A capacidade de deixar “suspenso”

Ver de uma maneira nova começa quando interrompemos o modo habitual de pensar e perceber. 

Segundo o cientista da cognição Francisco Varela, desenvolver essa capacidade pressupõe “suspensão”, distanciamento do fluxo costumeiro [de pensamento].

Como costumava dizer o famoso físico David Bohm, “Normalmente, não somos nós que possuímos nossos pensamentos, nossos pensamentos é que nos possuem”. 

Fazer uma pausa, não significa destruir ou ignorar os modelos mentais que já temos da realidade – isso seria impossível, ainda que o tentássemos. Significa o que Dabid Dohm chamou de “dependurar nossos pressupostos diante de nós”

Assim fazendo, começamos a identificar pensamentos e modelos mentais como produtos de nossa própria mente. E, quando tomamos consciência de nossos pensamentos, eles passam a influenciar menos aquilo que enxergamos. Fazer uma pausa nos permite “ver o nosso ver”

Uma prática física bastante simples para avaliar.

Aperte a mão bem forte e em seguida apertar mais forte ainda. Você poderá até mesmo imaginar que a gravidade desapareceu e que, soltar a mão, fará ela praticamente flutuar. Observe as sensações enquanto segura firme e bem apertado. Agora solte-a! Note como os músculos se descontraem. O que é mais fácil e prazeroso? 

Com frequência, apegamo-nos aos nossos pensamentos dessa mesma forma. A suspensão começa quando afrouxamos o aperto e simplesmente observamos o fluxo dos pensamentos. Os pensamentos talvez não desapareçam imediatamente, mas já não temos tanta energia dedicada a mantê-los. 

Quando começamos a desenvolver a capacidade para suspensão, quase imediatamente nos deparamos com “o medo, o julgamento e a tagarelice da mente”, a que Michael Ray chama de “Voz do Julgamento”

Pesquisadores descobriram que, até a idade de 4 anos, quase todas as crianças se encontram no nível de gênio. Por volta dos 20 anos, a percentagem de pessoas classificadas como gênios caía para 10% e acima dessa idade, não ia além de 2%. 

A voz do julgamento abafa tudo! Podemos trazer a criatividade para nossa vida, de maneira consistente, “prestando atenção nela” e aperfeiçoando a capacidade de suspender julgamentos que brotam em nossa mente – aquela famosa: “que ideia mais idiota! Nem pense em fazer isso!” – que limitam o impulso criativo. 

Na prática, a suspensão exige paciência e disposição para não impor esquemas preestabelecidos ou modelos mentais àquilo que estamos vendo. 

Os desafios, numa organização, começam pelo ritmo frenético que muitas pessoas se sentem obrigadas a manter. Muitas vezes, as equipes simplesmente não sabem como parar e sabem menos ainda como integrar momentos de suspensão (julgamentos) ao seu ritmo normal de trabalho conjunto.

Eu chamo isso de MATRIX.

Espero profundamente poder ter despertado algo dentro de você. E como sempre digo, se fez bem continue (a pílula vermelha) se não, continue mesmo assim (a pílula azul) – apenas não pare – o caminho é para quem está no caminho. 

Um grande abraço e muito obrigada por me ouvir (ler) até aqui.

Cristina Gomes 

Vendo como vemos…O Show de Truman

O filme O Show de Truman, o ator Jim Carey faz um papel de um homem cuja a vida, desde o seu nascimento, é um espetáculo de televisão visto por milhões, mas ignorado por ele próprio. De seu ponto de vista, ele apenas vive a sua vida.

No meio do filme, um grupo de repórteres entrevista o “diretor”, um personagem todo-poderoso, interpretado por Ed Harris que literalmente determina a existência de Truman – se vai chover ou fazer sol, o enredo do episódio da próxima semana, se as coisas serão boas ou más para ele. Um dos entrevistadores pergunta ao diretor: Como o senhor explica o fato de Truman nunca ter percebido que sua vida é apenas um programa de televisão? E o diretor responde: “Todos nós aceitamos a realidade tal qual nos é apresentada”

Os problemas oriundos da atitude de considerar “inequívoca” nossa percepção diária são tudo, menos “simplesmente filosóficos”, em especial quando o mundo está mudando. 

No início dos anos de 1980, executivos da indústria automobilística dos Estados Unidos, passaram a viajar regularmente para o Japão a fim de saber por que os fabricantes japoneses estavam se saindo melhor que seus concorrentes americanos. 

Após uma dessas visitas, os americanos não se impressionaram muito com a concorrência. “Eles não nos mostraram nenhuma fábrica de verdade”. Não havia em parte alguma, estoque de peças. Já vimos muitas montadoras e aquelas não eram de verdade. Foram encenadas para nós.

Em poucos anos, ficou dolorosamente óbvio que essa afirmação era um equivoco. 

Os administradores americanos se viram diante de um sistema de produção just in time radicalmente diferente dos sistemas de produção que lhes eram familiares e não estavam preparados para ver o que lhes era mostrado. 

Não podiam conceber uma montadora sem pilhas enormes de peças em estoque. O que viram ficou limitado pelo que já conheciam. Não tinham desenvolvido a capacidade de olhar com novos olhos.

Esse problema, contudo, é universal. Boa parte das iniciativas de mudança que dão em nada, não fracassa por falta de perspectivas amplas e nobres. Fracassam porque as pessoas não conseguem enxergar a realidade à sua frente. 

Estudos sobre mortalidade empresarial revelam que muitas companhias Fortune 500 não vão além de umas poucas gerações de administradores, não por lhe faltarem recursos, mas por serem incapazes de “ver” as ameaças que enfrentam e o imperativo da mudança. 

Os sinais de perigo estão aí e muitos conseguem identificá-los. E, no entanto, por algum motivo, não conseguem penetrar o sistema imunológico da empresa, que se protege do desconhecido. 

