Como liderar a nova geração de colaboradores

Com o passar do tempo, a transformação de crianças em jovens, a pandemia inesperada, os modelos home office e o modelo híbrido de trabalho, começa a se formar uma nova geração, com valores e cultura próprios, trazendo uma nova geração de colaboradores para as empresas e junto à mudança, vêm sempre os desafios.

Os jovens e o novos modelos de trabalho, estão trazendo novas perspectivas e insights sobre as mudanças no mercado consumidor e nem sempre, os gestores sabem como lidar com essas novas formas de pensamento. 

Como incluí-los de forma mais eficiente na sua organização?

Para lhe ajudar com essa tarefa, trouxemos aqui 4 práticas que vão ajudar você a lidar com a nova geração de funcionários. 

1. Dê feedback de forma rápida e constante

“Velocidade” é uma das palavras que melhor define este grupo. 

Se você pretende facilitar a inserção de um colaborador da nova cultura, o melhor que você pode fazer é estar por perto, seja on-line ou presencial. 

Ofereça feedback detalhado e rápido, antes que a associação entre esta nova geração e o trabalho seja perdida. 

Para que este feedback seja claro defina “o que” e “quando” a tarefa precisa ser entregue e como vai acompanhar. O que funciona muito neste caso é perguntar para o colaborador, como ele quer que você acompanhe. 

2. Dê espaço para a criatividade

Essa nova geração de funcionários é consideravelmente mais dinâmica que as outras. Elas não buscam aprender e reproduzir métodos já estabelecidos, mas sim encontrar novas formas de fazer coisas antigas. Nem toda inovação é positiva, mas você deve permitir que ela ocorra antes de dizer que foi ruim.

Os cargos ideais para a maior parte dessa geração são aqueles que oferecem flexibilidade. Ter a oportunidade de solucionar problemas é mais interessante do que apenas reproduzir respostas já conhecidas.

3. Oriente de forma prática e objetiva

Palestras motivacionais e de valores são importantes, mas o foco da nova geração no “aqui e agora” exige que você seja relevante imediatamente. Treinamentos e reuniões que promovam a inclusão desse novo perfil na empresa devem ter orientações práticas, algo que eles possam fazer quando saírem dali.

Dizer a uma equipe para promover comunicação é um tanto vago. Mas dizer que façam uma reunião semanal e discutam X pontos, isso é prático.

4. Não imponha respeito, ganhe

O maior erro de muitos gestores ao lidar com uma nova geração de funcionários é tentar impor as velhas hierarquias. Não é que elas tenham perdido sua utilidade ou seu valor, é que ainda não aprenderam a respeitar você como indivíduo, o que impede um bom relacionamento em equipe.

Muitos desses profissionais veem a si mesmos em pé de igualdade com seus colegas. Isso significa que não é possível ser respeitado apenas por ser o gerente. Você precisa provar seu valor todos os dias, tanto quanto eles.

Com essas dicas, você já deve estar mais preparado para liderar essa nova geração de funcionários. Quer se aprofundar mais no tema? Então veja aqui algumas características de todo grande líder.

Modelo híbrido de trabalho humanizado

O modelo de trabalho híbrido veio para ficar e devem focar a atração e a retenção de talentos. Assim, a produtividade e o alcance dos objetivos serão mantidos. Veja o que fazer para manter e motivar colaboradores no modelo hibrido de trabalho humanizado.

Não é só um clichê – “esse modelo veio para ficar”. Afinal, as vantagens são imensas e variadas, o que precisamos fazer é nos adaptar de uma vez por todas e humanizar cada vez mais o processo.

Entre as principais vantagens do modelo híbrido estão:

– Flexibilidade;

– Produtividade na era do trabalho híbrido;

– Redução de custos;

– Qualidade de vida aos colaboradores.

Perceba que entre esses principais benefícios as empresas não precisaram investir nada ou quase nada, pois são derivados do próprio modelo de trabalho.

modelo híbrido de trabalho requer uma convivência humanizada ao colaborador

Isso porque o colaborador espera mais do que ter os seus problemas resolvidos. Ele deseja ter uma boa experiência na empresa para crescer e evoluir juntos.

