Entenda o que é Empreendedorismo e qual a sua importância para o mercado nos dias atuais

Nunca se ouviu falar tanto sobre empreendedorismo quanto nos dias atuais.

A crise econômica, a alta taxa de desemprego e até mesmo as necessidades da geração, fizeram com que as empresas e os empregadores se adaptassem à nova realidade, tirando ideias do papel a favor de novos negócios lucrativos e inovadores.

Embora o termo “empreendedorismo” esteja em alta nos últimos anos, ele não é exatamente novo. A ideia de empreender surgiu em 1945 pelo economista Joseph Schumpeter.

Afinal, o que é empreender?

Segundo Schumpeter, o termo “empreendedor” é designado às pessoas versáteis, com habilidades técnicas para produzir e organizar recursos financeiros e operações internas, além de lidar muito bem com vendas e negociações.

Empreender, portanto, diz respeito àquele que sabe identificar oportunidades e transformá-las em negócios rentáveis, como a criação de novas empresas ou produtos.

Empreendedorismo na atualidade

Muitas pessoas acreditam que o empreendedorismo diz respeito somente à criação de novas empresas. Mas, ele não se limita somente aos empresários.

O empreendedorismo está presente na sociedade em diversos âmbitos, até mesmo dentro das empresas.

Nos dias atuais é muito interessante para as empresas terem em seu quadro de funcionários pessoas com características empreendedoras, que possam auxiliá-los com um olhar inovador, tanto para o desenvolvimento de novos produtos, quanto para o aperfeiçoamento dos processos. A presença de empreendedores em uma empresa potencializa significativamente o crescimento da mesma e seus lucros.

Engana-se também quem imagina que o espírito empreendedor seja apenas para aqueles que nasceram com este “dom”. Atualmente é possível encontrar cursos de nível superior com ênfase em empreendedorismo, que focam em formar profissionais capacitados a inovar e modificar as organizações. Então, sim! é possível criar essas habilidades.

Mas, afinal, quais são as características essenciais na carreira do empreendedor?

Algumas características são essenciais para quem quer empreender, afinal, é necessário ser muito versátil e possuir conhecimento amplo para: criar, manter e fazer acontecer.

Alguns fatores essenciais na carreira do empreendedor de sucesso são:

Buscar oportunidades: o empreendedor não se limita, ele sempre quer ir muito além do que os olhos veem. Desta forma, está sempre estudando e procurando formas de inovar, buscando oportunidades de mercado, além de propor soluções para desafios.

Persistência: ele não desiste no primeiro obstáculo. O empreendedor enxerga o obstáculo como uma forma de chegar no destino almejado e não como forma de desistência. Por isso, despende de um esforço extraordinário para completar o que lhe foi proposto.

Qualidade: o empreendedor está sempre atento às melhores formas de fazer as coisas acontecerem, oferecendo um serviço ágil, e com todos os padrões de qualidade previamente combinado. Afinal, para qualquer negócio de sucesso a qualidade é muito mais importante do que somente quantidade.

Metas: o empreendedor sempre tem metas em vista. Tudo o que é feito é pensado a fim de chegar ao objetivo inicial, com uma visão específica e clara.

Apto a correr riscos: ou seja, ele está sempre calculando riscos e tentando diminuir as probabilidades destes erros, preparando-se para qualquer situação que ofereça desafios.

Além das características exigidas, é necessário entender: o empreendedor está sempre estudando o mercado, sabendo aonde quer chegar e tirando as ideias do papel.

Embora as características acima sejam essenciais para criar um negócio de sucesso ou inovar a forma como a sua atual empresa trabalha, é sim possível desenvolver as habilidades de um empreendedor e chegar ao destino almejado. Isto é possível através de cursos, autoconhecimento e até mesmo coaching. Portanto, não desista.

Se você tem interesse de aprender mais sobre Empreendedorismo e/ou desenvolver estas habilidades, entre em contato conosco.

Disciplina Positiva para empresas: mais conexão e melhores resultados!

As constantes cobranças no ambiente corporativo e a alta concorrência do mercado podem fazer com que as empresas sejam tomadas por confrontos, rivalidades e momentos de tensão entre os colaboradores. Afinal, qualquer tipo de relacionamento tem seus desafios.

Porém, a verdade é que para tudo há uma solução. E, segundo a Dra. Jane Nelson, terapeuta e doutora em educação, famosa por expandir a filosofia da Disciplina Positiva, criada há mais de 30 anos, qualquer conflito deve ser resolvido com mais conexão e menos cobranças.

No post anterior, falamos um pouco sobre o que esta técnica prega e quais seus benefícios para as relações pessoais, desde a infância. A proposta dela se baseia nos sentimentos de vínculo, empatia e conexão.

Qualquer disciplina que seja baseada em controle ou manipulação compromete a confiança entre os envolvidos, gerando insatisfações nas relações de trabalho, casais e até mesmo entre pais e filhos.

