dessa forma, é comum que o profissional se sinta perdido ou desvalorizado. Para dar um bom feedback é preciso encontrar pontos fortes que possam ser desenvolvidos em cada um de seus funcionários. Durante a conversa, mostre que está acompanhando sua evolução e alinhe objetivos. Para reter talentos é preciso cuidar deles.

Exigir tarefas impossíveis

“O cliente tem sempre razão”. A máxima é muito repetida, mas nem sempre viável. Obviamente, todos querem entregar o melhor serviço ou produto, muitas vezes indo além do que era esperado. Mas, às vezes, isso simplesmente não é possível!

Por isso, não prometa prazos impraticáveis ou tarefas que vão além da expertise da equipe. Esse tipo de atitude vai contra os princípios da gestão de pessoas, pois estressa  e desestimula os colaboradores, podendo ainda causar danos à imagem da empresa.

Sobrecarregar membros da equipe

Delegar tarefas é parte importante da gestão de pessoas, já que pode valorizar talentos e motivar os colaboradores. Mas esteja atento para não sobrecarregar os que considera mais talentosos. Caso contrário, pode exauri-los ou mesmo perdê-los.

Um estudo da Universidade de Stanford apontou que a redução na jornada de trabalho pode ser positiva para a produtividade. Assim, uma boa maneira de aumentar as responsabilidades ou o fluxo de trabalho de um profissional é promovê-lo.

Comprometendo-se em não repetir esses erros corriqueiros você está no caminho para se tornar um líder focado em gestão de pessoas. A tarefa é simples, mas requer atenção constante e um trabalho muito próximo de seus colaboradores.

Para saber mais sobre gestão de pessoas, liderança, coaching empresarial, desenvolvimento humano e profissional, siga-nos no Facebook, Instagram, Youtube, Linkedin e Twitter!

Você sabe o que é desenvolvimento profissional e pessoal?

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Todos nós já ouvimos falar de planos de desenvolvimento pessoal e planos de desenvolvimento profissional, mas como exatamente diferenciar os dois? Melhor ainda. Como saber em qual deles focar suas energias? Apesar de ser fácil se confundir, existe uma diferença entre o desenvolvimento profissional e pessoal que se não conhecer ficará em dúvida na hora promover suas habilidades. Para eliminar essa dúvida, explicaremos detalhadamente a diferença e a importância de cada um. Confira!

Desenvolvimento profissional

O desenvolvimento profissional envolve a capacidade de compreender inteiramente o trabalho que executa e como pode melhorá-lo. Trata-se de desenvolver as competências necessárias para assumir um cargo — carreira — da forma mais eficaz possível garantindo uma evolução continuada. Com tantas mudanças acontecendo todos os dias, seja na economia, seja na legislação ou mesmo com os avanços da tecnologia, é importante desenvolver um conjunto de habilidades para manter a excelência na carreira mesmo diante de cenários incertos.

Um desenvolvimento profissional eficaz consiste em assegurar o total conhecimento e compreensão da área de especialização para uma carreira com o mais alto nível. Representa a aquisição de habilidades e conhecimentos necessários para executar a profissão da melhor forma e crescer. Entretanto, podemos incluir um elemento de desenvolvimento pessoal, já que a realização profissional pode ser um sonho da vida pessoal e as habilidades aprendidas podem ser utilizadas também para melhorar a sua vida particular.

Em termos gerais, podemos dizer que o desenvolvimento profissional pode ser adquirido através de cursos superiores — universidade — ou por meio de cursos profissionalizantes onde o foco é mais específico na área de interesse. Ele também pode incluir o treinamento teórico e prático com acompanhamento da evolução e ser aplicado tanto nas instituições de ensino como no local de trabalho, a fim de desenvolver e melhorar as habilidades.

Veja alguns exemplos de desenvolvimento profissional:

  • Treinamento em TI — Tecnologia da Informação —;
  • Saúde e segurança do Trabalho;
  • Contabilidade e Finanças;
  • Conhecimentos jurídicos.

Essas especializações poderiam ser entregues utilizando diversos métodos, tais como a aprendizagem em sala de aula com base eLearning, coaching, consultoria, orientação e outros.

