4 tendências da gestão em 2022

Com o vai e vem, das novas ondas, que cercam o Covid19, nossos clientes sempre questionam minha opinião referente à esta incerteza. Na verdade, não tenho uma opinião formada. O que realmente faço é observar os movimentos, me proteger e viver no AQUI e AGORA. 

Já faz muito tempo que não crio expectativas para as coisas e acredito que devemos seguir, fazendo o que está ao nosso alcance AGORA, criando assim, o nosso futuro. 

O que está bem claro é que o trabalho já não é mais um LUGAR e que as empresas estão começando a entender que apesar do grande crescimento tecnológico, o primordial, são as pessoas.

Estou com olhar de muito interesse às quebras de barreiras com o trabalho descentralizado, autônomo, remoto, assíncrono, por objetivos em qualquer lugar do planeta, desenvolvendo o talento, a diversidade e a igualdade de oportunidades. 

Enfim, estamos na “Era do Novo Trabalho”! 

Também é importante pensar que estamos saindo do choque psicológico e do estágio de bloqueio, do inicio da pandemia. Pensar assim é importante para se manter focado, presente e produtivo e deixar de tentar criar uma falsa sensação de certeza.

Realmente temos que aceitar que as coisas estão difíceis, e provavelmente vão ficar assim por mais algum tempo, mas que eventualmente as coisas vão melhorar. E, enquanto isso, concentre-se em melhorar as coisas que estão sob seu controle.

Pensar assim é importante para se manter focado, presente e produtivo. Precisamos deixar de tentar criar uma falsa sensação de certeza.

Como diz a celebre frase: “Na ausência de certeza, a clareza pode ser um bálsamo calmante”. 

Acompanhe as 4 tendências da gestão em 2022.

Como líderes temos que nos dedicar para a sustentabilidade com as pessoas. 

As empresas estão querendo descobrir um método eficiente para reter talentos e não demitir em massa. Você já parou para perguntar quais são as expectativas delas? 

Lembre-se, estamos na Era do Novo Trabalho e as pessoas, mais do que nunca, querem ser ouvidas, elas não querem que um pequeno grupo, de acionistas ou diretores da empresa, decida o futuro delas.

Elas devem fazer parte das decisões relacionadas a elas e à família delas. Experimente perguntar para os integrantes da sua equipe, como a família deles estão e depois venha aqui me contar. 

Mensurar resultados tendo foco nas coisas simples 

Você deve descobrir o nível de prioridade que as pessoas dão a uma ideia ou a um problema, aquele problema que a “empresa” estava enxergando como uma cobra, pode ser apenas uma corda enrolada e que estava confundindo sua visão. 

Você pode usar ferramentas de pesquisas do próprio drive com o uso de termos específicos em suas comunicações internas ou indagando as pessoas pessoalmente, em reuniões rápidas, em pé e organizadas de 10 a 15 minutos. 

Em seguida, você deve criar hábitos, que é o passo que a maioria das empresas ignora. A maioria das iniciativas de mudança falha devido à incapacidade de mudar os hábitos do dia-a-dia e isso deve ser feito com foco nas coisas simples. 

Você pode usar uma nova abordagem que incentiva a adoção de novos hábitos, como gincanas e campeonatos internos e ter sistemas simples, para ser medidos qualitativamente. Uma ferramenta como um CRM gratuito pode lhe ajudar.

Com isso em pratica, as organizações podem medir o impacto de suas intervenções internas, ajustando-as e melhorando-as à medida que avançam. 

Se não pudermos relatar mudanças reais, medindo, os esforços não vão servir para NADA e o retrabalho aumenta. 

Evite surpresas e aceite o trabalho hibrido, ele veio para ficar.

Alguns também nos perguntam, quando acreditamos que todos voltarão ao escritório. 

Na minha opinião, isso é coisa do passado, porque já existem muitas vantagens no trabalho híbrido. 

As empresas podem recrutar de forma mais diversificada, reformular práticas antiquadas de integração e fornecer autonomia aos trabalhadores com horários flexíveis. Em 2022 começaremos a ver esses dados chegarem com mais precisão e os lideres confiarão neste modelo de uma vez por todas. 

O importante é focar nos resultados e pensar em como iniciar um novo programa de exercícios e controle da saúde mental. O início de algo novo que exige muito trabalho pode parecer ruim, mas ao contrario do que podem pensar, será incrivelmente bom para as pessoas e empresas. 

O trabalho híbrido é assim; parece ruim, mesmo que seja realmente bom. Mas obter o híbrido certo, coloca empresas e pessoas na melhor posição para se adaptar rapidamente a qualquer coisa que surja no caminho. 

Simplificando, as práticas de trabalho flexíveis são a nova estratégia de preparação para desastres.

Pesquise talentos atuais e do futuro 

2022 continuará sendo o enigma do talento. As empresas continuarão lutando para preencher as vagas de emprego e os funcionários continuarão a se demitir em massa. Mas se a pandemia nos ensinou alguma coisa, é que sempre há uma luz no fim do túnel. Os talentos podem perceber onde encontrar o que realmente lhes fazem felizes e, as empresas, por sua vez, começam dar mais valor às pessoas e descobrir que são tudo o que têm e o que precisam para prosperar, levando em conta a potencial falta de talentos no mercado de trabalho. 

E assim vamos atravessando as incertezas e lembrando do que realmente importa. 

Estar pronto, disposto e ser capaz de se adaptar mais rapidamente a praticamente qualquer coisa é talvez a habilidade mais crítica de que todos precisamos agora.

Aonde você quer chegar? Agora você tem Asas!

Insatisfação no Trabalho

Por Neuroleadership – David Rock | tradução livre #asasdh

Sobre a quarta revolução do trabalho

Algumas vezes na história vimos mudanças na forma como nós, os humanos, trabalhamos.

Primeiro, houve a Revolução Industrial do final do século 18.

Na década de 1950, as lojas familiares começaram a desaparecer com o surgimento dos empregos de escritório modernos, quando grandes empresas como a IBM começaram a centralizar os locais de trabalho. 

Em meados da década de 1990 e no início de 2000, o boom da Internet mudou o trabalho mais uma vez.

E hoje, estamos no meio de uma quarta revolução do trabalho – a era do trabalho híbrido – que, mais uma vez, levantou questões assustadoras sobre como, onde e quando trabalhamos. Só que desta vez, isso vai acontecer em dois anos, não em 20.

O “novo” normal chegou

Quando os escritórios foram fechados em todo o país em março de 2020 e milhões de trabalhadores se submeteram a pedidos obrigatórios de ficar em casa, muitos funcionários foram forçados a trabalhar remotamente. Durante a noite, as organizações tiveram que mudar para um modo de operação virtual primeiro ou apenas virtual. O trabalho remoto mal havia começado a se estabelecer antes da pandemia, com apenas 6% dos trabalhadores trabalhando principalmente em casa, em comparação com mais de 30% que se encontravam nessa situação em maio de 2020.