Dentro das empresas, a Disciplina Positiva também é fundamental. Afinal, o bom ambiente do trabalho favorece a convivência dos colaboradores e a motivação do time.

Pessoas que se respeitam e se dão bem tendem a trabalhar bem em equipe, trazendo resultados favoráveis à organização e não somente ao clima organizacional.

Disciplina Positiva na prática

Opondo-se à ideia de que respeito é definido somente como “obediência” ao superior, a Disciplina Positiva acredita que o respeito deve ser mútuo, oferece direitos iguais às pessoas. Ela foca na conexão e na harmonia.

Normalmente, em casos de comportamentos considerados inapropriados, o superior age com censura, isolamento e punição. Mas a Disciplina Positiva acredita que a melhor forma de solucionar este tipo de problema é identificar o comportamento, sem a necessidade de humilhar ou culpar, apenas focando em soluções, acompanhando o que foi mutuamente combinado e focando nos resultados possíveis.

Técnicas para evitar os conflitos

Além disso, a Disciplina Positiva não age somente com um problema à vista. Ela existe também para evitar futuros conflitos. Por isso, alguns comportamentos internos por parte dos colaboradores são indispensáveis, como por exemplo:

  • Manter um relacionamento positivo com todos.
  • Usar a empatia e o respeito.
  • Trabalhar em conjunto para obter soluções.
  • Ser proativo.
  • Criar um ambiente que propicie o “SIM”.
  • Falar sobre fatos, ao invés de ordens.
  • Evitar rótulos.
  • Fazer pedidos usando afirmativas.
  • Conversas antes de intervenções.
  • Oferecer escolhas.
  • Usar consequências lógicas com compaixão.

Dessa forma, podemos observar que este relacionamento é baseado em conexão e só depois vem a correção, se necessário.

O poder das dinâmicas em grupo

Outra forma de inserir a Disciplina Positiva nas empresas é através das dinâmicas em grupo, que são formas eficientes e ricas em associação, gerando resultados de valor e alto grau de aproveitamento.

A Disciplina Positiva pode não ser bem aceita a princípio por gestores que são autoritários e acostumados com outro tipo de comportamento, mas com as técnicas certas e grupos de apoio, com profissionais preparados focados nesta técnica, o resultado tende a ser um sucesso!

Estas dinâmicas em grupo devem ser focadas em:

  • Facilitar as etapas de solução de problemas da equipe.
  • Métodos de comunicação para promover um ambiente de trabalho mais respeitoso e produtivo.

Assim, as dinâmicas em grupo dão ênfase nas ferramentas da Disciplina Positiva, inspirando compreensão e mudanças mais profundas de comportamento. Todo o passo a passo para resolver problemas de forma descontraída, ajuda com oportunidades e desafios reais no ambiente de trabalho.

Vale a pena praticar esses comportamentos e colher os frutos de uma equipe incentivada e harmoniosa!

Se você quer conhecer um pouco mais sobre técnicas avançadas para melhorar as relações na sua empresa, entre em contato conosco! A Asas DH oferece soluções personalizadas com um time multidisciplinar para te ajudar!

 

O que é Disciplina Positiva?

Quantos problemas poderiam ser evitados a partir de um diálogo respeitoso e positivo?

Disciplina pode ser ensinada com gentileza, livre de qualquer punição, castigo ou recompensa. É com base neste pensamento que foi criada a chamada Disciplina Positiva.

A técnica já é utilizada por pais durante a criação dos seus filhos, mas muitas empresas têm adotado a mesma filosofia para criar um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo, resultando em relacionamentos saudáveis entre os colaboradores.

O início de tudo

Pesquisas apontam que as crianças são “programadas” desde o nascimento para criarem conexões com os outros. Os estudos mostram também que as crianças que se sentem conectadas às suas famílias, escolas e comunidade, tendem a apresentar menos comportamentos inadequados.

Com base nisso, a Disciplina Positiva é baseada na conexão com o outro, priorizando a comunicação, o amor e a empatia, eliminando qualquer luta de poder, controle excessivo ou permissividade, e é colocada em prática por pais e professores durante a educação de seus filhos e alunos.

Como surgiu?

A Disciplina Positiva surgiu nos anos 20, pelos psicólogos Alfred Adler e Rudolf Dreikurs, mas foi só a partir dos anos 80, com Jane Nelsen, psicóloga e educadora, que a ideia vem tomando proporções maiores e ganhando divulgação a respeito dos benefícios desta forma de relacionamento.

Inúmeros livros foram lançados desde então pela Dra. Jane Nelsen e por outros autores, como Lynn Lott e Cheryl Erwin, ensinando habilidades sociais para o público infantil.

