A capacidade de deixar “suspenso”

Ver de uma maneira nova começa quando interrompemos o modo habitual de pensar e perceber. 

Segundo o cientista da cognição Francisco Varela, desenvolver essa capacidade pressupõe “suspensão”, distanciamento do fluxo costumeiro [de pensamento].

Como costumava dizer o famoso físico David Bohm, “Normalmente, não somos nós que possuímos nossos pensamentos, nossos pensamentos é que nos possuem”. 

Fazer uma pausa, não significa destruir ou ignorar os modelos mentais que já temos da realidade – isso seria impossível, ainda que o tentássemos. Significa o que Dabid Dohm chamou de “dependurar nossos pressupostos diante de nós”

Assim fazendo, começamos a identificar pensamentos e modelos mentais como produtos de nossa própria mente. E, quando tomamos consciência de nossos pensamentos, eles passam a influenciar menos aquilo que enxergamos. Fazer uma pausa nos permite “ver o nosso ver”

Uma prática física bastante simples para avaliar.

Aperte a mão bem forte e em seguida apertar mais forte ainda. Você poderá até mesmo imaginar que a gravidade desapareceu e que, soltar a mão, fará ela praticamente flutuar. Observe as sensações enquanto segura firme e bem apertado. Agora solte-a! Note como os músculos se descontraem. O que é mais fácil e prazeroso? 

Com frequência, apegamo-nos aos nossos pensamentos dessa mesma forma. A suspensão começa quando afrouxamos o aperto e simplesmente observamos o fluxo dos pensamentos. Os pensamentos talvez não desapareçam imediatamente, mas já não temos tanta energia dedicada a mantê-los. 

Quando começamos a desenvolver a capacidade para suspensão, quase imediatamente nos deparamos com “o medo, o julgamento e a tagarelice da mente”, a que Michael Ray chama de “Voz do Julgamento”

Pesquisadores descobriram que, até a idade de 4 anos, quase todas as crianças se encontram no nível de gênio. Por volta dos 20 anos, a percentagem de pessoas classificadas como gênios caía para 10% e acima dessa idade, não ia além de 2%. 

A voz do julgamento abafa tudo! Podemos trazer a criatividade para nossa vida, de maneira consistente, “prestando atenção nela” e aperfeiçoando a capacidade de suspender julgamentos que brotam em nossa mente – aquela famosa: “que ideia mais idiota! Nem pense em fazer isso!” – que limitam o impulso criativo. 

Na prática, a suspensão exige paciência e disposição para não impor esquemas preestabelecidos ou modelos mentais àquilo que estamos vendo. 

Os desafios, numa organização, começam pelo ritmo frenético que muitas pessoas se sentem obrigadas a manter. Muitas vezes, as equipes simplesmente não sabem como parar e sabem menos ainda como integrar momentos de suspensão (julgamentos) ao seu ritmo normal de trabalho conjunto.

Eu chamo isso de MATRIX.

Espero profundamente poder ter despertado algo dentro de você. E como sempre digo, se fez bem continue (a pílula vermelha) se não, continue mesmo assim (a pílula azul) – apenas não pare – o caminho é para quem está no caminho. 

Um grande abraço e muito obrigada por me ouvir (ler) até aqui.

Cristina Gomes 

Vendo como vemos…O Show de Truman

O filme O Show de Truman, o ator Jim Carey faz um papel de um homem cuja a vida, desde o seu nascimento, é um espetáculo de televisão visto por milhões, mas ignorado por ele próprio. De seu ponto de vista, ele apenas vive a sua vida.

No meio do filme, um grupo de repórteres entrevista o “diretor”, um personagem todo-poderoso, interpretado por Ed Harris que literalmente determina a existência de Truman – se vai chover ou fazer sol, o enredo do episódio da próxima semana, se as coisas serão boas ou más para ele. Um dos entrevistadores pergunta ao diretor: Como o senhor explica o fato de Truman nunca ter percebido que sua vida é apenas um programa de televisão? E o diretor responde: “Todos nós aceitamos a realidade tal qual nos é apresentada”

Os problemas oriundos da atitude de considerar “inequívoca” nossa percepção diária são tudo, menos “simplesmente filosóficos”, em especial quando o mundo está mudando. 

No início dos anos de 1980, executivos da indústria automobilística dos Estados Unidos, passaram a viajar regularmente para o Japão a fim de saber por que os fabricantes japoneses estavam se saindo melhor que seus concorrentes americanos. 

Após uma dessas visitas, os americanos não se impressionaram muito com a concorrência. “Eles não nos mostraram nenhuma fábrica de verdade”. Não havia em parte alguma, estoque de peças. Já vimos muitas montadoras e aquelas não eram de verdade. Foram encenadas para nós.

Em poucos anos, ficou dolorosamente óbvio que essa afirmação era um equivoco. 

Os administradores americanos se viram diante de um sistema de produção just in time radicalmente diferente dos sistemas de produção que lhes eram familiares e não estavam preparados para ver o que lhes era mostrado. 

Não podiam conceber uma montadora sem pilhas enormes de peças em estoque. O que viram ficou limitado pelo que já conheciam. Não tinham desenvolvido a capacidade de olhar com novos olhos.

Esse problema, contudo, é universal. Boa parte das iniciativas de mudança que dão em nada, não fracassa por falta de perspectivas amplas e nobres. Fracassam porque as pessoas não conseguem enxergar a realidade à sua frente. 

Estudos sobre mortalidade empresarial revelam que muitas companhias Fortune 500 não vão além de umas poucas gerações de administradores, não por lhe faltarem recursos, mas por serem incapazes de “ver” as ameaças que enfrentam e o imperativo da mudança. 

Os sinais de perigo estão aí e muitos conseguem identificá-los. E, no entanto, por algum motivo, não conseguem penetrar o sistema imunológico da empresa, que se protege do desconhecido. 

Reflita, amadureça e se necessário releia este e o e o artigo anterior. No próximo artigo, vou citar um método (exercício) para facilitar, penetrar aos poucos, em nosso sistema imunológico, que nos protege do desconhecido.

Até breve. 

Cristina Gomes

Dinossauros, Empresas, Pessoas e a MORTE de todos eles. [Para Refletir]

Não é irônica a maneira como as pessoas falam sobre dinossauros? – Dizemos hoje que uma empresa “é um verdadeiro dinossauro” para dizer que é lenta e incapaz de se ajustar às mudanças. Mas como se sabe, aqueles bichos conseguiram sobreviver cem vezes mais tempo do que os homens até hoje. 

Quaisquer que seja as criaturas que nos substituirão no futuro, elas provavelmente dirão: “Tal como os seres humanos – pena que eles não tinham a capacidade adaptativa dos dinossauros!”.

Porque não mudamos? O que seria necessário para modificar o todo? 

Não mudamos porque achamos que somos imortais. Como adolescentes, podemos ter medo, mas ainda achamos que ficaremos aqui para sempre.

O segredo consiste em ver um futuro diferente não como inevitável, mas como carregado de possibilidades genuínas. 

