Qual a relação do autodesenvolvimento com resultados organizacionais

Você sabia que o autodesenvolvimento está diretamente relacionado com o seu desempenho profissional?

Isso mesmo! A partir do momento em que você se conhece melhor, passa a identificar e entender o que precisa fazer para conseguir ultrapassar barreiras e superar seus limites para se desenvolver profissionalmente.

Sua sabedoria pessoal te ajuda a evoluir em sua carreira e em qualquer outro aspecto da sua vida. Esse processo contínuo de autodesenvolvimento lhe permite ainda, se adaptar com facilidade à diversas mudanças que são comuns ao longo da vida.

Ficou interessado e deseja saber mais sobre o assunto? Então continue sua leitura e entenda de que forma o autodesenvolvimento pode contribuir positivamente para seus resultados organizacionais. Confira!

Autodesenvolvimento e resultados organizacionais – Entenda a importância dessa relação

Um profissional que deseja garantir bons resultados em sua carreira, precisa desenvolver habilidades para solucionar os desafios comuns no seu ambiente de trabalho. Para isso, é crucial que ele tenha a capacidade de se autodesenvolver.

Isso porque, aqueles que detêm essa capacidade, conseguem naturalmente sair da sua zona de conforto e buscar por fatos novos que lhe ajudam a crescer e atingir um desempenho cada vez melhor em sua carreira.

Além disso, pessoas com capacidade de autodesenvolvimento também possuem a habilidade de avaliar de forma precisa as exigências de sua profissão, assim como as do mercado de trabalho. 

E é justamente devido a características específicas como esta, que suas chances de alcançar bons resultados organizacionais e ser bem-sucedido na carreira são maiores. Quem se autodesenvolve, também desfruta de outros ganhos em sua vida, como aumento de motivação, maior satisfação consigo mesmo, autocontrole sobre as emoções, mais empatia entre outras coisas.

Como conquistar o autodesenvolvimento

Basicamente, existem algumas formas que você pode adotar para conquistar o autodesenvolvimento e alcançar um melhor desempenho no seu ambiente de trabalho. E a primeira delas é:

·      Não se acomode 

Se você deseja se autodesenvolver para garantir resultados melhores no trabalho ou mesmo em sua vida pessoal, uma das primeiras recomendações é procurar desafios.

Afinal de contas, não tem como a mudança que você deseja acontecer, se continuar fazendo as mesmas coisas e permanecer em sua zona de conforto. Para obter resultados diferentes, você precisa adotar atitudes diferentes.

Sendo assim, procure quebrar padrões e vá em busca de novos desafios para sua carreira ou estilo de vida. Dessa forma, você estará contribuindo para o seu progresso, não só enquanto pessoa, mas também em sua carreira profissional.

·      Faça uma análise sincera sobre si mesmo

O mundo está em constante mudança. E com o ser humano acontece a mesma coisa. Por isso, se você quer atingir o autodesenvolvimento, precisa sair do ponto A e ir para o ponto B.

Mas, antes disso, procure fazer uma análise sincera sobre como está sua vida e o que você almeja para o seu futuro. Além disso, essa autoanálise vai permitir que você veja com mais clareza quais são as suas qualidades. E o que você precisa melhorar para a mudança acontecer na sua vida e carreira.

·      Coloque seus planos em prática

Não fique apenas no mundo das ideias e do planejamento. Procure colocar em prática todas as metas que você traçou e tire seus objetivos do papel.

Você precisa fazer com que eles aconteçam e sejam uma realidade em sua vida. Inclusive, é nesse ponto que muitos preferem procrastinar e acabam falhando no seu autodesenvolvimento.

Não faça parte desse grupo. Se por ventura sentir dificuldade em direcionar seus planos para um autodesenvolvimento ou até mesmo de definir os passos que precisa dar para que isso aconteça conforme deseja, busque ajuda especializada, como o coaching, por exemplo.

Entenda que, independentemente de suas decisões, o tempo continua a correr. Então, busque as mudanças necessárias para garantir a evolução da sua carreira e vida pessoal!

3 maneiras para ter mais foco e atenção em 2021

Com a Pandemia, muitas pessoas acabaram ficando sobrecarregadas mentalmente, seja por conta do estresse gerado pelo isolamento social, ou mesmo devido aos problemas e mudanças sofridas na rotina do dia a dia. Diante deste cenário, a dúvida que muitos apresentam é sobre como ter mais foco e atenção nos aspectos mais importantes de nossa vida no ano de 2021.

Se você tem dificuldade para se concentrar em pleno a este momento de incerteza ou então em qualquer outra circunstância, saiba que é possível encontrar espaços em sua rotina que levam a sua mente a um maior período de concentração, reduzindo gradualmente as distrações.

Quer saber como fazer isso? Então continue sua leitura e confira as 3 principais maneiras para ter mais foco e atenção neste ano que se inicia.

1. Priorize os trabalhos que exigem mais atenção

Geralmente nossa capacidade de focar em algo tende a mudar ao longo do dia. Ou seja, existem períodos do dia em que nossa concentração está maior. Por outro lado, existem momentos em que qualquer coisa, por mais simples que seja, já é motivo para distração.

Então, mesmo estando com muitas atividades por fazer, uma excelente dica para ter mais foco em 2021 é buscar executar primeiro as atividades que exigem uma atenção maior de você. Selecione o período do dia em que o seu nível de concentração é maior e faça neste momento as atividades que requerem mais foco da sua parte.

2. Treine seu cérebro e evite distrações

Pesquisas mostram que a forma mais eficiente de ter mais foco e atenção é, após concentrar-se por um determinado período fazendo algo, você deve efetuar uma pausa e somente depois disso voltar a se concentrar no que estava fazendo.

Por exemplo, se você precisa criar um relatório de trabalho dentro de uma hora, ao invés de passar todo esse tempo tentando focar nessa atividade e muitas não ter sucesso, você divide seu tempo em 4 blocos de 10 minutos cada para produzir o relatório. E entre um bloco e outro faz um intervalo de 5 minutos.

Dessa forma, fazendo essa gestão de tempo, você treina seu cérebro para combater distrações. E dá o descanso necessário para que ele consiga ter insights mais intensos e focar no que é de fato importante.

3. Estimule a química do seu cérebro e aprenda como ter mais foco e atenção

Em nosso cérebro existem neurotransmissores capazes de interferir em diferentes aspectos da nossa vida. E no que diz respeito ao foco e atenção não é diferente.

A dopamina e norepinefrina são neurotransmissores que estão diretamente associados ao nosso estado de alerta e concentração. E uma das formas de estimula-los é buscar por inovações no seu dia a dia. Como fazer isso?

Você pode, por exemplo, adotar abordagens de trabalhos diferentes. Ou se preferir pode ainda criar espaços de trabalhos distintos para os diferentes tipos de atividades que você desenvolve.

Em outras palavras, o ideal para saber como ter mais foco e atenção em 2021 é experimentar novas maneiras de fazer as mesmas atividades que você executa no seu cotidiano.