Os estudiosos buscaram firmar um programa que fosse baseado em encorajar as crianças, adolescentes, casais e colaboradores e tornarem-se responsáveis por seus atos, de forma respeitosa e com recursos para resolverem seus problemas por toda a vida, enxergando a positividade em qualquer dificuldade a caminho.

Colaboradores motivados = melhores resultados

É quase raridade encontrar quem nunca passou por um problema de relacionamento com seus chefes e superiores nas empresas, ou até mesmo com colegas de trabalho extremamente competitivos e que, querendo ou não, dificultam a execução dos trabalhos e atividades em grupos.

Muitos gestores acreditam que precisam ser firmes com seus funcionários, a ponto de destacarem suas ideias com gritos, xingos e ameaças de demissão. A atitude pode ocasionar em resultados, mas movidos pelo medo. Os colaboradores agem, resolvem as pendências, mas em seguida ficam insatisfeitos e procuram por outra empresa que possa lhe oferecer um trabalho com um benefício indispensável: o respeito.

Ideias contrárias e expectativas diferentes sempre existirão. A diferença do exemplo acima e o que a Disciplina Positiva acredita é que o ponto de partida para a solução destes problemas parte da harmonia.

Com as ferramentas certas da Disciplina Positiva o dia se torna mais harmonioso, produtivo e prazeroso para todas as partes, gerando relacionamentos saudáveis  com todos que nos cercam. Esta harmonia proposta motiva colaboradores que, consequentemente, oferecem melhores resultados para a empresa.

A Disciplina Positiva acredita que “os erros são ótimas oportunidades de aprendizagem”, portanto, é de extrema importância aprendermos observando: o outro e a nós mesmos.

Os adultos, assim como as crianças, também erram, mas podem ser ensinados e moldados a possuírem ferramentas certas para repararem seus erros e focarem em soluções, ao invés de apenas serem castigados pelo problema em si, gerando a probabilidade do mesmo acontecer outras vezes.

Viu só a importância da Disciplina Positiva nos nossos relacionamentos?

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Planejamento estratégico: como planejar e estruturar seu projeto, sua equipe e os planos de ação

Empresas ágeis, aquelas que conseguem se manter em crescimento em um mercado altamente competitivo, perceberam que precisavam mudar seus processos, incluindo a forma como realizam o planejamento estratégico, para que eles não só acompanhassem mas impulsionassem uma nova velocidade na gestão.

Hoje, mais do que nunca, é preciso se transformar muito rápido para que os resultados sejam exponenciais. A capacidade de adaptabilidade das organizações está mudando, o que exige um formato de planejamento estratégico mais flexível e multidisciplinar.

Se antes, o planejamento estratégico era visto por muitos apenas como um documento repleto de análises e considerações dos objetivos futuros da empresa, atualmente, ele pode ser visto como um grande aliado no acompanhamento de ações e resultados. Ele é o verdadeiro comunicador e orientativo do “para onde vamos”.

E mais do que isso, o planejamento estratégico também deve ser a ferramenta utilizada nos momentos de transformações que mencionamos acima. Se o cenário muda ele deve ser consultado e até mesmo reestruturado.

O que nos traz uma importante reflexão: se é preciso ser ágil como reestruturar esse planejamento se necessário, já que isso não é algo nem tão rápido e nem tão simples assim de se fazer?

Através do acompanhamento constante dos objetivos, metas e estratégias. Foi assim que nasceu, por exemplo, a metodologia dos OKRs (Objectives and Key Results), criada pelo ex-CEO da Intel, Andrew S. Grove e que ficou conhecida no mundo todo quando em 1999 um dos investidos do Google, John Doerr, a apresentou para os poucos funcionários (na época) da empresa e passou a utilizá-la.

O efeito de tudo isso? O método suportou o crescimento do Google, que foi de cerca de 20 pessoas (1999) para mais de 60 mil (atualmente), provando que os OKRs podem ser utilizados tanto por pequenas quanto por grandes empresas.

Em resumo, a fórmula dos OKRs para definir metas e que pode ser utilizado no processo de planejamento estratégico é:

“Eu vou” (objetivo) → “medido por” (conjuntos de resultados-chave).

Os objetivos (O) são uma declaração concisa da direção desejada pela empresa. A metodologia diz que “um bom objetivo deve ser devidamente descrito para que as pessoas possam imaginar o quão impactante serão alcançá-lo”.

E os resultados-chave (KR) são as metas com impacto direto no atingimento do objetivo caso sejam realizadas com sucesso.

Os objetivos são qualitativos e os KRs (na maioria das vezes entre 2 e 5 para cada objetivos) são quantitativos. Uma excelente e rápida forma de identificar se a empresa está de fato indo de encontro aos resultados esperados por ela.

Não é de hoje que o planejamento e execução das estratégias empresariais são alguns dos principais desafios das organizações. Ter estratégias bem consolidadas é fundamental para o funcionamento da organização e para garantir sua desenvoltura operacional. Metodologias como a dos OKRs têm muito a contribuir com esse processo.