É nesse cenário que o modelo híbrido de trabalho humanizado tem conquistado cada vez mais espaço dentro das organizações, já que, se implantado com sucesso, é capaz de contribuir para o fortalecimento de ambas partes, o que é fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio.

O que significa modelo hibrido de trabalho humanizado?

Podemos entender como modelo hibrido de trabalho humanizado o processo em que o colaborador, tem as suas necessidades básicas de convivência atendidas com sucesso, ao mesmo tempo em que a abordagem acontece com empatia e foco na resolução de problemas.

Assim, ao aliar os desejos dos colaboradores com atividades e respostas precisas de uma gestão mais humana, é possível estabelecer uma conexão mais próxima com o colaborador, o que ajuda nos processos de comunicação.

Isso é essencial para construir um conteúdo interativo contribuindo para identificar as melhores soluções para os colaboradores.

Com isso, é possível proporcionar uma melhor experiência, e a empresa, além de aumentar as chances de retenção de talentos, também tem a oportunidade de criar verdadeiros defensores de suas marcas.

Leia a seguir, o que a rede de coworking BeerOrCoffee, https:// publicou em um de seus artigos, sobre duas grandes empresas, que já humanizaram o trabalho hibrido. 

Flexibilidade total como uma das estratégias de trabalho híbrido

Culture Trip tem um nome bacana, em português “Cultura de Viagem”. Entretanto, estabelecia somente o trabalho presencial até a chegada da pandemia. Depois disso, veio a necessidade do isolamento social, o que fez a empresa aplicar uma pesquisa para saber como seria a estratégia de trabalho híbrido no retorno ao escritório.

O estudo indicou que 94% dos colaboradores gostariam de manter a flexibilidade no trabalho no futuro. Com isso, foi lançada a política Feel Good Flex. A partir dela, o colaborador pode literalmente exercer suas atividades de qualquer lugar e a qualquer momento.

Até aqui, parece tudo normal. Mas não é. O mesmo profissional pode trabalhar no escritório em um dia, em um café ou coworking no outro e em casa no restante da semana. Ou ficar todo o tempo em casa. Ou, ainda, optar por só ficar na empresa. Aliás, pode até mesmo estar em mais de um lugar no mesmo dia.

Assim, a flexibilidade é realmente total. Isso porque a empresa já valorizava esse aspecto, apesar de ser muito centrada no trabalho presencial antes da pandemia.

Oferta de subsídios para o trabalho híbrido

Poucas empresas se preocuparam com o bem-estar dos colaboradores no home office. O iFood se destacou e, logo no começo da pandemia, a empresa reservou uma verba para que todos pudessem montar o seu cantinho de trabalho em casa. Além disso, luz e internet passaram a ser subsidiados.

A medida foi tomada devido à importância das tecnologias para os trabalhadores remotos. Ainda teve mais. A empresa aderiu ao OfficePass, do BeerOrCoffee. Ou seja, fez uma assinatura mensal para que todos os colaboradores pudessem utilizar os coworkings da rede. Assim, foi possível utilizar espaços compartilhados em mais de 160 cidades do Brasil, e alguns espaços em Portugal também. 

Esse cenário fez com que muitos profissionais voltassem às suas cidades de origem para ficarem mais perto da família e de uma vida mais tranquila. Essa movimentação foi crucial para garantir a saúde mental dos colaboradores. 

“Tivemos um preparo muito grande e intenso para lidar com todos de forma individual. Como a pessoa está de saúde, como está seu emocional e como está seu ambiente de trabalho”, reforçou a People OPS — Benefits Management, Vanessa Zietlow.

Agora, a empresa ainda adota outras estratégias de trabalho híbrido relevantes. Por exemplo, uma reunião com as equipes de trabalho híbrido é realizada a cada 15 dias. Nesse encontro, um voucher é oferecido para que a pessoa peça algo pelo iFood. Assim, é feito um happy hour.

Ainda existem outros encontros interativos. Todos servem para fomentar a cultura organizacional com todos os seus valores e princípios.

Além das baias e das paredes

Nós da Asas acreditamos em: Medir Resultados da Entrega. E é este modelo que trabalhamos com nossos clientes.

