Performance e planejamento estratégico

Você consegue imaginar o que performance e planejamento estratégico têm em comum?

Pois bem. Muito mais do que você imagina!

Vamos relembrar: planejamento estratégico significa planejar com inteligência, ou seja, criar um plano para alcançar um ou mais objetivos e explorar no decorrer do processo as melhores condições para se chegar até ele(s) com o máximo de sucesso possível.

Para que o planejamento estratégico seja executado de forma ágil e proveitosa existem dois tipos de metas a serem traçadas nesse plano: as metas de performance e as metas de aprendizado. Ambas andam juntas.

Entendendo os termos

Performance é algo que você faz e o conduz a uma mudança observável pelo mundo exterior, ou seja – todos veem, está relacionada a números.

Já o aprendizado é o que você faz e o conduz a uma mudança no mundo interior e muitas vezes é resultante de uma interação com o mundo exterior. Exemplo:

  • Em dado momento da sua carreira profissional você foi promovido à líder e não estava satisfeito com a forma como estava lidando com sua equipe. Ao longo do processo, você percebeu que isso na verdade estava acontecendo porque você precisava desenvolver sua capacidade de autoliderança para poder liderar os outros e foi atrás desse aprendizado.

Diferença entre as metas

Como dissemos anteriormente, para fazer um planejamento estratégico é preciso performar bem e ter aprendizado, e tudo isso acontece através da definição das metas.

As metas de performance são o lado tangível dentro desse planejamento, elas podem ser analisadas através de métricas.

Exemplos de metas de performance:

  • Aumentar o salário ou metas e vendas em 10% antes do fim do ano.
  • Ter uma equipe mais eficaz visando os resultados x,y e z.
  • Terminar o relatório.
  • Criar um novo plano de desenvolvimento.

Já, as metas de aprendizado são:

  • Aumentar a capacidade de liderança.
  • Superar um medo de rejeição.
  • Eliminar o estresse.
  • Aumentar a capacidade de escuta.

Perceba a diferença! As metas de aprendizado não são tangíveis no exato momento em que ocorrem, ou seja, no momento do aprendizado.

No entanto, elas têm papel fundamental no alcance da performance (que é tangível), pois estão diretamente ligadas ao nosso autodesenvolvimento e para se chegar a uma boa performance, é preciso muito, muito autodesenvolvimento.

Aqui, conseguimos compreender com clareza o ponto onde ressaltamos que as metas de performance e aprendizado andam juntas.

Comece agora mesmo o seu planejamento estratégico para performar ainda mais

Seja para sua empresa ou para sua vida pessoal, o planejamento estratégico é um excelente aliado no alcance de resultados e melhorias.

A execução de um planejamento estratégico bem estruturado pode ajudá-lo a potencializar a sua performance em questões individuais e a da sua equipe durante o desenvolvimento de um projeto, por exemplo.

Você tem novos objetivos?

É incrível o quanto planejar estrategicamente está diretamente ligado ao desenvolvimento da performance.

Com esse ‘plano’ em mãos as pessoas tomam mais consciência do que precisam fazer para chegar onde desejam, e dessa forma, seus passos se tornam mais calculados e consequentemente mais certeiros.

O planejamento estratégico é uma forma excelente de melhorar a performance e consequentemente aperfeiçoar diferentes competências, chegando mais próximo do que se deseja e inclusive, a lugares ainda melhores, pois habilidades serão treinadas.

A Asas DH que desde sempre não só apoia como oferece diferentes soluções para o desenvolvimento humano possui uma gama de Soluções In Company e Mentorias para te ajudar a pensar em um planejamento estratégico e formas de melhorar a performance, seja dentro da sua empresa ou para sua vida. Conte conosco!

Dinâmica para performance

Muitas vezes, é difícil encontrar uma forma de demonstrar para a equipe a importância de determinados assuntos e principalmente de estimular o aprendizado deles diante desses assuntos.

Você já parou para pensar, por exemplo, como falar sobre performance com o seu time? Será que compartilhar um artigo que todos leiam com o tema é o suficiente? Será que eles entenderão a mensagem?

Por esse motivo, alguns temas precisam ser trabalhados de forma prática, é necessário proporcionar a vivência para que haja o entendimento efetivo sobre o que aquilo realmente se trata.

Uma forma de incentivar e demonstrar a importância da performance para uma equipe (um assunto tão abordado ultimamente) é utilizando dinâmicas, que podem ser conduzidas por seus líderes diretos ou por áreas de apoio – como a de recursos humanos e consultorias especializadas.

Como elaborar uma dinâmica para performance efetiva

A premissa da dinâmica para performance é que ela deve ser estruturada para que um resultado seja alcançado. E aqui, a ação de alcançar o resultado pode não estar ligada a uma métrica por exemplo, mas a algo mais abstrato como conseguir identificar um ponto de dificuldade/falha dentro da equipe.

Nessa atividade, o resultado é muito particular e vai de encontro ao que é necessário melhorar dentro do time para que a performance realmente: 1. Seja desenvolvida no dia a dia, até que 2. Comece a fazer parte da rotina de modo a ser sentida naturalmente nas ações.

O facilitador de uma dinâmica assim deve a todo instante trazer o grupo para o foco de: “o que podemos fazer para alcançar x resultado? Quais são as nossas melhores estratégias? E incentivar que o máximo de assuntos possíveis sejam discutidos e abordados ao longo da atividade, até tentar “esgotar” as ideias.

É preciso ter tato e habilidade comunicativa para incentivar o pensamento fora da caixa, pois, só se pode falar de performance dentro de um grupo de pessoas, se esse grupo se esforça para pensar diferente.