Desenvolvimento pessoal

Quando você pensa em desenvolvimento pessoal, considera quais as competências que precisa desenvolver para alcançar os objetivos, tanto na carreira quanto na vida pessoal. Trata-se de desenvolver os potenciais talentos para serem úteis tanto no trabalho quanto na vida particular. Considere o seguinte exemplo:

Imagine que há duas pessoas em sua equipe de trabalho ou no escritório. Ambos são profissionais respeitados na área de gestão financeira. São precisos, detalhistas e entregam os resultados necessários. No entanto, um deles possui habilidades interpessoais e de comunicações fantásticas.  Como resultado, não encontra nenhum problema em obter as informações que precisa com os colegas de qualquer departamento da empresa.

O outro profissional não possui essas habilidades e, muitas vezes, enfrenta conflitos de colegas de trabalho, dificultando seus resultados.

Qual dessas pessoas você acha que precisa de treinamento de desenvolvimento pessoal?

Como você pode ver no exemplo, ambos podem fazer o seu trabalho com excelência, pois possuem as habilidades necessárias em um alto nível profissional para entregar os resultados. No entanto, com o benefício adicional de excelentes habilidades de construção de relacionamentos, o primeiro profissional estará sempre um passo à frente.

Veja alguns exemplos de desenvolvimento pessoal:

Muita gente possui essas habilidades naturalmente e, até certo tempo atrás, acreditava-se que era uma característica toda especial e particular. Porém, hoje sabemos que essas habilidades podem ser aprendidas e desenvolvidas com um programa de práticas que levam ao hábito.

Para determinar um plano de desenvolvimento profissional e pessoal mais eficiente, antes será necessário identificar as habilidades que precisa aprender e, isso, é possível através de uma reflexão profunda, autoanálise e observância diária. Essa ação será crucial para acelerar o alcance dos seus objetivos de vida e também profissionais, que podem estar relacionados de alguma forma.

E você, quais habilidades precisa desenvolver? Deixe um comentário!

5 dicas de desenvolvimento pessoal para aplicar no seu cotidiano

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Existe um tipo de investimento do qual você não precisa esperar retorno para valer a pena, pois a recompensa consiste no ato de praticá-lo. Esse investimento é, justamente, aquele voltado para o desenvolvimento pessoal.

Há inúmeras maneiras de alcançar o crescimento pessoal. Mas, independentemente dos caminhos que serão escolhidos, é preciso antes uma atitude de aceitação para com nossas próprias limitações.

Àquele que reconhece a necessidade de crescer desenvolve-se com plenitude, somente a consciência das próprias falhas poderá levar alguém a usufruir de todos os benefícios do autodesenvolvimento.

A fim de mostrar maneiras simples de aplicar o desenvolvimento pessoal no cotidiano, separamos 5 dicas de ouro. Confira!

Cerque-se de inspirações

Diante das urgências do cotidiano, ligadas à sobrevivência e às demandas externas,  torna-se difícil lembrar que existem maneiras diferentes de lidar com a vida. Por isso, um ambiente que lembre aquilo que te inspira, ou estar rodeado de pessoas que você admira, sejam elas conhecidas ou, mesmo, através de livros e fotografias, pode fortalecer seus objetivos e aumentar a sua criatividade.

Quebre a rotina por alguns minutos

Para quem trabalha o dia todo em uma empresa, o tempo é corrido e, muitas vezes, o automatismo faz com que as tarefas percam um pouco de sentido. No entanto, uma pequena pausa no que você está fazendo pode trazer a atenção plena novamente, dando mais qualidade para a atividade em si.

Diferentemente do que muita gente pensa, o desenvolvimento pessoal não requer necessariamente grandes mudanças na vida. Dar o máximo de si para aquilo que faz parte do seu cotidiano já é uma maneira de melhorar sempre.

Aprenda algo novo todos os dias

Seja uma palavra desconhecida, ou em outro idioma, uma maneira nova de resolver um problema, ou até novas habilidades. Tire um momento do seu dia para apenas aprender. Assista a uma palestra interessante no YouTube, mexa num programa novo no seu computador, baixe um aplicativo que ensine algo… Enfim, use a criatividade e torne o aprendizado um exercício leve e constante.