Equipe: a peça-chave de um bom planejamento estratégico

A presença da equipe é fundamental não só na execução de um bom planejamento estratégico, como também para que ele faça sentido para a empresa. Mantê-la reunida durante esse processo ajuda na externalização de quais serão essas estratégias.

A falta de alinhamento dentro das organizações é uma grande causadora de desengajamento e baixa produtividade, podendo levar o negócio a estagnação.

Para que a empresa mantenha-se em crescimento, o entendimento de todos os colaboradores sobre suas estratégias é indispensável. As equipes (sejam elas de diferentes departamentos) devem saber responder questões como:

  • Quais são as prioridades da empresa hoje?
  • O que eu estou fazendo para atingir os objetivos da organização?

Algo que terão a compreensão se forem envolvidas durante o planejamento estratégico.

É muito provável que nem todos (principalmente no caso de grandes empresas) conseguirão participar de forma direta desse planejamento, mas eles devem ser ao menos, envolvidos e sempre, comunicados.

Planos de ação efetivos são planos de ação executados em conjunto

Para que os planos de ação do planejamento estratégico de uma empresa sejam o mais efetivos possíveis, mais uma vez é preciso envolver a todos. Basta escolher de uma a três variáveis, por exemplo, que podem ser executadas em equipe.

Essas variáveis estão dentro dos objetivos (que podem ser de aprendizagem ou performance) e que serão executadas por pessoas de diferentes funções. Quanto mais multidisciplinar for o time, maiores as chances de boas ideias surgirem.

Vamos exemplificar:

Suponha que um dos objetivos é aumentar o faturamento em 100%. De que forma colaboradores do comercial, financeiro, marketing, podem trabalhar juntos para que ele seja alcançado? Qual será o plano de ação determinado por eles? Quais as pequenas ações durante o processo?

Manter vários colaboradores focados em uma mesma variável torna o objetivo mais fácil de ser alcançado (pela quantidade de ideias) e o plano de ação mais bem executado.

Você quer experienciar novas formas de fazer o planejamento estratégico dentro da sua empresa? Conheça nossas Soluções In Company e esteja cada vez mais próximo das empresas que alcançam grandes resultados.

 

Performance e planejamento estratégico

Você consegue imaginar o que performance e planejamento estratégico têm em comum?

Pois bem. Muito mais do que você imagina!

Vamos relembrar: planejamento estratégico significa planejar com inteligência, ou seja, criar um plano para alcançar um ou mais objetivos e explorar no decorrer do processo as melhores condições para se chegar até ele(s) com o máximo de sucesso possível.

Para que o planejamento estratégico seja executado de forma ágil e proveitosa existem dois tipos de metas a serem traçadas nesse plano: as metas de performance e as metas de aprendizado. Ambas andam juntas.

Entendendo os termos

Performance é algo que você faz e o conduz a uma mudança observável pelo mundo exterior, ou seja – todos veem, está relacionada a números.

Já o aprendizado é o que você faz e o conduz a uma mudança no mundo interior e muitas vezes é resultante de uma interação com o mundo exterior. Exemplo:

  • Em dado momento da sua carreira profissional você foi promovido à líder e não estava satisfeito com a forma como estava lidando com sua equipe. Ao longo do processo, você percebeu que isso na verdade estava acontecendo porque você precisava desenvolver sua capacidade de autoliderança para poder liderar os outros e foi atrás desse aprendizado.

Diferença entre as metas

Como dissemos anteriormente, para fazer um planejamento estratégico é preciso performar bem e ter aprendizado, e tudo isso acontece através da definição das metas.

As metas de performance são o lado tangível dentro desse planejamento, elas podem ser analisadas através de métricas.

Exemplos de metas de performance:

  • Aumentar o salário ou metas e vendas em 10% antes do fim do ano.
  • Ter uma equipe mais eficaz visando os resultados x,y e z.
  • Terminar o relatório.
  • Criar um novo plano de desenvolvimento.

Já, as metas de aprendizado são:

  • Aumentar a capacidade de liderança.
  • Superar um medo de rejeição.
  • Eliminar o estresse.
  • Aumentar a capacidade de escuta.

Perceba a diferença! As metas de aprendizado não são tangíveis no exato momento em que ocorrem, ou seja, no momento do aprendizado.

No entanto, elas têm papel fundamental no alcance da performance (que é tangível), pois estão diretamente ligadas ao nosso autodesenvolvimento e para se chegar a uma boa performance, é preciso muito, muito autodesenvolvimento.

Aqui, conseguimos compreender com clareza o ponto onde ressaltamos que as metas de performance e aprendizado andam juntas.

Comece agora mesmo o seu planejamento estratégico para performar ainda mais

Seja para sua empresa ou para sua vida pessoal, o planejamento estratégico é um excelente aliado no alcance de resultados e melhorias.