Atividades como as dinâmicas ajudam exatamente nesse ponto: envolver a equipe com novas ideias. Propor um ambiente em que seja possível desconstruir pensamentos e dar abertura ao novo.

Para alcançar o tão almejado resultado e sentir que a dinâmica de fato colaborou para equipe performar ou entender a importância disso, é indispensável percorrer um caminho estratégico e mais do que necessário trazer à tona alguns pontos no decorrer na atividade. É preciso:

  • Trabalhar cultura.
  • Definir um objetivo.
  • Contar com facilitadores realmente capacitados.
  • Definir o melhor método.
  • Comunicar e engajar a todo instante.
  • Avaliar o retorno da atividade e principalmente, compartilhar com a equipe qual foi esse retorno.

De modo geral, esses pontos precisam ser trabalhados, porque eles são capazes de diminuir o impacto e até mesmo erradicar pontos cruciais que muitas vezes impedem equipes de performar. Vamos refletir, juntos!

Você já identificou dentro do seu time:

  • Fofocas?
  • Retrabalhos?
  • Pessoas incomodadas umas com as outras por retrabalhos?
  • Estresse? Sentimos de infelicidade? Insatisfação?
  • Colegas que não se suportam?
  • Reuniões longas que não levam a lugar nenhum?
  • Sensação de incompreensão, como: “meu líder não faz ideia do que passamos aqui. Ele não se importa conosco?”

Pois bem. Todos esses fatores influenciam diretamente na performance das pessoas e precisam ser trabalhados se a ideia é mudar o cenário.

A dinâmica para performance é o primeiro passo

Parte das empresas estão sempre dedicando muito tempo e esforço para tentar resolver problemas “bobos” dentro dos times, ou no pior dos casos, minimizando-os, o que tira o foco para que se dediquem a questões mais estratégicas e que gerarão resultados a longo prazo, como o trabalho da performance dentro das equipes.

Atividades como as dinâmicas são o primeiro passo rumo a implantação de novas soluções estratégicas que deem visibilidade ao incentivo da melhoria de performance, para que seja possível construir pouco a pouco uma organização mais forte e perene.

O trabalho da performance dentro das empresas estimula a cooperação e a união entre as pessoas, fatores extremamente importantes se o desejo da companhia é de ultrapassar seus competidores.

Atualmente, é necessário ir além: não é mais o suficiente pensar apenas no trabalho das pessoas, é preciso pensar em como elas trabalham individualmente e juntas. Avaliar e trabalhar a performance do todo.

Como está a performance da sua equipe? O que pode melhorar? Nós da Asas DH estamos prontos para ajudá-lo. Conheça as nossas Soluções In Company e vamos todos performar muito melhor a cada dia e juntos!

Performance

Aposto que você tem ouvido muito a palavra performance e acredite, tal fato não tem acontecido por modismo e sim por necessidade.

O Mundo VUCA (sigla que representa a ideia de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade do mercado) chegou há algum tempo e trouxe um contexto em que exige de pessoas e empresas: agilidade, ousadia e criatividade. Pontos que dificilmente são observados em times de baixa performance ou em que a performance não é ao menos trabalhada.

Manter equipes de alta performance ou melhor, em alta performance é um desafio diário e necessário para as empresas que desejam manter em crescimento o alcance de resultados.

Performar deve ser um compromisso do indivíduo e incentivado adequadamente por aquele que o orienta, para que os objetivos fiquem claros a todos, e então o progresso ocorra.

O que impede um time de performar?

Os motivos muitas vezes estão tão enraizados no dia a dia corporativo que ou não são mais vistos ou são tratados como comuns, como causas de qualquer questão, exceto da baixa performance da equipe.

Pontos como:

  • Fofocas
  • Retrabalhos
  • Pessoas incomodadas umas com as outras
  • Sentimentos como descontentamento com a empresa, com o grupo, estresses frequentes
  • Colegas que não se suportam
  • Reuniões longas que não levam a lugar nenhum
  • Sensações de incompreensão, como: “meu líder não faz ideia do que passamos aqui, ele não se importa conosco!”

Dispersam os colaboradores.

Assim, os objetivos ficam cada vez mais confusos. O foco se perde e consequentemente, o que temos são pessoas que performam cada vez menos.

Se chegamos ao estágio em que esses pontos são alimentados sem ser trabalhados, o que pode acontecer é inclusive, uma crise de gestão.

O que algumas empresas ainda não enxergaram é que exigir performance de um time com a esperança de que ele foque toda sua atenção apenas para encontrar novas formas para aumentar o faturamento do negócio, não é mais efetivo.

Empresas têm sim fins lucrativos e o seu maior objetivo é arrecadar cada vez mais. Mas, motivar a equipe em curto prazo para o alcance de metas não garante resultados expressivos a longo prazo e menos ainda a competitividade de mercado.

Para colher bons frutos é preciso trabalhar a questão-chave. É preciso trabalhar a performance desse time. Olhar para pontos como os citados acima e se dedicar a entender onde está verdadeiramente o problema, quais são os reais impeditivos para que a equipe trabalhe em um fluxo melhor, tenha mais sintonia, harmonia e vontade de fazer acontecer.

Essa compreensão fará com que o time tenha respostas concretas sobre o que precisa ser mudado e assim ser capaz de agir de forma mais assertiva para erradicar ou ao menos diminuir cada um dos empecilhos encontrados.

A medida em que esses pontos são superados, o colaborador se envolve cada vez mais, e essa maneira de trabalhar passa a fazer parte da sua rotina de forma natural, melhorando então, a sua performance.

Pronto! Agora sim, a empresa tem a chance de melhorar o seu faturamento e diversas outras questões.