Lembre-se que manter o foco em algo não se trata apenas de conseguir ou não realizar algo. Mas outros fatores também influenciam para o seu bom desempenho, como seu estado de espirito, o ambiente e tudo mais que está acontecendo a sua volta.

Portanto, adote estas 3 maneiras no seu dia a dia e maximize o seu foco e atenção, garantindo uma melhor performance. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional!

Gostou do post? Então aproveite para conferir também o artigo sobre como criar um melhor normal para sua organização!

Como tornar o aprendizado virtual melhor.

Quando nos deparamos com a era “pandemia” e consequentemente em isolamento, tivemos um boom de aprendizagens on-line.

Infelizmente a maioria dos programas de aprendizagem se tornaram piores, não melhores. E esta é uma terrível oportunidade perdida.

Pesquisas comprovam que, o aprendizado virtual, quando feito da maneira certa, pode ser muito mais eficaz do que workshops presenciais. Um programa virtual inteligente tem cerca de seis vezes mais probabilidade de fazer com que as pessoas executem ações do que a forma usual de aprendizagem presencial. Não 6% melhor ou 60% melhor, mas 600% melhor.

Agora pode ser a hora de aproveitar o momento e fazer a mudança para um aprendizado virtual eficaz.

A Ciência da aprendizagem

No contexto organizacional, o objetivo da aprendizagem é mudar o comportamento. Para que a mudança ocorra, um novo aprendizado deve ser lembrado. Agora, muito do aprendizado em que as organizações investem envolve habilidades humanas. Coisas como administrar bem as reuniões, dar feedback, como lidar com conversas difíceis.

As pessoas estão sob pressão e, se quiserem seguir algo diferente de sua maneira automática de interagir, precisarão relembrar o que aprenderam com muita rapidez e facilidade.

Digamos que você ensine um gerente a administrar reuniões de forma mais inclusiva. Se esse gerente for capaz de se lembrar do que aprendeu apenas se parar para pensar profundamente e consultar suas anotações da aula, o programa falhou. Para que o aprendizado seja eficaz, o aluno deve ser capaz de se lembrar facilmente, mesmo quando estiver cansado, atrasado no prazo ou ansioso para errar as coisas e parecer um tolo na frente de sua equipe.

Uma pesquisa feita pelo Instituto Neuro Leadership mostra que a lembrança fácil sob pressão só é possível quando quatro condições são atendidas durante uma tarefa de codificação: Atenção, Geração, Emoção e Espaçamento – uma estrutura definida no NeuroLeadership Modelo AGES do Instituto.

A pesquisa descobriu que a chave para o aprendizado eficaz é ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a consolidar novas informações na memória. Para que a ativação hipocampal ideal ocorra, todos os quatro componentes do AGES devem ser otimizados, e não apenas em níveis baixos a moderados, mas em níveis muito altos. Se alguma dessas condições não for alta durante uma tarefa de codificação, a probabilidade de fácil recuperação sob pressão cai significativamente.

A pesquisa descobriu que a chave para o aprendizado eficaz é ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a consolidar novas informações na memória. Para que a ativação hipocampal ideal ocorra, todos os quatro componentes do AGES devem ser otimizados, e não apenas em níveis baixos a moderados, mas em níveis muito altos. Se alguma dessas condições não for alta durante uma tarefa de codificação, a probabilidade de fácil recuperação sob pressão cai significativamente.

Entenda as quatro condições de codificação

Atenção: para que a aprendizagem ocorra, os participantes devem prestar muita atenção ao que estão aprendendo. Alta atenção significa focar muito de perto em uma coisa, sem outras distrações.

Geração: uma vez que formamos memórias fazendo associações, a aprendizagem funciona melhor quando os participantes geram suas próprias conexões com o material, ligando novas ideias ao seu próprio conhecimento existente.

Emoção: para que as memórias permaneçam bem, é necessário que haja fortes emoções durante a codificação, o que ativa o hipocampo.

Espaçamento: o aprendizado é mais eficaz quando as sessões de aprendizado são espaçadas ao longo do tempo, especialmente quando o intervalo entre as sessões inclui uma ou mais noites de sono.

Quando implementado corretamente, o aprendizado virtual é capaz de ativar altos níveis de atenção, geração, emoção e espaçamento. Níveis ainda mais altos do que você pode em um único workshop de meio dia ou um dia de duração.

Infelizmente, não é isso que estamos vendo nas organizações. Em vez disso, muitas organizações pegaram práticas imperfeitas de programas presenciais e simplesmente as migraram online, tornando-as ainda piores em termos de atenção, geração e emoção – muitas vezes a um custo alto.

Aqui estão os erros mais comuns e o que fazer:

Erro # 1: executar sessões de aprendizado online de 2 a 4 horas de duração. Qualquer um que já teve que assistir a uma longa aula na universidade sabe que o cérebro perde o foco rapidamente. Quando as sessões de aprendizado são longas, o aprendizado é baixo, uma vez que os participantes são incapazes de prestar atenção por horas a fio no nível necessário para que ocorra uma forte codificação de memória.

A solução: para que o aprendizado virtual seja eficaz, as sessões devem durar 50 ou 55 minutos. Mas isso não significa que o aprendizado em si seja superficial. Quando o aprendizado é bem planejado, os alunos podem obter percepções intensas em curtos períodos de tempo.

Erro nº 2: agrupar o aprendizado em uma única sessão ou semana. A maioria dos programas de aprendizado tenta colocar o máximo de aprendizado possível em um curto período. Na época em que a maior parte do aprendizado acontecia pessoalmente, essa abordagem fazia mais sentido, dados os custos de reservar espaço físico e o tempo necessário para os facilitadores e participantes se deslocarem até o local. Mas o aprendizado virtual facilita o espaçamento das sessões ao longo do tempo sem incorrer em custos extras. Uma vez que não há necessidade de deslocamento, é fácil interromper o aprendizado em várias sessões em dias diferentes.

A solução: as organizações devem tornar as sessões de aprendizado virtual mais curtas e permitir mais tempo entre elas, estendendo o aprendizado por três semanas ou mais. O resultado é um aprendizado poderoso, muito mais eficaz do que uma única sessão jamais poderia ser, devido ao efeito de espaçamento. Ele também permite que você torne o aprendizado mais social, um fator crítico para o sucesso, à medida que avançamos.

Erro nº 3: não tornar o aprendizado social. A maioria dos programas de aprendizagem se contenta em permitir que os participantes saiam pela porta e não pensem mais no material até que retornem para a próxima sessão, se houver uma próxima sessão. Esta é uma oportunidade desperdiçada de alavancar o poder do aprendizado social.

A solução: para maximizar a recordação, os programas de aprendizagem devem envolver as redes sociais dos participantes todas as semanas, incentivando-os a compartilhar o que aprenderam com colegas de equipe, amigos e familiares. Ao conectar o material de aprendizagem às interações sociais, os participantes ligam novas ideias à rede de memória social do cérebro, resultando em uma melhor recordação mais tarde.

E o efeito de pensar que outras pessoas podem estar observando você cria uma pressão social positiva. Quando a aprendizagem é social, os alunos codificam com mais riqueza, recordam com mais facilidade e agem com mais frequência.