Registre suas metas

Pense onde você quer chegar, mas não use apenas salários ou cargos para medir essa evolução — essas também questões podem depender de variáveis externas.

Imagine algo que dependa somente de você, como desenvolver mais suas habilidades sociais,melhorar o trabalho em equipe, entre outras importantes características, e registre isso de alguma forma. Anote, salve no bloco de notas, enfim, coloque em um local acessível e não perca suas metas de vista.

Participe de cursos livres e workshops

Hoje, o título que determinados cursos podem trazer não é mais tão importante quanto uma nova habilidade que possa ser aprendida. Diante de uma variedade enorme de recursos disponíveis, fica mais fácil aprender coisas novas. O importante é manter-se em movimento sempre.

Os cursos livres, que em muitos casos podem ser realizados sem sair de casa, além dos workshops que são voltados para determinados temas, enriquecem a bagagem e podem trazer um crescimento maior do que se imagina.

E então, vai aplicar essas dicas no seu cotidiano? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e incentive outras pessoas a buscarem o desenvolvimento pessoal!

Gestão de conflitos: como resolver problemas entre colaboradores?

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Sobre gerir pessoas, uma coisa é certa: eventualmente haverá conflitos entre os membros da equipe. Isso é fácil de presumir, já que as pessoas têm personalidades e tomam posições diferentes dentro do ambiente de trabalho. A questão aqui é como realizar a gestão de conflitos de maneira a apaziguar ambos os lados e não desgastar a relação interpessoal do grupo.

Para te ajudar a lidar com situações dessa natureza, trouxemos esse artigo que lhe ajuda a resolver problemas entre colaboradores. Siga a leitura e confira!

Gestão de conflitos enquanto benefício

A gestão de conflitos na esfera profissional não deve ser encarada como uma tarefa desgastante ou desnecessária. É importante compreender, em primeiro lugar, que conflitos não a tem a ver com maturidade, necessariamente. Eles ocorrem porque os seres humanos tem a necessidade visceral de defender seus pontos de vista. A função do gestor, partindo disso, é saber como resolver as situações e, ao mesmo tempo, tirar boas lições em prol do relacionamento entre os membros da equipe.

Resolver conflitos, portanto, não é somente acalmar as pessoas momentaneamente, mas ajudar a solucionar a raiz do problema e fortalecer os laços entre os colaboradores.

Práticas de uma boa gestão de problemas internos

Para que a gestão de conflitos seja bem-sucedida, o gestor deve trabalhar algumas características nele próprio, entre as quais destacam-se:

Ter boa comunicação

A comunicação é a chave para um bom relacionamento. Pode até parecer clichê, mas essa frase tem fundamento. A falta de comunicação pode trazer muitos problemas e ocasionar contendas por mal-entendidos facilmente solucionáveis.

Portanto, ao invés de deduzir que algo ficou claro, esclareça as coisas de fato, fale abertamente e abundantemente com sua equipe.

Focar na solução

Quando algum desentendimento ocorre, a primeira medida, na maioria das vezes, é focar no problema: saber qual foi o erro, o que o ocasionou, quem o ocasionou e por que o ocasionou.

Isso é importante no início, mas perder tempo destacando o problema, por vezes, pode transformar tanto a causa quanto as consequências em algo muito maior do que deveria. Focar na solução, por outro lado, é algo muito mais eficiente que poupa todos do desgaste de uma discussão.

Saber ouvir

Saber ouvir é uma característica de extrema importância e que todo gestor de pessoas deve desenvolver. Antes de tomar qualquer medida ao se deparar com um conflito entre colaboradores, é importante ouvir as partes para não correr o risco de ser injusto.

Dar o exemplo

Saber reconhecer as próprias falhas, desculpar-se, ouvir as pessoas, comunicar-se claramente são exemplos importantes a serem dados. Não importa a hierarquia da empresa. Se essas práticas não começarem pelo gestor, não faz sentido cobrá-las dos colaboradores posteriormente.

Buscar conhecimento

Hoje em dia, há cursos focados em gestão de conflitos, tamanha é a responsabilidade dessa tarefa. Por isso, se você tem dificuldades em desenvolver essa tarefa, procure ajuda com especialistas.