Pensar e pensar diferente

Só existe uma forma de começarmos a falar sobre performance dentro das empresas, e essa forma é estimulando que o colaborador comece a não só pensar, mas pensar sobretudo, diferente.

Pois, se uma companhia quer que sua equipe performe de forma competitiva com o mercado, ela precisa instigar a coragem, a união, o partilhar de ideias para que se chegue a um melhor consenso e estratégias.

Além disso, e tão importante quanto, é que todos estejam sempre orientados ao mesmo objetivo. Pois, se em algum momento um se “esquecer” do alvo, os outros funcionarão como seu ponto de apoio para lembrá-lo e auxiliá-lo no alcance desse alvo.

Empresas que contam com equipes de performance efetiva não fazem mais do mesmo, estão sempre em busca de inovação, de novas soluções, pensando exatamente em como fazer diferente.

Você está em busca de maneiras para fazer sua equipe performar? O que falta para que todos vocês caminhem juntos? Pensem diferente?

A Asas DH oferece Consultoria e Soluções In Company de acordo com as necessidades do seu negócio. Nosso time multidisciplinar está disposto a te auxiliar. Conheça as nossas soluções.

Dinâmicas com gamification

Existem diversas formas de aplicar o gamification ou gamificação em dinâmicas. Por ser uma estratégia flexível e adaptável basta entender alguns pontos para começar a desenhar o conceito da atividade.

Perceba que dissemos que é preciso entender esses pontos e portanto, a melhor forma de fazer isso é através da reflexão, ou seja, de questionamentos capazes de auxiliar na construção de uma estrutura com base sólida. Sendo assim, use perguntas como:

  • Qual é o público-alvo? Essas pessoas têm que idade? Pertencem a que cargo? Têm qual nível de escolaridade? São pessoas mais abertas a desenvolver atividades práticas ou há uma restrição?
  • Qual é o objetivo da ação? Desenvolver habilidades? Fixar o conteúdo de algum material que auxilia essas pessoas em suas tarefas diárias? Integrar a equipe?
  • Quais são os recursos disponíveis para realizar dessa ação? Um auditório? Área externa da empresa? Uma sala pequena? Papel? Caneta?
  • Quanto tempo há para realização da atividade? Ela será como uma pílula de aprendizagem e terá poucos minutos? Será utilizada na abertura/fechamento de uma reunião?

Esses questionamentos e outros que você achar necessários, auxiliam a pensar qual é a dinâmica mais efetiva para o momento.

As dinâmicas com o uso da gamificação permitem que os acertos sejam instantemente recompensados com congratulações, e que os erros sejam sentidos com a perda de pontos, facilitando a visualização do que precisa ser feito e quais estratégias precisam ser repensadas para que se alcance o objetivo.

Esse processo facilita a evolução de quem está vivenciando a dinâmica, pois deixa essa pessoa mais atenta aos obstáculos e mais determinada a superá-los. Assim, ela entende o que precisa melhorar e quais são os seus pontos fortes.

Não há forma mais eficiente de ensinar algo, do que permitir que a própria pessoa reconheça o que está certo, errado, o que precisa ser mudado e como mudar isso.

Veja agora 3 exemplos de dinâmicas com o uso do gamification.

Dinâmica “quebra gelo”

Esse estilo de dinâmica é ideal para o começo de eventos, treinamentos e até mesmo entrevistas. Momento em que as pessoas ainda estão tímidas e precisam se soltar para que tudo flua de forma leve e integrativa.

Uma excelente opção de dinâmica quebra gelo com o uso do gamification é desenvolver uma forma de as pessoas se apresentarem de forma descontraída. Afinal, falar de si mesmo ainda é uma grande dificuldade para muita gente.

Para realizar uma dinâmica quebra gelo com o uso da gamificação imprima cartas com imagens de paisagens/objetos/situações e peça para que a pessoa escolha a carta com a qual mais se identifica.

Depois, peça para que ela fale o porquê se identifica tanto com aquela carta e pouco a pouco você perceberá que a pessoa conseguiu encontrar uma nova forma para falar de si mesma: utilizando metáforas.

Se estiver em grupo, você pode pedir para que todos votem na melhor apresentação e depois, presentear a pessoa com um simples bom bom. Isso vale também se estiver sozinho com a pessoa. Essa ação demonstra reconhecimento pelo o que ela fez e o aproxima de uma pessoa ou cria a conexão entre várias.

Dinâmica de feedback

Muito se fala em feedback e ele ainda é um algo que algumas lideranças deixam a desejar, muitas vezes inclusive, por dificuldade em saber qual é a melhor forma de fazê-lo.

Por isso, dinâmicas de feedbacks são ideais para treinamentos de lideranças.

Uma maneira de ensinar líderes a realizarem feedbacks de forma efetiva é objetificando ideias, ou seja, fazendo com que eles falem de coisas e não de pessoas. Você pode utilizar a metodologia da LEGO® SERIOUS PLAY® para essa dinâmica.

Dê aos líderes uma situação problema e peça para que eles criem uma solução capaz de erradicar esse problema utilizando as peças da Lego, dentro do período de 10 minutos.

Em seguida, solicite que cada um comente sobre a sua solução dizendo qual foi a maior dificuldade que encontrou ao criá-la.

Depois, peça para que eles comentem sobre a solução desenvolvida por seus colegas apontando o porquê ela poderia dar certo ou o porquê não daria.

Ao final, proponha que eles votem na melhor solução e premie e grande vencedor.