Em questão de semanas, nossas cozinhas e quartos tornaram-se nossos escritórios. Para alguns, a mudança repentina significou mais do que trazer trabalho para casa; significava que eles usavam chapéus de profissionais, professores e cuidadores, tudo de uma vez. Para outros, o tempo que antes passavam jantando fora, assistindo a shows com amigos ou suando na academia foi subitamente liberado. Nossas vidas tornaram-se irreconhecíveis, desencadeando uma reavaliação total do papel do trabalho.

Com pessoas morrendo, trabalhadores perdendo seus empregos em massa e pais sobrecarregados e exaustos, o trabalho de repente parecia menos importante: as notícias todas as noites eram uma bagunça, protestos e tumultos estouraram e a polarização política nos fez sentir como uma nação em guerra conosco. Nesse ponto, o quanto o trabalho realmente importava?

Avance alguns meses e agora estamos vendo os resultados desse pensamento: a Grande Renúncia. De acordo com o Bureau of Labor Statistics dos EUA, quase quatro milhões de americanos deixaram seus empregos apenas em julho de 2021. A taxa de demissões nos EUA está agora no máximo em duas décadas, com mais de 11 milhões de empregos abertos. Um estudo recente descobriu que 95% dos trabalhadores considerariam uma mudança de emprego. A Harvard Business Review observou que os funcionários com idades entre 30 e 45 anos tiveram o maior salto nas taxas de demissão, com um aumento médio de mais de 20% entre 2020 e 2021. Como disse a revista Time, “a pandemia revelou o quanto nós odiamos nossos empregos. ”

Isso, então, é mais do que apenas uma Grande Renúncia. Este é um estado de descontentamento.

A realidade

Fale com qualquer pessoa que tenha um emprego e você ouvirá muitas histórias de pessoas que pediram demissão: a gerente de contas promissora que não se sentia valorizada em sua empresa menor e se juntou a uma empresa Fortune 500 pelo dobro do salário; o advogado que chegou ao limite depois de dormir quatro horas por noite durante um ano direto enquanto cuidava de três filhos; o banqueiro de investimento que decidiu abandonar a rotina e abrir uma padaria.

Para remover as camadas desses e outros motivos, revisamos mais de 20 relatórios e artigos do setor sobre o motivo pelo qual as pessoas estão deixando seus empregos. O que descobrimos repetidamente é que muitas razões para desistir estão ligadas a duas motivações sociais primárias: autonomia e status.

Os motivos explícitos e a autonomia necessária

Um dos principais motivos pelos quais as pessoas mudam de emprego é para recuperar o senso de controle. Por meses, muitas das nossas escolhas foram tiradas de nós: não podíamos ir aos shoppings, não podíamos assistir a um filme no cinema, não podíamos planejar casamentos e reuniões familiares. Foi extremamente desorientador perceber que as liberdades que antes considerávamos garantidas haviam evaporado da noite para o dia. Mesmo para as pessoas que fizeram esses sacrifícios de boa vontade, a perda de liberdade e controle parecia ameaçadora.

Essa perda de controle em nossas vidas pessoais foi agravada por uma perda de controle no trabalho também. A pandemia ofereceu uma oportunidade para que os gerentes deixassem de vigiar os funcionários e passassem a orientá-los em tempos difíceis, treinando-os para obter melhores resultados e desenvolvendo a carreira das pessoas.Enquanto os líderes ágeis perceberam essa mudança, a incapacidade de alguns gerentes de ver as pessoas em suas mesas em um escritório aumentou seu controle sobre os membros da equipe. Não é de se admirar, então, que perder ainda mais controle sobre suas vidas fez com que tantos trabalhadores quisessem reexaminar sua autonomia da única maneira que podiam: parando.

A autonomia é uma das poucas coisas que ajuda as pessoas a se sentirem melhor em situações estressantes, e quanto mais estressante a situação, mais útil é a sensação de controle. As três maneiras pelas quais podemos fazer grandes mudanças em nossas vidas, para sentir que temos o controle, são: mudar onde vivemos, quem é nosso parceiro ou onde trabalhamos. Embora o rompimento de imóveis e relacionamentos também tenha atingido níveis recordes, mudar de casa ou de parceiro costuma ser muito mais complexo, o que significa que as pessoas se sentem menos no controle, do que mudar de emprego. Então aqui estamos nós.

Ao mesmo tempo que os profissionais avaliavam suas opções, a disponibilidade da vacina no início de 2021 deu início a uma espécie de renascimento corporativo. As empresas que haviam demitido ou colocado planos de crescimento em espera começaram a contratar novamente. Surgiram vagas de emprego – criando uma oportunidade perfeita para as pessoas tentarem recuperar a autonomia sempre que possível.

Status

A executiva de marketing pode apontar o momento em que ela começou a sentir descontentamento no trabalho: quando um executivo do mesmo nível que ela reescreveu um de seus e-mails. Duas décadas de carreira, ela sentia que não estava obtendo o respeito que esperava – um fator-chave para profissionais que são movidos por status.

Para essa mulher e muitas outras na força de trabalho hoje, o trabalho é uma importante fonte de status. É a razão pela qual muitas pessoas perguntam, ao conhecer outras pessoas, “O que você faz?” Isso nos dá um senso de propósito e um senso de valor próprio.

E ainda, como discutimos acima, a pandemia lançou o status – o desejo de se sentir valorizado, bem-sucedido e respeitado no trabalho – em um fluxo. Para algumas pessoas, um jogo de tabuleiro com um parceiro tornou-se muito mais importante do que responder a e-mails após o jantar. Sem uma conversa mais fria no escritório e incapazes de ler a linguagem corporal de seu gerente do outro lado da sala, muitos se sentiram estressados ​​e fora de controle. Para outros, seu status foi questionado quando as empresas mostraram sua verdadeira face. Algumas empresas aproveitaram a ocasião e “cuidaram das suas”, o que as fez sentir-se mais próximas e conectadas. Mas muitos trabalhadores sobreviveram à pandemia apenas para ver suas empresas não cuidarem deles, o que os deixou se sentindo abandonados. Afinal, se sua empresa não se preocupa com você, por que você deveria se preocupar com ela?

Desejo humano

Muito da abordagem para consertar “A Grande Renúncia” até agora tem girado em torno de dinheiro e empresas que oferecem bônus de assinatura lucrativos para empregos de nível inferior, treinamento de habilidades adicionais ou outras vantagens, como pagamentos de empréstimos estudantis. O dinheiro é poderoso, sem dúvida. Mas, nesta nova era de trabalho híbrido, os empregadores precisam se aprofundar mais.

Não se trata de deixar as pessoas renunciarem e depois substituí-las. Essa é a resposta transacional para o momento atual. A resposta transformadora é sobre como entender por que tantas pessoas estão descontentes com seus empregos e quais elementos desses empregos poderiam ser melhorados de forma consistente para fazer as pessoas quererem permanecer neles por um longo prazo, mesmo em momentos caóticos como a pandemia.

Como podemos desenvolver estratégias sustentáveis ​​de longo prazo para retenção, satisfação dos funcionários e crescimento organizacional, com base no que sabemos sobre o desejo humano, a motivação e o design do trabalho?

Todos estão no modo de sobrevivência. Aqui estão três coisas que os líderes podem fazer agora.