Erro # 4: Projetando para Net Promoter Score em vez de mudança de comportamento. A maioria dos programas de aprendizagem são projetados para serem divertidos e populares. Porém, como o aprendizado eficaz exige esforço, esses programas costumam ser ineficazes. Na verdade, aprender que realmente dura tende a fazer com que as pessoas se sintam levemente desconfortáveis, já que isso significa que os participantes provavelmente experimentaram emoções fortes.

A solução: em vez de tentar criar conteúdo que as pessoas gostem, concentre-se em ativar hábitos. Isso significa não apenas ensinar habilidades, mas também avaliar a eficácia de um programa medindo a mudança.

Aproveite o momento

Este é um momento único. Mesmo quando a pandemia de coronavírus inflige uma enorme dor e sofrimento em nossa sociedade, também está liberando uma nova energia e motivação nas organizações. Com tantos processos em fluxo, os funcionários estão mais dispostos do que nunca a fazer as coisas de maneira diferente.

Mas o ímpeto desta crise não durará para sempre. Os líderes devem aproveitar a oportunidade para redefinir sua abordagem de aprendizagem virtual antes que a energia se dissipe. Como devemos repensar o aprendizado e construir um normal melhor? Como muitas coisas hoje, pode valer a pena seguir a ciência.

Parte deste post está originalmente em inglês no Your Brain at Work, o blog oficial do NeuroLeadership Institute.

Traduzido e adaptado por Asas_DH

Performance para empreendedor

Empreendedorismo e Alta Performance nunca estiveram tão ligados. Afinal, se a performance diz respeito ao estado de equilíbrio e alta produção de um profissional exemplar, o empreendedor é aquele que está sempre fazendo as coisas acontecerem com excelência.

No texto “Empreendedorismo”  falamos sobre do que ele se trata e quais as principais características de um empreendedor .

Em resumo, o empreendedor é aquele que cria uma oportunidade e a transforma em valor econômico; seja consolidando uma empresa inovadora ou, até mesmo, atuando como um funcionário que coloca suas ideias em prática, a fim de otimizar processos, e produtos, por exemplo.

São empreendedores, portanto, aqueles que ajudam no processo de novos produtos ou serviços, ou lançam um novo mercado. Todas essas funções estão diretamente ligadas ao empreendedorismo. Dessa forma, todo empresário é, por definição, um empreendedor.

Já os colaboradores de alta performance, são aqueles com espírito empreendedor que trabalham para as empresas, utilizando sua atitude empreendedora a favor da equipe, setores e da empresa como um todo.

Como um empreendedor pode melhorar a sua performance?

Independe de qual seja a sua área de atuação, o empreendedor tem algumas características básicas – e indispensáveis – do sucesso, como por exemplo: gestão de riscos; foco no negócio; determinação; delegação; busca de conhecimento; criatividade; independência; qualidade de serviço; e está sempre de olho nas oportunidades.

Por isso, se você é um empreendedor e quer melhorar a sua performance, ou quer se tornar um empreendedor de sucesso, é importante que você se questione sobre alguns fatores. Afinal, a primeira parte de realizar uma mudança significativa na sua carreira é o autoconhecimento.

Pergunte-se:

  • Sou capaz de lidar com grandes responsabilidades?
  • Sou capaz de assumir riscos?
  • Se der tudo errado, como vou reagir?
  • Quais são minhas principais qualidades e minhas maiores fraquezas?
  • Possuo boas habilidades de comunicação?
  • Sou capaz de resolver problemas de forma criativa?

Estas são algumas das perguntas a serem feitas. Mas, o mais importante disso tudo é destacar quais são as suas principais habilidades e o que ainda é necessário desenvolver para melhorar a sua performance.

Autoconhecimento é a palavra-chave para o sucesso

Tudo o que se passa ao redor de um empreendedor pode se tornar uma oportunidade. Mas, para isso, é muito importante que ele se conheça, saiba seus limites, suas paixões e seu potencial. É importante que o empreendedor conheça o seu perfil.

Através de testes, por exemplo, é possível identificar o seu tipo e suas características, ganhando a possibilidade de melhorar cada tomada de decisão.

Também é importante que o empreendedor leia e esteja sempre atualizado sobre o mercado e conheça histórias de sucesso de outros empreendedores.

Além disso, é válido buscar conhecimento através de cursos de empreendedorismo, treinamentos, participar de palestras, workshops e tudo o que possa agregar à carreira e aos ideais do empreendedor. Algumas áreas interessantes de estudo, são: estratégias de negócios, habilidades de liderança, marketing e vendas, finanças, operações e tendências de mercado.

Não deixe de lado o lazer e momentos de descontração

A vida profissional muitas vezes é um reflexo da vida pessoal. Quando o profissional deixa de lado seus hobbies, família e lazer, a performance pode cair muito.

Por isso, é importante que o empreendedor melhore também sua performance no cotidiano: brincando mais com os filhos, passeando com a família, praticando um esporte e dedicando um tempo para atividades que despertem o prazer em viver. Adotar hobbies criativos, como artesanato, pintura ou música, também é essencial.

Outra opção é praticar jogos que envolvam habilidades de empreendedorismo, como Banco Imobiliário, jogos de estratégia e carteado, por exemplo.

Vale a pena contar com a ajuda de um coach

Mas, é possível ir muito além. Com o coaching, o profissional pode identificar ainda mais profundamente seus anseios e fraquezas, e melhorar significativamente sua performance de empreendedor, desenvolvendo suas habilidades e criatividade.

Os métodos utilizados pelos profissionais são comprovados, ajudam a traçar metas, objetivos e encontrar estratégias, além de ajudar no monitoramento do desempenho como um todo.

Entender os seus objetivos e como você quer alcançá-los, muitas vezes é confuso, estressante e desafiador. A Asas DH pode te ajudar neste processo. Clique aqui e conheça mais sobre o máximo potencial para você e para a sua carreira de empreendedor. 

 

É hora de reinventar: Crie um MELHOR normal para sua organização

A estrutura que todos os líderes precisam para criar um MELHOR normal

Embora a pandemia e o impacto econômico estejam certamente fora de nosso alcance, a forma como reagimos à crise não é – especialmente no nível de cada organização é o que decidimos fazer de agora em diante.

Não é hora de criar um novo normal, mas sim um melhor normal.

Por que um melhor normal?

Primeiro, porque muito do que estava acontecendo nas organizações já não estava funcionando. E segundo, que é o grande ponto, essa crise está abrindo, ao que pode ser a oportunidade mais poderosa de uma vida, para fazer grandes mudanças em como trabalhamos.

Por um curto período de tempo após esse evento, enquanto as emoções ainda estão em alta, e muitas coisas estão em pausa e, portanto, abertas à reinvenção, os líderes e todos os funcionários estarão mais dispostos a fazer as coisas de maneira diferente, correr riscos maiores com novas ideias e decididamente tornar o local de trabalho mais diferente do que nunca.

Será importante agir rapidamente: em breve, as emoções diminuirão e as pessoas se estabelecerão em novas maneiras de trabalhar e provavelmente estarão menos abertas a novas maneiras de fazer as coisas.