Faça um desfecho da atividade, provocando os líderes a entenderem o quanto foi difícil falar sobre a solução de seus colegas e que estratégia eles usaram para falar se ela daria certo ou errado, de forma a não gerar nenhum desconforto negativo, mas sim, apenas cumprir os requisitos de mostrar a todos qual a solução mais eficiente.

Assim, eles entenderão ou menos terão diversos insights sobre o que precisam fazer para dar feedbacks efetivos e construtivos a pessoas também.

Dinâmica para desenvolver o conhecimento

Esse estilo de dinâmica é ideal antes de começar um dia de trabalho e para a capacitação de vendedores, sejam eles vendedores de produtos ou serviços.

Aqui, o objetivo é que eles pratiquem o conhecimento sobre aquilo que vendem, para que se sintam mais seguros e consequentemente melhorem suas argumentações no momento em que estiverem em contato com o cliente.

Para praticar essa atividade o ideal é estar em grupo, assim a troca de conhecimento será ainda maior e você é capaz de desenvolver o espírito de colaboração entre as pessoas da equipe.

Vamos ao exemplo!

Suponha que você tem uma farmácia e deseja aumentar a venda de um determinado grupo de produtos dermocosméticos, pois eles são excelentes potencializadores de receita. Então, o seu desafio é treinar os vendedores para:

  1. Oferecem o produto ao cliente de forma efetiva, criando oportunidades de venda.
  2. Saberem os benefícios de cada produto para garantirem uma argumentação vendedora e vencedora.

O nome do jogo pode ser: “saiba tudo e venda mais”.

Separe os seus vendedores em duas equipes e crie uma disputa entre elas.

Para isso, estabeleça critérios. Você deve saber qual o conhecimento necessário para os dois pontos pré-estabelecidos acima.

Crie uma planilha: você precisa ter uma coluna com esses critérios escritos e outra com “pontos”.

Peça para que os grupos criem uma demonstração de atendimento contemplando os dois pontos pré-estabelecidos por você. Ao longo da demonstração, vá preenchendo os pontos.

No final, faça à somatória e descubra qual foi o time vencedor. Comunique isso e dê feedbacks.

Se o time “A” venceu diga que ele venceu porque cumpriu “x” critérios e comunique ao time “B” o que faltou em sua simulação de venda para que ele fosse o vencedor.

Essa é a parte mais importante do jogo. Porque assim, eles entenderão quais são os conhecimentos necessários que precisam ter para estarem 100% alinhados aos seus critérios.

Você pode presentear o time vencedor com algo simples, ou pode criar uma série de jogos e fazer com que esse primeiro garanta apenas mais pontos para uma disputa final.

Criar disputas entre vendedores funciona muito, já que eles têm um perfil de competição muito mais aguçado do que diversos outros profissionais. Vendedores se estimulam por bater metas e conquistar algo em troca por elas. Desenvolver um jogo e dar pontos ou premiações por acertos é fazer exatamente isso.

Quer desenvolver dinâmicas na sua empresa com o uso do gamification? Entre em contato conosco e conheça nossos treinamentos In Company.

Dinâmica

Se você é um profissional de RH com certeza já deve ter ouvido a seguinte frase: “por favor, venha fazer uma dinâmica no meu departamento, as coisas não estão indo muito bem por aqui, meu time está se desentendendo com frequência”.

Ou: “eu gostaria de fazer algo de diferente com a minha equipe para motivá-los. Você tem alguma sugestão de dinâmica?”.

Situações assim, nos mostram o quanto as dinâmicas são vistas como uma alternativa para resolver problemas de relacionamentos entre pessoas de uma mesma equipe e como uma estratégia para provocar nos colaboradores sensações mais positivas.

A verdade é que elas podem ser sim usadas para contribuir com questões assim, mas o que muitos ainda não enxergam é que as dinâmicas não têm só a função de “apagar incêndios” dentro de uma empresa. Elas vão muito além disso.

Então, não basta olhar para o RH e dizer: “vem aqui fazer uma dinâmica”, pois só isso não terá efetividade.

Apesar de serem feitas muitas vezes, em forma de “brincadeira” para criar ambientes mais descontraídos e agradáveis, as dinâmicas devem ser levadas a sério, ou seja, precisam ter um propósito sério, mesmo que esse propósito signifique por exemplo quebrar o gelo antes do início de um treinamento de forma mais leve e criativa.

Porque, ser leve e criativo nas atividades com a equipe não demonstra falta de compromisso, de responsabilidade com ela. Demonstra apenas uma forma de alcançar um objetivo, de solucionar uma questão.

Dinâmicas não são mágicas transformadoras, são atividades com fundamentos. Não é o momento “oba oba” da empresa, é o momento que deve ser aproveitado da melhor forma possível para contribuir com qualquer questão que seja.

O que é considerado uma dinâmica?

Dinâmicas são atividades conduzidas por um facilitador – geralmente com formação nas áreas de Recursos Humanos, Psicologia, ou pessoas de diferentes formações com boa capacidade de comunicação interpessoal – que têm o intuito de cumprir com uma finalidade pré-estabelecida.

Indispensavelmente, o facilitador deve entender os métodos que envolvem uma dinâmica para que ela seja cumprida com êxito – encaixando pontos como: onde será feita, por que será feita e como será feita.

Sendo assim, ele é a ponte que liga a atividade aos participantes e uma de suas funções é comunicá-los sobre o que será feito, conscientizá-los sobre qual o propósito da dinâmica e mediar as interações entre os mesmos para que o objetivo comum seja alcançado.

O intuito de uma dinâmica em grupo é permitir que seja possível construir em conjunto, por meio da partilha de conhecimentos e estratégias. Todos estão em busca de um mesmo resultado e por tanto, todos precisam saber o que farão para alcançá-lo.