Os restaurantes estão com poucos funcionários, as salas de espera dos hospitais estão transbordando devido à falta de enfermeiras para cuidar dos pacientes, a equipe do call center está parando após o abuso implacável dos clientes – esses são os pedidos de ajuda de uma força de trabalho esgotada. E eles estão vindo alto e claro.

Estamos ouvindo vozes de campo sobre as terríveis dificuldades em certos setores, especialmente de profissionais médicos. “No ano passado tínhamos todo o pessoal. Agora, nossa equipe é inferior a 40%, mas com 120% do trabalho”, disse-nos um treinador esportivo universitário: “Temos que estar fisicamente aqui como o médico no local. Não temos o luxo de trabalhar remotamente. São sete dias por semana, com alguns dias longos, e não podemos dar a eles o nível de cuidado que evita lesões futuras. Estamos todos fisicamente e emocionalmente exaustos.”

Em certos setores, como o de saúde, esta situação é generalizada – e as pessoas que não estão desistindo podem ficar apenas porque sabem que estariam indo do fogo para o fogo. Quando os profissionais médicos ficam parados, muitas vezes é porque não querem deixar uma carreira na qual têm vários diplomas e décadas de experiência, especialmente se forem bons nisso e ainda sentirem que têm algo a contribuir.

Simplificando, muitos funcionários e gerentes estão se agarrando à preciosa vida e perdendo o controle rapidamente. Mas os líderes ainda têm algumas opções. Abaixo, reunimos três coisas que as pessoas neste estado atual podem fazer para sobreviver, de acordo com a ciência.

Demita o seu Chief Hope Officer – (Chefe oficial da esperança)

Quando você está no modo de sobrevivência, é comum ouvir que você não pode perder a esperança. E embora seja importante saber que as coisas podem acabar bem, isso não vai acontecer se você não reconhecer a realidade da situação e começar a trabalhar nas difíceis tarefas que tem. Essa ideia de manter o otimismo e ao mesmo tempo cuidar da dura realidade é conhecida como o Paradoxo de Stockdale (vale de estoque). Esse paradoxo cria conflito inconsciente no cérebro em um momento de ansiedade, o que então prejudica nossas habilidades cognitivas, tornando mais difícil sermos flexíveis. Para reorientar seu cérebro, concentre-se em pequenos objetivos de curto prazo e perceba que, sendo otimista e atencioso, você pode superar as tarefas difíceis.

Vá fundo em busca de compaixão.

A sabedoria convencional diz que quando você está exausto, deve conservar sua energia e se concentrar internamente. Mas a pesquisa mostra que este é o melhor momento para fazer um esforço extra, porque um tipo de empatia realmente cria mais energia.

Empatia, como explicou a Dra. Lisa Aziz-Zadeh, professora associada da University of Southern California em um episódio recente de Your Brain at Work LIVE, é um termo abrangente que inclui ressonância emocional, simpatia e compaixão. E a compaixão é onde a mágica acontece.

Compaixão é entender as necessidades de alguém e, em seguida, fazer um esforço para compartilhar sua experiência. A pesquisa mostra que ser compassivo envia sinais de recompensa social que parecem semelhantes ao amor para o cérebro do doador. No local de trabalho, essa compaixão pode significar dedicar um tempo para entender que alguém ficou acordado a noite toda cuidando de um bebê doente, mas veio trabalhar para um relacionamento de vendas de alta visibilidade e sugeriu que fizessem o logoff mais cedo.

Surpreenda as pessoas com recompensas inesperadas.

Uma das melhores maneiras de #motivar em uma situação de sobrevivência é ser positivamente surpreendido. Nossos cérebros acionam uma resposta de recompensa quando temos um reconhecimento, e essa recompensa é ainda mais forte quando é um reconhecimento que não esperávamos. Os líderes podem criar esse efeito encontrando oportunidades de dar aos funcionários uma autonomia inesperada, como permitir que eles escolham em uma lista de maneiras de cuidar de si mesmos ou de outras pessoas (ou seja, “Aqui estão três cartões-presente – mantenha um para você, dê um para um colega de trabalho e doe um para uma instituição de caridade.”). Outro exemplo de autonomia inesperada pode ser permitir que alguém tire um dia extra de folga ou dar um bônus em dinheiro.

A pesquisa nos mostrou que se sentir subestimado é um dos principais motivos pelos quais as pessoas estão desistindo neste momento, o que torna especialmente importante fornecer recompensas sociais – sinais que acionam nosso cérebro para liberar substâncias químicas positivas – em abundância. Quando você faz as coisas do dia a dia, é crucial reconhecer o valor das pessoas de qualquer maneira que você puder. Se você tiver poucos colaboradores, por exemplo, pode pegar alguns dos salários não gastos e dar um bônus aos seus colaboradores? Se as pessoas estão tão sobrecarregadas de trabalho que estão tendo dificuldade em encontrar tempo para comer, você poderia ajudar com as refeições dando assinaturas para serviços de preparação de refeições, comida para viagem saudável ou personal shoppers? Qualquer coisa que você puder fazer para mostrar – e não dizer – a seus funcionários que você valoriza seus esforços extras terá um longo caminho.

Espero que tenha aproveitado os estudos e as dicas de #neuroleadership que a #asasdh comunga e caso queira, compartilhe sua opinião conosco aqui nos comentários ou enviando uma mensagem direta para nós.

Bons estudos e práticas 

Cristina Gomes

Textos originais em inglês:

The State of Discontent: What’s Really Behind the Great Resignation

Everyone is in Survival Mode. Here Are Three Things Leaders Can Do Now.

Como Alavancar sua carreira profissional na incerteza econômica da pandemia

Com a Pandemia, o Brasil se viu em meio a uma grande incerteza econômica, o que fez aumentar o índice de desemprego no país. Diante disso, muitos profissionais se perguntam como alavancar sua carreira profissional em pleno a este cenário de crise e incertezas.

Fácil, todos nós sabemos que não é, afinal de contas, a escassez de oportunidades, atrelada a instabilidade financeira do país, faz com que muitos profissionais acabem ficando distante de alcançar seus objetivos profissionais.

Contudo, a chave para o sucesso é não desanimar e não esperar que as coisas melhorem. Mas, ir em busca dos bons resultados e da mudança na sua vida, mesmo em um cenário de crise.

E se este é o seu objetivo, continue lendo esse artigo e descubra como alavancar sua carreira profissional em tempos de Pandemia, adotando as dicas a seguir!

Trabalhe a sua mente

Com o cenário atual, muitas pessoas estão se sentindo confusas, elas perdem o foco e buscam até mesmo repensar as suas prioridades. 

E conviver com essas incertezas é completamente normal. Afinal de contas, o que é novo sempre assusta e causa medo. Mas, quando se trata de carreira profissional, independentemente de qual seja o cenário, é importante estar mentalmente bem e forte para reavaliar os seus objetivos e alavancar a sua vida na direção certa.  

Por isso, se o seu objetivo é dar uma guinada em sua carreira em tempos de Pandemia, o primeiro passo é sem dúvida trabalhar a sua mente.