Uma das principais idéias a NLI – Neuroleadership, comandada pelo neurocientista David Rock, é que existem diferentes tipos de pensamento que fazemos, em três cronogramas, níveis de abstração e complexidade diferentes.

Fique bem no dia a dia, mantenha o novo ritmo de trabalho e aproveite o momento a longo prazo.

Essas três estratégias ajudam a garantir que as pessoas estejam no estado de espírito certo para realizar tarefas diárias, manter essa energia semana a semana e começar a cultivar uma nova e duradoura cultura no processo.

Vamos dar uma olhada em cada elemento dessa estrutura.

Fique bem dia a dia:

A mudança é altamente perturbadora e ameaçadora no cérebro. Quando nos sentimos incertos, desamparados e sozinhos, nossa função cognitiva sofre e perdemos a capacidade de nos concentrar.

Cabe aos líderes criar bloqueios para si mesmos contra ameaças, como criar rotinas e limites para o consumo de notícias e enviar sinais positivos e redutores de ameaças para sua equipe, por meio de conversas empáticas e doses de autonomia.

Sem esse foco individual em manter as pessoas bem no dia a dia, ninguém estará no estado de espírito certo para executar uma visão de médio ou longo prazo.

Sustentar o novo ritmo de trabalho:

Nas últimas semanas, a NLI pesquisou centenas de líderes de talentos sobre como o trabalho mudou. Em suma, as empresas estão fazendo as coisas em dias que eles pensavam que levariam meses e com muito mais humanidade do que nunca.

Os dados de pesquisa mostram que eles também se preocupam em manter essa mágica por perto.

Os líderes podem tirar o máximo proveito do trabalho virtual, que demonstrou ser mais barato e mais produtivo, realizando “reuniões rápidas”, nas quais as reuniões de 30 e 60 minutos são transformadas em 25 e 50 minutos.

Eles podem até considerar mudar para uma programação de 9/80 com um fim de semana de três dias a cada duas semanas, para recompensar a nova tendência das pessoas de trabalhar mais horas com mais períodos de descanso.

Aproveite o momento a longo prazo:

Estes próximos meses serão críticos. No nível cultural, como os líderes expressam – e se comprometem com – seus valores reverberará nos próximos anos.

Em um nível mais prático, a motivação e a energia que cercam esse momento acabarão, e será muito mais difícil tirar as pessoas de suas antigas formas de trabalhar se os líderes não fizerem um investimento agora.

Decida o que é importante e inspire suas equipes a se comprometerem com esses valores também.

Com o tempo, as empresas que tomaram medidas desde o início para construir culturas mais ricas e mais humanas estarão muito melhor posicionadas para ter sucesso do que aquelas que simplesmente chegaram à costa.

É fácil ver a mudança como pura interrupção. Mas isso também significa que tudo o que foi considerado sagrado agora está em debate.

Se pudermos aproveitar a energia recém-descoberta das pessoas para criar algo maior e melhor do que antes, podemos deixar para trás as piores partes do trabalho para criar um melhor normal para todos nós.

Agora é a hora em que todos podemos melhorar nossas organizações para os seres humanos.

 

Fonte:

Este artigo foi originalmente publicado na Forbes em 22 de maio de 2020 e escrito por David Rockhttps://neuroleadership.com

Tradução e ajustes livres por Asas_DH

 

 

 

 

Entenda de uma vez por todas o que faz um mentor!

Cada vez mais empresas estão adotando o sistema de mentoria para o treinamento e aperfeiçoamento de seus colaboradores, principalmente nesta época, onde vários colaboradores estão trabalhando remotamente, pois um mentor pode perfeitamente orientar à distância. Mas, afinal, você realmente entende o que faz um mentor?

O conceito de mentor significa alguém experiente, com sabedoria e conhecimentos suficientes para servir de guia a outras pessoas. No ambiente profissional, ele é alguém que inspira, orienta e motiva os outros.

Então, quer saber como funciona esse tipo de treinamento? No post de hoje falaremos um pouco sobre o assunto. Continue a leitura para saber mais!

Afinal, o que faz um mentor?

Um mentor pode adquirir diferentes papéis de acordo com a organização e as necessidades de cada profissional. Ele pode, por exemplo:

  • orientar: esse é o papel mais constante, no qual o mentor assume a função de aconselhar o outro e não deixar que tome decisões precipitadas ou demore muito para decidir e agir;
  • proteger: ele ajuda o orientado a não cometer alguns erros recorrentes ao não conhecimento da área;
  • expor: o mentor contribui para que o mentorado tenha mais visibilidade, e saiba como consegui-la;
  • expandir relações: o mentor é uma figura importante para a criação de networking por alguém que ainda está começando e não conhece tantas pessoas no meio;
  • escutar: ele deve estar sempre pronto a ouvir atentamente a todas as queixas e necessidades do mentorado. No caso de pessoas que já possuem um cargo de liderança, é primordial que tenha um mentor para ouvi-lo;
  • servir de exemplo: pela própria relação que se estabelece, o mentor acaba servindo de modelo, de inspiração para o profissional menos experiente.

Qual é sua importância para as empresas?

Obviamente, o profissional iniciante é beneficiado pela experiência adquirida pela convivência e a orientação do mentor. Por outro lado, o próprio mentor também se beneficia ao ampliar ainda mais sua experiência, o autoconhecimento e horizontes profissionais.

Porém, por que as empresas criam programas de mentoria? É simples: além de se desenvolver mais, os colaboradores (mentores e mentorados) se sentem mais motivados e valorizados pela organização, o que ajuda a aumentar a produtividade e a qualidade do trabalho.

Quem pode fazer mentoria?

Um grande equívoco é pensar que um chefe ou dono da empresa deveria ser um mentor — o ideal é que não se tenha uma relação financeira ou hierárquica entre as partes envolvidas na mentoria. Até pode acontecer, em alguns casos. Mas, geralmente, trata-se de um profissional mais experiente, que guiará e servirá de exemplo.

Por sinal, nem sempre a mentoria é feita para melhorar habilidades técnicas. Na maioria das vezes, o que se procura desenvolver são competências relacionadas à liderança, à comunicação e à própria maturidade profissional.

Dessa forma, o mentor deve ser alguém capacitado e experiente, mas, acima de tudo, ético, responsável, empático e com boa disponibilidade. Ou seja, a mentoria é algo complexo, que exige certa preparação — o que nem sempre é possível em boa parte das empresas.

Nesse sentido, os serviços de uma consultoria podem ser uma boa alternativa, oferecendo externamente tudo o que faz um mentor. Afinal, investir na capacitação dos colaboradores traz benefícios para a organização como um todo.

Existem empresas especializadas em treinamentos e mentorias para ajudar no desenvolvimento dos profissionais. Sem dúvida, vale a pena considerar a opção!

Enfim, gostou de conhecer o que faz um mentor? Ficou interessado em saber mais sobre o trabalho de mentoria? Então entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

Como dar feedback: saiba estimular seus gestores

Por mais aceitáveis que sejam, erros cometidos dentro do ambiente de trabalho remoto ou presencial, devem, eventualmente, ser corrigidos pela empresa. Para conseguir esse resultado, é vital que seus gestores saibam como dar feedback para suas equipes. Infelizmente, uma quantidade considerável desses profissionais não sabe como fazê-lo, ou mesmo não reconhece a importância dessa tarefa.