Reflita, amadureça e se necessário releia este e o e o artigo anterior. No próximo artigo, vou citar um método (exercício) para facilitar, penetrar aos poucos, em nosso sistema imunológico, que nos protege do desconhecido.

Até breve. 

Cristina Gomes

Dinossauros, Empresas, Pessoas e a MORTE de todos eles. [Para Refletir]

Não é irônica a maneira como as pessoas falam sobre dinossauros? – Dizemos hoje que uma empresa “é um verdadeiro dinossauro” para dizer que é lenta e incapaz de se ajustar às mudanças. Mas como se sabe, aqueles bichos conseguiram sobreviver cem vezes mais tempo do que os homens até hoje. 

Quaisquer que seja as criaturas que nos substituirão no futuro, elas provavelmente dirão: “Tal como os seres humanos – pena que eles não tinham a capacidade adaptativa dos dinossauros!”.

Porque não mudamos? O que seria necessário para modificar o todo? 

Não mudamos porque achamos que somos imortais. Como adolescentes, podemos ter medo, mas ainda achamos que ficaremos aqui para sempre.

O segredo consiste em ver um futuro diferente não como inevitável, mas como carregado de possibilidades genuínas. 

Se conseguíssemos de fato encarar nossa mortalidade coletiva e falar a verdade sobre o medo em vez de evita-lo, alguma coisa decerto mudaria. 

Há alguns anos, em um seminário sobre liderança, um jamaicano do Banco Mundial, chamado Fred, contou uma história bastante comovente. 

Poucos anos atrás, soubera que padecia de uma doença terminal. Depois de consultar inúmeros médicos, que confirmaram o diagnóstico, fez o que todos fazem em semelhante situação: semana após semana, negou o fato. Mas aos poucos com ajuda de amigos, foi aceitando a realidade de que só viveria uns poucos meses. 

Então, algo de impressionante aconteceu, disse ele.

– Simplesmente parei de fazer o que não era essencial, o que não importava. Passei ocupar-me de projetos com crianças, que sempre desejei realizar. Não discuti mais com a minha mãe. Quando alguém me cortava no trânsito ou acontecia algo que antes me deixaria furioso, eu ficava calmo. Em suma, não tinha tempo a perder com bagatelas.

Pelo fim desse período, Fred iniciou um novo e maravilhoso relacionamento com uma mulher que o aconselhou a buscar outras opiniões sobre sua doença. Ele consultou alguns médicos nos Estados Unidos e logo recebeu um telefonema de um deles dizendo: Chegamos a um diagnostico diferente. O médico lhe disse que ele tinha uma forma rara de uma doença perfeitamente curável. 

Agora vem a parte boa da história, que nunca me esquecerei, Fred confessou: Quando ouvi isso ao telefone, chorei como um bebê…pois temia que minha vida voltasse a ser como era!

Foi preciso o cenário da possibilidade iminente de sua morte para que Fred despertasse. Foi preciso um choque desses para transformar sua vida.

Talvez algo semelhante deva acontecer com todos nós que vivemos na Terra. 

Este texto não termina por aqui, preparei mais dois a respeito dos cenários que vivemos e de uma maneira simples de como podemos mudar para melhor.

Não deixe de acompanhar nos próximos dias. 

Tenha uma excelente semana

Cristina Gomes 

Parte do texto extraída do livro Presença – Propósito Humano e o Campo do Futuro –

Peter Senge, Joseph Jaworski, C.Otto Scharmer, Betty Sue Flowers

Como liderar a nova geração de colaboradores

Com o passar do tempo, a transformação de crianças em jovens, a pandemia inesperada, os modelos home office e o modelo híbrido de trabalho, começa a se formar uma nova geração, com valores e cultura próprios, trazendo uma nova geração de colaboradores para as empresas e junto à mudança, vêm sempre os desafios.

Os jovens e o novos modelos de trabalho, estão trazendo novas perspectivas e insights sobre as mudanças no mercado consumidor e nem sempre, os gestores sabem como lidar com essas novas formas de pensamento. 

Como incluí-los de forma mais eficiente na sua organização?

Para lhe ajudar com essa tarefa, trouxemos aqui 4 práticas que vão ajudar você a lidar com a nova geração de funcionários. 

1. Dê feedback de forma rápida e constante

“Velocidade” é uma das palavras que melhor define este grupo. 

Se você pretende facilitar a inserção de um colaborador da nova cultura, o melhor que você pode fazer é estar por perto, seja on-line ou presencial. 

Ofereça feedback detalhado e rápido, antes que a associação entre esta nova geração e o trabalho seja perdida. 

Para que este feedback seja claro defina “o que” e “quando” a tarefa precisa ser entregue e como vai acompanhar. O que funciona muito neste caso é perguntar para o colaborador, como ele quer que você acompanhe. 

2. Dê espaço para a criatividade

Essa nova geração de funcionários é consideravelmente mais dinâmica que as outras. Elas não buscam aprender e reproduzir métodos já estabelecidos, mas sim encontrar novas formas de fazer coisas antigas. Nem toda inovação é positiva, mas você deve permitir que ela ocorra antes de dizer que foi ruim.

Os cargos ideais para a maior parte dessa geração são aqueles que oferecem flexibilidade. Ter a oportunidade de solucionar problemas é mais interessante do que apenas reproduzir respostas já conhecidas.

3. Oriente de forma prática e objetiva

Palestras motivacionais e de valores são importantes, mas o foco da nova geração no “aqui e agora” exige que você seja relevante imediatamente. Treinamentos e reuniões que promovam a inclusão desse novo perfil na empresa devem ter orientações práticas, algo que eles possam fazer quando saírem dali.

Dizer a uma equipe para promover comunicação é um tanto vago. Mas dizer que façam uma reunião semanal e discutam X pontos, isso é prático.