Pare alguns momentos no dia, períodos de 1 a 5 minutos, relaxe, respire e em seguida defina, mesmo que seja momentâneo para depois ir ajustando, quais objetivos pretende alcançar na sua carreira. Além disso, procure transformar sua preocupação com o momento em ação. Ou seja, foque nos seus sentimentos, entenda-os e veja o que pode fazer para solucionar os seus receios envolvendo sua vida profissional.

Foque na excelência 

Não tem como alavancar sua carreira profissional se você tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo para se manter em alta na Pandemia, sem executar o que de fato importa na sua carreira com excelência.

A única coisa que vai acontecer nesse caso é você se frustrar profundamente por ter que procrastinar em algumas tarefas e não apresentar o desempenho que gostaria.

Para isso não acontecer, você pode precisar definir prioridades, assim como executar suas tarefas de maneira estratégica. E não querer fazer todo o trabalho de uma só vez.

Faça conexões inteligentes

Independente da sua área, para alavancar a sua carreira em meio a Pandemia, é indispensável que você construa conexões dentro e fora do seu ambiente de trabalho. Dessa forma, as chances de você conseguir grandes oportunidades na sua área são maiores. 

Além disso, você adquire também mais confiança e influência, ou seja, tudo o que você precisa para a sua carreira.

Para tantovocê deve firmar relações em diferentes equipes, gerente e profissionais do seu ambiente de trabalho com os quais você não interage. Busque também observar e se inspirar em profissionais de outras empresas. 

Explore a internet e saia da sua zona de conforto

Mesmo em tempos de Pandemia, é possível aumentar o seu conhecimento e consequentemente o seu currículo como profissional. Para isso, basta explorar os diversos conteúdos disponíveis na internet, como seminários e cursos. Além disso, por meio da internet, você pode aprender e fazer o famoso networking.

Outra dica importante para alavancar a sua carreia em meio a pandemia, é sair da sua zona de conforto. Para isso, você deve buscar se desafiar na sua carreira e não deve temer em pedir ajuda profissional para cultivar a sua zona de crescimento. 

Curtiu as dicas? Ficou com alguma dúvida? Então comente abaixo e aproveite para compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais! 

Integração de equipe com a LEGO® SERIOUS PLAY®

É muito comum encontrar líderes que comentem sobre a dificuldade de realizar uma integração de equipe de forma eficiente. As tentativas são tantas que às vezes a tarefa fica exaustiva tanto para o gestor quanto para a equipe. Ambos acabam se frustrando e se cansando quando a solução não é encontrada.

Por outro lado, é muito comum que essas tentativas sejam baseadas apenas em conhecimentos técnicos. São poucos aqueles que procuram por soluções criativas, como dinâmicas, por exemplo.

E ainda existem aqueles que encontram dificuldade não só em sanar a situação, mas em primeiramente compreender onde é que está o erro e o porquê é tão difícil manter a equipe integrada.

Neste blog nós apresentamos a você a LEGO® SERIOUS PLAY® (LSP), uma ferramenta projetada para melhorar a inovação e o desempenho do negócio, visando ampliar a criatividade e possibilitar uma nova forma de aprendizagem para os adultos. E o que você verá nas linhas a seguir é que essa metodologia também é eficiente quando o assunto é integração de equipe.

Afinal, se a LEGO® SERIOUS PLAY® foi projetada para melhorar a inovação e o desempenho do negócio, isso quer dizer que ela é capaz de auxiliá-lo em seus maiores desafios diários com a incrível combinação entre fazer com que de forma lúdica e metafórica as pessoas sejam capazes de solucionar situações problemas.

Pessoas diferentes aprendem e trabalham de formas diferentes

Uma coisa é fato: os conflitos existem porque as pessoas são diferentes. As culturas, os valores, tudo pode impactar em contrastes.

Quando somos crianças isso não parece ser um problema. Isso porque na infância, graças ao nosso desprendimento, somos capazes de nos relacionar com pessoas diferentes de nós e fazemos disso algo positivo.

É claro que com algumas pessoas nós sempre tivemos mais afinidade, mas aquelas que eram diferentes de nós (no quesito personalidade) nos ensinavam e nos agregavam coisas novas e nós deixávamos isso acontecer.

Com o passar do tempo, vamos criando nossas bagagens e referências. E então, quando chegamos ao mundo corporativo, muitas vezes o diferente do outro não é mais tão aceitável e nem visto como algo construtivo, muito pelo contrário, nos incomoda.

Atritos sempre vão acontecer. Mas, é importante ressaltar que o acúmulo de conflitos pequenos desgasta totalmente uma equipe.

Por isso, um bom líder deve sempre estar atento ao seu time e se questionar qual é a melhor forma de manter a sinergia entre todos, de forma a estimular principalmente a cooperação.

Afinal, uma equipe é sim formada por pessoas diferentes, mas ela trabalha diariamente para alcançar objetivos comuns.

Você se atentou a todas essas explicações? Então acompanhe e entenda como a LEGO® SERIOUS PLAY® pode te ajudar com esse assunto.

1) Manter a sinergia entre a equipe significa ter um time engajado

Você se lembra quando citamos no texto anterior as 4 etapas da LEGO® SERIOUS PLAY®?  Caso você não lembre, não tem problema! Basta clicar aqui para acessar o conteúdo novamente.

As primeiras etapas da LSP são mais introspectivas. São momentos nos quais as pessoas refletem individualmente sobre o problema que foi lançado e criam através de um modelo (utilizando as peças da LEGO®) a possível solução.

Depois disso, elas apresentam suas ideias e narram à história/solução que imaginaram. Nessa fase final, as pessoas interagem entre si e um completa a ideia do outro, de forma a desenvolver novos raciocínios e proporcionar ótimos insights.

Um ponto muito importante para relembrar e destacar, é que com a utilização da metodologia LSP todos participam da reunião, potencializando a geração de soluções criativas e engajando os colaboradores.

Você percebe que com tudo isso, a LSP é capaz de criar um ambiente propício à inovação e integração?

Quando as pessoas escutam umas as outras elas passam a valorizar a ideia do colega, entram em sinergia e se tornam muito mais engajadas coletivamente.

Muitas vezes, os conflitos organizacionais acontecem não porque há muita comunicação e todos falam. Mas sim, porque há pouca comunicação e pouquíssimos participam. E assim surgem os “mal-entendidos”.

A comunicação entre um time precisa ser o mais clara possível. E o que acontece atualmente é que as pessoas não se escutam.

Dentro de um time é muito importante que um ouça o outro e é exatamente isso que a LSP proporciona. Quando um colaborador escuta o outro ele valoriza a ideia do colega como já dissemos, e também sente vontade de interagir com a aquela ideia de forma a melhorá-la.

Assim, ele também entende o seu papel, a importância que ele tem naquele time. Situações assim motivam e possibilitam um desempenho muito melhor.

2) Como posso aplicar a LEGO® SERIOUS PLAY®na minha empresa com o objetivo de realizar integração de equipe?