Com os colaboradores cientes dos resultados a serem entregues e com a gestão alinhada com o desenvolvimento e acompanhamento desses resultados – afinal, o que não é medido, não é gerenciado

Ao contrário do que alguns pensam, os colaboradores gostam de saber que estão com gestores que os acompanhem, ajudem e os incentivem a alcançarem resultados.

Existem várias ferramentas gratuitas no mercado que podem nos ajudar a medir resultados e principalmente nos ajudar a humanizar o relacionamento a distancia, como:

Trello

Trello é um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”, muito usado no desenvolvimento com Scrum. Ele permite a criação de diversos quadros, nos quais podemos criar quantas colunas quisermos. O plano básico é gratuito. 

Check-list Defina um check-list básico às segundas, em uma reunião rápida de 10 minutos, dos pontos principais que você precisa que o colaborador atinja. O Trello pode ajudar no modelo de check-list, mas pode ser feito manualmente em uma planilha de world e depois vá aperfeiçoando conforme os resultados a serem atingidos. Lembre-se: o importante é fazer para medir e depois ajuste conforme insights e necessidades. 

MindMeister

Software líder de mapeamento mental on-line. Milhões de usuários realizam brainstorms e trabalham em mapas mentais de forma colaborativa. O plano básico é gratuito.

Youtube: Crie sua conta no Youtube e faça vídeo aulas para ajudar sua equipe e/ou amigos e clientes. Você pode criar play lists dentro de sua conta e autorizar somente os grupos que quer compartilhar. 

Pode ser usado em modo “não listado” para que apenas as pessoas com o link tenham acesso ao conteúdo gravado – aqui você pode fazer todo processo de onboarding de sua empresa, padronizar os treinamentos das atividades dos colaboradores (imagine a economia de tempo e esforço em um processo de onboarding de boas vindas e ainda ser treinado no próprio onboarding), vídeos interativos com a equipe (uma vez por semana um colaborador poderá gravar um pequeno vídeo de uma curiosidade sobre ele) e muitos outros…

Blog: Existem várias ferramentas disponíveis gratuitas. É só pesquisar qual é mais adequada a você e sua empresa. Crie seu blog e abasteça-o, com a ajuda dos colaboradores, com histórias e artigos sobre a trajetória e conteúdos da empresa.

TED: Indique palestras para os colaboradores assistirem do TED.com – Escolha os temas que conecte com a empresa e uma vez por semana, reserve 15 minutos para discutir o tema com a equipe. 

Calendly – calendly.com – versão básica gratuita – Agenda para compartilhar – crie um link de sua agenda e compartilhe para que as próprias pessoas vejam sua disponibilidade e marquem horários com você  

Ferramentas para humanizar é que não faltam, agora é mãos a obra para integrar e humanizar cada dia mais sua equipe, para sua empresa voar cada vez mais alto. 

Aonde você quer chegar? Agora você tem Asas. 

O poder do autoconhecimento nas organizações

O autoconhecimento é tarefa imprescindível nos dias de hoje.

A saúde ou a doença, a felicidade ou a infelicidade, a paz ou a violência, o crescimento ou a estagnação, o amor ou o medo, origina-se antes de tudo, de como cada um se vê diante de si mesmo e diante do mundo que habita. 

É um processo antes de coletivo e universal, individual e solitário.  

Hoje, encontramos uma vasta literatura sobre a importância do autoconhecimento. Os grandes Mestres e Iluminados, que já pisaram o nosso Planeta, fosse na filosofia, ciência ou religião, deixaram registrada a necessidade do autoconhecimento; contudo essa atitude é individual e surge de um processo interno da real necessidade de sair do “automatismo”, para o entendimento diante da grande pergunta: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?

Esse é um caminho que não tem volta, é aí que o Ser ultrapassa o portal da metamorfose entre a lagarta e a borboleta.

Por ter se afastado de si mesmo, o Homem realiza o caminho de volta, esse é um processo lento e progressivo, a natureza não dá saltos, contudo, muito ainda distante de si mesmo, o Homem busca explicações no que está ainda fora de si e justifica resultados desastrosos sempre no “outro”; a “culpa é do outro!”.