Isso não fará de você um gestor ruim, pelo contrário, o fato de haver a preocupação com oaperfeiçoamento de suas habilidades e características fará de você um gestor por excelência.

Viu como a gestão de conflitos eficiente é possível? Se você gostou deste artigo, também vai gostar de saber como a gestão de conflitos dentro das empresas pode mudar o jogo!

Como fazer um mapeamento de processos que realmente funcione?

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O mapeamento de processos é uma atividade de gerenciamento para os negócios. Ele consiste em tarefas como definição de etapas, modelagem, análise, monitoramento e melhorias contínuas em determinados fluxos de trabalho.

Confira a seguir e veja como fazer um mapeamento de processos e obter ótimos resultados para o seu negócio!

Mapear processos para aumentar a eficiência

Mapear todo um processo é desenhar o fluxograma das atividades que o compõem. É representar em um fluxo o que precisa ser realizado ao longo da execução de um projeto até que ele seja concluído. O mapeamento de processos permite uma ampla visão das atividades, possibilitando a sua melhor compreensão e a introdução de procedimentos a fim de melhorá-lo.

Um dos objetivos dos gestores e CEOs ao usar essa ferramenta é identificar, entender e conhecer todos os processos existentes no negócio. Através do mapeamento de processos é possível detectar falhas e gargalos, melhorar o nível de satisfação dos clientes, aperfeiçoar a qualidade dos produtos ou serviços prestados, reduzir os custos e aumentar a produtividade e o desempenho do negócio.

Identificar as entradas e saídas

O primeiro passo para se mapear os processos é identificar todas as entradas ou inputs. Esses são elementos ou informações iniciais que deverão ser desenvolvidas para agregar valor ou dar continuidade aos processos produtivos da empresa. Identificar cada entrada é fundamental para determinar a sequência de cada uma das atividades.

Posteriormente, deve-se saber as saídas ou outputs dos processos. Elas representam o que é entregue para outra atividade/processo ou até mesmo para o cliente, podendo ser dados, informações ou um produto. Muitas pessoas acham que a saída é sempre algo físico ou o produto acabado, mas na verdade podem ser diversas coisas, como uma tomada de decisão e gráficos.

Definir o fluxo do processo

Somente depois de se conhecer exatamente quais são todos os inputs outputs do processo, consegue-se definir o fluxo a ser seguido pela informação ou produto. Para traçar este caminho, é fundamental que se conheçam todos os recursos necessários para que as metas sejam alcançadas e o resultado seja o esperado.

Para definir o fluxo do processo, é necessário saber quais serão os materiais requeridos, o maquinário utilizado, as metodologias e obviamente os recursos humanos. Para conseguir um mapeamento de processos eficiente, é fundamental conhecer todas as atividades e informações necessárias para a sua realização.

Conheça todos os limites do processo

Os limites são todos os pontos extremos no fluxo, ou seja, o momento em que ele inicia e termina. O início é delimitado pelo recebimento das entradas e o término acontece quando se alcança as saídas propostas. Para se mapear um processo e ter o total controle sobre ele é preciso ter muito bem definido estes limites. Caso não eles não sejam específicos e claros, o processo pode apresentar resultados diferentes e impactar na qualidade do serviço prestado ou do produto entregue.

Ferramentas de mapeamento de processos

Para realizar o mapeamento do processo existem algumas técnicas, dentre elas podemos destacar:

  • 5W1H: proveniente do inglês: What, Who, When, Why e How, traduzindo temos: “O que”, “Onde”, “Quem”, “Quando”, “Por que” e “Como”. Esta técnica tem como objetivo responder uma série de perguntas iniciadas desta forma, de maneira a conhecer, entender e mapear o processo.
  • Matriz GUT: muito utilizada para definir a prioridade para a solução de problemas encontrados. O acrônimo GUT significa: Gravidade, Urgência e Tendência.
  • Matriz BÁSICO: semelhante à matriz GUT, porém permite uma abordagem mais detalhada e uma análise mais refinada. Possibilita encontrar a solução com melhor custo benefício para empresa.