Se conseguíssemos de fato encarar nossa mortalidade coletiva e falar a verdade sobre o medo em vez de evita-lo, alguma coisa decerto mudaria. 

Há alguns anos, em um seminário sobre liderança, um jamaicano do Banco Mundial, chamado Fred, contou uma história bastante comovente. 

Poucos anos atrás, soubera que padecia de uma doença terminal. Depois de consultar inúmeros médicos, que confirmaram o diagnóstico, fez o que todos fazem em semelhante situação: semana após semana, negou o fato. Mas aos poucos com ajuda de amigos, foi aceitando a realidade de que só viveria uns poucos meses. 

Então, algo de impressionante aconteceu, disse ele.

– Simplesmente parei de fazer o que não era essencial, o que não importava. Passei ocupar-me de projetos com crianças, que sempre desejei realizar. Não discuti mais com a minha mãe. Quando alguém me cortava no trânsito ou acontecia algo que antes me deixaria furioso, eu ficava calmo. Em suma, não tinha tempo a perder com bagatelas.

Pelo fim desse período, Fred iniciou um novo e maravilhoso relacionamento com uma mulher que o aconselhou a buscar outras opiniões sobre sua doença. Ele consultou alguns médicos nos Estados Unidos e logo recebeu um telefonema de um deles dizendo: Chegamos a um diagnostico diferente. O médico lhe disse que ele tinha uma forma rara de uma doença perfeitamente curável. 

Agora vem a parte boa da história, que nunca me esquecerei, Fred confessou: Quando ouvi isso ao telefone, chorei como um bebê…pois temia que minha vida voltasse a ser como era!

Foi preciso o cenário da possibilidade iminente de sua morte para que Fred despertasse. Foi preciso um choque desses para transformar sua vida.

Talvez algo semelhante deva acontecer com todos nós que vivemos na Terra. 

Este texto não termina por aqui, preparei mais dois a respeito dos cenários que vivemos e de uma maneira simples de como podemos mudar para melhor.

Não deixe de acompanhar nos próximos dias. 

Tenha uma excelente semana

Cristina Gomes 

Parte do texto extraída do livro Presença – Propósito Humano e o Campo do Futuro –

Peter Senge, Joseph Jaworski, C.Otto Scharmer, Betty Sue Flowers

Modelo híbrido de trabalho humanizado

O modelo de trabalho híbrido veio para ficar e devem focar a atração e a retenção de talentos. Assim, a produtividade e o alcance dos objetivos serão mantidos. Veja o que fazer para manter e motivar colaboradores no modelo hibrido de trabalho humanizado.

Não é só um clichê – “esse modelo veio para ficar”. Afinal, as vantagens são imensas e variadas, o que precisamos fazer é nos adaptar de uma vez por todas e humanizar cada vez mais o processo.

Entre as principais vantagens do modelo híbrido estão:

– Flexibilidade;

– Produtividade na era do trabalho híbrido;

– Redução de custos;

– Qualidade de vida aos colaboradores.

Perceba que entre esses principais benefícios as empresas não precisaram investir nada ou quase nada, pois são derivados do próprio modelo de trabalho.

modelo híbrido de trabalho requer uma convivência humanizada ao colaborador

Isso porque o colaborador espera mais do que ter os seus problemas resolvidos. Ele deseja ter uma boa experiência na empresa para crescer e evoluir juntos.

É nesse cenário que o modelo híbrido de trabalho humanizado tem conquistado cada vez mais espaço dentro das organizações, já que, se implantado com sucesso, é capaz de contribuir para o fortalecimento de ambas partes, o que é fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio.

O que significa modelo hibrido de trabalho humanizado?

Podemos entender como modelo hibrido de trabalho humanizado o processo em que o colaborador, tem as suas necessidades básicas de convivência atendidas com sucesso, ao mesmo tempo em que a abordagem acontece com empatia e foco na resolução de problemas.

Assim, ao aliar os desejos dos colaboradores com atividades e respostas precisas de uma gestão mais humana, é possível estabelecer uma conexão mais próxima com o colaborador, o que ajuda nos processos de comunicação.

Isso é essencial para construir um conteúdo interativo contribuindo para identificar as melhores soluções para os colaboradores.

Com isso, é possível proporcionar uma melhor experiência, e a empresa, além de aumentar as chances de retenção de talentos, também tem a oportunidade de criar verdadeiros defensores de suas marcas.

Leia a seguir, o que a rede de coworking BeerOrCoffee, https:// publicou em um de seus artigos, sobre duas grandes empresas, que já humanizaram o trabalho hibrido. 

Flexibilidade total como uma das estratégias de trabalho híbrido

Culture Trip tem um nome bacana, em português “Cultura de Viagem”. Entretanto, estabelecia somente o trabalho presencial até a chegada da pandemia. Depois disso, veio a necessidade do isolamento social, o que fez a empresa aplicar uma pesquisa para saber como seria a estratégia de trabalho híbrido no retorno ao escritório.

O estudo indicou que 94% dos colaboradores gostariam de manter a flexibilidade no trabalho no futuro. Com isso, foi lançada a política Feel Good Flex. A partir dela, o colaborador pode literalmente exercer suas atividades de qualquer lugar e a qualquer momento.

Até aqui, parece tudo normal. Mas não é. O mesmo profissional pode trabalhar no escritório em um dia, em um café ou coworking no outro e em casa no restante da semana. Ou ficar todo o tempo em casa. Ou, ainda, optar por só ficar na empresa. Aliás, pode até mesmo estar em mais de um lugar no mesmo dia.

Assim, a flexibilidade é realmente total. Isso porque a empresa já valorizava esse aspecto, apesar de ser muito centrada no trabalho presencial antes da pandemia.

Oferta de subsídios para o trabalho híbrido

Poucas empresas se preocuparam com o bem-estar dos colaboradores no home office. O iFood se destacou e, logo no começo da pandemia, a empresa reservou uma verba para que todos pudessem montar o seu cantinho de trabalho em casa. Além disso, luz e internet passaram a ser subsidiados.

A medida foi tomada devido à importância das tecnologias para os trabalhadores remotos. Ainda teve mais. A empresa aderiu ao OfficePass, do BeerOrCoffee. Ou seja, fez uma assinatura mensal para que todos os colaboradores pudessem utilizar os coworkings da rede. Assim, foi possível utilizar espaços compartilhados em mais de 160 cidades do Brasil, e alguns espaços em Portugal também. 

Esse cenário fez com que muitos profissionais voltassem às suas cidades de origem para ficarem mais perto da família e de uma vida mais tranquila. Essa movimentação foi crucial para garantir a saúde mental dos colaboradores. 

“Tivemos um preparo muito grande e intenso para lidar com todos de forma individual. Como a pessoa está de saúde, como está seu emocional e como está seu ambiente de trabalho”, reforçou a People OPS — Benefits Management, Vanessa Zietlow.