As vantagens das dinâmicas

Durante essas atividades, é possível instigar o pensamento criativo. Abrir espaço para que novas ideias e formas de fazer as coisas sejam semeadas dentro da equipe.

As dinâmicas são simulações de desafios que permitem que as pessoas ajam com autenticidade e busquem o aperfeiçoamento de suas condutas enquanto fazem uma autoavaliação. Bem reflexivo, não é mesmo?

Esses momentos permitem a leveza das análises e têm como foco a descoberta do novo, de ações mais eficientes na resolução de problemas.

O aspecto é impulsionador: quando as dinâmicas estão sendo aplicadas as pessoas sabem o que devem fazer, tem seus papéis e escopos claros. Dessa forma, se responsabilizam e até mesmo reconhecem os seus feitos individuais, o que é muito enriquecedor.

O comprometimento das pessoas torna-se extraordinário e a descoberta de que bons resultados estão atrelados a bons trabalhos executados em equipe, pode transformar o ritmo individual de cada um e trazer um bem-estar coletivo muito maior para o ambiente de trabalho.

Movimente seu time com dinâmicas e descubra o quanto elas têm a contribuir para a qualidade da comunicação e integração das pessoas.

Existe um universo de possibilidades, de formas de aplicar essas atividades. Use essa importante ferramenta a seu favor.

Qual é a sua necessidade? Conheça as soluções In Company da Asas DH. Nosso time multidisciplinar está pronto para aplicar e conduzir dinâmicas para diferentes níveis gerenciais dentro da sua empresa.

O que é gamification?

Gamification ou gamificação é a estratégia que permite que os mecanismos, conceitos e dinâmicas dos jogos sejam aplicados com o objetivo de colaborar com a capacitação e engajamento de pessoas de diferentes idades e perfis.

Atualmente, o gamification tem sido utilizado nas escolas, na aproximação de marcas com seus consumidores e nas universidades corporativas de diversas empresas com a intenção de estimular o alcance de metas em qualquer contexto pré-estabelecido.

Você com certeza já conhece esse conceito há muito tempo. Lembra-se quando assistia os quadros de programas de TV que faziam perguntas e premiavam de acordo com a quantidade de respostas corretas?

E o seu cartão de crédito? Ele te oferece programa de milhas? Quantas compras você deve fazer para acumular pontos e conseguir revertê-los em passagens áreas?

Saiba que tudo isso é gamification.

Dentro do departamento de recursos humanos, por exemplo, o gamification tem sido muito utilizado quando o assunto é aprendizagem e envolvimento exponencial dos colaboradores para realização de suas atividades diárias.

Por meio do gamification, áreas como a de treinamentos e desenvolvimento de profissionais têm conseguido potencializar a vontade de as pessoas se dedicarem mais as tarefas e desafios que cada situação exige.

O ponto mais interessante da gamificação não é apenas utilizar games para treinamentos, pois o conceito vai muito além disso: é aplicar  os mecanismos dos jogos em universos diferentes a de um tabuleiro ou videogame, por exemplo, para tornar outros aspectos da vida estimulantes, como acontece quando estamos jogando.

Apesar de o cenário proposto ser lúdico, provocando a imaginação, a “brincadeira” traz uma metodologia utilizada de forma intencional, e por isso, só tem efetividade quando está alinhada aos objetivos presentes no planejamento empresarial.

Nas organizações que usam a gamificação de forma estratégica, ela nunca representa apenas jogar. Mas sim, propor que todos tenham mais foco e energia para que alcancem os resultados de suas realidades.

Com o gamification, sempre há um objetivo a ser alcançado, regras a serem seguidas e um caminho a ser percorrido para se chegar até o objetivo. E o ideal é que em cada etapa desse caminho, haja um aprendizado. Mesmo que ele seja: “você não conseguiu desta vez, tente novamente”.

Com isso, o raciocínio lógico é desenvolvido, a determinação, e consequentemente, a produtividade aumentam.

O segredo do gamification

O grande segredo do gamification é que ele instiga duas fortes características do ser humano: a cooperação e a competitividade.

Por isso, dentro do contexto empresarial é uma estratégia que pode ajudar no desenvolvimento de pessoas de diferentes cargos.

Além disso, a gamificação é uma proposta muito flexível, basta entender o público, o objetivo da ação e então desenvolver a estrutura do jogo. Assim, ele pode ir do mais básico ao mais avançado.

E em qualquer circunstância, os participantes recebem recompensas pela realização de tarefas pré-determinadas que podem ser medalhas (virtuais ou não), “badges” e outros. Dessa forma, a vontade de cumprir o desafio e vencer o game aumentam o foco.

Vantagens do gamification para o aprendizado dos colaboradores

Como dissemos acima, a gamificação tem sido muito utilizada pelas áreas de recursos humanos, treinamento e desenvolvimento, com o objetivo de capacitar profissionais.

Isso porque, jogos proporcionam feedbacks constantes. E sendo assim, o colaborador consegue entender se está no caminho certo para alcançar o seu objetivo ou se precisa mudar sua estratégica.

Fica mais fácil de visualizar onde está o erro e automaticamente, ele entende como pode acertar da próxima vez, fazendo com que o seu processo de aprendizagem seja mais efetivo.

Outro ponto a se destacar é o da superação. Com a gamificação o colaborador entende que precisa se superar a cada novo momento para finalizar o desafio proposto e alcançar o seu objetivo.

Assim, ele dá o máximo de si, visto que essa jornada exige o uso e o domínio de suas habilidades mais extremas. Quando ele mesmo entende que se supera, vencer se torna ainda mais prazeroso. Afinal, não há nada mais motivador do que a sensação de superação, não é mesmo?