A execução de um planejamento estratégico bem estruturado pode ajudá-lo a potencializar a sua performance em questões individuais e a da sua equipe durante o desenvolvimento de um projeto, por exemplo.

Você tem novos objetivos?

É incrível o quanto planejar estrategicamente está diretamente ligado ao desenvolvimento da performance.

Com esse ‘plano’ em mãos as pessoas tomam mais consciência do que precisam fazer para chegar onde desejam, e dessa forma, seus passos se tornam mais calculados e consequentemente mais certeiros.

O planejamento estratégico é uma forma excelente de melhorar a performance e consequentemente aperfeiçoar diferentes competências, chegando mais próximo do que se deseja e inclusive, a lugares ainda melhores, pois habilidades serão treinadas.

A Asas DH que desde sempre não só apoia como oferece diferentes soluções para o desenvolvimento humano possui uma gama de Soluções In Company e Mentorias para te ajudar a pensar em um planejamento estratégico e formas de melhorar a performance, seja dentro da sua empresa ou para sua vida. Conte conosco!

Planejamento estratégico

Imprescindível para definir o direcionamento e controle das ações de uma empresa, o planejamento estratégico é um rico processo de discussão de oportunidades e de análise da realidade da organização.

Formalmente, ele se transforma em um documento utilizado como guia para o cumprimento dos objetivos do negócio.

Em essência é o ponto de apoio para o desenvolvimento duradouro da organização. As estratégias definidas no plano consideram a intenção e o propósito do negócio como um todo, destacando os seus diferenciais no mercado.

A atividade envolve líderes ou proprietários da empresa e abrange toda organização. Portanto, não é feita para auxiliar apenas um determinado departamento e sim, para auxiliar o todo.

No planejamento estratégico são definidos pontos como visão, missão, metas e objetivos. Sua ideia central é pensar e estabelecer antecipadamente o que será preciso alcançar no futuro.

Empresas que realizam um bom planejamento estratégico são capazes de maximizar seus objetivos, minimizar suas deficiências e ter como retorno mais eficiência na execução de seus projetos.

Quando o plano é bem definido e de fato colocado em prática, estratégias equivocadas são abandonadas com mais facilidade, traçando novos rumos positivos para o negócio.

Consequentemente, há mais chance de aproveitar as boas oportunidades, de formar bons times e criar resultados mais sustentáveis e lucrativos a longo prazo.

Por isso, o processo de definição do plano é tão importante quanto a sua “versão final”. Quanto mais específico e detalhado ele for, mais ele pode ser bem aproveitado.

O planejamento estratégico é um momento importante de reflexão, discussão e interação, que deve responder basicamente (ouvindo a opinião de todos os envolvidos) perguntas como:

  • Quem somos? Qual o nosso maior propósito? Qual a relevância do nosso negócio para o mercado? Afinal, aonde queremos chegar com a nossa empresa?
  • Quem são as pessoas envolvidas nesse planejamento? Como será a participação delas nas análises que traçarão nossos novos caminhos? Qual é o papel de cada uma delas na execução dessa plano?

Depois de responder a essas perguntas é hora de colher o máximo de dados possíveis e transformá-los e informações que sejam capazes de dar uma visão mais completa e complexa para a empresa.

É importante compreender os níveis de crescimento e desenvolvimento do mercado, de funcionários, concorrentes, áreas e novos nichos a explorar. Conhecer os insumos internos e externos para a realização do negócio, e ter a consciência de que cruzar os dados sobre o mercado (geral) e sobre a empresa (interno) é fundamental para a execução do planejamento estratégico.

Análise dos ambientes

A análise dos ambientes é fundamental para determinar os fatores que influenciam diretamente a organização.

Como vimos inicialmente, a equipe envolvida avalia os fatores internos da organização. Feito isso, esses fatores devem ser segmentados em pontos fortes e pontos fracos, de acordo com requisitos como:

  • Cultura organizacional;
  • Práticas funcionais;
  • Fluxo de informações;
  • Gestão financeira;
  • Controle de gestão.

Feito isso é hora de olhar externamente. Afinal, a empresa está inserida em um sistema amplo e pode ser impactada pelo entorno o qual faz parte.

As transformações externas também guiam as ações internas para que a organização possa se manter ativa e competitiva no mercado ao qual faz parte.

O estudo do ambiente externo inclui análises:

  • Demográficas;
  • Econômicas;
  • Naturais;
  • Político-legais;
  • Tecnológicas;

Bem como a compreensão do comportamento de seus clientes, concorrentes e fornecedores.

Nessa análise, a empresa destacará em seu planejamento estratégico quais são as oportunidades e ameaças encontradas para o seu negócio.

E depois do planejamento?

Depois do planejamento é preciso, sobretudo, usá-lo ao invés de esquecê-lo dentro de uma gaveta.