4. Não imponha respeito, ganhe

O maior erro de muitos gestores ao lidar com uma nova geração de funcionários é tentar impor as velhas hierarquias. Não é que elas tenham perdido sua utilidade ou seu valor, é que ainda não aprenderam a respeitar você como indivíduo, o que impede um bom relacionamento em equipe.

Muitos desses profissionais veem a si mesmos em pé de igualdade com seus colegas. Isso significa que não é possível ser respeitado apenas por ser o gerente. Você precisa provar seu valor todos os dias, tanto quanto eles.

Com essas dicas, você já deve estar mais preparado para liderar essa nova geração de funcionários. Quer se aprofundar mais no tema? Então veja aqui algumas características de todo grande líder.

7 passos para ter sucesso no trabalho e na vida

“A verdade é que equilíbrio é uma bobagem. É um sonho inalcançável… A busca pelo equilíbrio entre trabalho e vida, como viemos a concebê-lo, não é apenas uma proposta prejudicial; é também dolorosa e destrutiva”.

Keith H. Hammonds

Nada alcança equilíbrio absoluto. Nada!

Uma vida equilibrada é uma mentira.

A ideia de equilíbrio é nada mais do que isto, uma ideia. Na filosofia “o meio termo” é o centro moderado entre polos extremos, conceito usado para descrever um lugar intermediário entre duas posições, mais desejável do que um estado ou outro. É uma boa ideia, mas não muito prática. Idealista, mas não realista. O equilíbrio não existe.

Ouvimos tanto falar no equilíbrio que automaticamente acreditamos ser ele exatamente o que deveríamos procurar. Mas não é. 

Propósito, sentido, significado: é isso que constrói uma vida de sucesso. Busque-os e você, com muita certeza, viverá uma vida desiquilibrada, cruzando repetidamente uma linha divisória invisível conforme persegue suas prioridades. 

Substitua a palavra “equilibrado” por “balanceado”, e tudo fará mais sentido. As coisas que acreditamos terem equilíbrio estão, na verdade, balanceadas. A bailarina é um exemplo clássico. Quando ela se apruma en pointe, pode parecer leve feito pluma, flutuando no ar, o verdadeiro conceito de equilíbrio e graça. Um olhar mais próximo revelaria os pés dela vibrando rapidamente. Fazendo ajustes mínimos para se equilibrar. O contrapeso, aplicado corretamente, dá ilusão de equilíbrio.

Na vida pessoal, estar consciente de suas ações é o ingrediente essencial. Estar ciente de seu espírito e de seu corpo, ciente de sua família e de seus amigos, ciente de suas necessidades pessoais; nada disso pode ser sacrificado se você pretende “ter uma vida”. 

Dessa forma, você não pode jamais esquecer sua vida pessoal por causa do trabalho, nem trocar um por outro. É possível alternar rapidamente entre ambos, e até combinar atividades em torno deles, mas não se pode jamais negligenciar nenhum dos dois por muito tempo. Sua vida pessoal, requer rígido balanço.

Na vida pessoal, nada pode ser deixado para trás. No trabalho, isso é necessário.

Quando você muda a palavra de balanço para prioridade, enxerga suas escolhas com mais clareza e abre o caminho para mudar seu destino. Resultados extraordinários exige que você estabeleça prioridades e atue de acordo com elas. Quando você age segundo sua prioridade, fica automaticamente fora de equilíbrio, dando mais tempo para uma coisa em detrimento de outra.

O desafio, portanto, não se trata de sair ou não da zona de equilíbrio, o que é necessário. O desafio, refere-se a quanto tempo focar cada uma das prioridades, sendo capaz de estabelecer sua prioridades fora do trabalho e tendo clareza quanto ao que é prioritário profissionalmente. Evolve voltar para casa conhecendo suas prioridades por lá, para que você possa, depois, voltar ao trabalho.

Quando tiver que trabalhar, trabalhe, e quando tiver que se divertir, divirta-se. Caminhamos, assim, por uma corda bamba esquisita, mas as coisas não estão em seus devidos lugares quando você começa a confundir suas prioridades.

Trecho extraído do livro “A única coisa” de Gary Keller e Jay Papasan

7 passos para ter sucesso no trabalho e na vida

1- Tenha um “oque” para o mundo

O que você quer para mundo?

Dia desses estava conversando com uma cliente e ela estava com algumas inquietações do que estava acontecendo a sua volta; pessoas que não respeitam suas ideias, equipes que não colaboram, líder que não a entendia, muitos afazeres e nenhuma ajuda; ela estava se revoltando com todos e com o mundo. 

Eu perguntei a ela o que ela queria para o mundo, ela me respondeu: Paz! Eu perguntei novamente: suas atitudes a respeito dos acontecimentos que você está tendo vai trazer paz ao mundo?

Responda para você mesmo: O que você quer para o mundo? E observe se cada atitude do seu dia a dia está congruente e a caminho do mundo que você quer ter.

2 – Tenha auto estima

Auto estima é individual e isolada, ninguém trará autoestima a você sem ser você mesmo. Autoestima está ligada aos seus comportamentos, a sua tranquilidade, a acreditar que você veio ao mundo para fazer melhor.

Cuide de seu corpo, da sua mente. Faça exercícios, medite, ouça músicas que goste, leia livros interessantes, converse com pessoas agradáveis, faça o que gosta, dedique no mínimo 15 minutos ao dia somente a você.

Se você tem autoestima, você contamina o mundo a sua volta e dá exemplos através de seus comportamentos. Ame-se em primeiro lugar e o amor virá até você.

3 – Seja íntegro

Ser integro, não quer dizer ser perfeito. Ser integro é se comprometer e cumprir, é não deixar as pessoas ficar esperando, não falar o que não acredita e muito menos o que não faz. 

Viver de acordo com o que valoriza. Fazer o possível para ajudar educar crianças e respeitar os idosos. Respeitar a ecologia e as condições mínimas da sociedade.