Você já está pensando em formas de aplicar a gamificação na sua empresa? Gostaria de saber mais sobre?

A Asas DH oferece diversos treimentos que trazem o conceito do gamification, consultoria e soluções personalizadas, de acordo com as necessidades do seu negócio. Vamos começar esse processo juntos? Estamos à sua disposição!

No texto “dinâmicas com gamification” você aprenderá como colocar essa estratégia em prática, acompanhe!

Neste 2020: simplifique!

Um novo ano chegou com ele surgem muitas expectativas.

Ao mesmo tempo em que a nova página em branco é celebrada, ela também gera bastante ansiedade e algumas pessoas se preocupam muito com seus planos, suas metas.

Essa preocupação toda às vezes gera uma pressão desnecessária. É claro que se organizar e se planejar é importante (temos alguns textos sobre esse assunto aqui no blog), a questão é que tudo isso pode acontecer de forma leve.

Temos o costume de inserir na primeira linha dessa nova página em branco ‘metas pesadas’, como: emagrecer 8 kg em 1 mês, ler 2 livros ao mesmo tempo, aprender 3 idiomas, sem pensar no grau de dificuldade que teremos para alcançá-las e é aí que surgem as frustrações.

Com as frustrações nasce novamente à pressão do “Ai meu Deus, eu preciso fazer isso” e o que deveria ser algo legal acaba se tornando uma obrigação, um tremendo peso.

Pense que você está se planejando para se aproximar da realidade que quer viver e ter a oportunidade de fazer isso é realmente incrível! Então, vai com calma, comece aos poucos, comece pequeno. Esse momento é para te fazer feliz e não para te pressionar.

Ao invés de focar toda sua energia em grandes metas/metas pesadas comece devagar e realmente pense em algo que seja possível, levando em consideração sua rotina, suas prioridades.

Dessa forma, as realizações se tornarão muito mais alcançáveis e toda essa boa energia sentida por ter conquistado algo que você realmente queria, com certeza vai te impulsionar a conquistar muito mais.

Começar pequeno é um grande passo

Entenda que começar pequeno é um grande passo, um passo muito maior do que simplesmente não começar. Antes de chegar à grande meta, divida-a por partes e veja qual caminho te coloca mais próximo a ela, mesmo que pouco a pouco. Seja estratégico!

Às vezes desistimos de algo que queríamos muito porque começou a ficar difícil, nesses momentos precisamos mudar a nossa forma de pensar e refletir: será que existe um modo de simplificar as coisas?

Não se apague em fazer exatamente as coisas da forma como você tinha imaginado, pois pense nisso… você tinha apenas imaginado, a execução pode ser bem diferente.

Se você realmente quer alcançar algo, é importante que você reserve um tempo para reavaliá-lo. Não adianta insistir no que não está dando certo, se ficou complicado, comece a pensar em como descomplicar. Sempre existem outras formas!

Vai devagar, aos poucos e sempre adiante! Evite se esgotar com aquilo que você pode simplificar.

Nos seus planos coloque você e um respiro

Além de todas as suas metas, todos os seus planos, neste 2020 lembre-se de se comprometer com você.

Ter uma vida mais tranquila, uma mente em paz te dão energia e força para realizar seus sonhos, seus objetivos. Por isso, reserve um espaço e tempo para pisar no freio.

Será que realmente buscar muitas coisas vale a pena? O que te faz feliz? O que te traz equilíbrio? Serenidade? Aproxime-se disso. Aproxime-se do seu propósito.

Respire mais fundo em 2020. Tenha mais tempo para si. Aprecie mais a sua volta. Relaxe.

Concentre-se nas coisas quando elas estiverem acontecendo. Não alimente preocupações.

Eu sei que para você que leva uma vida agitada assim como a maioria das pessoas, ler isso parece algo impossível. Mas, lembre-se: comece aos poucos.

Um novo ano mais próximo daquilo que te faz feliz, que te deixa bem. Um novo ano de pequenas apreciações e muito, muito desenvolvimento.

Conte conosco. 🙂

Feliz ano novo!

Vamos fazer diferente no final de 2019?

Chegou aquele momento do ano em que quase que inevitavelmente surgem pensamentos como “eu não consegui fazer nada do que eu prometi que faria em 2019”.

É incrível como temos a tendência de no final de um ciclo nos cobrarmos por aquilo que não fizemos. Olhamos apenas para os pontos negativos e o sentimento de culpa se torna maior do que qualquer outro.

Vamos fazer diferente no final deste 2019 e encerrar o ano olhando muito mais para as nossas realizações, para aquilo que fizemos de importante, do que para o que não foi feito?

Temos o costume de considerar realizações grandes feitos e de achar que fazer algo importante significa comprar um carro, viajar para outro país, etc. Quando na verdade, não enxergarmos que nas pequenas vivencias do dia a dia também moram as realizações e essas coisas importantes.

O que te agregou neste ano?

Foque nas coisas legais, naquilo que te agregou, que te fez feliz, que te provocou um insight e te fez pensar diferente – pode ser uma conversa com alguém, ou até mesmo um texto que você leu na internet, quem sabe aqui, no nosso blog.

Com certeza 2019 deixou para você um aprendizado. Dê atenção a isso!

Pode ser que esse aprendizado fique claro porque aconteceu com você mesmo ou porque você absorveu alguma mensagem vendo um fato ocorrer na vida de outra pessoa.

De qualquer forma, tudo é válido e pode ser levado adiante. Pois, é muito mais transformador e encorajador ter a percepção daquilo que nos agregou do que enfatizar o que não conseguimos fazer.