O planejamento deve ser monitorado sistematicamente para que a empresa não se deixe levar pelo cotidiano das urgências e realização de atividades que pouco dão sentido a sua existência e pouco colaboram para que ela se mantenha em permanência e crescimento em um mercado altamente competitivo.

Não adianta acumular números em uma folha de papel. Sejam eles bons os ruins, se não estiverem dando respostas conclusivas para a gestão do negócio e não auxiliarem a empresa na aproximação de seus maiores objetivos, então é hora de revê-los. Pois sim, um planejamento estratégico não só pode como deve ser reestruturado se necessário for.

É preciso manter o termômetro em constante medição. Estamos indo (com sucesso e efetividade) para onde gostaríamos de ir?

#Curiosidade: você sabia que o planejamento estratégico pode ser feito de diferentes formas? Inclusive com a utilização de ferramentas como a LEGO® SERIOUS PLAY®?

Conheça soluções diferentes e inovadoras na hora de executar esse importante trabalho com a sua equipe!

Dinâmica para performance

Muitas vezes, é difícil encontrar uma forma de demonstrar para a equipe a importância de determinados assuntos e principalmente de estimular o aprendizado deles diante desses assuntos.

Você já parou para pensar, por exemplo, como falar sobre performance com o seu time? Será que compartilhar um artigo que todos leiam com o tema é o suficiente? Será que eles entenderão a mensagem?

Por esse motivo, alguns temas precisam ser trabalhados de forma prática, é necessário proporcionar a vivência para que haja o entendimento efetivo sobre o que aquilo realmente se trata.

Uma forma de incentivar e demonstrar a importância da performance para uma equipe (um assunto tão abordado ultimamente) é utilizando dinâmicas, que podem ser conduzidas por seus líderes diretos ou por áreas de apoio – como a de recursos humanos e consultorias especializadas.

Como elaborar uma dinâmica para performance efetiva

A premissa da dinâmica para performance é que ela deve ser estruturada para que um resultado seja alcançado. E aqui, a ação de alcançar o resultado pode não estar ligada a uma métrica por exemplo, mas a algo mais abstrato como conseguir identificar um ponto de dificuldade/falha dentro da equipe.

Nessa atividade, o resultado é muito particular e vai de encontro ao que é necessário melhorar dentro do time para que a performance realmente: 1. Seja desenvolvida no dia a dia, até que 2. Comece a fazer parte da rotina de modo a ser sentida naturalmente nas ações.

O facilitador de uma dinâmica assim deve a todo instante trazer o grupo para o foco de: “o que podemos fazer para alcançar x resultado? Quais são as nossas melhores estratégias? E incentivar que o máximo de assuntos possíveis sejam discutidos e abordados ao longo da atividade, até tentar “esgotar” as ideias.

É preciso ter tato e habilidade comunicativa para incentivar o pensamento fora da caixa, pois, só se pode falar de performance dentro de um grupo de pessoas, se esse grupo se esforça para pensar diferente.

Atividades como as dinâmicas ajudam exatamente nesse ponto: envolver a equipe com novas ideias. Propor um ambiente em que seja possível desconstruir pensamentos e dar abertura ao novo.

Para alcançar o tão almejado resultado e sentir que a dinâmica de fato colaborou para equipe performar ou entender a importância disso, é indispensável percorrer um caminho estratégico e mais do que necessário trazer à tona alguns pontos no decorrer na atividade. É preciso:

  • Trabalhar cultura.
  • Definir um objetivo.
  • Contar com facilitadores realmente capacitados.
  • Definir o melhor método.
  • Comunicar e engajar a todo instante.
  • Avaliar o retorno da atividade e principalmente, compartilhar com a equipe qual foi esse retorno.

De modo geral, esses pontos precisam ser trabalhados, porque eles são capazes de diminuir o impacto e até mesmo erradicar pontos cruciais que muitas vezes impedem equipes de performar. Vamos refletir, juntos!

Você já identificou dentro do seu time:

  • Fofocas?
  • Retrabalhos?
  • Pessoas incomodadas umas com as outras por retrabalhos?
  • Estresse? Sentimos de infelicidade? Insatisfação?
  • Colegas que não se suportam?
  • Reuniões longas que não levam a lugar nenhum?
  • Sensação de incompreensão, como: “meu líder não faz ideia do que passamos aqui. Ele não se importa conosco?”

Pois bem. Todos esses fatores influenciam diretamente na performance das pessoas e precisam ser trabalhados se a ideia é mudar o cenário.

A dinâmica para performance é o primeiro passo

Parte das empresas estão sempre dedicando muito tempo e esforço para tentar resolver problemas “bobos” dentro dos times, ou no pior dos casos, minimizando-os, o que tira o foco para que se dediquem a questões mais estratégicas e que gerarão resultados a longo prazo, como o trabalho da performance dentro das equipes.