Agora, a empresa ainda adota outras estratégias de trabalho híbrido relevantes. Por exemplo, uma reunião com as equipes de trabalho híbrido é realizada a cada 15 dias. Nesse encontro, um voucher é oferecido para que a pessoa peça algo pelo iFood. Assim, é feito um happy hour.

Ainda existem outros encontros interativos. Todos servem para fomentar a cultura organizacional com todos os seus valores e princípios.

Além das baias e das paredes

Nós da Asas acreditamos em: Medir Resultados da Entrega. E é este modelo que trabalhamos com nossos clientes.

Com os colaboradores cientes dos resultados a serem entregues e com a gestão alinhada com o desenvolvimento e acompanhamento desses resultados – afinal, o que não é medido, não é gerenciado

Ao contrário do que alguns pensam, os colaboradores gostam de saber que estão com gestores que os acompanhem, ajudem e os incentivem a alcançarem resultados.

Existem várias ferramentas gratuitas no mercado que podem nos ajudar a medir resultados e principalmente nos ajudar a humanizar o relacionamento a distancia, como:

Trello

Trello é um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”, muito usado no desenvolvimento com Scrum. Ele permite a criação de diversos quadros, nos quais podemos criar quantas colunas quisermos. O plano básico é gratuito. 

Check-list Defina um check-list básico às segundas, em uma reunião rápida de 10 minutos, dos pontos principais que você precisa que o colaborador atinja. O Trello pode ajudar no modelo de check-list, mas pode ser feito manualmente em uma planilha de world e depois vá aperfeiçoando conforme os resultados a serem atingidos. Lembre-se: o importante é fazer para medir e depois ajuste conforme insights e necessidades. 

MindMeister

Software líder de mapeamento mental on-line. Milhões de usuários realizam brainstorms e trabalham em mapas mentais de forma colaborativa. O plano básico é gratuito.

Youtube: Crie sua conta no Youtube e faça vídeo aulas para ajudar sua equipe e/ou amigos e clientes. Você pode criar play lists dentro de sua conta e autorizar somente os grupos que quer compartilhar. 

Pode ser usado em modo “não listado” para que apenas as pessoas com o link tenham acesso ao conteúdo gravado – aqui você pode fazer todo processo de onboarding de sua empresa, padronizar os treinamentos das atividades dos colaboradores (imagine a economia de tempo e esforço em um processo de onboarding de boas vindas e ainda ser treinado no próprio onboarding), vídeos interativos com a equipe (uma vez por semana um colaborador poderá gravar um pequeno vídeo de uma curiosidade sobre ele) e muitos outros…

Blog: Existem várias ferramentas disponíveis gratuitas. É só pesquisar qual é mais adequada a você e sua empresa. Crie seu blog e abasteça-o, com a ajuda dos colaboradores, com histórias e artigos sobre a trajetória e conteúdos da empresa.

TED: Indique palestras para os colaboradores assistirem do TED.com – Escolha os temas que conecte com a empresa e uma vez por semana, reserve 15 minutos para discutir o tema com a equipe. 

Calendly – calendly.com – versão básica gratuita – Agenda para compartilhar – crie um link de sua agenda e compartilhe para que as próprias pessoas vejam sua disponibilidade e marquem horários com você  

Ferramentas para humanizar é que não faltam, agora é mãos a obra para integrar e humanizar cada dia mais sua equipe, para sua empresa voar cada vez mais alto. 

Aonde você quer chegar? Agora você tem Asas. 

3 maneiras para ter mais foco e atenção em 2021

Com a Pandemia, muitas pessoas acabaram ficando sobrecarregadas mentalmente, seja por conta do estresse gerado pelo isolamento social, ou mesmo devido aos problemas e mudanças sofridas na rotina do dia a dia. Diante deste cenário, a dúvida que muitos apresentam é sobre como ter mais foco e atenção nos aspectos mais importantes de nossa vida no ano de 2021.

Se você tem dificuldade para se concentrar em pleno a este momento de incerteza ou então em qualquer outra circunstância, saiba que é possível encontrar espaços em sua rotina que levam a sua mente a um maior período de concentração, reduzindo gradualmente as distrações.

Quer saber como fazer isso? Então continue sua leitura e confira as 3 principais maneiras para ter mais foco e atenção neste ano que se inicia.

1. Priorize os trabalhos que exigem mais atenção

Geralmente nossa capacidade de focar em algo tende a mudar ao longo do dia. Ou seja, existem períodos do dia em que nossa concentração está maior. Por outro lado, existem momentos em que qualquer coisa, por mais simples que seja, já é motivo para distração.

Então, mesmo estando com muitas atividades por fazer, uma excelente dica para ter mais foco em 2021 é buscar executar primeiro as atividades que exigem uma atenção maior de você. Selecione o período do dia em que o seu nível de concentração é maior e faça neste momento as atividades que requerem mais foco da sua parte.

2. Treine seu cérebro e evite distrações

Pesquisas mostram que a forma mais eficiente de ter mais foco e atenção é, após concentrar-se por um determinado período fazendo algo, você deve efetuar uma pausa e somente depois disso voltar a se concentrar no que estava fazendo.

Por exemplo, se você precisa criar um relatório de trabalho dentro de uma hora, ao invés de passar todo esse tempo tentando focar nessa atividade e muitas não ter sucesso, você divide seu tempo em 4 blocos de 10 minutos cada para produzir o relatório. E entre um bloco e outro faz um intervalo de 5 minutos.

Dessa forma, fazendo essa gestão de tempo, você treina seu cérebro para combater distrações. E dá o descanso necessário para que ele consiga ter insights mais intensos e focar no que é de fato importante.

3. Estimule a química do seu cérebro e aprenda como ter mais foco e atenção

Em nosso cérebro existem neurotransmissores capazes de interferir em diferentes aspectos da nossa vida. E no que diz respeito ao foco e atenção não é diferente.

A dopamina e norepinefrina são neurotransmissores que estão diretamente associados ao nosso estado de alerta e concentração. E uma das formas de estimula-los é buscar por inovações no seu dia a dia. Como fazer isso?

Você pode, por exemplo, adotar abordagens de trabalhos diferentes. Ou se preferir pode ainda criar espaços de trabalhos distintos para os diferentes tipos de atividades que você desenvolve.

Em outras palavras, o ideal para saber como ter mais foco e atenção em 2021 é experimentar novas maneiras de fazer as mesmas atividades que você executa no seu cotidiano.

Lembre-se que manter o foco em algo não se trata apenas de conseguir ou não realizar algo. Mas outros fatores também influenciam para o seu bom desempenho, como seu estado de espirito, o ambiente e tudo mais que está acontecendo a sua volta.

Portanto, adote estas 3 maneiras no seu dia a dia e maximize o seu foco e atenção, garantindo uma melhor performance. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional!

Gostou do post? Então aproveite para conferir também o artigo sobre como criar um melhor normal para sua organização!

Performance para empreendedor

Empreendedorismo e Alta Performance nunca estiveram tão ligados. Afinal, se a performance diz respeito ao estado de equilíbrio e alta produção de um profissional exemplar, o empreendedor é aquele que está sempre fazendo as coisas acontecerem com excelência.