Primeiro de tudo, procure um auxílio profissional correto. Lembra o que dissemos no início desse texto sobre frustrações por parte de líderes e equipes quando soluções corretas não são encontradas?

Então, uma forma de você reverter isso é com o auxílio de um bom profissional. A Cristina Gomes da ASAS DH é facilitadora da LEGO® SERIOUS PLAY® no Brasil.

Existem diversas formas de aplicar essa metodologia dentro de sua empresa e adaptar dinâmicas utilizando a LEGO® SERIOUS PLAY® para promover a integração de equipes.

Nós explicamos aqui a teoria, trazendo o como a LSP pode ajudar. Mas, se quiser saber mais sobre essa ferramenta incrível entre em contato conosco.

Gestão de pessoas: 5 passos para melhorar o clima organizacional

Mesmo as empresas com uma cultura forte e sólida podem encontrar, nas atitudes, comportamentos e padrões de tomada de decisões dos funcionários, algumas falhas que podem ser melhoradas. A chave pode ser melhorar o clima organizacional. No entanto, o primeiro passo deve ser dado pelo próprio gestor, mudando suas atitudes e comportamentos, como exemplo. Uma vez que os colaboradores percebam os benefícios dessa mudança, tenderão a repeti-los até se tornarem habituais.

No entanto, essa não é uma tarefa fácil, pois depende da cooperação dos profissionais envolvidos. Pensando nisso, desenvolvemos este post com as dicas mais importantes para que você entenda o que é clima organizacional e possa implementar essa mudança com maior sucesso. Acompanhe!

O que é clima organizacional?

Clima organizacional pode ser definido como as percepções e os sentimentos que os colaboradores têm em relação ao ambiente de trabalho em que estão inseridos. Muitas pessoas confundem o clima com a cultura e acreditam que ele não pode ser controlado, pois é muito forte e enraizado nas organizações.

No entanto, os gestores e líderes mais experientes sabem que o clima pode, de fato, ser melhorado e que fazer as mudanças necessárias motivará os colaboradores a saírem do isolamento para a conexão.

O clima organizacional é mensurável e muito mais fácil de transformar, enquanto a cultura enfatiza as suposições implícitas em uma organização, que podem ser mais resistentes às mudanças. Um clima positivo não necessariamente equivale a mais diversão ou relaxamento no trabalho. Isso significa criar um ambiente com condições propícias para que as pessoas se sintam mais à vontade e trabalhem com criatividade, estimulando a melhor produtividade.

Para melhorar o clima organizacional, é preciso identificar o nível atual e desenvolver um planejamento com etapas a serem seguidas. A mudança vem com dedicação e tempo. Cada passo contribuirá para um pequeno avanço.

Como fazer uma pesquisa de clima organizacional?

Como falamos, o clima organizacional é percebido pelas pessoas. Por exemplo: você já reparou como, em alguns ambientes, você se sente desconfortável até para pedir uma água? O “clima” do local interfere no seu comportamento e o limita. Ao mesmo tempo, outros locais nos dão a liberdade de abrirmos a geladeira e nos servirmos sem maiores problemas.

Dessa forma, podemos supor que quem está dentro de um ambiente consegue entender o clima que existe ali, correto? Seguindo essa lógica, o clima organizacional é muito mais bem percebido pelos colaboradores do que pelo pessoal do RH, pelos gestores ou pela diretoria, concorda?

Por esse motivo, quando percebemos que algo está errado nas empresas e suspeitamos que as relações podem ser o problema, a pesquisa de clima organizacional é a primeira coisa a ser feita. E ela tem seu maior enfoque na percepção que os colaboradores têm do ambiente — essa é a coisa mais importante sobre a pesquisa de clima organizacional.

Depois da pesquisa feita, nós teremos, em mãos, uma análise quantitativa e qualitativa de como o ambiente de trabalho está sendo percebido pelo pessoal. Isso permite criar uma linha de ações, ou um plano de ação, para resolver possíveis problemas e impactar a produtividade da equipe.

Dito isso, vamos entender 4 pontos importantes sobre a pesquisa de clima organizacional? Acompanhe!

1. Cuide da preparação da pesquisa

É preciso ter ciência, nessa etapa, que o objetivo de uma pesquisa de clima organizacional é a coleta de dados sobre o ambiente de trabalho. A pesquisa não tem nenhuma pretensão de, sozinha, mudar algo que vem acontecendo dentro da organização.

2. Elabore um questionário amplo, mas simples

A pesquisa de clima organizacional, normalmente, é dividida em questionário e entrevista. O questionário tende a ser aplicado em todos os colaboradores e a pesquisa é feita com alguns, por meio de sorteio. No caso do questionário, ele deve ser robusto e apresentar uma série de itens relevantes ao estudo do clima (existem alguns modelos prontos on-line). Entretanto, esse tipo de material não pode ser complicado, ou seja, sua composição deve prezar por uma linguagem acessível e questões de fácil resposta.

3. Avise que a pesquisa será feita

Para que os colaboradores respondam a pesquisa da maneira mais sincera e verossímil possível, é essencial que seja feito um comunicado, alguns dias antes, explicando o que será feito, qual o seu objetivo e como funcionarão as questões de privacidade e anonimato. Esse tipo de aviso dá aos funcionários tempo para pensarem sobre o que responderão, evitando que a pesquisa mensure respostas dadas por impulso.

4. Mostre comprometimento e resultado

Ao coletar os dados, se a pesquisa apontar para um clima organizacional desfavorável para os colaboradores, algo precisará ser feito — um plano de ação deve ser montado e executado. A única coisa pior do que um clima ruim é uma pesquisa que não gera mudanças na organização, pois passa a sensação de que a empresa não se importa com as necessidades dos colaboradores. Então, tenha certeza de que a pesquisa está sendo feita com o apoio de todos do setor estratégico da companhia!

Existe alguma dica para melhorar o clima organizacional?

Como o clima organizacional é mensurável e propício a sofrer mudanças, alguns comportamentos e ações são eficientes no sentido de torná-lo mais assertivo para seu objetivo, que é garantir um espaço saudável para que os trabalhos sejam feitos. A seguir, você vai conhecer cinco práticas de gestão que proporcionarão esse tipo de mudança em sua empresa. Vamos lá?

1. Melhore as formas de comunicação da empresa

Analise as formas de comunicação utilizadas na empresa. Identifique falhas e formas de melhorá-las. Como a comunicação representa a ligação mais forte entre os colaboradores no trabalho, torná-la mais clara, efetiva e próxima pode representar uma estratégia de desenvolvimento pessoal e profissional, além de gerar melhores resultados para o negócio.

2. Avalie e estimule o desenvolvimento profissional

Avalie regularmente o desempenho individual e coletivo da sua equipe de trabalho. Crie elevados padrões de desempenho para a equipe e motive-a a buscar sempre o melhor de si mesma. Enquanto você desenvolve profissionais mais bem qualificados e capacitados, eles agradecem com resultados reais.