Atividades como as dinâmicas são o primeiro passo rumo a implantação de novas soluções estratégicas que deem visibilidade ao incentivo da melhoria de performance, para que seja possível construir pouco a pouco uma organização mais forte e perene.

O trabalho da performance dentro das empresas estimula a cooperação e a união entre as pessoas, fatores extremamente importantes se o desejo da companhia é de ultrapassar seus competidores.

Atualmente, é necessário ir além: não é mais o suficiente pensar apenas no trabalho das pessoas, é preciso pensar em como elas trabalham individualmente e juntas. Avaliar e trabalhar a performance do todo.

Como está a performance da sua equipe? O que pode melhorar? Nós da Asas DH estamos prontos para ajudá-lo. Conheça as nossas Soluções In Company e vamos todos performar muito melhor a cada dia e juntos!

Performance

Aposto que você tem ouvido muito a palavra performance e acredite, tal fato não tem acontecido por modismo e sim por necessidade.

O Mundo VUCA (sigla que representa a ideia de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade do mercado) chegou há algum tempo e trouxe um contexto em que exige de pessoas e empresas: agilidade, ousadia e criatividade. Pontos que dificilmente são observados em times de baixa performance ou em que a performance não é ao menos trabalhada.

Manter equipes de alta performance ou melhor, em alta performance é um desafio diário e necessário para as empresas que desejam manter em crescimento o alcance de resultados.

Performar deve ser um compromisso do indivíduo e incentivado adequadamente por aquele que o orienta, para que os objetivos fiquem claros a todos, e então o progresso ocorra.

O que impede um time de performar?

Os motivos muitas vezes estão tão enraizados no dia a dia corporativo que ou não são mais vistos ou são tratados como comuns, como causas de qualquer questão, exceto da baixa performance da equipe.

Pontos como:

  • Fofocas
  • Retrabalhos
  • Pessoas incomodadas umas com as outras
  • Sentimentos como descontentamento com a empresa, com o grupo, estresses frequentes
  • Colegas que não se suportam
  • Reuniões longas que não levam a lugar nenhum
  • Sensações de incompreensão, como: “meu líder não faz ideia do que passamos aqui, ele não se importa conosco!”

Dispersam os colaboradores.

Assim, os objetivos ficam cada vez mais confusos. O foco se perde e consequentemente, o que temos são pessoas que performam cada vez menos.

Se chegamos ao estágio em que esses pontos são alimentados sem ser trabalhados, o que pode acontecer é inclusive, uma crise de gestão.

O que algumas empresas ainda não enxergaram é que exigir performance de um time com a esperança de que ele foque toda sua atenção apenas para encontrar novas formas para aumentar o faturamento do negócio, não é mais efetivo.

Empresas têm sim fins lucrativos e o seu maior objetivo é arrecadar cada vez mais. Mas, motivar a equipe em curto prazo para o alcance de metas não garante resultados expressivos a longo prazo e menos ainda a competitividade de mercado.

Para colher bons frutos é preciso trabalhar a questão-chave. É preciso trabalhar a performance desse time. Olhar para pontos como os citados acima e se dedicar a entender onde está verdadeiramente o problema, quais são os reais impeditivos para que a equipe trabalhe em um fluxo melhor, tenha mais sintonia, harmonia e vontade de fazer acontecer.

Essa compreensão fará com que o time tenha respostas concretas sobre o que precisa ser mudado e assim ser capaz de agir de forma mais assertiva para erradicar ou ao menos diminuir cada um dos empecilhos encontrados.

A medida em que esses pontos são superados, o colaborador se envolve cada vez mais, e essa maneira de trabalhar passa a fazer parte da sua rotina de forma natural, melhorando então, a sua performance.

Pronto! Agora sim, a empresa tem a chance de melhorar o seu faturamento e diversas outras questões.

Pensar e pensar diferente

Só existe uma forma de começarmos a falar sobre performance dentro das empresas, e essa forma é estimulando que o colaborador comece a não só pensar, mas pensar sobretudo, diferente.

Pois, se uma companhia quer que sua equipe performe de forma competitiva com o mercado, ela precisa instigar a coragem, a união, o partilhar de ideias para que se chegue a um melhor consenso e estratégias.

Além disso, e tão importante quanto, é que todos estejam sempre orientados ao mesmo objetivo. Pois, se em algum momento um se “esquecer” do alvo, os outros funcionarão como seu ponto de apoio para lembrá-lo e auxiliá-lo no alcance desse alvo.

Empresas que contam com equipes de performance efetiva não fazem mais do mesmo, estão sempre em busca de inovação, de novas soluções, pensando exatamente em como fazer diferente.

Você está em busca de maneiras para fazer sua equipe performar? O que falta para que todos vocês caminhem juntos? Pensem diferente?