Pode ser inclusive, que em algum momento do ano aquela lista feita no começo tenha perdido o sentido, porque afinal de contas, tudo pode mudar.

Reflita sobre isso também – quem é você agora? Com tudo o que aconteceu ao longo do seu ano, vale mesmo a pena se lamentar pelo “eu ia fazer isso, eu ia fazer aquilo?” O que você pode começar a fazer hoje que combina com a pessoa que você é neste momento?

Sempre em frente e para frente. É assim que devemos agir!

O tempo passado não pode ser mudado, mas nesses novos instantes pense nos seus também novos sonhos.

Com tantos aprendizados diferentes vividos e sentidos ao longo de um ano, com certeza você tem uma lista nova para escrever. Aposte nela!

Orgulhe-se daquilo que você fez

Seja na sua vida pessoal ou profissional, liste tudo aquilo que você fez em 2019. E mais uma vez, não pense apenas nos ‘grandes feitos’. Seja simples, pequeno. Esse é um excelente começo e já te dá motivos o suficiente para se orgulhar!

Então, se neste ano, você teve coragem de ter aquela conversa delicada, finalmente sugeriu aquele novo projeto para o seu líder, usou mais a palavra “não”, ou a palavra “sim”, aprendeu com seus erros e teve alguns acertos, saiba que sim, você tem motivos o suficiente para comemorar.

Tranquilize sua mente nesses instantes finais de 2019 e deixe claro para si mesmo: o que de positivo você deixou na sua vida e na vida das pessoas que os cercam? Celebre isso.

Agora é hora de olhar para você com mais carinho. Com um orgulho imenso e com menos “eu ia”, “eu não consegui” e mais “eu fui capaz disso”, “eu conclui aquilo”, “eu aprendi tanto”.

Você aceita esse desafio? 🙂

Atenção líder, você sabe quem é Brené Brown?

Se a sua resposta for não, a Asas DH vai te mostrar ao longo desse conteúdo a importância de conhecer essa autora ou simplesmente “pesquisadora-contadora de histórias”, como ela mesma se autodenomina.

E, se você já conhece Brené Brown, aproveite esse conteúdo para descobrir um pouco mais sobre ela e principalmente entender o quanto os seus brilhantes estudos têm muito (muito mesmo!) a agregar na sua vida pessoal e profissional.

 

*A Netflix lançou em Abril/2019 o especial “Brené Brown: The Call to Courage“.

 

O que Brené Brown faz?

Em um dos TEDx mais assistidos do mundo, com mais de 30 milhões de visualizações, Brené Brown aborda um dos temas de seus estudos, “O poder da vulnerabilidade”:

Neste TEDx, Brené Brown se autodenomina como uma “pesquisadora-contadora de histórias”, já que o seu trabalho bem resumidamente (e segundo ela mesma) consiste em pesquisar e analisar dados qualitativos.

Mas, a verdade é que essa autodenominação esconde o fato de que Brené Brown estuda assuntos, comportamentos e situações que não só merecem atenção, mas que quando compartilhados podem exercer um efeito transformador de conscientização e autoconhecimento na vida das pessoas.

Brené Brown começou sua carreira como professora e pesquisadora na Universidade de Hounston. Seus estudos são concentrados em temas como: coragem, vulnerabilidade, vergonha e empatia.

Dois de seus livros publicados: “A coragem de ser imperfeito” e “Mais forte do que nunca” ocupam o primeiro lugar na lista do The New York Times.

Além disso, Brené Brown é fundadora e CEO da organização Brave Leadersque leva a equipes, líderes, empreendedores e promotores de mudanças programas baseados em evidências para fomentar a coragem.

Seu último livro lançado em 2018 traz o título: Dare to Lead – Brave Work. Tough Conversations. Whole Hearts. Que em português significa: Ouse Liderar – Trabalho Corajoso. Conversas Difíceis. Corações Inteiros. Traz importantes reflexões sobre liderança que queremos compartilhar com você!

Para liderar é preciso CORAGEM! 

Sim, é preciso ter coragem para liderar.

Em Dare to Lead – Brave Work. Tough Conversations. Whole Hearts, Brené Brown nos mostra que a liderança está longe de significar apenas um título, status ou até mesmo um poder de “mandar no outro”.

Mas, que liderança na verdade é assumir a responsabilidade de reconhecer o potencial de pessoas, de ideias e ter coragem de desenvolver esses potenciais.

Você é um líder ou almeja ser um líder? Se sim, então você já é uma pessoa corajosa por estar ou querer estar nesse lugar desenvolvendo pessoas e desenvolvendo potenciais.

E por mais que isso seja tão grandioso e tenha essa grande representatividade, fique tranquilo, não coloque nenhum peso. Apenas faça da melhor forma que puder.

Porque, o que Brené Brown nos mostra também é que quando nos atrevemos a liderar, precisamos ter a consciência de que nem sempre teremos todas as respostas certas. Que sim, teremos que enfrentar as conversas e situações difíceis para fazer um bom trabalho, e por fim, teremos que ser sim vulneráveis – como todos por natureza já somos.

E essa liderança ousada ou liderança atrevida como aborda a autora requer saber construir habilidades em torno de características que são profunda e exclusivamente humanas.

Atualmente, vivemos em uma sociedade que caminha corporativamente na direção contrária, porque não investe no desenvolvimento dos corações e mentes dos líderes.

Brené Brown nos mostra a importância de sermos líderes mais empáticos, líderes que criam conexões com as pessoas as quais desenvolvem, líderes corajosos.

Quando trazemos um título como – para liderar é preciso CORAGEM!  Queremos mostrar a você que coragem está sim ligada a ousar, a atrever-se como diz a autora, mas que também, coragem faz parte de um sentimento, uma emoção, que faz parte de ser um ser humano.