Como uma criança, que ainda vive “o amor primário”, estabelece para si mesmo premiações, presentinhos e com o passar do tempo já não fazem mais o mesmo efeito que antes e os caros objetos de consumo ficam aprisionados por trás de grades, porteiros eletrônicos, fios ou teias elétricas, cofres, dentre outros meios de segurança, servindo muito mais para serem mostrados, do que, realmente aproveitados.

Cresce a capacidade técnica em tornar o corpo físico cada vez mais “perfeito”, dentro dos moldes sociais, como uma fábrica que criam bonecas em série dentro de padrões pré estabelecidos para a satisfação do “outro”; paralelo a essa mesma realidade, essa mesma capacidade técnica, não consegue impedir o aumento considerável e assustador do câncer, das doenças psíquicas, da depressão, do alcoolismo, da dependência química, do suicídio, dentre outras doenças que vitimam “almas” em desarmonia e que trazem registros de grandes insatisfações que não se conhecem, que não sabem de si, por terem levado toda uma caminhada no “outro” satisfazendo um “script social” que nem elas mesmo acreditam. 

Autoconhecimento é vasto e como dissemos, é individual, porém já está mais do que na hora das empresas e principalmente o individuo, olhar para este tema, que é uma das ferramentas mais poderosas para o desenvolvimento. É com o autoconhecimento que conseguimos trabalhar e conviver em harmonia nas empresas e na sociedade.  

Educação corporativa: 

As organizações enfrentam dificuldades na velocidade de sua adaptação à nova realidade. O desconhecimento do futuro, a permanência de traços da cultura anterior, momentos de dificuldades empresariais, a descrença em uma visão compartilhada de futuro, a falta de capacitação para os novos papeis e a “falta de tempo “ são alguns dos fenômenos que (às vezes sintomas, às vezes causas) fazem parte das dificuldades percebidas.

Esse novo contexto empresarial redefine o perfil do trabalhador da era do conhecimento que vem do autoconhecimento. Precisa-se de profissionais que aprendam de forma não convencional e que saibam trabalhar cooperativamente para gerar soluções inovadoras. Além disso, a tecnologia vem permitindo desenvolver experiências para treinar mais pessoas com maior economia. 

O foco do treinamento vai além do empregado isoladamente para o desenvolvimento da capacidade de aprendizado da organização, criando situações que permitam a discussão de problemas comuns e soluções por meio da aprendizagem coletiva, em que os empregados aprendem uns com os outros e compartilham inovações e melhores práticas visando solucionar problemas organizacionais reais. 

Ambiente e Método

Os ambientes de aprendizagem passam a ser reestruturados de forma a tornarem-se proativos, centralizados, determinados e estratégicos e o resultado esperado é o “aprender fazendo”, desenvolvendo a capacidade de aprender e dar continuidade a esse processo na volta ao trabalho. 

Os melhores métodos muito utilizados nas organizações atualmente para o autodesenvolvimento e a educação corporativa tem sido o mentoring e coaching, aplicados através de mentores específicos e lideres coaches.

Mentoria, tutoria ou apadrinhamento, em inglês mentoring, é uma metodologia de desenvolvimento organizacional. 

Essa estratégia é adotada pelas empresas para fortalecer sua cultura e seus valores, reduzir o custo do treinamento das equipes e desenvolver e valorizar os colaboradores.

A mentoria nas empresas funciona da seguinte forma: um colaborador mais experiente acompanha o desenvolvimento de um novo integrante e o ajuda a se preparar para crescer na carreira. 

Resumidamente o mentor é aquele que já passou ou já viveu aquela atividade ou situação, então ele ajuda com seu exemplo e experiência às pessoas chegarem melhor e mais rápido em algum lugar.

Já o Líder Coach não precisa ter passado ou vivido aquilo e muito menos saber daquilo, o que ele faz é ouvir genuinamente as pessoas para lhes fazer melhores perguntas, para que elas cheguem à conclusão da melhor maneira, que é a maneira delas. 

Dentro da educação corporativa, o melhor caminho é através de Líder Coach porque este método leva não só às soluções da empresa, mas ao puro autodesenvolvimento e consequentemente autoconhecimento.

Não podemos confundir melhoria e rapidez do mentor, deixando de usar o líder coach para dar oportunidade em desenvolver as pessoas por elas mesmas.