4 – Seja você mesmo

Às vezes buscamos por coisas que não estão no nosso controle, tentando ser o que não somos. Seja você mesmo administrando apenas o que você tem controle, não se aventure em ser quem não é, no que não controla.

Se você consegue controlar, seja autêntico, dê feedbacks honestos, fale o que está sentindo. Não adianta fingir, um dia a máscara cai.

Timothy Gallwey, o pai do coaching, me perguntou em dos treinamentos que fazia com ele, qual era a máscara que eu usava, eu respondi que usava a minha própria máscara, e que não tentava controlar nada, que não estivesse sob meu controle. 

Ele continuou fazendo várias outras perguntas, mais profundas, sobre o significado das coisas que eu fazia, cheguei a dura conclusão que eu não era eu mesma e sim, colocava a máscara de “salvadora do mundo”. Eu tentava controlar todos e tudo, sendo que eu não tinha controle nem de 1% do que eu estava tentando controlar sem ser eu mesma, gastando minha energia em coisas que não controlava. 

Quando eu tive esta consciência, eu me esforço a cada dia para usar a minha máscara natural e ser quem realmente eu quero ser.

Pense se você não está usando alguma máscara que não seja sua e querendo controlar o que você não controla, tenha consciência disso e seja você mesmo.

5 – Tenha coragem

Às Vezes deixamos de fazer algo, falar algo, ter algumas atitudes e perdemos oportunidades que nunca mais voltam.

Existe uma frase de um autor desconhecido que gosto muito “se der medo vai com medo mesmo”

Existem algumas pessoas que admiro muito por sua coragem. Para quem já leu o livro de “Oprah – Uma biografia” descobre que ela conseguiu a maioria das coisas desenvolvendo uma coragem que não tinha; o livro de Stephen R. Covey “O poder da Confiança” prova cientificamente, como ter coragem nos levam inclusive a simplificar tudo.

Temos que ter coragem, inclusive, para ser simples e para conquistar nosso espaço com esta simplicidade.

A coragem não está ligada a poder e sim a ser autêntico e descomplicar o que a vida deixou tão complicada para nós.

6 – Não julgue

As pessoas são criadas em famílias, cidades, países e culturas diferentes. Cada uma tem seu mapa, seu território, seus valores e suas crenças.

Extraia da melhor maneira, o melhor dos outros, sem julgar, sem rotular. Converse com as pessoas para saber o que elas pensam, antes de julgar o que elas estão pensando.

Aparência, também é um grande vilão do julgamento. Certo dia, uma grande executiva, me disse que as pessoas a julgavam por sua expressão facial, ela tinha uma expressão de “brava” mas na realidade, era um doce de Mulher. Como ela sabia que não mudava ninguém, passou a se esforçar para ter uma expressão facial mais suave, incluindo um leve sorriso no rosto, assim as pessoas se aproximavam mais dela e consequentemente confiavam mais.

Temos que acabar com julgamentos por “aparência” e “achismo”, aceitar as pessoas do jeito que são. Assim seremos mais claros e diretos no nosso objetivo, sem dar meia voltas, gastando energia mental e bloqueios com julgamentos.

7 – Seja intenso

Não faça nada mais ou menos, faça intensamente.

Algumas pessoas, principalmente as mulheres, tem o dom natural da intensidade, mas às vezes, se deixa levar por interferências externas que tiram seu vigor e sua força.

Não deixe as interferências externas levar sua intensidade, seja intenso 24 horas por dia.

Desejo que tenha muito sucesso! Grande abraço 

Cristina Gomes 

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Pedidos de demissão em ritmo acelerado!

Em todo o mundo, milhões de pessoas estão repensando a maneira como trabalham e vivem.

Quase metade dos trabalhadores do mundo está pensando em pedir demissão, segundo pesquisa da Microsoft. Quatro em cada dez entrevistados da geração Y e da geração Z deixariam o emprego na hipótese de voltarem ao trabalho presencial, diz a consultoria Qualtrics International, percentual acima de outras gerações. Os mais velhos criticaram essas atitudes como privilegiadas e preguiçosas. Mas a realidade é que o tamanho da jornada de trabalho cai há décadas nos países ricos, em todas as faixas etárias.

Estados Unidos bateram recorde de profissionais pedindo demissão em 2021: só em novembro foram 4,5 milhões, o equivalente a cerca de 3% da força de trabalho do país. 

No Brasil são os profissionais mais qualificados e escolarizados que estão pedindo demissão. Especialistas afirmam, no entanto, que é improvável que haja no país algo que se equipare ao fenômeno visto no mercado americano. 

Pesquisa aponta que 85% dos recrutadores têm dificuldade para achar candidatos. As empresas precisam se adaptar as novas exigências dos colaboradores. Você acredita que as empresas estão preparadas para essa nova realidade?  

O sucesso de qualquer negócio, independentemente do tipo de serviço ou produto oferecido, depende intimamente da qualidade da sua equipe. Tão importante quanto desenvolver um time com bases sólidas e pessoas comprometidas com os resultados é oferecer meios para que este grupo se mantenha fiel à sua empresa.

Reter talentos é um dos maiores desafios na atualidade. 

Houve uma época em que “tempo de registro em carteira” era considerado um orgulho e um mérito exibido como troféu. Muitas pessoas permaneciam durante anos na mesma empresa e ali se aposentavam. Este cenário mudou, ao passo que a permanência no emprego passou a ser condicionada a uma série de fatores relacionados ao chamado mundo pós pandemia e o novo perfil de colaboradores. 

Contudo, o papel do líder passou a ser identificar, desenvolver e reter talentos com potencial para fazer a diferença na organização.

O que motiva as pessoas no trabalho?