Se este for o caso dentro da sua empresa, é hora de tomar uma atitude para lidar com essa situação. O quanto antes você puder capacitar seus gestores para oferecer o feedback necessário à sua equipe, melhores tendem a ser os seus resultados.

Para te auxiliar nesta tarefa, vamos falar um pouco mais sobre o por que e como dar feedback dentro de uma equipe. Acompanhe!

Qual a importância de um bom feedback?

Maior integração da equipe

A troca entre gestores e colaboradores não deve ser um julgamento. É uma oportunidade para que os membros da equipe troquem opiniões, deem sugestões e se aproximem mais entre si. Um time mais unido tem chances muito melhores de atingir metas e evitar desgaste ao longo do tempo. Nesse contexto, o trabalho do gestor é mediar a conversa para que ela seja mais produtiva.

Motivação dos profissionais

Saber como dar feedback pode gerar um efeito positivo inesperado na sua equipe. Muitos bons colaboradores perdem o empenho por ficarem sem orientação ou apenas se sentirem inseguros em suas ocupações. Ter alguém que norteie esse esforço pode fazer toda a diferença na hora de determinar seus resultados.

Oportunidade para corrigir erros

Como mencionamos no começo deste artigo, cometer erros não precisa ser algo alarmante: o problema é quando estes se tornam persistentes. E uma das melhores maneiras de sinalizar estes pontos e ajustá-los é através do feedback, seguido de uma avaliação de desempenho regular. Isso faz com que a equipe se aprimore pouco a pouco e eleve a qualidade do trabalho.

Como fazer seus gestores darem um feedback de qualidade?

Seja honesto e direto

Um erro comum sobre como dar feedback é não ir direto ao ponto ou amenizar demais a mensagem. Em parte, isso tem a ver com o estigma de julgar outra pessoa no dia a dia, mas você deve ensinar seus gestores a evitar essa mentalidade. Estabeleça a situação em questão (uma atitude específica), pense no que aquela situação gerou (desentendimento dentro da equipe) e sugira uma alternativa (repensar a forma de falar no trabalho).

Promova treinamentos sobre o assunto

Se você sabe a importância de dar feedback, então sabe que vale a pena investir algum tempo e recursos para que seus gestores façam o mesmo. De acordo com o momento e necessidade, você pode ensinar um grupo de novos gestores a oferecer feedback naturalmente no dia a dia e ainda estimular o resto das equipes a fazer o mesmo.

Estimule os elogios tanto quanto as críticas construtivas

Algumas pessoas pensam que o feedback só é necessário diante de algum erro. Pelo contrário: ele deve ser oferecido tanto diante das falhas quanto dos sucessos. Além de melhorar a confiança de um membro da equipe, isso também reforça que ele está no caminho certo, o que estimula a continuidade daquele comportamento.

Agora que você sabe por que e como dar feedback, é hora de colocar esse conhecimento em prática. Quer se aprofundar mais nesse tema? Então confira nosso artigo sobre o melhor desenvolvimento de um feedback. Até lá!

Gestão de conflitos dentro das empresas: isso muda o jogo

Pessoas diferentes, percepções diversas, culturas, idades e ideologias distintas e o desafio que se coloca: a convivência dentro de um mesmo espaço, atuando como um time, batalhando por resultados comuns e fortalecendo as estruturas de uma organização. Um dos grandes desafios da arte de liderar é a capacidade de gerenciar conflitos e driblar situações adversas que possam interferir no sucesso de uma empresa. O líder precisa estar atento às oscilações dentro da equipe; tais ruídos podem impactar significativamente na performance e comprometer resultados.

Relacionamento interpessoal nas organizações

Relacionamento interpessoal é a maneira como nos relacionamos com as pessoas. A qualidade dessas relações e o tratamento individualizado refletem em bons relacionamentos profissionais. Um bom relacionamento pessoal contribui para um clima positivo dentro da equipe e para a chance de boas realizações e resultados na empresa.

Tão importante quanto as metas de uma organização é a convivência do time responsável por escrever a história de sucesso de uma companhia. Negligenciar conflitos ou ser conivente com determinadas situações dentro da empresa pode alimentar o clima de instabilidade e gerar insatisfação entre os colaboradores e, consequentemente, queda de produtividade.

A conta é bem simples: uma boa gestão de resultados somada a uma equipe em total sintonia com os pilares da organização, em harmonia mesmo na diversidade de ideias e comportamentos, só pode gerar bons frutos. Além disso, o relacionamento com o seu próximo abre portas, cria vínculos, fortalece parcerias e transforma o ambiente.

Como surgem os conflitos nas empresas?

Alguns pesquisadores sobre clima organizacional apontam dois níveis de conflitos existentes dentro das empresas: aqueles de cunho hierárquico, quando as relações de trabalho não funcionam da maneira adequada ou quando o time não estabelece uma boa comunicação entre si, gerando problemas graves na condução dos negócios; e o outro nível de conflito, talvez o mais perigoso de todos, é aquele que contempla a esfera pessoal.

Neste caso, as diferenças surgem a partir do choque de personalidades entre os colaboradores, das diferenças de opinião de cada pessoa e de situações mal resolvidas dentro do time.

Os grandes problemas e conflitos mundiais ocorrem porque um determinado grupo não aceita ou respeita o ponto de vista ou a maneira de ser do outro. O colaborador deve ser convidado a não tentar impor a sua filosofia de vida, suas crenças, preferências e particularidades. Estimule o seu time a aceitar que as pessoas são diferentes entre si e reforce que isso não tira o mérito da personalidade de ninguém.

Um time vencedor é aquele que é livre de julgamentos, preconceitos e atitudes que isolam e afastam os seres humanos. A regra é clara: não faça para o outro aquilo que não gostaria que fizessem para você. Esse exercício começa por você, líder. Lembre-se de que você é o exemplo dentro da empresa, logo, as suas atitudes e ações podem refletir o tipo de time que você tem e gostaria de ter.

O que podemos aprender com os conflitos dentro das organizações?

Devemos tirar lições e ensinamentos até mesmo das situações mais difíceis. Conflitos dentro das empresaspodem sinalizar um problema mais sério, como, por exemplo, a indispensabilidade de aperfeiçoamento da prática da liderança e a necessidade de rever estratégias ligadas à gestão de pessoas.

A partir de problemas nos relacionamentos interpessoais dentro da sua empresa, você pode criar uma atmosfera de inovação e criatividade para sanar os conflitos — uma tarefa que pode ser compartilhada com todos os colaboradores, a fim de melhorar o ambiente corporativo, ajustar a comunicação e promover uma nova visão sobre o negócio.

Um verdadeiro sinal de alerta e um pedido de novas ideias, novas posturas e um novo jeito de se relacionar com as pessoas e os problemas — eis o legado dos conflitos dentro das organizações. Cabe ao líder e à equipe identificarem o que farão com os insumos adquiridos a partir desse quadro. O resultado pode ser revelador e altamente construtivo.