Outro detalhe, é quando as pessoas chegam à conclusão por elas mesmas, a responsabilidade e admiração são delas e assim elas se conhecem muito mais e o Líder Coach também evolui em seu autoconhecimento. 

Ações para organizações 

Para as organizações facilitarem esse processo, é preciso levantar a bandeira do Líder ser desnecessário. Isso inclui uma equipe autônoma e de alta performance. 

Não é novidade que equipes extraordinárias se guiam sozinhas, deixando o Líder apenas no acompanhamento e na visão sistêmica do negócio. Então, com o autoconhecimento, lideres não serão mais necessários. 

Comece seu autodesenvolvimento agora, respondendo: Se sua equipe atinge resultados extraordinários por sua causa, mas nunca saberão disso, como você se sente?

Considerado o maior maratonista de todos os tempos  Eliud Kipchoge, diz: 100% de mim não é nada comparado a 1% do time inteiro. 

Fontes: Asas_DH | Angela Loan \ Textos públicos e periódicos 

Qual a relação do autodesenvolvimento com resultados organizacionais

Você sabia que o autodesenvolvimento está diretamente relacionado com o seu desempenho profissional?

Isso mesmo! A partir do momento em que você se conhece melhor, passa a identificar e entender o que precisa fazer para conseguir ultrapassar barreiras e superar seus limites para se desenvolver profissionalmente.

Sua sabedoria pessoal te ajuda a evoluir em sua carreira e em qualquer outro aspecto da sua vida. Esse processo contínuo de autodesenvolvimento lhe permite ainda, se adaptar com facilidade à diversas mudanças que são comuns ao longo da vida.

Ficou interessado e deseja saber mais sobre o assunto? Então continue sua leitura e entenda de que forma o autodesenvolvimento pode contribuir positivamente para seus resultados organizacionais. Confira!

Autodesenvolvimento e resultados organizacionais – Entenda a importância dessa relação

Um profissional que deseja garantir bons resultados em sua carreira, precisa desenvolver habilidades para solucionar os desafios comuns no seu ambiente de trabalho. Para isso, é crucial que ele tenha a capacidade de se autodesenvolver.

Isso porque, aqueles que detêm essa capacidade, conseguem naturalmente sair da sua zona de conforto e buscar por fatos novos que lhe ajudam a crescer e atingir um desempenho cada vez melhor em sua carreira.

Além disso, pessoas com capacidade de autodesenvolvimento também possuem a habilidade de avaliar de forma precisa as exigências de sua profissão, assim como as do mercado de trabalho. 

E é justamente devido a características específicas como esta, que suas chances de alcançar bons resultados organizacionais e ser bem-sucedido na carreira são maiores. Quem se autodesenvolve, também desfruta de outros ganhos em sua vida, como aumento de motivação, maior satisfação consigo mesmo, autocontrole sobre as emoções, mais empatia entre outras coisas.

Como conquistar o autodesenvolvimento

Basicamente, existem algumas formas que você pode adotar para conquistar o autodesenvolvimento e alcançar um melhor desempenho no seu ambiente de trabalho. E a primeira delas é:

·      Não se acomode 

Se você deseja se autodesenvolver para garantir resultados melhores no trabalho ou mesmo em sua vida pessoal, uma das primeiras recomendações é procurar desafios.

Afinal de contas, não tem como a mudança que você deseja acontecer, se continuar fazendo as mesmas coisas e permanecer em sua zona de conforto. Para obter resultados diferentes, você precisa adotar atitudes diferentes.

Sendo assim, procure quebrar padrões e vá em busca de novos desafios para sua carreira ou estilo de vida. Dessa forma, você estará contribuindo para o seu progresso, não só enquanto pessoa, mas também em sua carreira profissional.

·      Faça uma análise sincera sobre si mesmo

O mundo está em constante mudança. E com o ser humano acontece a mesma coisa. Por isso, se você quer atingir o autodesenvolvimento, precisa sair do ponto A e ir para o ponto B.

Mas, antes disso, procure fazer uma análise sincera sobre como está sua vida e o que você almeja para o seu futuro. Além disso, essa autoanálise vai permitir que você veja com mais clareza quais são as suas qualidades. E o que você precisa melhorar para a mudança acontecer na sua vida e carreira.