No texto “Empreendedorismo”  falamos sobre do que ele se trata e quais as principais características de um empreendedor .

Em resumo, o empreendedor é aquele que cria uma oportunidade e a transforma em valor econômico; seja consolidando uma empresa inovadora ou, até mesmo, atuando como um funcionário que coloca suas ideias em prática, a fim de otimizar processos, e produtos, por exemplo.

São empreendedores, portanto, aqueles que ajudam no processo de novos produtos ou serviços, ou lançam um novo mercado. Todas essas funções estão diretamente ligadas ao empreendedorismo. Dessa forma, todo empresário é, por definição, um empreendedor.

Já os colaboradores de alta performance, são aqueles com espírito empreendedor que trabalham para as empresas, utilizando sua atitude empreendedora a favor da equipe, setores e da empresa como um todo.

Como um empreendedor pode melhorar a sua performance?

Independe de qual seja a sua área de atuação, o empreendedor tem algumas características básicas – e indispensáveis – do sucesso, como por exemplo: gestão de riscos; foco no negócio; determinação; delegação; busca de conhecimento; criatividade; independência; qualidade de serviço; e está sempre de olho nas oportunidades.

Por isso, se você é um empreendedor e quer melhorar a sua performance, ou quer se tornar um empreendedor de sucesso, é importante que você se questione sobre alguns fatores. Afinal, a primeira parte de realizar uma mudança significativa na sua carreira é o autoconhecimento.

Pergunte-se:

  • Sou capaz de lidar com grandes responsabilidades?
  • Sou capaz de assumir riscos?
  • Se der tudo errado, como vou reagir?
  • Quais são minhas principais qualidades e minhas maiores fraquezas?
  • Possuo boas habilidades de comunicação?
  • Sou capaz de resolver problemas de forma criativa?

Estas são algumas das perguntas a serem feitas. Mas, o mais importante disso tudo é destacar quais são as suas principais habilidades e o que ainda é necessário desenvolver para melhorar a sua performance.

Autoconhecimento é a palavra-chave para o sucesso

Tudo o que se passa ao redor de um empreendedor pode se tornar uma oportunidade. Mas, para isso, é muito importante que ele se conheça, saiba seus limites, suas paixões e seu potencial. É importante que o empreendedor conheça o seu perfil.

Através de testes, por exemplo, é possível identificar o seu tipo e suas características, ganhando a possibilidade de melhorar cada tomada de decisão.

Também é importante que o empreendedor leia e esteja sempre atualizado sobre o mercado e conheça histórias de sucesso de outros empreendedores.

Além disso, é válido buscar conhecimento através de cursos de empreendedorismo, treinamentos, participar de palestras, workshops e tudo o que possa agregar à carreira e aos ideais do empreendedor. Algumas áreas interessantes de estudo, são: estratégias de negócios, habilidades de liderança, marketing e vendas, finanças, operações e tendências de mercado.

Não deixe de lado o lazer e momentos de descontração

A vida profissional muitas vezes é um reflexo da vida pessoal. Quando o profissional deixa de lado seus hobbies, família e lazer, a performance pode cair muito.

Por isso, é importante que o empreendedor melhore também sua performance no cotidiano: brincando mais com os filhos, passeando com a família, praticando um esporte e dedicando um tempo para atividades que despertem o prazer em viver. Adotar hobbies criativos, como artesanato, pintura ou música, também é essencial.

Outra opção é praticar jogos que envolvam habilidades de empreendedorismo, como Banco Imobiliário, jogos de estratégia e carteado, por exemplo.

Vale a pena contar com a ajuda de um coach

Mas, é possível ir muito além. Com o coaching, o profissional pode identificar ainda mais profundamente seus anseios e fraquezas, e melhorar significativamente sua performance de empreendedor, desenvolvendo suas habilidades e criatividade.

Os métodos utilizados pelos profissionais são comprovados, ajudam a traçar metas, objetivos e encontrar estratégias, além de ajudar no monitoramento do desempenho como um todo.

Entender os seus objetivos e como você quer alcançá-los, muitas vezes é confuso, estressante e desafiador. A Asas DH pode te ajudar neste processo. Clique aqui e conheça mais sobre o máximo potencial para você e para a sua carreira de empreendedor. 

 

É hora de reinventar: Crie um MELHOR normal para sua organização

A estrutura que todos os líderes precisam para criar um MELHOR normal

Embora a pandemia e o impacto econômico estejam certamente fora de nosso alcance, a forma como reagimos à crise não é – especialmente no nível de cada organização é o que decidimos fazer de agora em diante.

Não é hora de criar um novo normal, mas sim um melhor normal.

Por que um melhor normal?

Primeiro, porque muito do que estava acontecendo nas organizações já não estava funcionando. E segundo, que é o grande ponto, essa crise está abrindo, ao que pode ser a oportunidade mais poderosa de uma vida, para fazer grandes mudanças em como trabalhamos.

Por um curto período de tempo após esse evento, enquanto as emoções ainda estão em alta, e muitas coisas estão em pausa e, portanto, abertas à reinvenção, os líderes e todos os funcionários estarão mais dispostos a fazer as coisas de maneira diferente, correr riscos maiores com novas ideias e decididamente tornar o local de trabalho mais diferente do que nunca.

Será importante agir rapidamente: em breve, as emoções diminuirão e as pessoas se estabelecerão em novas maneiras de trabalhar e provavelmente estarão menos abertas a novas maneiras de fazer as coisas.

Uma das principais idéias a NLI – Neuroleadership, comandada pelo neurocientista David Rock, é que existem diferentes tipos de pensamento que fazemos, em três cronogramas, níveis de abstração e complexidade diferentes.

Fique bem no dia a dia, mantenha o novo ritmo de trabalho e aproveite o momento a longo prazo.

Essas três estratégias ajudam a garantir que as pessoas estejam no estado de espírito certo para realizar tarefas diárias, manter essa energia semana a semana e começar a cultivar uma nova e duradoura cultura no processo.

Vamos dar uma olhada em cada elemento dessa estrutura.

Fique bem dia a dia:

A mudança é altamente perturbadora e ameaçadora no cérebro. Quando nos sentimos incertos, desamparados e sozinhos, nossa função cognitiva sofre e perdemos a capacidade de nos concentrar.

Cabe aos líderes criar bloqueios para si mesmos contra ameaças, como criar rotinas e limites para o consumo de notícias e enviar sinais positivos e redutores de ameaças para sua equipe, por meio de conversas empáticas e doses de autonomia.

Sem esse foco individual em manter as pessoas bem no dia a dia, ninguém estará no estado de espírito certo para executar uma visão de médio ou longo prazo.

Sustentar o novo ritmo de trabalho:

Nas últimas semanas, a NLI pesquisou centenas de líderes de talentos sobre como o trabalho mudou. Em suma, as empresas estão fazendo as coisas em dias que eles pensavam que levariam meses e com muito mais humanidade do que nunca.