Pessoas cada vez mais ansiosas, imediatistas e pouco pacientes para resultados a longo prazo. O novo perfil de colaborador contempla pessoas com características semelhantes: são ambiciosos, estão aptos a exercerem múltiplas funções (desde que bem orientados e direcionados para isso), são altamente conectados com tecnologia e novidades de mercado, são aspiracionais e emocionais – movidos por fatores ligados a autoestima e realização pessoal, logo, são pessoas mais conscientes da sua necessidade de estudar e se capacitar cada vez mais.

As lideranças organizacionais precisam estar atentas ao exercício diário de estimular a capacidade dos seus colaboradores. Assim, como no processo de pesquisa de mercado, que avalia as necessidades, anseios, características e comportamentos do cliente externo; faz-se necessário uma visão para o cliente interno: os colaboradores que farão as engrenagens da sua empresa funcionarem de maneira saudável, algo que só ocorre se o time encontrar espaço e autonomia para tal tarefa.

Muito além do salário ou pacote de benefícios as pessoas esperam oportunidades e crescimento e desenvolvimento dentro de uma empresa. O fator financeiro é importante, porém, a chance de aprender algo novo todos os dias, ter um suporte do líder, com dicas, orientações e apoio para atingir a excelência; ter uma a consciência da sua própria atuação, através de um diálogo claro e uma gestão horizontal são pilares muito mais seguros e assertivos na difícil missão de minimizar a evasão de talentos.

Conheça as ferramentas que vão revolucionar os resultados da sua empresa e tornar o seu time imbatível. A Asas DH pode mudar a realidade do seu negócio e potencializar os seus ganhos. Conheça o Coaching e suas diferentes modalidades, que vão ao encontro das suas necessidades pessoais e profissionais. Clique aqui e tenha mais informações sobre nossos serviços.

Modelo híbrido de trabalho humanizado

O modelo de trabalho híbrido veio para ficar e devem focar a atração e a retenção de talentos. Assim, a produtividade e o alcance dos objetivos serão mantidos. Veja o que fazer para manter e motivar colaboradores no modelo hibrido de trabalho humanizado.

Não é só um clichê – “esse modelo veio para ficar”. Afinal, as vantagens são imensas e variadas, o que precisamos fazer é nos adaptar de uma vez por todas e humanizar cada vez mais o processo.

Entre as principais vantagens do modelo híbrido estão:

– Flexibilidade;

– Produtividade na era do trabalho híbrido;

– Redução de custos;

– Qualidade de vida aos colaboradores.

Perceba que entre esses principais benefícios as empresas não precisaram investir nada ou quase nada, pois são derivados do próprio modelo de trabalho.

modelo híbrido de trabalho requer uma convivência humanizada ao colaborador

Isso porque o colaborador espera mais do que ter os seus problemas resolvidos. Ele deseja ter uma boa experiência na empresa para crescer e evoluir juntos.

É nesse cenário que o modelo híbrido de trabalho humanizado tem conquistado cada vez mais espaço dentro das organizações, já que, se implantado com sucesso, é capaz de contribuir para o fortalecimento de ambas partes, o que é fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio.

O que significa modelo hibrido de trabalho humanizado?

Podemos entender como modelo hibrido de trabalho humanizado o processo em que o colaborador, tem as suas necessidades básicas de convivência atendidas com sucesso, ao mesmo tempo em que a abordagem acontece com empatia e foco na resolução de problemas.

Assim, ao aliar os desejos dos colaboradores com atividades e respostas precisas de uma gestão mais humana, é possível estabelecer uma conexão mais próxima com o colaborador, o que ajuda nos processos de comunicação.

Isso é essencial para construir um conteúdo interativo contribuindo para identificar as melhores soluções para os colaboradores.

Com isso, é possível proporcionar uma melhor experiência, e a empresa, além de aumentar as chances de retenção de talentos, também tem a oportunidade de criar verdadeiros defensores de suas marcas.

Leia a seguir, o que a rede de coworking BeerOrCoffee, https:// publicou em um de seus artigos, sobre duas grandes empresas, que já humanizaram o trabalho hibrido. 

Flexibilidade total como uma das estratégias de trabalho híbrido

Culture Trip tem um nome bacana, em português “Cultura de Viagem”. Entretanto, estabelecia somente o trabalho presencial até a chegada da pandemia. Depois disso, veio a necessidade do isolamento social, o que fez a empresa aplicar uma pesquisa para saber como seria a estratégia de trabalho híbrido no retorno ao escritório.

O estudo indicou que 94% dos colaboradores gostariam de manter a flexibilidade no trabalho no futuro. Com isso, foi lançada a política Feel Good Flex. A partir dela, o colaborador pode literalmente exercer suas atividades de qualquer lugar e a qualquer momento.

Até aqui, parece tudo normal. Mas não é. O mesmo profissional pode trabalhar no escritório em um dia, em um café ou coworking no outro e em casa no restante da semana. Ou ficar todo o tempo em casa. Ou, ainda, optar por só ficar na empresa. Aliás, pode até mesmo estar em mais de um lugar no mesmo dia.

Assim, a flexibilidade é realmente total. Isso porque a empresa já valorizava esse aspecto, apesar de ser muito centrada no trabalho presencial antes da pandemia.

Oferta de subsídios para o trabalho híbrido

Poucas empresas se preocuparam com o bem-estar dos colaboradores no home office. O iFood se destacou e, logo no começo da pandemia, a empresa reservou uma verba para que todos pudessem montar o seu cantinho de trabalho em casa. Além disso, luz e internet passaram a ser subsidiados.

A medida foi tomada devido à importância das tecnologias para os trabalhadores remotos. Ainda teve mais. A empresa aderiu ao OfficePass, do BeerOrCoffee. Ou seja, fez uma assinatura mensal para que todos os colaboradores pudessem utilizar os coworkings da rede. Assim, foi possível utilizar espaços compartilhados em mais de 160 cidades do Brasil, e alguns espaços em Portugal também. 