·      Coloque seus planos em prática

Não fique apenas no mundo das ideias e do planejamento. Procure colocar em prática todas as metas que você traçou e tire seus objetivos do papel.

Você precisa fazer com que eles aconteçam e sejam uma realidade em sua vida. Inclusive, é nesse ponto que muitos preferem procrastinar e acabam falhando no seu autodesenvolvimento.

Não faça parte desse grupo. Se por ventura sentir dificuldade em direcionar seus planos para um autodesenvolvimento ou até mesmo de definir os passos que precisa dar para que isso aconteça conforme deseja, busque ajuda especializada, como o coaching, por exemplo.

Entenda que, independentemente de suas decisões, o tempo continua a correr. Então, busque as mudanças necessárias para garantir a evolução da sua carreira e vida pessoal!

3 maneiras para ter mais foco e atenção em 2021

Com a Pandemia, muitas pessoas acabaram ficando sobrecarregadas mentalmente, seja por conta do estresse gerado pelo isolamento social, ou mesmo devido aos problemas e mudanças sofridas na rotina do dia a dia. Diante deste cenário, a dúvida que muitos apresentam é sobre como ter mais foco e atenção nos aspectos mais importantes de nossa vida no ano de 2021.

Se você tem dificuldade para se concentrar em pleno a este momento de incerteza ou então em qualquer outra circunstância, saiba que é possível encontrar espaços em sua rotina que levam a sua mente a um maior período de concentração, reduzindo gradualmente as distrações.

Quer saber como fazer isso? Então continue sua leitura e confira as 3 principais maneiras para ter mais foco e atenção neste ano que se inicia.

1. Priorize os trabalhos que exigem mais atenção

Geralmente nossa capacidade de focar em algo tende a mudar ao longo do dia. Ou seja, existem períodos do dia em que nossa concentração está maior. Por outro lado, existem momentos em que qualquer coisa, por mais simples que seja, já é motivo para distração.

Então, mesmo estando com muitas atividades por fazer, uma excelente dica para ter mais foco em 2021 é buscar executar primeiro as atividades que exigem uma atenção maior de você. Selecione o período do dia em que o seu nível de concentração é maior e faça neste momento as atividades que requerem mais foco da sua parte.

2. Treine seu cérebro e evite distrações

Pesquisas mostram que a forma mais eficiente de ter mais foco e atenção é, após concentrar-se por um determinado período fazendo algo, você deve efetuar uma pausa e somente depois disso voltar a se concentrar no que estava fazendo.

Por exemplo, se você precisa criar um relatório de trabalho dentro de uma hora, ao invés de passar todo esse tempo tentando focar nessa atividade e muitas não ter sucesso, você divide seu tempo em 4 blocos de 10 minutos cada para produzir o relatório. E entre um bloco e outro faz um intervalo de 5 minutos.

Dessa forma, fazendo essa gestão de tempo, você treina seu cérebro para combater distrações. E dá o descanso necessário para que ele consiga ter insights mais intensos e focar no que é de fato importante.

3. Estimule a química do seu cérebro e aprenda como ter mais foco e atenção

Em nosso cérebro existem neurotransmissores capazes de interferir em diferentes aspectos da nossa vida. E no que diz respeito ao foco e atenção não é diferente.

A dopamina e norepinefrina são neurotransmissores que estão diretamente associados ao nosso estado de alerta e concentração. E uma das formas de estimula-los é buscar por inovações no seu dia a dia. Como fazer isso?

Você pode, por exemplo, adotar abordagens de trabalhos diferentes. Ou se preferir pode ainda criar espaços de trabalhos distintos para os diferentes tipos de atividades que você desenvolve.

Em outras palavras, o ideal para saber como ter mais foco e atenção em 2021 é experimentar novas maneiras de fazer as mesmas atividades que você executa no seu cotidiano.

Lembre-se que manter o foco em algo não se trata apenas de conseguir ou não realizar algo. Mas outros fatores também influenciam para o seu bom desempenho, como seu estado de espirito, o ambiente e tudo mais que está acontecendo a sua volta.

Portanto, adote estas 3 maneiras no seu dia a dia e maximize o seu foco e atenção, garantindo uma melhor performance. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional!