Os dados de pesquisa mostram que eles também se preocupam em manter essa mágica por perto.

Os líderes podem tirar o máximo proveito do trabalho virtual, que demonstrou ser mais barato e mais produtivo, realizando “reuniões rápidas”, nas quais as reuniões de 30 e 60 minutos são transformadas em 25 e 50 minutos.

Eles podem até considerar mudar para uma programação de 9/80 com um fim de semana de três dias a cada duas semanas, para recompensar a nova tendência das pessoas de trabalhar mais horas com mais períodos de descanso.

Aproveite o momento a longo prazo:

Estes próximos meses serão críticos. No nível cultural, como os líderes expressam – e se comprometem com – seus valores reverberará nos próximos anos.

Em um nível mais prático, a motivação e a energia que cercam esse momento acabarão, e será muito mais difícil tirar as pessoas de suas antigas formas de trabalhar se os líderes não fizerem um investimento agora.

Decida o que é importante e inspire suas equipes a se comprometerem com esses valores também.

Com o tempo, as empresas que tomaram medidas desde o início para construir culturas mais ricas e mais humanas estarão muito melhor posicionadas para ter sucesso do que aquelas que simplesmente chegaram à costa.

É fácil ver a mudança como pura interrupção. Mas isso também significa que tudo o que foi considerado sagrado agora está em debate.

Se pudermos aproveitar a energia recém-descoberta das pessoas para criar algo maior e melhor do que antes, podemos deixar para trás as piores partes do trabalho para criar um melhor normal para todos nós.

Agora é a hora em que todos podemos melhorar nossas organizações para os seres humanos.

 

Fonte:

Este artigo foi originalmente publicado na Forbes em 22 de maio de 2020 e escrito por David Rockhttps://neuroleadership.com

Tradução e ajustes livres por Asas_DH

 

 

 

 

Você sabe por que fazer uma pesquisa de satisfação neste momento?

Agora, mais do que nunca, é o momento ideal para fazer uma pesquisa de satisfação com seus colaboradores.

Mesmo com o trabalho remoto, temos que saber o grau de satisfação e as necessidades dos colaboradores, colher sugestões de melhorias e buscar ideias criativas e inovadoras.

Através de uma pesquisa simples e on-line, usando recursos gratuitos, como os formulários do google por exemplo, podemos coletar informações riquíssimas e no momento certo.

A pesquisa de satisfação é uma importante ferramenta para avaliar o contentamento dos colaboradores da sua empresa. Uma pesquisa bem realizada pode evidenciar os maiores problemas e os maiores pontos positivos da rotina de trabalho no seu ambiente empresarial.

No post de hoje, abordaremos alguns dos principais motivos que fazem com que essa pesquisa seja fundamental para o seu crescimento no mercado!

Pronto para saber quais são essas razões? Continue a leitura!

A busca pela satisfação interna dos seus funcionários

Funcionários que não estão satisfeitos quase sempre apresentam uma baixa produtividade durante a sua jornada de trabalho. Isso não é novidade, certo? Contudo, é sempre importante saber quais são as razões que levam ao descontentamento daquele indivíduo.

São as condições para o trabalho? As horas extras? O clima organizacional? Essas são algumas das questões que você deve tentar responder da melhor maneira possível. Afinal, é sempre mais barato manter um colaborador do que ir em busca de novos funcionários no mercado de trabalho.

Com uma pesquisa de satisfação bem realizada, você não só responde a essas perguntas como garante que os seus funcionários satisfeitos permaneçam dessa forma, o que aumenta as suas chances de crescimento para os próximos meses.

Isso sem falar na redução da taxa de turnover (rotação do pessoal) na sua organização, que também é uma excelente métrica de análise do seu ambiente de trabalho.

A avaliação da produtividade e do fluxo organizacional

Acima, nós mencionamos brevemente sobre a produtividade dos seus funcionários. Agora, falaremos como uma pesquisa de satisfação pode auxiliar em uma avaliação geral da produtividade dos seus colaboradores e da funcionalidade do seu fluxo organizacional.

Mesmo que um funcionário esteja completamente satisfeito com a sua companhia, é sempre preciso buscar por pequenas modificações e por pequenas melhorias no seu fluxo organizacional.

Um bom colaborador pode ajudar a desenvolver um fluxo de trabalho mais ágil e com menos etapas, o que, a longo prazo, aumenta a produtividade da sua companhia como um todo, que, por consequência, aumenta os números do seu faturamento mensal e anual.

A Apple é reconhecida pelo seu sistema de trabalho com verticalização simples e descomplicada. Os funcionários têm liberdade e certa autonomia para opinar no trabalho dos seus companheiros e até mesmo nos maiores projetos que a empresa está prestes a desenvolver.

Isso aumenta a motivação das equipes e aumenta consideravelmente o desempenho geral da empresa.

Uma boa pesquisa interna pode fazer com que tudo isso aconteça de forma descomplicada e com baixo custo. A avaliação dos seus colaboradores é sempre bem-vinda e deve sempre ser vista como prioridade para o progresso contínuo das suas metas.

A facilidade para resolver conflitos a partir de dados reais

Por fim, uma boa pesquisa de satisfação pode levar o seu pessoal do RH a encontrar soluções práticas para a resolução de conflitos. As estratégias serão pautadas em dados reais. Normalmente, os resultados são maiores do que a simples observação do ambiente de trabalho, que também deve ser feita pelo seu pessoal regularmente.

Note que tudo isso pode fazer com que a comunicação entre seus colaboradores seja valorizada, o que lhe ajudará a criar uma forte cultura empresarial baseada na troca de feedback entre os lados operacional e executivo da sua companhia.

Empresas especializadas em treinamentos corporativos podem ajudar — e muito — na aplicação de uma pesquisa de satisfação efetiva e livre de erros.

Este foi o nosso post sobre a necessidade de se fazer uma pesquisa de satisfação interna, em um momento de de tanta incerteza ou de mudanças necessárias. Gostou do conteúdo? Então escreva nos comentários abaixo a sua opinião sobre este assunto tão importante!

a

Gestão de Tarefas e Resultados

 

Engana-se quem pensa que o trabalho remoto é mais simples.

Pesquisas apontam que, para o trabalho remoto é preciso o dobro de organização e disciplina.

Como no Brasil, ainda não tínhamos grandes quantidades de profissionais trabalhando remotamente e com o isolamento este tipo de trabalho aumentou 70%, talvez podemos nos perder na gestão de tarefas e principalmente na gestão de resultados.

Vamos compartilhar aqui, alguns métodos e ferramentas simples e conhecidas, mas que talvez você tenha deixado de lado.

Podemos aplicá-las remotamente e vão ajudar na sua administração geral e de sua equipe, principalmente na organização de tarefas e gestão de resultados.

Brainstorm:

Técnica para análise de problemas

Perguntas para responder, uma a uma, cada uma no seu tempo:

  • Qual o problema?
  • Quais são as causas do problema?
  • Quais as possíveis soluções?
  • Qual a melhor solução?