Esse cenário fez com que muitos profissionais voltassem às suas cidades de origem para ficarem mais perto da família e de uma vida mais tranquila. Essa movimentação foi crucial para garantir a saúde mental dos colaboradores. 

“Tivemos um preparo muito grande e intenso para lidar com todos de forma individual. Como a pessoa está de saúde, como está seu emocional e como está seu ambiente de trabalho”, reforçou a People OPS — Benefits Management, Vanessa Zietlow.

Agora, a empresa ainda adota outras estratégias de trabalho híbrido relevantes. Por exemplo, uma reunião com as equipes de trabalho híbrido é realizada a cada 15 dias. Nesse encontro, um voucher é oferecido para que a pessoa peça algo pelo iFood. Assim, é feito um happy hour.

Ainda existem outros encontros interativos. Todos servem para fomentar a cultura organizacional com todos os seus valores e princípios.

Além das baias e das paredes

Nós da Asas acreditamos em: Medir Resultados da Entrega. E é este modelo que trabalhamos com nossos clientes.

Com os colaboradores cientes dos resultados a serem entregues e com a gestão alinhada com o desenvolvimento e acompanhamento desses resultados – afinal, o que não é medido, não é gerenciado

Ao contrário do que alguns pensam, os colaboradores gostam de saber que estão com gestores que os acompanhem, ajudem e os incentivem a alcançarem resultados.

Existem várias ferramentas gratuitas no mercado que podem nos ajudar a medir resultados e principalmente nos ajudar a humanizar o relacionamento a distancia, como:

Trello

Trello é um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”, muito usado no desenvolvimento com Scrum. Ele permite a criação de diversos quadros, nos quais podemos criar quantas colunas quisermos. O plano básico é gratuito. 

Check-list Defina um check-list básico às segundas, em uma reunião rápida de 10 minutos, dos pontos principais que você precisa que o colaborador atinja. O Trello pode ajudar no modelo de check-list, mas pode ser feito manualmente em uma planilha de world e depois vá aperfeiçoando conforme os resultados a serem atingidos. Lembre-se: o importante é fazer para medir e depois ajuste conforme insights e necessidades. 

MindMeister

Software líder de mapeamento mental on-line. Milhões de usuários realizam brainstorms e trabalham em mapas mentais de forma colaborativa. O plano básico é gratuito.

Youtube: Crie sua conta no Youtube e faça vídeo aulas para ajudar sua equipe e/ou amigos e clientes. Você pode criar play lists dentro de sua conta e autorizar somente os grupos que quer compartilhar. 

Pode ser usado em modo “não listado” para que apenas as pessoas com o link tenham acesso ao conteúdo gravado – aqui você pode fazer todo processo de onboarding de sua empresa, padronizar os treinamentos das atividades dos colaboradores (imagine a economia de tempo e esforço em um processo de onboarding de boas vindas e ainda ser treinado no próprio onboarding), vídeos interativos com a equipe (uma vez por semana um colaborador poderá gravar um pequeno vídeo de uma curiosidade sobre ele) e muitos outros…

Blog: Existem várias ferramentas disponíveis gratuitas. É só pesquisar qual é mais adequada a você e sua empresa. Crie seu blog e abasteça-o, com a ajuda dos colaboradores, com histórias e artigos sobre a trajetória e conteúdos da empresa.

TED: Indique palestras para os colaboradores assistirem do TED.com – Escolha os temas que conecte com a empresa e uma vez por semana, reserve 15 minutos para discutir o tema com a equipe. 

Calendly – calendly.com – versão básica gratuita – Agenda para compartilhar – crie um link de sua agenda e compartilhe para que as próprias pessoas vejam sua disponibilidade e marquem horários com você  

Ferramentas para humanizar é que não faltam, agora é mãos a obra para integrar e humanizar cada dia mais sua equipe, para sua empresa voar cada vez mais alto. 

Aonde você quer chegar? Agora você tem Asas. 

4 tendências da gestão em 2022

Com o vai e vem, das novas ondas, que cercam o Covid19, nossos clientes sempre questionam minha opinião referente à esta incerteza. Na verdade, não tenho uma opinião formada. O que realmente faço é observar os movimentos, me proteger e viver no AQUI e AGORA. 

Já faz muito tempo que não crio expectativas para as coisas e acredito que devemos seguir, fazendo o que está ao nosso alcance AGORA, criando assim, o nosso futuro. 

O que está bem claro é que o trabalho já não é mais um LUGAR e que as empresas estão começando a entender que apesar do grande crescimento tecnológico, o primordial, são as pessoas.

Estou com olhar de muito interesse às quebras de barreiras com o trabalho descentralizado, autônomo, remoto, assíncrono, por objetivos em qualquer lugar do planeta, desenvolvendo o talento, a diversidade e a igualdade de oportunidades. 

Enfim, estamos na “Era do Novo Trabalho”! 

Também é importante pensar que estamos saindo do choque psicológico e do estágio de bloqueio, do inicio da pandemia. Pensar assim é importante para se manter focado, presente e produtivo e deixar de tentar criar uma falsa sensação de certeza.

Realmente temos que aceitar que as coisas estão difíceis, e provavelmente vão ficar assim por mais algum tempo, mas que eventualmente as coisas vão melhorar. E, enquanto isso, concentre-se em melhorar as coisas que estão sob seu controle.

Pensar assim é importante para se manter focado, presente e produtivo. Precisamos deixar de tentar criar uma falsa sensação de certeza.

Como diz a celebre frase: “Na ausência de certeza, a clareza pode ser um bálsamo calmante”. 

Acompanhe as 4 tendências da gestão em 2022.

Como líderes temos que nos dedicar para a sustentabilidade com as pessoas. 