Gostou do post? Então aproveite para conferir também o artigo sobre como criar um melhor normal para sua organização!

Como tornar o aprendizado virtual melhor.

Quando nos deparamos com a era “pandemia” e consequentemente em isolamento, tivemos um boom de aprendizagens on-line.

Infelizmente a maioria dos programas de aprendizagem se tornaram piores, não melhores. E esta é uma terrível oportunidade perdida.

Pesquisas comprovam que, o aprendizado virtual, quando feito da maneira certa, pode ser muito mais eficaz do que workshops presenciais. Um programa virtual inteligente tem cerca de seis vezes mais probabilidade de fazer com que as pessoas executem ações do que a forma usual de aprendizagem presencial. Não 6% melhor ou 60% melhor, mas 600% melhor.

Agora pode ser a hora de aproveitar o momento e fazer a mudança para um aprendizado virtual eficaz.

A Ciência da aprendizagem

No contexto organizacional, o objetivo da aprendizagem é mudar o comportamento. Para que a mudança ocorra, um novo aprendizado deve ser lembrado. Agora, muito do aprendizado em que as organizações investem envolve habilidades humanas. Coisas como administrar bem as reuniões, dar feedback, como lidar com conversas difíceis.

As pessoas estão sob pressão e, se quiserem seguir algo diferente de sua maneira automática de interagir, precisarão relembrar o que aprenderam com muita rapidez e facilidade.

Digamos que você ensine um gerente a administrar reuniões de forma mais inclusiva. Se esse gerente for capaz de se lembrar do que aprendeu apenas se parar para pensar profundamente e consultar suas anotações da aula, o programa falhou. Para que o aprendizado seja eficaz, o aluno deve ser capaz de se lembrar facilmente, mesmo quando estiver cansado, atrasado no prazo ou ansioso para errar as coisas e parecer um tolo na frente de sua equipe.

Uma pesquisa feita pelo Instituto Neuro Leadership mostra que a lembrança fácil sob pressão só é possível quando quatro condições são atendidas durante uma tarefa de codificação: Atenção, Geração, Emoção e Espaçamento – uma estrutura definida no NeuroLeadership Modelo AGES do Instituto.

A pesquisa descobriu que a chave para o aprendizado eficaz é ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a consolidar novas informações na memória. Para que a ativação hipocampal ideal ocorra, todos os quatro componentes do AGES devem ser otimizados, e não apenas em níveis baixos a moderados, mas em níveis muito altos. Se alguma dessas condições não for alta durante uma tarefa de codificação, a probabilidade de fácil recuperação sob pressão cai significativamente.

A pesquisa descobriu que a chave para o aprendizado eficaz é ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a consolidar novas informações na memória. Para que a ativação hipocampal ideal ocorra, todos os quatro componentes do AGES devem ser otimizados, e não apenas em níveis baixos a moderados, mas em níveis muito altos. Se alguma dessas condições não for alta durante uma tarefa de codificação, a probabilidade de fácil recuperação sob pressão cai significativamente.

Entenda as quatro condições de codificação

Atenção: para que a aprendizagem ocorra, os participantes devem prestar muita atenção ao que estão aprendendo. Alta atenção significa focar muito de perto em uma coisa, sem outras distrações.

Geração: uma vez que formamos memórias fazendo associações, a aprendizagem funciona melhor quando os participantes geram suas próprias conexões com o material, ligando novas ideias ao seu próprio conhecimento existente.

Emoção: para que as memórias permaneçam bem, é necessário que haja fortes emoções durante a codificação, o que ativa o hipocampo.

Espaçamento: o aprendizado é mais eficaz quando as sessões de aprendizado são espaçadas ao longo do tempo, especialmente quando o intervalo entre as sessões inclui uma ou mais noites de sono.

Quando implementado corretamente, o aprendizado virtual é capaz de ativar altos níveis de atenção, geração, emoção e espaçamento. Níveis ainda mais altos do que você pode em um único workshop de meio dia ou um dia de duração.

Infelizmente, não é isso que estamos vendo nas organizações. Em vez disso, muitas organizações pegaram práticas imperfeitas de programas presenciais e simplesmente as migraram online, tornando-as ainda piores em termos de atenção, geração e emoção – muitas vezes a um custo alto.