O mecanismo do pensamento:

1 – Pensamento Luz Verde: Julgamento adiado (não julgue as ideias, todas serão bem vindas), Brainstorming (enfoca a quantidade e fluência de ideias).

2 – Pensamento Luz Vermelha: Segue a Luz Verde, crítico, enfoca a quantidade visando resultado

Chapel Hill (EUA) – Toda vez que surge durante o trabalho a necessidade de pensar no futuro da empresa ou de abrir novas frentes de negócio, sempre aparece alguém para sugerir um brainstorming, aquela reunião de trabalho em que as ideias devem fluir livremente e sem compromisso para que a inovação possa emergir.

Hoje, aprimorado, o brainstorming ganhou uma “dose de racionalidade”, segundo o professor Ralph Keeney, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, que propõe um processo mais eficiente. Antes da reunião, todo mundo deve se preparar.

Dar aos participantes apenas uma visão geral sobre o tópico não funciona. O professor acredita que os objetivos da resolução do problema devem ser explicitados antes que se pense em alguma alternativa viável. “É preciso ter clareza sobre o que será discutido”, diz Ralph.

Em segundo lugar, é preciso evitar conclusões precipitadas. “Os participantes podem ancorar seu pensamento em ideias que estão sendo apresentadas e desconsiderar alternativas importantes”, diz Ralph.

Confira algumas técnicas de brainstorming e orientações sobre o tema.

1 Comece com o problema 

Toda reunião deve começar com a definição clara do problema. Ela determina o propósito do brainstorming. Ao longo do encontro, as pessoas devem se ater a esse assunto sem perder o foco.

2 Quem e para quê

Antes de começar, tenha certeza de que o grupo tem conhecimento profundo das necessidades dos interessados em encontrar uma solução. Essa é uma das mudanças do novo modelo: saber exatamente quais são os objetivos.

Isso pode ser feito por meio de pesquisa primária, como a experiência da consultoria americana Jump, com sede em San Mateo, na Califórnia, que desloca o funcionário para passar um tempo com a pessoa ou a empresa que enfrenta o problema.

3 Ambiente favorável

Garanta que as pessoas se sintam confortáveis no local em que o brainstorming será realizado. Considere, até, conduzir o processo fora do contexto do ambiente de trabalho — isso pode levar as pessoas a pensar de maneira diferente.

4 Inspire-se

Minutos antes do início, é importante orientar os participantes a “alimentar a mente”. Revisar tudo o que se sabe sobre o problema ou ler um estudo de caso sobre a solução. O intuito é inspirar.

5 Ideias nascem na mente

Grupos não têm mente. Portanto, antes de iniciar, é interessante que cada participante desenvolva suas próprias propostas para o problema — e que sejam anotadas e registradas. Pode-se, por exemplo, instigar os participantes a pensar sobre alternativas para cada objetivo do brainstorming, pedindo que eles indiquem qual é a melhor delas.

6 Discussão coletiva

Para evitar que uma ou duas pessoas dominem a conversa, deixando ideias de lado, a recomendação é que sejam usadas todas as anotações dos participantes envolvidos, feitas na etapa anterior. “Isso garante que ninguém fique sem voz”, diz o professor Ralph Keeney.

Outra ideia é que o moderador do brainstorming nunca deixe uma pessoa apresentar todas as suas alternativas de uma vez. Ele deve circular perguntando se há alguma sugestão que não foi discutida, para que todos participem.

7 Abra a torneira de ideias

Quantidade produz qualidade. É preciso acumular o máximo de ideias para que se possa descartar as ruins e medianas e ficar com as boas.

8 Ideias selvagens

Não faça julgamentos (principalmente precipitados) sobre as ideias que forem apresentadas pelo grupo. O julgamento tende a interromper o fluxo da criação. Isso deve, aliás, ser recomendado no início do processo.

Sem vergonha nem censura

A técnica deve permitir a fluência total de ideias, com bom humor, nada de críticas ou julgamentos sarcásticos sobre a sugestão do vizinho. Não pode haver censura: alguém estimula a todos e anota as pérolas (e as abobrinhas também).

Administre conflitos

Nem todo conflito é construtivo. Nos primeiros estágios de geração de ideias, o conflito é prejudicial, principalmente quando faz a ideia ser rejeitada antes de ser desenvolvida o suficiente para ser bem avaliada. Os participantes devem conter seu julgamento e evitar críticas.

Em causa própria

Para tomar uma decisão pessoal, você pode fazer um brainstorming sozinho. Por exemplo, para quem deseja uma promoção, a pergunta a se fazer é: de que maneira posso ser promovido? As soluções podem ser as mais diversas, desde fazer pós-graduação até algo mais radical, como tentar uma vaga em outro lugar. O importante é não se policiar. Quanto mais ideias, mais chances de encontrar uma boa resposta.

Análise swot

O que é:

A famosa matriz SWOT, também dita análise, foi desenvolvida na década de 1960, na Universidade de Stanford, e, rapidamente, se transformou num exercício/método utilizado por todas as principais empresas do mundo na formulação de suas estratégias.

Significado:

O nome SWOT é uma sigla que significa strenghts (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats(ameaças). Por essa razão, o exercício também é conhecimento como análise/matriz FOFA, em português.

Quando usar:

Essas áreas são separadas entre análise interna (forças e fraquezas) e análise externa (oportunidades e ameaças). Além disso, também existe a visão dos elementos que ajudam (forças e oportunidades) e aqueles que atrapalham (ameaças e fraquezas). Assim, a análise SWOT ou FOFA se torna um exercício completo de análise de ambiente, que deve ser aplicada em qualquer processo de planejamento estratégico.

Como fazer:

O exercício de criar a sua matriz SWOT consiste em levantar o maior número possível de itens para cada área. Portanto, vamos analisar ponto a ponto.

I.) Forças:

As forças são elementos internos que trazem benefícios para o seu negócio. Outra maneira de pensar sobre isso é imaginar os elementos que estão sob o seu controle, ou seja, você consegue decidir se mantém ou não a situação. Alguns exemplos podem ser:

1) A união da sua equipe;

2) Certa quantidade de ativos (imóveis, equipamento moderno etc.);

3) Localização privilegiada;

4) Relacionamentos estratégicos;

5) Modelo de cobrança.

São praticamente infinitas as forças que podem ser listadas em um negócio ou uma estratégia que você quer implantar, mas é importante focar no que realmente faz diferença e, também, elementos sobre os quais se pode trabalhar. Faz-se uma análise SWOT não apenas para refletir, mas para criar um plano de ação. Vamos aprofundar o exemplo acima.

1) A união da sua equipe → Montar um sistema de remuneração integrado;

2) Certa quantidade de ativos (imóveis, equipamento moderno etc.) → Capitalização barata;

3) Localização privilegiada → Focar em estratégias de marketing no local.

4) Relacionamentos estratégicos → Segmentar projetos para esse público ao qual temos acesso;

5) Modelo de cobrança → Preços mais competitivos ou economia no estoque.