Vantagens do mapeamento de processos

Os ganhos obtidos ao realizar o mapeamento de processos do seu negócio são inúmeros. Podemos destacar os seguintes:

  • melhora a compreensão e o domínio do negócio;
  • ajuda na tomadas de decisão e definições estratégicas;
  • descreve de forma simples e objetiva os procedimentos;
  • permite análise;
  • facilita a detecção de falhas e gargalos;
  • aumenta a eficiência e a qualidade do serviço/produto;
  • agrega valor ao negócio.

Percebeu como o mapeamento de processos não é uma ferramenta de grande complexidade e só possibilita ganhos ao seu negócio? Você utiliza essa ferramenta de gestão na sua empresa? Então não deixe de comentar e compartilhar conosco quais foram os resultados alcançados!

4 dicas para você sair da zona de conforto e ser mais produtivo

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A maioria das pessoas tem uma área em que se sente segura, livre de incertezas e ansiedades, tanto física como emocionalmente. Essa área é o que os psicólogos costumam chamar de zona de conforto e, apesar do aconchego que costuma oferecer, ela pode ser um grande obstáculo para a produtividade e o crescimento profissional.

Para sair dessa zona de conforto, é preciso mudar atitudes e encarar o novo, em um processo que passa por uma série de medos e inseguranças. No entanto, a ascensão profissional está diretamente relacionada à capacidade de enfrentar desafios, arriscar e aumentar os limites pessoais.

Portanto, diante desse obstáculo produtivo, separamos 4 dicas que ajudarão os colaboradores da sua empresa a sair da zona de conforto. Confira!

1. Implemente o coaching de equipe

coaching é uma excelente estratégia de desenvolvimento pessoal e profissional, muito utilizada  — inclusive por empresas de sucesso — como um artifício de promoção da produtividade dos colaboradores. Essa técnica usa uma metodologia estruturada e cientificamente comprovada para a motivação individual ou de grupo, a fim de ajudar cada um dos profissionais a atuarem no pico da sua capacidade.

Por isso, implementar o coaching pode ajudar a sua equipe a sair da zona de conforto e a se tornar mais produtiva, auxiliando-a a traçar objetivos e metas, além de provocar melhorias nos resultados obtidos.

2. Lance desafios periódicos para os seus colaboradores

Como já dissemos, sair da zona de conforto requer a capacidade de enfrentar desafios, certo? Por isso, nada mais efetivo no processo de saída da segurança do que oferecer desafios periódicos aos seus colaboradores, seja delegando novas responsabilidade, instigando-os a aprender algo novo ou a mudar sua rotina de trabalho, por exemplo.

Assim, ao ser desafiada, a sua equipe de colaboradores se sentirá mais motivada a enfrentar seus medos e ousar — o que é fundamental para aumentar a sua capacidade produtiva.

3. Estimule parcerias entre os seus funcionários

Promover parcerias é outro artifício excelente para sair da zona de conforto. Ao trabalhar em grupo ou em parceria com outros funcionários, é possível dividir as dificuldades de um novo desafio, fazendo com que cada um dos membros da equipe fique mais motivado a expandir os seus limites.

Além disso, realizar as tarefas em conjunto não só aumenta a sensação de segurança como torna as atividades mais agradáveis e divertidas, o que estimula os profissionais a trabalharem melhor e mais produtivamente.

4. Mantenha o foco no sucesso

Se há algo realmente efetivo para se sair da zona de conforto é a manutenção do foco no sucesso. Ao estimular os seus colaboradores a pensar positivo, é possível afastar as sensações de insegurança e ansiedade dos novos desafios profissionais, o que eleva as chances de êxito.

Para isso, você pode expor exemplos práticos de empresas ou de profissionais de sucesso, demonstrar os benefícios que poderão ser adquiridos quando os objetivos forem alcançados e ajudar os seus funcionários a traças as suas próprias metas.

Diante disso tudo, fica claro que permanecer na área de segurança é um grande entrave para a sua produtividade e para seu crescimento profissional, certo? Além disso, sair da zona de conforto pode não ser uma tarefa árdua, desde que você coloque em prática as dicas que nós trouxemos para você.

Gostou dessas dicas? E, para ajudar ainda mais nesse processo, confira também como combater o retrabalho, esse vilão da produtividade nas empresas!