Aqui estão os erros mais comuns e o que fazer:

Erro # 1: executar sessões de aprendizado online de 2 a 4 horas de duração. Qualquer um que já teve que assistir a uma longa aula na universidade sabe que o cérebro perde o foco rapidamente. Quando as sessões de aprendizado são longas, o aprendizado é baixo, uma vez que os participantes são incapazes de prestar atenção por horas a fio no nível necessário para que ocorra uma forte codificação de memória.

A solução: para que o aprendizado virtual seja eficaz, as sessões devem durar 50 ou 55 minutos. Mas isso não significa que o aprendizado em si seja superficial. Quando o aprendizado é bem planejado, os alunos podem obter percepções intensas em curtos períodos de tempo.

Erro nº 2: agrupar o aprendizado em uma única sessão ou semana. A maioria dos programas de aprendizado tenta colocar o máximo de aprendizado possível em um curto período. Na época em que a maior parte do aprendizado acontecia pessoalmente, essa abordagem fazia mais sentido, dados os custos de reservar espaço físico e o tempo necessário para os facilitadores e participantes se deslocarem até o local. Mas o aprendizado virtual facilita o espaçamento das sessões ao longo do tempo sem incorrer em custos extras. Uma vez que não há necessidade de deslocamento, é fácil interromper o aprendizado em várias sessões em dias diferentes.

A solução: as organizações devem tornar as sessões de aprendizado virtual mais curtas e permitir mais tempo entre elas, estendendo o aprendizado por três semanas ou mais. O resultado é um aprendizado poderoso, muito mais eficaz do que uma única sessão jamais poderia ser, devido ao efeito de espaçamento. Ele também permite que você torne o aprendizado mais social, um fator crítico para o sucesso, à medida que avançamos.

Erro nº 3: não tornar o aprendizado social. A maioria dos programas de aprendizagem se contenta em permitir que os participantes saiam pela porta e não pensem mais no material até que retornem para a próxima sessão, se houver uma próxima sessão. Esta é uma oportunidade desperdiçada de alavancar o poder do aprendizado social.

A solução: para maximizar a recordação, os programas de aprendizagem devem envolver as redes sociais dos participantes todas as semanas, incentivando-os a compartilhar o que aprenderam com colegas de equipe, amigos e familiares. Ao conectar o material de aprendizagem às interações sociais, os participantes ligam novas ideias à rede de memória social do cérebro, resultando em uma melhor recordação mais tarde.

E o efeito de pensar que outras pessoas podem estar observando você cria uma pressão social positiva. Quando a aprendizagem é social, os alunos codificam com mais riqueza, recordam com mais facilidade e agem com mais frequência.

Erro # 4: Projetando para Net Promoter Score em vez de mudança de comportamento. A maioria dos programas de aprendizagem são projetados para serem divertidos e populares. Porém, como o aprendizado eficaz exige esforço, esses programas costumam ser ineficazes. Na verdade, aprender que realmente dura tende a fazer com que as pessoas se sintam levemente desconfortáveis, já que isso significa que os participantes provavelmente experimentaram emoções fortes.

A solução: em vez de tentar criar conteúdo que as pessoas gostem, concentre-se em ativar hábitos. Isso significa não apenas ensinar habilidades, mas também avaliar a eficácia de um programa medindo a mudança.

Aproveite o momento

Este é um momento único. Mesmo quando a pandemia de coronavírus inflige uma enorme dor e sofrimento em nossa sociedade, também está liberando uma nova energia e motivação nas organizações. Com tantos processos em fluxo, os funcionários estão mais dispostos do que nunca a fazer as coisas de maneira diferente.

Mas o ímpeto desta crise não durará para sempre. Os líderes devem aproveitar a oportunidade para redefinir sua abordagem de aprendizagem virtual antes que a energia se dissipe. Como devemos repensar o aprendizado e construir um normal melhor? Como muitas coisas hoje, pode valer a pena seguir a ciência.

Parte deste post está originalmente em inglês no Your Brain at Work, o blog oficial do NeuroLeadership Institute.

Traduzido e adaptado por Asas_DH