12 passos para melhorar a convivência no ambiente de trabalho e gerenciar conflitos

1. Líder, seja empático: uma boa gestão de pessoas requer o exercício da empatia diária. É preciso enxergar o outro, suas motivações, seus conflitos e necessidades. Acima de tudo, colocar-se no lugar da outra pessoa pode ser o caminho para encontrar as saídas mais estratégicas e gerenciar possíveis situações adversas dentro da empresa.

2. Líder, não tome partido: manter a imparcialidade é uma boa maneira de gerenciar conflitos. Vale a pena entender os fatores que motivaram determinado desentendimento, ouvir todas as partes envolvidas no processo e definir ações e estratégias para resolver a questão. Ao tomar partido, definimos inimigos e aliados e não é isso que você quer, correto?

3. Líder, seja racional na hora de equacionar conflitos: somos humanos, dotados de sensibilidade e emoções que permeiam a nossa personalidade. Contudo, é necessário agir com racionalidade na hora de mediar contendas dentro do ambiente corporativo.

O bom gestor é aquele que consegue imprimir uma marca de liderança humana, sem envolver-se emocionalmente nessas questões. É uma boa maneira de blindar-se e agir de maneira equilibrada e sensata. Nesse caso, a ideia é que o trato seja próximo, mas que o líder não se sinta tomado pelas dores da situação.

4. Líder, deixe claro o seu ponto de vista: muitos gestores pecam pela omissão. Preferem se distanciar do conflito, não opinar e não se posicionar. A rotina estressante, as metas cada vez mais apertadas e a competitividade de mercado fazem com que o líder, em alguns casos, não dê a devida atenção para esses problemas internos, o que enfraquece as relações entre as partes envolvidas no processo.

Gerenciar conflitos é uma excelente maneira de fortalecer laços de confiança e respeito dentro da empresa, por isso, não se omita jamais, mas também não favoreça apenas um dos lados.

5. Líder, crie espaço para o diálogo dentro da empresa: as lideranças que praticam o feedback e reforçam a necessidade de dialogar dentro do ambiente corporativo, tendem a minimizar impactos e conflitos do cotidiano. O colaborador precisa ter consciência de que sempre terá espaço para falar e ser ouvido. Isso evita a criação da chamada “rádio peão”, que assola os corredores das empresas, com os danos nocivos das fofocas e práticas impróprias dentro das organizações.

6. Líder, mantenha a paciência durante os conflitos: é muito fácil perder o controle e se tornar passional durante uma discussão ou uma série de ataques. Entretanto, se o líder se dá o direito de perder a paciência e brigar com os colaboradores, o que os impedirá de fazer o mesmo? Por isso, o líder deve se haver com toda a raiva e manter o diálogo sempre aberto, sem ataques diretos aos envolvidos na situação.

7. Líder, seja assertivo: ao se posicionar e atuar como um mediador, o líder deve ser firme e aparentar confiança. Essa não é uma escolha, é uma condição básica para mediar os problemas no relacionamento interpessoal nas organizações. Dessa forma, você, líder, deve ser uma figura forte e aparentar ser inabalável.

Essa postura e a firmeza — tenha atenção que a firmeza deve ser acompanhada de cortesia e empatia — são os alicerces da negociação nessas situações. Afinal, os colaboradores precisam de alguém para confiar e, ao mesmo tempo, de um exemplo a seguir.

8. Líder, não tenha medo de apontar comportamentos inadequados: alguns comportamentos são completamente inadequados ao contexto organizacional e/ou à lógica de sua empresa. Ainda assim, algumas pessoas insistem em ocorrer no mesmo erro, seja ele na vestimenta, na forma de falar ou na maneira de se portar. Esses pequenos problemas comportamentais, quando observados, devem ser sanados.

O líder pode, e deve, conversar em particular com o colaborador em questão e elencar o que vem acontecendo. Uma medida simples assim pode evitar que, no futuro, surjam conflitos por essas questões.

9. Líder, seja um mediador: por melhor que seja a equipe montada por você, não espere que ela resolva os conflitos interpessoais sozinha. Nessas situações, como já falamos, existe uma forte carga emocional e a razão das pessoas tende a ficar apagada. Por isso o papel de mediador é importante: o líder se faz de ponte, permitindo que a mensagem seja passada de um colaborador para o outro sem que o conflito seja aumentado.

É justamente essa função de mediação que abre a possibilidade de que negociações e concessões sejam feitas.

10. Líder, tome nota e aja estrategicamente: no meio de um conflito, ambos os lados acreditam que estão certos. Uma estratégia eficiente para “quebrar” essa defesa comum é anotar tudo o que cada colaborador está falando para justificar o conflito. Depois de anotado, comece a questionar item por item, mostrando o impacto daquela forma de pensamento dentro da empresa.

11. Líder, não dê ordens: caso você, líder, resolva o conflito por meio de ordens, saiba que os colaboradores apenas não brigarão mais em sua presença. Por respeitarem sua posição eles não o contestarão e assumirão a postura desejada, mas isso fará com que você tenha pessoas insatisfeitas e desmotivadas por não terem sido ouvidas.

Por isso, a melhor estratégia para resolver ou amenizar os problemas de relacionamento interpessoal nas organizações é por meio dos insights. Faça com que as pessoas pensem sobre o assunto da briga e cheguem, por si só, à conclusão de que aquilo é desnecessário e danoso.

12. Líder, busque ajuda especializada: a Asas DH oferece serviços personalizados de acordo com as necessidades dos gestores. O Coaching, seja na modalidade individual ou de equipe, pode fornecer técnicas e estratégias para blindar a sua equipe dos efeitos ruins dos conflitos internos e ajudar a melhorar o relacionamento interpessoal nas organizações. Sempre é tempo de aperfeiçoar a sua maneira de liderar e conduzir os resultados de sua equipe.

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Vilão da produtividade: como combater o retrabalho nas empresas?

retrabalho

 

Não é de hoje que o ser humano vive uma relação complexa e delicada com o tempo. É muito recorrente encontrar pessoas desejando “dias com mais horas” ou aquelas que lamentam estar sempre atrasadas e com dificuldades de honrar tarefas e compromissos — ou de equacionar vida pessoal e profissional.

No universo corporativo não é diferente. As empresas sofrem com um inimigo oculto da produtividade: a falta de gestão do tempo, muitas vezes, culmina no fenômeno chamado retrabalho, um verdadeiro perigo nas organizações.

O líder precisa estar atento aos ruídos que interferem nos resultados e, com atitudes simples e um novo olhar acerca da gestão de falhas, gerar impactos altamente positivos na condução dos negócios. Que tal falarmos um pouco mais sobre o retrabalho e como podemos gerir esse problema? Continue a leitura!

A retificação de trabalhos no universo corporativo

Vivemos tempos vertiginosos em que a concorrência e a competitividade de mercado forçam escolhas rápidas, obrigando os gestores a tomar decisões de maneira estratégica e panorâmica. O cenário atual revela a necessidade de um time preparado para oscilações, resistente a mudanças e com uma capacidade de assumir uma postura multitarefa.