II) Fraquezas:

As fraquezas são elementos internos que atrapalham o negócio. De modo complementar às forças, são aquelas características sob seu controle, mas que não ajudam na realização da missão. Alguns exemplos são:

1) Produto altamente perecível;

2) Matéria-prima escassa;

3) Equipe pouco qualificada;

4) Tecnologia ultrapassada;

5) Processo de entrega.

Novamente, o interessante é buscar ações para mitigar essas fraquezas. Logicamente, é importante sair do lugar comum como “falta de dinheiro → conseguir mais dinheiro”. Isso sido dito, vamos aos exemplos:

1) Produto altamente perecível → Fazer uma precificação amigável à troca e retorno ao ponto de venda;

2) Matéria-prima escassa → Mudar de matéria-prima ou assumir um posicionamento de luxo;

3) Equipe pouco qualificada → Desenvolver produtos mais simples ou mudar o processo para aproveitá-los;

4) Tecnologia ultrapassada → Vender a estrutura para outras empresas;

5) Processo de entrega lento → Deixar o cliente retirar ele mesmo o produto, com megadesconto.

III) Oportunidades:

As oportunidades são as situações externas à empresa que podem acontecer e afetar positivamente o negócio. Esses fenômenos normalmente estão fora do controle da empresa, mas existe uma chance de eles acontecerem. Alguns exemplos são:

1) Vai sair uma nova lei;

2) Pode surgir um novo curso;

3) Minha concorrente precisa de ajuda;

4) Ter acesso à uma nova tecnologia;

5) Algum produto complementar ao meu será lançado.

As oportunidades são muito parecidas com sonhos do tipo “se isso acontecer, vai ser muito bom”. Embora estejam fora do controle da empresa, deve haver uma preparação mínima para o caso de elas ocorrerem. Vamos avançar com os exemplos:

1) Vai sair uma nova lei → Desenvolver um produto específico para atendê-la;

2) Pode surgir um novo curso → Planejar para os funcionários terem acesso a ele;

3) Minha concorrente precisa de ajuda → Podemos fazer uma fusão ou aquisição;

4) Ter acesso à uma nova tecnologia → Planejar uma nova linha de produtos;

5) Algum produto complementar ao meu será lançado → Buscar parceria de marketing.

IV) Ameaças:

Por fim, as ameaças são situações externas à empresa que podem atrapalhar o negócio. Assim como as oportunidades, estão fora do controle da empresa, mas sabe-se que existe uma chance de acontecerem. Alguns exemplos, são:

1) Entrada de um concorrente internacional no mercado;

2) Pirataria dos seus produtos;

3) Mudança na legislação do seu setor;

4) Escassez de mão de obra;

5) Catástrofes naturais/guerras.

As ameaças podem ser traduzidas pelos medos que existem por parte da gestão da empresa. Igualmente às oportunidades, deve-se pensar, mesmo que por alto, maneiras de mitigá-las. Vamos lá:

1) Entrada de um concorrente internacional no mercado → Fazer contrato de longo prazo com fornecedores;

2) Pirataria dos seus produtos → Estratégias para usar o marketing gratuito gerado;

3) Mudança na legislação do seu setor → Desenvolver um produto específico para atendê-la;

4) Escassez de mão de obra → Desenvolver um curso de capacitação próprio.

5) Catástrofes naturais/guerras → Ter planos alternativos e buscar novos mercados.

A criação da matriz/análise SWOT (FOFA) é etapa essencial para qualquer planejamento estratégico de sucesso.

Administração de tempo

É muito simples e eficaz fazer sempre um cronograma (check list) das atividades do dia seguinte, separadas por horário de cada atividade. Desde a hora que acorda até a hora de ir dormir.

Use a técnica Pomodoro para seguir seu check List.

A técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos. A técnica deriva seu nome da palavra italiana pomodoro (tomate), como referência ao popular cronômetro gastronômico na forma dessa fruta. O método é baseado na ideia de que pausas frequentes podem aumentar a agilidade mental...

Passo a passo

Escolher e listar as tarefas a serem executadas;

  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente para a tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um x na lista de tarefas;
  • Se houver menos de quatro marcações, fazer uma pausa curta (3 a 5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcados, fazer uma pausa mais longa (15 a 30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

Leiam juntos

Leiam os mesmos livros juntos, cada um na sua disponibilidade e escolham um capítulo para discutir 15 minutos por semana a respeito.

Ferramentas úteis para ajudar no controle: 

Trello: O Trello é um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”, muito usado no desenvolvimento com Scrum. Ele permite a criação de diversos quadros, nos quais podemos criar quantas colunas quisermos. O plano básico é gratuito. www.trello.com

MindMeister: Software líder de mapeamento mental on-line. Milhões de usuários realizam brainstorms e trabalham em mapas mentais de forma colaborativa. www.mindmeister.com

Zoom: Para reuniões on-line, em Equipe ou Pares. Gratuito e ilimitado para reuniões com 2 pessoas, para reuniões em grupo é gratuito até 40 minutos e depois disso tem que reiniciar a reunião. https://zoom.us

Youtube: Crie sua conta no Youtube e faça video aulas para ajudar e instruir sua equipe e/ou amigos e clientes. Você pode criar play lists dentro de sua conta e autorizar somente os grupos que quer compartilhar.

Blog: Existem várias ferramentas disponíveis grátis. É só pesquisar qual é mais adequada a você. Crie seu blog e abasteça-o com histórias ou artigos sobre sua trajetória, viagens ou conteúdo de seu conhecimento.

Facebook: Faça uma conta profissional e impulsione na aba de anúncios seus vídeos e seus artigos. Existem vários cursos no Youtube, ensinando como administrar e ter resultados com sua conta do Facebook.

TED: Não deixe de assistir às palestras do TED.com – Escolha os temas de sua preferência e reserve 20 minutos, uma vez por semana, para assistir ao tema que escolheu.

Livros imprescindíveis para ler: A arte da imperfeição e A coragem de ser imperfeito, ambos da escritora Brené Brow. Scrum, Jeff Sutherland e J.J. Sutherland. Scrum Guia Prático, J.J. Sutherland.

 

Agora é só se organizar e medir os resultados.

Lembre-se, apenas gerenciamos o que medimos. Mãos à obra!

Gestão assertiva: como aumentar a produtividade da sua equipe

Arte

 

Crescer, alcançar objetivos, impactar positivamente na vida das pessoas. E quem não quer imprimir a sua marca no mundo? Entender as próprias limitações para ser capaz de auxiliar, corrigir e lapidar as fraquezas do outro, convertendo-as em pontos positivos. Um time alinhado, comprometido e com sede de resultados precisa de um “técnico” capaz de reconhecer os pontos a melhorar e exaltar as potencialidades desta equipe. Eis o desafio do líder da atualidade: ser muito mais do que aquela figura de processos, autoritária, burocrática e distante. O mundo mudou, o universo corporativo exige, cada dia mais, novas habilidades e competências. E você, está pronto para rever a sua postura  como gestor e revolucionar a sua produtividade pessoal e, consequentemente, a performance dos seus liderados?