As empresas estão querendo descobrir um método eficiente para reter talentos e não demitir em massa. Você já parou para perguntar quais são as expectativas delas? 

Lembre-se, estamos na Era do Novo Trabalho e as pessoas, mais do que nunca, querem ser ouvidas, elas não querem que um pequeno grupo, de acionistas ou diretores da empresa, decida o futuro delas.

Elas devem fazer parte das decisões relacionadas a elas e à família delas. Experimente perguntar para os integrantes da sua equipe, como a família deles estão e depois venha aqui me contar. 

Mensurar resultados tendo foco nas coisas simples 

Você deve descobrir o nível de prioridade que as pessoas dão a uma ideia ou a um problema, aquele problema que a “empresa” estava enxergando como uma cobra, pode ser apenas uma corda enrolada e que estava confundindo sua visão. 

Você pode usar ferramentas de pesquisas do próprio drive com o uso de termos específicos em suas comunicações internas ou indagando as pessoas pessoalmente, em reuniões rápidas, em pé e organizadas de 10 a 15 minutos. 

Em seguida, você deve criar hábitos, que é o passo que a maioria das empresas ignora. A maioria das iniciativas de mudança falha devido à incapacidade de mudar os hábitos do dia-a-dia e isso deve ser feito com foco nas coisas simples. 

Você pode usar uma nova abordagem que incentiva a adoção de novos hábitos, como gincanas e campeonatos internos e ter sistemas simples, para ser medidos qualitativamente. Uma ferramenta como um CRM gratuito pode lhe ajudar.

Com isso em pratica, as organizações podem medir o impacto de suas intervenções internas, ajustando-as e melhorando-as à medida que avançam. 

Se não pudermos relatar mudanças reais, medindo, os esforços não vão servir para NADA e o retrabalho aumenta. 

Evite surpresas e aceite o trabalho hibrido, ele veio para ficar.

Alguns também nos perguntam, quando acreditamos que todos voltarão ao escritório. 

Na minha opinião, isso é coisa do passado, porque já existem muitas vantagens no trabalho híbrido. 

As empresas podem recrutar de forma mais diversificada, reformular práticas antiquadas de integração e fornecer autonomia aos trabalhadores com horários flexíveis. Em 2022 começaremos a ver esses dados chegarem com mais precisão e os lideres confiarão neste modelo de uma vez por todas. 

O importante é focar nos resultados e pensar em como iniciar um novo programa de exercícios e controle da saúde mental. O início de algo novo que exige muito trabalho pode parecer ruim, mas ao contrario do que podem pensar, será incrivelmente bom para as pessoas e empresas. 

O trabalho híbrido é assim; parece ruim, mesmo que seja realmente bom. Mas obter o híbrido certo, coloca empresas e pessoas na melhor posição para se adaptar rapidamente a qualquer coisa que surja no caminho. 

Simplificando, as práticas de trabalho flexíveis são a nova estratégia de preparação para desastres.

Pesquise talentos atuais e do futuro 

2022 continuará sendo o enigma do talento. As empresas continuarão lutando para preencher as vagas de emprego e os funcionários continuarão a se demitir em massa. Mas se a pandemia nos ensinou alguma coisa, é que sempre há uma luz no fim do túnel. Os talentos podem perceber onde encontrar o que realmente lhes fazem felizes e, as empresas, por sua vez, começam dar mais valor às pessoas e descobrir que são tudo o que têm e o que precisam para prosperar, levando em conta a potencial falta de talentos no mercado de trabalho. 

E assim vamos atravessando as incertezas e lembrando do que realmente importa. 

Estar pronto, disposto e ser capaz de se adaptar mais rapidamente a praticamente qualquer coisa é talvez a habilidade mais crítica de que todos precisamos agora.

Aonde você quer chegar? Agora você tem Asas!

Entenda o que é Empreendedorismo e qual a sua importância para o mercado nos dias atuais

Nunca se ouviu falar tanto sobre empreendedorismo quanto nos dias atuais.

A crise econômica, a alta taxa de desemprego e até mesmo as necessidades da geração, fizeram com que as empresas e os empregadores se adaptassem à nova realidade, tirando ideias do papel a favor de novos negócios lucrativos e inovadores.

Embora o termo “empreendedorismo” esteja em alta nos últimos anos, ele não é exatamente novo. A ideia de empreender surgiu em 1945 pelo economista Joseph Schumpeter.

Afinal, o que é empreender?

Segundo Schumpeter, o termo “empreendedor” é designado às pessoas versáteis, com habilidades técnicas para produzir e organizar recursos financeiros e operações internas, além de lidar muito bem com vendas e negociações.

Empreender, portanto, diz respeito àquele que sabe identificar oportunidades e transformá-las em negócios rentáveis, como a criação de novas empresas ou produtos.

Empreendedorismo na atualidade

Muitas pessoas acreditam que o empreendedorismo diz respeito somente à criação de novas empresas. Mas, ele não se limita somente aos empresários.

O empreendedorismo está presente na sociedade em diversos âmbitos, até mesmo dentro das empresas.

Nos dias atuais é muito interessante para as empresas terem em seu quadro de funcionários pessoas com características empreendedoras, que possam auxiliá-los com um olhar inovador, tanto para o desenvolvimento de novos produtos, quanto para o aperfeiçoamento dos processos. A presença de empreendedores em uma empresa potencializa significativamente o crescimento da mesma e seus lucros.

Engana-se também quem imagina que o espírito empreendedor seja apenas para aqueles que nasceram com este “dom”. Atualmente é possível encontrar cursos de nível superior com ênfase em empreendedorismo, que focam em formar profissionais capacitados a inovar e modificar as organizações. Então, sim! é possível criar essas habilidades.

Mas, afinal, quais são as características essenciais na carreira do empreendedor?

Algumas características são essenciais para quem quer empreender, afinal, é necessário ser muito versátil e possuir conhecimento amplo para: criar, manter e fazer acontecer.