Veja 4 desafios que todo profissional de RH deve conhecer

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Gerir pessoas é uma atividade que exige uma mistura muito delicada de conhecimentos teóricos, práticos, habilidades de relacionamento e sensibilidade humana. Por isso, neste post vamos apontar os 4 principais desafios da gestão de pessoas e quais recursos você precisará para enfrentá-los com sucesso. Confira!

1. Identificar talentos

Identificar talentos é um desafio porque exige uma visão clara do perfil que a empresa busca. Uma boa solução é sentar, pensar nos objetivos da empresa que você trabalha, e descrever como seria um “profissional ideal”, capaz de ajudar sua empresa a atingir esses objetivos.

Também é preciso ter um instrumento de avaliação eficaz e consistente. Você pode utilizar, por exemplo, a avaliação 360 graus, que é bem conhecida por ser uma forma mais holística de enxergar o desempenho dos colaboradores.

2. Desenvolver talentos

A gestão de pessoas envolve também desenvolver talentos que podem estar latentes nos funcionários ou desenvolver aqueles pontos em que o profissional não demonstra tanta aptidão, mas que seriam essenciais para ele apresentar o desempenho esperado pela empresa. Para vencer esse desafio, a solução exige três trabalhos.

O primeiro trabalho é aplicar ferramentas de análise, que respondam à pergunta: O que está faltando nesse profissional para que ele possa ser considerado “completo”? Nós mencionamos a avaliação 360 no item anterior que, novamente, pode ser aplicada aqui.

O segundo trabalho é buscar uma variedade de recursos que permitirão realizar o desenvolvimento dos talentos em um nível mais teórico. Estamos falando de treinamentos, palestras, eventos, gincanas e outras atividades. Tudo isso pode entrar no que chamamos, normalmente, de “programa de educação corporativa”.

Finalmente, o terceiro trabalho é delegar. Quando você quer desenvolver um talento, delegar atividades é a melhor maneira de fazê-lo crescer na prática. Porém, é preciso delegar da maneira certa: junto com a atividade, o colaborador deve receber autonomia e responsabilidade sobre ela.

3. Reter talentos

Reter talentos envolve manter profissionais de alto potencial comprometidos com a empresa, oferecendo a eles uma excelente perspectiva de carreira. O desafio aqui é conhecer bem as necessidades e expectativas dos colaboradores. Muitas vezes, elas não são verbalizadas – e, por desconhecimento, a empresa falha em atendê-las e perde talentos.

Para superar esse desafio, a solução é abusar da comunicação na gestão de pessoas. É necessário quebrar todas as barreiras, através de estratégias como implementação de um canal de ouvidoria interna, desenvolvimento de pesquisas de clima organizacional e coleta de feedback periódico dos funcionários à gestão.

Também é importante reassegurar a equipe de que todos os comentários são ouvidos e que não há julgamentos negativos. Nenhum colaborador será “punido” por expressar uma opinião contrária, por exemplo, à política salarial da empresa. Esse medo da retaliação muitas vezes afasta colaboradores e gestão, prejudicando o relacionamento entre as partes.

4. Engessamento ou flexibilidade

Um dos maiores desafios na gestão de pessoas é o engessamento. Muita insatisfação da equipe de funcionários resulta da gestão engessada, presa a regras e normas que, muitas vezes, só beneficiam a própria empresa. Com o tempo, isso afeta a comunicação interna. Logo, os colaboradores sentem-se desmotivados em estabelecer diálogos com a gestão, certos de que “não vale a pena” e de que suas demandas não serão atendidas.

É preciso identificar as verdadeiras prioridades. Em alguns momentos, os processos metódicos e engessados podem ser importantes. Normas existem para manter a ordem no local de trabalho e para assegurar igualdade entre todos os colaboradores. Porém, em outros, talvez seja melhor flexibilizar, a fim de manter o nível de satisfação elevado. O gestor precisa, portanto, estar aberto a ouvir sua equipe e analisar caso a caso, com sensibilidade e bom senso.

Apesar dos desafios, a gestão de pessoas não pode ser evitada ou deixada para depois. Ela exerce papel essencial no alinhamento da equipe e na melhoria do desempenho da empresa.

Se você identifica algum outro desafio no cotidiano da gestão de pessoas em sua empresa, deixe um comentário! E não se esqueça de compartilhar este conteúdo em suas redes sociais!