3. Confie na equipe de trabalho

A confiança de um gestor no colaborador pode gerar um efeito motivacional incrível para ambos. Por isso, institua metas desafiadoras, porém realistas, alegando que acredita no potencial da sua equipe. Dê liberdade para os colaboradores atuarem além do seu campo de conhecimento para estimular novas ideias e estratégias que beneficiarão a todos os envolvidos. Por fim, inspire o máximo desempenho conectando as pessoas umas às outras, de forma emocional, motivando a cooperação geral.

4. Reconheça os bons resultados

Reconhecer um bom desempenho de forma pública e fornecer feedbacks valiosos pode deixar o colaborador, ou a equipe, motivado a buscar sempre a superação do resultado anterior. Isso vai ajudar os funcionários a crescer e atingir altos objetivos na vida pessoal e na carreira.

5. Estimule o trabalho em equipe

Realize reuniões periódicas (semanais, quinzenais ou mensais) para aumentar a confiança, a cooperação e o respeito mútuo entre os membros da equipe. Convença as pessoas a colaborarem, da mesma forma, em toda a organização, demonstrando, na prática, as vantagens desse comportamento. Isso gerará um sentimento de que pertencem à organização, valorizando-a ainda mais.

Muitos gestores acreditam que motivar o trabalho em equipe e reconhecer resultados é a chave para melhorar o clima organizacional. Mas cada empresa tem o seu próprio clima e dependerá de uma análise profunda para identificar o que realmente importa. O importante é concentrar-se no tipo de clima que deseja obter. A boa notícia é que, quando entendemos o que é clima organizacional, podemos mudá-lo e gerar bons resultados sem a necessidade de fazer grandes investimentos!

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6 erros na gestão de pessoas que você não deveria cometer nunca

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Quando os resultados da equipe não são os esperados e os funcionários estão desmotivados, a razão pode estar em uma gestão de pessoas mal aplicada. Estamos em um momento de mercado no qual a valorização do capital humano é vital para o sucesso e a continuidade dos negócios, podendo se tornar um verdadeiro diferencial competitivo.

Afinal, quando o colaborador se sente valorizado ele veste a camisa da empresa e pode ter seu potencial melhor explorado. Quando isso acontece aumenta a produtividade e metas  são mais facilmente alcançadas.

Segundo especialistas, a cada dia mais empresas estão descobrindo que o seu maior patrimônio são os colaboradores internos e reconhecendo a gestão de pessoas como um investimento e não um custo. Nesse contexto, até mesmo pequenos descuidos podem ter reflexos muito negativos para o grupo, o líder e a organização. Para evitar esse tipo de problema, conheça os 6 erros mais comuns no mundo corporativo e saiba como evitá-los.

Ter pouco foco nas pessoas

Alguns gestores acham que basta ser muito “técnico” para liderar uma equipe e se esquecem de que investir em pessoas é fundamental. Não basta focar em resultados, pois para alcançá-los com excelência é preciso que os colaboradores queiram dar o seu melhor. A solução é simples (embora muitas vezes ignorada): ouça o que sua equipe tem para dizer, tratando todos com educação e respeito.

Negligenciar a qualidade de vida

Um dos fundamentos básicos da gestão de pessoas é pensar em clima organizacional e qualidade de vida. Ainda assim, há líderes que subestimam a importância do bem-estar dos funcionários para osresultados do negócio. Outros ainda ignoram que a pessoa tem uma vida (e problemas a resolver) fora do trabalho.

Com gestores desse tipo, é normal que haja grande rotatividade em uma empresa. É preciso compreender que ser líder é também ser meio psicólogo para entender quando a performance do profissional está sendo afetada por questões pessoais e ajudá-lo nesse processo.

Não reconhecer méritos

Nada mais desestimulante do que dar o seu melhor e não ser reconhecido. Boa parte das vezes isso acontece não por vontade, mas por esquecimento ou desatenção. Esse tipo de atitude acaba com o engajamento e afasta o gestor de seus subordinados. Busque descobrir como recompensar de maneira justa quem tem bom desempenho.

Não dar feedback

Um feedback mal realizado, ou a ausência dele, é uma das causas da queda do desempenho nas equipes. Quando um gestor não se comunica com os colaboradores, não está capacitado a dar um retorno efetivo sobre as suas habilidades, competências e possibilidades.

Dessa forma, é comum que o profissional se sinta perdido ou desvalorizado. Para dar um bom feedback é preciso encontrar pontos fortes que possam ser desenvolvidos em cada um de seus funcionários. Durante a conversa, mostre que está acompanhando sua evolução e alinhe objetivos. Para reter talentos é preciso cuidar deles.

Exigir tarefas impossíveis

“O cliente tem sempre razão”. A máxima é muito repetida, mas nem sempre viável. Obviamente, todos querem entregar o melhor serviço ou produto, muitas vezes indo além do que era esperado. Mas, às vezes, isso simplesmente não é possível!

Por isso, não prometa prazos impraticáveis ou tarefas que vão além da expertise da equipe. Esse tipo de atitude vai contra os princípios da gestão de pessoas, pois estressa  e desestimula os colaboradores, podendo ainda causar danos à imagem da empresa.

Sobrecarregar membros da equipe

Delegar tarefas é parte importante da gestão de pessoas, já que pode valorizar talentos e motivar os colaboradores. Mas esteja atento para não sobrecarregar os que considera mais talentosos. Caso contrário, pode exauri-los ou mesmo perdê-los.

Um estudo da Universidade de Stanford apontou que a redução na jornada de trabalho pode ser positiva para a produtividade. Assim, uma boa maneira de aumentar as responsabilidades ou o fluxo de trabalho de um profissional é promovê-lo.

Comprometendo-se em não repetir esses erros corriqueiros você está no caminho para se tornar um líder focado em gestão de pessoas. A tarefa é simples, mas requer atenção constante e um trabalho muito próximo de seus colaboradores.

Para saber mais sobre gestão de pessoas, liderança, coaching empresarial, desenvolvimento humano e profissional, siga-nos no Facebook, Instagram, Youtube, Linkedin e Twitter!

Você sabe o que é desenvolvimento profissional e pessoal?

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Todos nós já ouvimos falar de planos de desenvolvimento pessoal e planos de desenvolvimento profissional, mas como exatamente diferenciar os dois? Melhor ainda. Como saber em qual deles focar suas energias? Apesar de ser fácil se confundir, existe uma diferença entre o desenvolvimento profissional e pessoal que se não conhecer ficará em dúvida na hora promover suas habilidades. Para eliminar essa dúvida, explicaremos detalhadamente a diferença e a importância de cada um. Confira!

Desenvolvimento profissional

O desenvolvimento profissional envolve a capacidade de compreender inteiramente o trabalho que executa e como pode melhorá-lo. Trata-se de desenvolver as competências necessárias para assumir um cargo — carreira — da forma mais eficaz possível garantindo uma evolução continuada. Com tantas mudanças acontecendo todos os dias, seja na economia, seja na legislação ou mesmo com os avanços da tecnologia, é importante desenvolver um conjunto de habilidades para manter a excelência na carreira mesmo diante de cenários incertos.