Alguns fatores essenciais na carreira do empreendedor de sucesso são:

Buscar oportunidades: o empreendedor não se limita, ele sempre quer ir muito além do que os olhos veem. Desta forma, está sempre estudando e procurando formas de inovar, buscando oportunidades de mercado, além de propor soluções para desafios.

Persistência: ele não desiste no primeiro obstáculo. O empreendedor enxerga o obstáculo como uma forma de chegar no destino almejado e não como forma de desistência. Por isso, despende de um esforço extraordinário para completar o que lhe foi proposto.

Qualidade: o empreendedor está sempre atento às melhores formas de fazer as coisas acontecerem, oferecendo um serviço ágil, e com todos os padrões de qualidade previamente combinado. Afinal, para qualquer negócio de sucesso a qualidade é muito mais importante do que somente quantidade.

Metas: o empreendedor sempre tem metas em vista. Tudo o que é feito é pensado a fim de chegar ao objetivo inicial, com uma visão específica e clara.

Apto a correr riscos: ou seja, ele está sempre calculando riscos e tentando diminuir as probabilidades destes erros, preparando-se para qualquer situação que ofereça desafios.

Além das características exigidas, é necessário entender: o empreendedor está sempre estudando o mercado, sabendo aonde quer chegar e tirando as ideias do papel.

Embora as características acima sejam essenciais para criar um negócio de sucesso ou inovar a forma como a sua atual empresa trabalha, é sim possível desenvolver as habilidades de um empreendedor e chegar ao destino almejado. Isto é possível através de cursos, autoconhecimento e até mesmo coaching. Portanto, não desista.

Se você tem interesse de aprender mais sobre Empreendedorismo e/ou desenvolver estas habilidades, entre em contato conosco.

Disciplina Positiva para empresas: mais conexão e melhores resultados!

As constantes cobranças no ambiente corporativo e a alta concorrência do mercado podem fazer com que as empresas sejam tomadas por confrontos, rivalidades e momentos de tensão entre os colaboradores. Afinal, qualquer tipo de relacionamento tem seus desafios.

Porém, a verdade é que para tudo há uma solução. E, segundo a Dra. Jane Nelson, terapeuta e doutora em educação, famosa por expandir a filosofia da Disciplina Positiva, criada há mais de 30 anos, qualquer conflito deve ser resolvido com mais conexão e menos cobranças.

No post anterior, falamos um pouco sobre o que esta técnica prega e quais seus benefícios para as relações pessoais, desde a infância. A proposta dela se baseia nos sentimentos de vínculo, empatia e conexão.

Qualquer disciplina que seja baseada em controle ou manipulação compromete a confiança entre os envolvidos, gerando insatisfações nas relações de trabalho, casais e até mesmo entre pais e filhos.

Dentro das empresas, a Disciplina Positiva também é fundamental. Afinal, o bom ambiente do trabalho favorece a convivência dos colaboradores e a motivação do time.

Pessoas que se respeitam e se dão bem tendem a trabalhar bem em equipe, trazendo resultados favoráveis à organização e não somente ao clima organizacional.

Disciplina Positiva na prática

Opondo-se à ideia de que respeito é definido somente como “obediência” ao superior, a Disciplina Positiva acredita que o respeito deve ser mútuo, oferece direitos iguais às pessoas. Ela foca na conexão e na harmonia.

Normalmente, em casos de comportamentos considerados inapropriados, o superior age com censura, isolamento e punição. Mas a Disciplina Positiva acredita que a melhor forma de solucionar este tipo de problema é identificar o comportamento, sem a necessidade de humilhar ou culpar, apenas focando em soluções, acompanhando o que foi mutuamente combinado e focando nos resultados possíveis.

Técnicas para evitar os conflitos

Além disso, a Disciplina Positiva não age somente com um problema à vista. Ela existe também para evitar futuros conflitos. Por isso, alguns comportamentos internos por parte dos colaboradores são indispensáveis, como por exemplo:

  • Manter um relacionamento positivo com todos.
  • Usar a empatia e o respeito.
  • Trabalhar em conjunto para obter soluções.
  • Ser proativo.
  • Criar um ambiente que propicie o “SIM”.
  • Falar sobre fatos, ao invés de ordens.
  • Evitar rótulos.
  • Fazer pedidos usando afirmativas.
  • Conversas antes de intervenções.
  • Oferecer escolhas.
  • Usar consequências lógicas com compaixão.

Dessa forma, podemos observar que este relacionamento é baseado em conexão e só depois vem a correção, se necessário.

O poder das dinâmicas em grupo

Outra forma de inserir a Disciplina Positiva nas empresas é através das dinâmicas em grupo, que são formas eficientes e ricas em associação, gerando resultados de valor e alto grau de aproveitamento.

A Disciplina Positiva pode não ser bem aceita a princípio por gestores que são autoritários e acostumados com outro tipo de comportamento, mas com as técnicas certas e grupos de apoio, com profissionais preparados focados nesta técnica, o resultado tende a ser um sucesso!

Estas dinâmicas em grupo devem ser focadas em:

  • Facilitar as etapas de solução de problemas da equipe.
  • Métodos de comunicação para promover um ambiente de trabalho mais respeitoso e produtivo.

Assim, as dinâmicas em grupo dão ênfase nas ferramentas da Disciplina Positiva, inspirando compreensão e mudanças mais profundas de comportamento. Todo o passo a passo para resolver problemas de forma descontraída, ajuda com oportunidades e desafios reais no ambiente de trabalho.

Vale a pena praticar esses comportamentos e colher os frutos de uma equipe incentivada e harmoniosa!

Se você quer conhecer um pouco mais sobre técnicas avançadas para melhorar as relações na sua empresa, entre em contato conosco! A Asas DH oferece soluções personalizadas com um time multidisciplinar para te ajudar!