Contudo, no desafio de dinamizar processos e criar uma empresa mais ágil, algumas lacunas surgem pelo caminho e descortinam um quadro crônico nas organizações: em nome da pressa, dos resultados e dos “embates comerciais”, as pessoas estão se comunicando menos, criando menos laços, inflando ações imediatistas e, como consequência, têm de refazer determinada tarefa por falta de uma unidade dentro do trabalho.

Mas… O que é o retrabalho?

Se ainda resta alguma dúvida, vamos explicar: o retrabalho consiste no ato de corrigir tarefas que deveriam ter sido entregues em sua versão final. Quando ocorre algum erro de execução, ou o pedido do cliente não é entendido em sua totalidade pela equipe de produção, ou uma tarefa pode precisar de ajustes e, em alguns casos, terá de ser completamente refeita.

Como a correção de tarefas atrapalha a empresa?

empresa é um órgão vivo e depende de um bom funcionamento para gerar resultados. É necessária uma ação integrada, em que todas as partes envolvidas primem pelo bom andamento de todas as etapas fundamentais para escrever uma história de sucesso.

Se, no decorrer deste trajeto, ocorrem atrasos por displicência, falta de comunicação, liderança negligente ou ausência de alinhamento com o time, fatalmente a organização sofrerá consequências relevantes quanto à produtividade e à performance.

Dentre dezenas de indicadores de sucesso e resultados dentro de uma organização, certamente o retrabalho deve ser uma prática considerada, avaliada e extinta. Afinal, trata-se do responsável por boa parte dos custos de uma organização (e de seus prejuízos).

E você, líder, já conversou com a sua equipe sobre os danos causados por tal prática? Como ocorre a administração do tempo de execução de tarefas? Há uma comunicação entre os setores, a fim de minimizar possíveis falhas que possam gerar refações?

Está claro que o exercício da liderança é como uma obra aberta, com desafios diários e a missão de colocar o seu time para batalhar por resultados na mesma sintonia, garra e vontade. Colocar a casa em ordem, alinhar pontos fracos e fomentar a comunicação e o feedback podem revolucionar a sua maneira de liderar.

Os prejuízos do retrabalho nas organizações

Retrabalho custa caro. Se uma tarefa tiver que ser refeita, o colaborador (ou um setor inteiro) precisará, mais uma vez, ser alocado para tal fim. Se avaliarmos questões ligadas ao custo/hora/homem, teremos um gasto duplicado — em alguns casos, há a necessidade de horas extras e de redefinir o escopo de trabalho por conta do ocorrido.

Tudo isso, além de atrasar outras demandas urgentes, pode resultar em prejuízo, queda na produtividade e diminuição na lucratividade da empresa. E a situação se agrava caso a companhia trabalhe com commodities e tenha uma margem de lucro baixa.

Como se os pontos acima não fossem ruins o bastante para a empresa, ainda existem outros efeitos colaterais que o retrabalho traz. Confira:

Estresse generalizado

Já conversamos sobre a importância de um bom clima organizacional para unificar um time. Além dos danos financeiros causados pelo retrabalho, tal prática, muitas vezes, altera os ânimos dentro de uma empresa e potencializa possíveis conflitos internos por conta das cobranças de gestores e fornecedores e da necessidade de “apagar incêndios”.

Desmotivação

O líder que não blinda a sua equipe para os malefícios do retrabalho abre, em boa parte dos casos, precedentes para um time com pessoas desmotivadas. Os colaboradores, ao serem convidados a repetir tarefas por conta de falhas de comunicação, planejamento equivocado ou decisões precipitadas, tendem a assumir comportamentos mecânicos, pouco proativos e com grande potencial de propagar tal insatisfação pelos corredores da empresa.

Afastamento de clientes

Quando um time se depara com a necessidade de refazer uma tarefa ou ação conjunta, há, muitas vezes, um cliente externo que será prejudicado pelo gargalo na organização. Em tempos de consumidores sedentos por qualidade, prazo e bom atendimento, atrasar uma entrega pode ser o estopim para que procurem a concorrência e levem uma imagem negativa para o mercado (aquilo que chamamos de “propaganda boca a boca.”)

As formas de minimizar o retrabalho e potencializar os resultados

Mesmo com todos os males gerados, acabar com o retrabalho é possível. Por meio de algumas medidas burocráticas, é possível garantir maior fidedignidade nas informações passadas aos colaboradores, evitando gargalos que corroborem com uma entrega de baixa qualidade ou diferente da esperada.

Dessa forma, conhecer mecanismos, ferramentas, metodologias e práticas para planejar, gerir, acompanhar e organizar o processo de trabalho é fundamental. Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para vencer o vilão do retrabalho. Veja:

Comece pelo planejamento estratégico

Quer combater os efeitos daninhos do retrabalho dentro da sua empresa? Que tal investir em planejamento estratégico? O time precisa ter conhecimento sobre os prazos e a importância de cada tarefa.

Faça uma gestão de pendências, delegue funções, estabeleça datas e mostre o quanto a ação conjunta potencializou o resultado da empresa. O reforço positivo continua soberano dentro das técnicas de persuasão.

Use o checklist com sua equipe

Crie o hábito do checklist compartilhado, mesmo que setorizado. Os colaboradores ficarão mais seguros se tiverem uma visão panorâmica sobre as tarefas daquele dia ou de um período em específico.

Tal ação favorece o diálogo sobre possíveis ruídos na execução e a adequação imediata dos esforços dentro do time. Além disso, a equipe fica ciente de qual prazo precisa para se dedicar a cada etapa, o que evita correrias desnecessárias ou um gasto exagerado de tempo.

Assuma os erros e permita-se ser humano

Outra dica de ouro é assumir erros. Muitos líderes temem perder a credibilidade ao assumir falhas ou planejamentos equivocados. Contudo, essa postura humanizada e a abertura para rever posicionamentos pode aproximá-lo do time, que, em contrapartida, sairá em busca de equacionar os efeitos negativos refletidos na companhia.

Faça uso de softwares de gestão

Nem sempre é possível que o líder acompanhe o trabalho de todos os colaboradores pontualmente. Nesse caso, você pode contar com softwares de gestão para monitorar a produção de cada pessoa da equipe em tempo real. Esse tipo de tecnologia permite mensurar:

  • onde o tempo de trabalho está sendo gasto;
  • quem está fazendo qual parte do projeto;
  • em quanto tempo, mantendo o ritmo, a tarefa estará completa.

Automatize processos

O retrabalho é, em muitos casos, causado pela deficiência humana de executar várias etapas repetitivas corretamente. Um exemplo disso é quando o líder precisa informar sobre partes específicas de um projeto para sua equipe: ao entrar em contato com os colaboradores, alguns dados podem ser esquecidos ou passados para a pessoa errada.

Esse tipo de deslize não aconteceria se a empresa estivesse fazendo uso de algum software que registrasse as informações e direcionasse-as ao destinatário correto. Na dúvida e na falta de verba, até o e-mail pode cumprir essa função.