Um desenvolvimento profissional eficaz consiste em assegurar o total conhecimento e compreensão da área de especialização para uma carreira com o mais alto nível. Representa a aquisição de habilidades e conhecimentos necessários para executar a profissão da melhor forma e crescer. Entretanto, podemos incluir um elemento de desenvolvimento pessoal, já que a realização profissional pode ser um sonho da vida pessoal e as habilidades aprendidas podem ser utilizadas também para melhorar a sua vida particular.

Em termos gerais, podemos dizer que o desenvolvimento profissional pode ser adquirido através de cursos superiores — universidade — ou por meio de cursos profissionalizantes onde o foco é mais específico na área de interesse. Ele também pode incluir o treinamento teórico e prático com acompanhamento da evolução e ser aplicado tanto nas instituições de ensino como no local de trabalho, a fim de desenvolver e melhorar as habilidades.

Veja alguns exemplos de desenvolvimento profissional:

  • Treinamento em TI — Tecnologia da Informação —;
  • Saúde e segurança do Trabalho;
  • Contabilidade e Finanças;
  • Conhecimentos jurídicos.

Essas especializações poderiam ser entregues utilizando diversos métodos, tais como a aprendizagem em sala de aula com base eLearning, coaching, consultoria, orientação e outros.

Desenvolvimento pessoal

Quando você pensa em desenvolvimento pessoal, considera quais as competências que precisa desenvolver para alcançar os objetivos, tanto na carreira quanto na vida pessoal. Trata-se de desenvolver os potenciais talentos para serem úteis tanto no trabalho quanto na vida particular. Considere o seguinte exemplo:

Imagine que há duas pessoas em sua equipe de trabalho ou no escritório. Ambos são profissionais respeitados na área de gestão financeira. São precisos, detalhistas e entregam os resultados necessários. No entanto, um deles possui habilidades interpessoais e de comunicações fantásticas.  Como resultado, não encontra nenhum problema em obter as informações que precisa com os colegas de qualquer departamento da empresa.

O outro profissional não possui essas habilidades e, muitas vezes, enfrenta conflitos de colegas de trabalho, dificultando seus resultados.

Qual dessas pessoas você acha que precisa de treinamento de desenvolvimento pessoal?

Como você pode ver no exemplo, ambos podem fazer o seu trabalho com excelência, pois possuem as habilidades necessárias em um alto nível profissional para entregar os resultados. No entanto, com o benefício adicional de excelentes habilidades de construção de relacionamentos, o primeiro profissional estará sempre um passo à frente.

Veja alguns exemplos de desenvolvimento pessoal:

Muita gente possui essas habilidades naturalmente e, até certo tempo atrás, acreditava-se que era uma característica toda especial e particular. Porém, hoje sabemos que essas habilidades podem ser aprendidas e desenvolvidas com um programa de práticas que levam ao hábito.

Para determinar um plano de desenvolvimento profissional e pessoal mais eficiente, antes será necessário identificar as habilidades que precisa aprender e, isso, é possível através de uma reflexão profunda, autoanálise e observância diária. Essa ação será crucial para acelerar o alcance dos seus objetivos de vida e também profissionais, que podem estar relacionados de alguma forma.

E você, quais habilidades precisa desenvolver? Deixe um comentário!

5 dicas de desenvolvimento pessoal para aplicar no seu cotidiano

Existe um tipo de investimento do qual você não precisa esperar retorno para valer a pena, pois a recompensa consiste no ato de praticá-lo. Esse investimento é, justamente, aquele voltado para o desenvolvimento pessoal.

Há inúmeras maneiras de alcançar o crescimento pessoal. Mas, independentemente dos caminhos que serão escolhidos, é preciso antes uma atitude de aceitação para com nossas próprias limitações.

Àquele que reconhece a necessidade de crescer desenvolve-se com plenitude, somente a consciência das próprias falhas poderá levar alguém a usufruir de todos os benefícios do autodesenvolvimento.

A fim de mostrar maneiras simples de aplicar o desenvolvimento pessoal no cotidiano, separamos 5 dicas de ouro. Confira!

Cerque-se de inspirações

Diante das urgências do cotidiano, ligadas à sobrevivência e às demandas externas,  torna-se difícil lembrar que existem maneiras diferentes de lidar com a vida. Por isso, um ambiente que lembre aquilo que te inspira, ou estar rodeado de pessoas que você admira, sejam elas conhecidas ou, mesmo, através de livros e fotografias, pode fortalecer seus objetivos e aumentar a sua criatividade.

Quebre a rotina por alguns minutos

Para quem trabalha o dia todo em uma empresa, o tempo é corrido e, muitas vezes, o automatismo faz com que as tarefas percam um pouco de sentido. No entanto, uma pequena pausa no que você está fazendo pode trazer a atenção plena novamente, dando mais qualidade para a atividade em si.

Diferentemente do que muita gente pensa, o desenvolvimento pessoal não requer necessariamente grandes mudanças na vida. Dar o máximo de si para aquilo que faz parte do seu cotidiano já é uma maneira de melhorar sempre.

Aprenda algo novo todos os dias

Seja uma palavra desconhecida, ou em outro idioma, uma maneira nova de resolver um problema, ou até novas habilidades. Tire um momento do seu dia para apenas aprender. Assista a uma palestra interessante no YouTube, mexa num programa novo no seu computador, baixe um aplicativo que ensine algo… Enfim, use a criatividade e torne o aprendizado um exercício leve e constante.

Registre suas metas

Pense onde você quer chegar, mas não use apenas salários ou cargos para medir essa evolução — essas também questões podem depender de variáveis externas.

Imagine algo que dependa somente de você, como desenvolver mais suas habilidades sociais,melhorar o trabalho em equipe, entre outras importantes características, e registre isso de alguma forma. Anote, salve no bloco de notas, enfim, coloque em um local acessível e não perca suas metas de vista.

Participe de cursos livres e workshops

Hoje, o título que determinados cursos podem trazer não é mais tão importante quanto uma nova habilidade que possa ser aprendida. Diante de uma variedade enorme de recursos disponíveis, fica mais fácil aprender coisas novas. O importante é manter-se em movimento sempre.

Os cursos livres, que em muitos casos podem ser realizados sem sair de casa, além dos workshops que são voltados para determinados temas, enriquecem a bagagem e podem trazer um crescimento maior do que se imagina.

E então, vai aplicar essas dicas no seu cotidiano? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e incentive outras pessoas a buscarem o desenvolvimento pessoal!

Como fazer um mapeamento de processos que realmente funcione?

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O mapeamento de processos é uma atividade de gerenciamento para os negócios. Ele consiste em tarefas como definição de etapas, modelagem, análise, monitoramento e melhorias contínuas em determinados fluxos de trabalho.

Confira a seguir e veja como fazer um mapeamento de processos e obter ótimos resultados para o seu negócio!

Mapear processos para aumentar a eficiência

Mapear todo um processo é desenhar o fluxograma das atividades que o compõem. É representar em um fluxo o que precisa ser realizado ao longo da execução de um projeto até que ele seja concluído. O mapeamento de processos permite uma ampla visão das atividades, possibilitando a sua melhor compreensão e a introdução de procedimentos a fim de melhorá-lo.