Isso quer dizer que tudo bem você ser um líder com emoções e sentimentos, afinal, você é um humano. Em seu TEDx “O poder da vulnerabilidade” Brené Brown mostra que a definição original de coragem vem da palavra latina COR que significa CORAÇÃO.

E se coragem está atrelada a coração, isso quer dizer que você como líder precisa colocar todo o seu coração, toda a sua vontade em liderar.

Em seus estudos, Brené Brown descobriu que líderes em todo mundo se perguntam como cultivar a coragem, como ousar mais na liderança e como incorporar o valor da coragem em suas culturas.

Em seu livro, Brené Brown escreve que uma das mais importantes descobertas de sua carreira é que liderança ousada é uma coleção de quatro conjuntos de habilidades que são 100% ensináveis, observáveis e mensuráveis.

Ela continua dizendo que liderança ousada exige trabalho corajoso, conversas difíceis e exercer essa função com todo o coração. Que essa definitivamente não é uma tarefa fácil, mas que com certeza vale a pena.

Você está pronto?

Nós da Asas DH acreditamos em lideranças corajosas tanto como Brené Brown e trabalhamos constantemente para ajudar líderes a se desenvolverem cada dia mais.

Quer saber como? Temos um convite especial para você: inscreva-se na Formação de Liderança ministrada por Cristina Gomes da Asas DH que tem como foco o Autodesenvolvimento e seja não só um líder mais corajoso, mas, mais completo e seguro de si!

Desperte o líder em você

De fato, quando falamos em liderança precisamos despertar essa característica dentro de nós. Alguns nascem líderes natos, desde crianças traços de liderança podem ser identificados em sua personalidade. Já outros podem demorar um pouco mais, mas é através de algumas ações e muito autoconhecimento que somos capazes de despertar o líder em nós.

Observe-se

Dedique um tempo para olhar a si mesmo. Observe quais são suas características mais fortes e quais ainda precisa trabalhar para despertar o líder em você. Com certeza, o trabalho em equipe lhe trará muitas respostas, pois a forma como nos portamos diante dos outros no dia a dia, diz muito sobre nós mesmos.

Por exemplo, você costuma ser colaborativo com seus colegas de trabalho? Compartilha ideias, informações, os ajuda a fazer o melhor em nome da equipe? Se a resposta for sim, com certeza você começou a dar os primeiros passos para despertar o líder em você. Mas, se a resposta for não, você pode começar a praticar isso diariamente. Despertar o líder em nós é um exercício diário, seja de observação, ou ação.

Para despertar o líder em você é preciso compreender que ser chefe é diferente de ser líder

Praticar a liderança é um exercício diário, que se traduz em bons resultados após muito treinamento e aprendizado. O primeiro passo para despertar o líder em você é compreender que ser chefe é diferente de ser líder. 

Sempre foi muito comum nas grandes corporações a figura de chefes rígidos que não delegavam tarefas e sim, mandavam seus funcionários realizar tarefas. Essa forma rígida de agir e vista como opressora por alguns colaboradores, era capaz de impor medo. E era aí que o medo se confundia com respeito.

A questão é que se em algum momento da sua carreira você se deparou com um chefe com essas características, você pode não ter nenhuma referência do que é ser um líder, e pode fazer essa confusão dentro de si.

A verdade é que o líder não ganha respeito através do medo, e sim, através da sua característica de delegar corretamente as atividades e a partir disso, inspirar seus colaboradores. Liderar significa ser capaz delegar os trabalhos certos para as pessoas certas, e quanto mais isso acontece, mais essas pessoas ficam motivadas e inspiradas, já que conseguem realizar com segurança tais atividades.

Aprenda a orientar pessoas para o bom desempenho da equipe

Você pode aprender a orientar pessoas mesmo sem ter um cargo de liderança no momento. Sabe quando aquele colega quer tirar uma dúvida e muitas vezes você continua com o fone de ouvido no último volume, pois acredita que aquilo não tem nada a ver com você? Bom, é hora de diminuir o volume do fone e começar a dar atenção a essas situações.

A partir do momento em que você tira a dúvida de um colega, está colaborando para o bom desempenho da equipe que pertence. Aquela dúvida pode não estar diretamente ligada à sua área de atuação, mas saná-la pode colaborar para o bom desempenho da sua equipe. E é assim que um líder age.

Na verdade, dando importância a uma situação como essa, você não estará apenas sanando uma dúvida, mas sim, orientando aquela pessoa. E mais uma vez, é assim que um líder age.

Queira ser a referência

Muitas vezes, não é fácil ser a referência, afinal de contas, não é apenas de bons momentos que se vive no dia a dia. Entretanto, o líder é sempre a referência de sua equipe, e você pode começar a praticar isso agora.

Para ser a referência em liderança é preciso dedicar-se a alguns pontos, como:

  • Dividir informações e conhecimento;
  • Pensar e colaborar com o todo ;
  • Aprender a lidar com os momentos difíceis, como por exemplo, assumir erros.

É preciso um pouco de maturidade para isso. Não confunda “assumir erros” com “assumir todos os erros da equipe”! Começar pelos seus já é o suficiente.

Não tenha medo de dizer que errou, e tente ao máximo demonstrar o quanto aprendeu com aquele erro. Desta forma, você também estará colaborando com o todo, pois evitará que outros venham a fazer o mesmo, prejudicando a equipe. E a última coisa que um líder deve fazer é prejudicar a sua equipe.

Finalmente, não se assuste. Vá sempre com calma, foco e vontade. E assim, será capaz de começar a despertar o líder em você!