As diferentes nuances do desafio de se tornar mais produtivo

O desafio que se coloca, quando tocamos no assunto “Produtividade” é, justamente entender que não se trata de um fator isolado e, sim, um conjunto de ações que devem estar conectadas em todos os campos da nossa vida, seja no âmbito pessoal ou profissional.

Sempre levantei a bandeira do “olhar para si, corrigir suas próprias falhas e, na sequência, mirar na correção das pessoas que fazem parte do seu time”. Um processo gradativo, que exige autoconhecimento, sinceridade na avaliação da sua postura e um olhar panorâmico acerca da responsabilidade de gerir uma empresa , uma equipe, um projeto ou uma ação.

Produtividade no campo pessoal: Como você lida com as suas atividades rotineiras? Como está a sua vida pessoal: o seu contato com as pessoas, a gestão dos seus compromissos, o envolvimento e engajamento com os seus afazeres – aqueles que vão muito além da esfera corporativa? Você já parou para avaliar os possíveis ruídos ou equívocos nessa trajetória?

Vale ressaltar que, somos o resultado de tudo aquilo que acontece no decorrer da nossa caminhada. Focar apenas na carreira, deixando a vida pessoal à deriva pode ser “um tiro no pé”, com efeito reverso. Cedo ou tarde, a negligência com a área citada será motivo de incômodo generalizado, logo, um entrave para o seu desenvolvimento e atenção com as outras demandas.

O líder precisa adotar técnicas de planejamento e organização naquilo que compreende a sua esfera de vida pessoal e, em detrimento dessas ações, garantir que a sua postura seja mais produtiva. Afinal, não podemos esquecer que: liderança tem um efeito espelho. Não queira cobrar um comportamento dos seus colaboradores se, esta postura não existe não está presente na sua própria conduta – o time, sutilmente, vai recusar o comando e a comunicação não será eficaz.

Produtividade em grupo – a gestão do coletiva em busca de um bem comum. Trata-se de ações que vão visar a resolução de problemas, a diminuição dos impactos negativos em uma corporação, o alcance de metas e resultados e a superação dos desafios diários em uma empresa.

A produtividade de uma empresa está ligada, diretamente, a uma engrenagem composta pelas pessoas que, diariamente, escrevem a história daquele negócio. O resultado de um time envolvido, com uma gestão assertiva é o aumento considerável das vendas, além de uma equipe mais motivada diante da boa performance – pessoas que vão criar um sentimento de auto superação diária, em busca de desafiar suas próprias marcas.

A equipe deve trabalhar para o sucesso do negócio. A partir de estratégias claras, demandas coerentes e pautadas em muito diálogo e visão empreendedora, será possível manter os bons índices da empresa.

A Asas DH oferece soluções personalizadas para aumentar a produtividade do seu time. Quer saber mais? Clique aqui

 

6 passos para melhorar a produtividade da sua equipe

1)      Definir prioridades: cabe ao líder estabelecer um propósito com a equipe. O bom relacionamento, a gestão horizontal e o diálogo facilitam nessa missão. O gestor deve pontuar e deixar claro os aspectos sobre o ponto de partida e o ponto de chegada da missão na qual a empresa está engajada. É preciso definir objetivos claros e saber comunicar a abrangência e a importância da demanda para o sucesso do time e da empresa em geral.

2)      Definir as tarefas, prazos e responsáveis: Invariavelmente, não podemos contar com o fator “proatividade” da equipe. Muitas vezes os liderados precisam de uma definição clara das suas atividades, dos seus prazos, dos seus cronogramas e daquilo que precisa ser feito. Isso não coloca o seu time num patamar negativo. O bom líder aprende a lidar, compreender e administrar o timing dos seus liderados. Então, para não ter colaboradores “enrolando”, desempenhando tarefas sem uma escala de importância, adiando ou procrastinando resoluções; determine aquilo que deve ser feito – e não se trata de instituir o autoritarismo na gestão, muito pelo contrário; falo que alinhar a comunicação com a equipe, de maneira a sanar eventuais dúvidas que tenham surgido entre o briefing da atividade proposta e a execução da mesma. Lembre-se: um bom líder deve treinar a sua habilidade da “didática” – se você lidera um grupo e não consegue se fazer entender, não consegue ensinar, orientar e dar as coordenadas seguras para o bom desempenho de uma ação; repense a sua trajetória e busque ajuda para corrigir esta falha.

3)      Estabelecer a “conectividade” com o grupo – o gestor que exercita a empatia com a equipe, que se coloca numa posição de proximidade, aberto para dialogar, entender as necessidades do time e compreender aquilo que precisa ser melhorado; consequentemente terá um retorno mais assertivo na produtividade da sua empresa. Liderar significa, também, estar atento as aspirações de cada membro do grupo.

4)      Motivar e manter o foco no cliente interno: Crie saídas, alternativas e ações de endomarketing para valorizar o seu cliente interno – seus colaboradores. Um time feliz, satisfeito com o ambiente de trabalho e a gestão, produz mais e melhor.  Está mais que provado que as pessoas precisam muito mais que altos salários para se sentirem realizadas. Um local de trabalho agradável e harmonioso, uma liderança mais humana e a clareza no diálogo entre todas as partes envolvidas no processo são armas poderosas para estimular a motivação das pessoas. Logo, estando motivados, os integrantes deste grupo farão o possível para “brigar” pelo bem comum da empresa, como “evangelizadores” internos da marca para a qual trabalham.

5)      Buscar ajuda qualificada: cabe ao bom líder o discernimento de entender quando precisa lançar mão de artifícios externos para melhorar a produtividade da sua equipe. Saber quando e como buscar esse auxílio fazem parte de uma gestão comprometida, em que o gestor cria meios para sanar as fraquezas da sua equipe. O trabalho de coaching em grupo pode ser um caminho eficaz na busca por um time mais alinhado com as suas próprias metas, desafios e necessidades. Investir em treinamento e capacitações pode ser uma estratégia segura para mudar o jogo e converter um colaborador improdutivo em um craque do seu time.

6)      Praticar o Feedback: O líder deve estar preparado para oferecer um feedback aos seus liderados, seja sobre queda de produtividade, sobre algum aspecto positivo de cada colaborador ou sobre a falta de repostas aos estímulos propostos na empresa – nem sempre o colaborador responde de maneira satisfatória às tentativas e realinhá-lo na equipe, de forma a torna-lo mais produtivo. Logo, a prática do feedback auxilia na hora de definir os rumos desta pessoa dentro da empresa. Vale lembrar que, além de dar feedback, o líder deve dar espaço e estar aberto a ouvir as críticas, sugestões e propostas dos seus liderados. Muitas vezes, a chave para aumentar a produtividade de uma empresa está nesses insights, muitas vezes incubados por medo de julgamento ou falta de estímulo para verbalizá-los.

 

Posts Relacionados

Como ser uma pessoa extraordinária

Como Fabricar Líderes

Dicas para Coaching de Equipe