Um dos objetivos dos gestores e CEOs ao usar essa ferramenta é identificar, entender e conhecer todos os processos existentes no negócio. Através do mapeamento de processos é possível detectar falhas e gargalos, melhorar o nível de satisfação dos clientes, aperfeiçoar a qualidade dos produtos ou serviços prestados, reduzir os custos e aumentar a produtividade e o desempenho do negócio.

Identificar as entradas e saídas

O primeiro passo para se mapear os processos é identificar todas as entradas ou inputs. Esses são elementos ou informações iniciais que deverão ser desenvolvidas para agregar valor ou dar continuidade aos processos produtivos da empresa. Identificar cada entrada é fundamental para determinar a sequência de cada uma das atividades.

Posteriormente, deve-se saber as saídas ou outputs dos processos. Elas representam o que é entregue para outra atividade/processo ou até mesmo para o cliente, podendo ser dados, informações ou um produto. Muitas pessoas acham que a saída é sempre algo físico ou o produto acabado, mas na verdade podem ser diversas coisas, como uma tomada de decisão e gráficos.

Definir o fluxo do processo

Somente depois de se conhecer exatamente quais são todos os inputs outputs do processo, consegue-se definir o fluxo a ser seguido pela informação ou produto. Para traçar este caminho, é fundamental que se conheçam todos os recursos necessários para que as metas sejam alcançadas e o resultado seja o esperado.

Para definir o fluxo do processo, é necessário saber quais serão os materiais requeridos, o maquinário utilizado, as metodologias e obviamente os recursos humanos. Para conseguir um mapeamento de processos eficiente, é fundamental conhecer todas as atividades e informações necessárias para a sua realização.

Conheça todos os limites do processo

Os limites são todos os pontos extremos no fluxo, ou seja, o momento em que ele inicia e termina. O início é delimitado pelo recebimento das entradas e o término acontece quando se alcança as saídas propostas. Para se mapear um processo e ter o total controle sobre ele é preciso ter muito bem definido estes limites. Caso não eles não sejam específicos e claros, o processo pode apresentar resultados diferentes e impactar na qualidade do serviço prestado ou do produto entregue.

Ferramentas de mapeamento de processos

Para realizar o mapeamento do processo existem algumas técnicas, dentre elas podemos destacar:

  • 5W1H: proveniente do inglês: What, Who, When, Why e How, traduzindo temos: “O que”, “Onde”, “Quem”, “Quando”, “Por que” e “Como”. Esta técnica tem como objetivo responder uma série de perguntas iniciadas desta forma, de maneira a conhecer, entender e mapear o processo.
  • Matriz GUT: muito utilizada para definir a prioridade para a solução de problemas encontrados. O acrônimo GUT significa: Gravidade, Urgência e Tendência.
  • Matriz BÁSICO: semelhante à matriz GUT, porém permite uma abordagem mais detalhada e uma análise mais refinada. Possibilita encontrar a solução com melhor custo benefício para empresa.

Vantagens do mapeamento de processos

Os ganhos obtidos ao realizar o mapeamento de processos do seu negócio são inúmeros. Podemos destacar os seguintes:

  • melhora a compreensão e o domínio do negócio;
  • ajuda na tomadas de decisão e definições estratégicas;
  • descreve de forma simples e objetiva os procedimentos;
  • permite análise;
  • facilita a detecção de falhas e gargalos;
  • aumenta a eficiência e a qualidade do serviço/produto;
  • agrega valor ao negócio.

Percebeu como o mapeamento de processos não é uma ferramenta de grande complexidade e só possibilita ganhos ao seu negócio? Você utiliza essa ferramenta de gestão na sua empresa? Então não deixe de comentar e compartilhar conosco quais foram os resultados alcançados!

4 dicas para você sair da zona de conforto e ser mais produtivo

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A maioria das pessoas tem uma área em que se sente segura, livre de incertezas e ansiedades, tanto física como emocionalmente. Essa área é o que os psicólogos costumam chamar de zona de conforto e, apesar do aconchego que costuma oferecer, ela pode ser um grande obstáculo para a produtividade e o crescimento profissional.

Para sair dessa zona de conforto, é preciso mudar atitudes e encarar o novo, em um processo que passa por uma série de medos e inseguranças. No entanto, a ascensão profissional está diretamente relacionada à capacidade de enfrentar desafios, arriscar e aumentar os limites pessoais.

Portanto, diante desse obstáculo produtivo, separamos 4 dicas que ajudarão os colaboradores da sua empresa a sair da zona de conforto. Confira!

1. Implemente o coaching de equipe

coaching é uma excelente estratégia de desenvolvimento pessoal e profissional, muito utilizada  — inclusive por empresas de sucesso — como um artifício de promoção da produtividade dos colaboradores. Essa técnica usa uma metodologia estruturada e cientificamente comprovada para a motivação individual ou de grupo, a fim de ajudar cada um dos profissionais a atuarem no pico da sua capacidade.

Por isso, implementar o coaching pode ajudar a sua equipe a sair da zona de conforto e a se tornar mais produtiva, auxiliando-a a traçar objetivos e metas, além de provocar melhorias nos resultados obtidos.

2. Lance desafios periódicos para os seus colaboradores

Como já dissemos, sair da zona de conforto requer a capacidade de enfrentar desafios, certo? Por isso, nada mais efetivo no processo de saída da segurança do que oferecer desafios periódicos aos seus colaboradores, seja delegando novas responsabilidade, instigando-os a aprender algo novo ou a mudar sua rotina de trabalho, por exemplo.

Assim, ao ser desafiada, a sua equipe de colaboradores se sentirá mais motivada a enfrentar seus medos e ousar — o que é fundamental para aumentar a sua capacidade produtiva.

3. Estimule parcerias entre os seus funcionários

Promover parcerias é outro artifício excelente para sair da zona de conforto. Ao trabalhar em grupo ou em parceria com outros funcionários, é possível dividir as dificuldades de um novo desafio, fazendo com que cada um dos membros da equipe fique mais motivado a expandir os seus limites.

Além disso, realizar as tarefas em conjunto não só aumenta a sensação de segurança como torna as atividades mais agradáveis e divertidas, o que estimula os profissionais a trabalharem melhor e mais produtivamente.

4. Mantenha o foco no sucesso

Se há algo realmente efetivo para se sair da zona de conforto é a manutenção do foco no sucesso. Ao estimular os seus colaboradores a pensar positivo, é possível afastar as sensações de insegurança e ansiedade dos novos desafios profissionais, o que eleva as chances de êxito.

Para isso, você pode expor exemplos práticos de empresas ou de profissionais de sucesso, demonstrar os benefícios que poderão ser adquiridos quando os objetivos forem alcançados e ajudar os seus funcionários a traças as suas próprias metas.

Diante disso tudo, fica claro que permanecer na área de segurança é um grande entrave para a sua produtividade e para seu crescimento profissional, certo? Além disso, sair da zona de conforto pode não ser uma tarefa árdua, desde que você coloque em prática as dicas que nós trouxemos para você.

Gostou dessas dicas? E, para ajudar ainda mais nesse processo, confira também como combater o retrabalho, esse vilão da produtividade nas empresas!