Mantenha uma posição disponível

Durante um projeto, dúvidas surgirão. E é imprescindível que você esteja disponível para auxiliar os colaboradores sempre que for necessário.

Uma orientação simples, apenas para nortear alguém, pode fazer a diferença entre um projeto adequado às expectativas do cliente e uma entrega totalmente desajustada com a proposta inicial. Por isso, vale a pena gastar alguns minutos por dia para desafogar as dúvidas dos funcionários.

Não tenha medo de fazer reuniões

Você sabe, exatamente, o que deve ser produzido, como isso precisa ser feito e em quanto tempo? Normalmente, o líder tem ciência de todos esses detalhes, mas sua equipe dificilmente tem acesso a tanta informação. Dessa forma, os colaboradores são dependentes daquilo que é passado pelo gestor para executarem suas tarefas.

Por isso, realizar reuniões periódicas, apresentar o que será feito, delimitar objetivos e aparar arestas é um investimento imprescindível. Acredite: o tempo despendido nesses encontros de equipe é infinitamente menor do que aquele gasto quando um retrabalho é necessário.

Comunique-se — essa é a base de tudo

Acima de tudo, aplique a boa comunicação com o seu time e transforme-a em um diferencial competitivo da sua empresa. Uma equipe alinhada, engajada e motivada é muito mais propensa a gerar resultados, batalhar por melhores índices e ampliar a produtividade da organização.

Percebeu como é fácil e, ao mesmo tempo, cansativo evitar que os colaboradores precisem refazer trabalhos? Basta dedicar algum tempo à orientação do pessoal, contar com a ajuda da tecnologia e ter sempre uma diretriz de trabalho: esses pontos já podem ser suficientes para evitar o retrabalho no futuro.

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Desafios da liderança: como escalar o time perfeito?

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Vencer é um verbo que fica muito melhor quando conjugado no plural. O ser humano não foi projetado para ser “ilha”: viver e agir isoladamente. Daí a importância dos grupos e papeis sociais que reforçam a premissa de que somos mais assertivos quando atuamos como um time; mesclando talentos e potencialidades diversas em busca de um objetivo comum. Estar conectado com as pessoas certas é o princípio para materializar sonhos, metas e desejos. No universo corporativo não é diferente: o sucesso de uma empresa depende das pessoas que acreditam nesta missão e fazem disto um propósito de vida.

Liderança e resultados com foco no capital humano

Dentre os desafios mais recorrentes no exercício de uma liderança plena questões ligadas a recrutamento e seleção merecem um destaque devido à sua importância e impacto dentro das organizações. Preencher uma posição demanda diversos esforços e um investimento alto: financeiro e do tempo das pessoas envolvidas para a contratação: desenho da função e dos perfis ideais para ocupá-la, análise de currículos, entrevistas e outras rotinas pertinentes neste cenário. Existe uma expectativa em torno deste processo, uma vez que uma empresa é um órgão vivo, que não pode parar e necessita de suporte humano para produzir e gerar os resultados necessários para que ela escale cada vez mais. Se o colaborador escolhido para o cargo não estiver alinhado com as necessidades da organização, fatalmente o líder sofrerá com ruídos de performance e, consequentemente terá de demandar mais tempo para ajustar o quadro dentro do novo cenário.

Atualmente, com a ampla concorrência de mercado e as constantes oscilações econômicas, buscar um diferencial competitivo tornou-se tarefa imprescindível para a sobrevida de qualquer negócio. Neste interim, muitas lideranças apostam em estratégias ligadas a produtos e serviços para superar a crise e driblar condições adversas, contudo, uma visão mais abrangente sobre o capital humano da empresa, o time que você tem e o time que deseja ter pode resultar na mudança que a empresa precisa para atingir bons resultados e faturar mais.

O real sentido da liderança

Gostar de gente; eis uma das principais características de um líder de sucesso. Isso significa estar atento às nuances do comportamento humano e aos diferentes estilos de pessoas. Essa diversidade humana contempla uma gama de atributos essenciais para que o time funcione bem.

Como um bom “técnico” que avalia pontos positivos, cria estratégias que possibilitam a vitória do seu time, que oferece feedback constante sobre as adequações necessárias dentro da equipe, que motiva e inspira através da fala e das ações; o líder, dentro de uma empresa, precisa entender a abrangência e a importância do seu papel para que a vitória seja uma constante no cotidiano da equipe.

A escalação do “time dos sonhos”

Muitas empresas pecam pelo imediatismo na contratação ou na falta de preocupação em verificar se o candidato possui o perfil desejado para assumir a posição. A pressa e a superficialidade no processo de recrutamento e seleção podem dar muitas dores de cabeça para as organizações. Surge, cada vez mais a necessidade de valorizar esta importante etapa na formação do time que vai vestir a camisa da empresa. Afinal, o colaborador ideal é aquele compatível com as atividades atribuídas ao cargo e da cultura organizacional da empresa.

Algumas ferramentas facilitam o processo de contratação e possibilitam a escolha de candidatos alinhados com as expectativas da empresa e dos líderes de cada departamento. Uma excelente maneira de otimizar tempo, reduzir gastos e abrir caminhos para uma melhor performance do time liderado.

A Asas DH oferece uma ampla consultoria de Recrutamento e Seleção, com todo o suporte necessário para otimizar este processo e torná-lo viável e eficaz. Dentre as estratégias oferecidas, vale a pena destacar a abrangência e profundidade do Teste de Compatibilidade com o Cargo (HJA) e o DISC (PPA):

– Teste de Compatibilidade com o cargo, o chamado HJA, uma ferramenta que identifica as exigências comportamentais ideais para cada cargo. Uma maneira de desenhar, de maneira detalhada, o que a empresa e o líder esperam daquela função e os requisitos necessários para que um candidato possa concorrer àquela vaga.

– O Teste de Perfil Comportamental, o DISC (PPA), que tem como objetivo conhecer o padrão comportamental e o estilo de atuação de cada profissional. Dessa forma é possível potencializar o desenvolvimento do candidato de forma consistente, pois é conhecido pontos fortes e fracos de cada profissional).

O DISC é uma metodologia que possibilita a análise comportamental das pessoas a partir de quatro fatores: dominância, influência, estabilidade e conformidade. Esta técnica vem ao encontro de um pensamento inovador e mais humano: todas as pessoas têm potencial para atingir o sucesso, desde que estejam exercendo funções e papéis adequados ao seu perfil.

A Análise do Perfil Pessoal é indicada para conhecer as limitações e potencialidadesdos colaboradores e possíveis candidatos aos cargos da empresa. Um relatório que possibilita um mapeamento sobre as necessidades, anseios, estilo e características psicológicas do analisado. Nesse relatório o RH recebe um Guia do entrevistador, com um plano de ação passo a passo para desenvolver os pontos fracos daquele candidato. Ter essas informações evita o turnover nas organizações e facilita a “escalação” de um time muito mais coerente com a realidade do negócio.

Com as informações sobre o perfil de cada colaborador, fica muito viável para o líder criar meios para facilitar o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Elementos que possibilitam treinamentos mais certeiros, vivências personalizadas e ações voltadas para esta pessoa possa desenvolver as características esperadas pela organização.