A Asas DH oferece Consultoria e Soluções In Company de acordo com as necessidades do seu negócio. Nosso time multidisciplinar está disposto a te auxiliar. Conheça as nossas soluções.

Dinâmicas com gamification

Existem diversas formas de aplicar o gamification ou gamificação em dinâmicas. Por ser uma estratégia flexível e adaptável basta entender alguns pontos para começar a desenhar o conceito da atividade.

Perceba que dissemos que é preciso entender esses pontos e portanto, a melhor forma de fazer isso é através da reflexão, ou seja, de questionamentos capazes de auxiliar na construção de uma estrutura com base sólida. Sendo assim, use perguntas como:

  • Qual é o público-alvo? Essas pessoas têm que idade? Pertencem a que cargo? Têm qual nível de escolaridade? São pessoas mais abertas a desenvolver atividades práticas ou há uma restrição?
  • Qual é o objetivo da ação? Desenvolver habilidades? Fixar o conteúdo de algum material que auxilia essas pessoas em suas tarefas diárias? Integrar a equipe?
  • Quais são os recursos disponíveis para realizar dessa ação? Um auditório? Área externa da empresa? Uma sala pequena? Papel? Caneta?
  • Quanto tempo há para realização da atividade? Ela será como uma pílula de aprendizagem e terá poucos minutos? Será utilizada na abertura/fechamento de uma reunião?

Esses questionamentos e outros que você achar necessários, auxiliam a pensar qual é a dinâmica mais efetiva para o momento.

As dinâmicas com o uso da gamificação permitem que os acertos sejam instantemente recompensados com congratulações, e que os erros sejam sentidos com a perda de pontos, facilitando a visualização do que precisa ser feito e quais estratégias precisam ser repensadas para que se alcance o objetivo.

Esse processo facilita a evolução de quem está vivenciando a dinâmica, pois deixa essa pessoa mais atenta aos obstáculos e mais determinada a superá-los. Assim, ela entende o que precisa melhorar e quais são os seus pontos fortes.

Não há forma mais eficiente de ensinar algo, do que permitir que a própria pessoa reconheça o que está certo, errado, o que precisa ser mudado e como mudar isso.

Veja agora 3 exemplos de dinâmicas com o uso do gamification.

Dinâmica “quebra gelo”

Esse estilo de dinâmica é ideal para o começo de eventos, treinamentos e até mesmo entrevistas. Momento em que as pessoas ainda estão tímidas e precisam se soltar para que tudo flua de forma leve e integrativa.

Uma excelente opção de dinâmica quebra gelo com o uso do gamification é desenvolver uma forma de as pessoas se apresentarem de forma descontraída. Afinal, falar de si mesmo ainda é uma grande dificuldade para muita gente.

Para realizar uma dinâmica quebra gelo com o uso da gamificação imprima cartas com imagens de paisagens/objetos/situações e peça para que a pessoa escolha a carta com a qual mais se identifica.

Depois, peça para que ela fale o porquê se identifica tanto com aquela carta e pouco a pouco você perceberá que a pessoa conseguiu encontrar uma nova forma para falar de si mesma: utilizando metáforas.

Se estiver em grupo, você pode pedir para que todos votem na melhor apresentação e depois, presentear a pessoa com um simples bom bom. Isso vale também se estiver sozinho com a pessoa. Essa ação demonstra reconhecimento pelo o que ela fez e o aproxima de uma pessoa ou cria a conexão entre várias.

Dinâmica de feedback

Muito se fala em feedback e ele ainda é um algo que algumas lideranças deixam a desejar, muitas vezes inclusive, por dificuldade em saber qual é a melhor forma de fazê-lo.

Por isso, dinâmicas de feedbacks são ideais para treinamentos de lideranças.

Uma maneira de ensinar líderes a realizarem feedbacks de forma efetiva é objetificando ideias, ou seja, fazendo com que eles falem de coisas e não de pessoas. Você pode utilizar a metodologia da LEGO® SERIOUS PLAY® para essa dinâmica.

Dê aos líderes uma situação problema e peça para que eles criem uma solução capaz de erradicar esse problema utilizando as peças da Lego, dentro do período de 10 minutos.

Em seguida, solicite que cada um comente sobre a sua solução dizendo qual foi a maior dificuldade que encontrou ao criá-la.

Depois, peça para que eles comentem sobre a solução desenvolvida por seus colegas apontando o porquê ela poderia dar certo ou o porquê não daria.

Ao final, proponha que eles votem na melhor solução e premie e grande vencedor.

Faça um desfecho da atividade, provocando os líderes a entenderem o quanto foi difícil falar sobre a solução de seus colegas e que estratégia eles usaram para falar se ela daria certo ou errado, de forma a não gerar nenhum desconforto negativo, mas sim, apenas cumprir os requisitos de mostrar a todos qual a solução mais eficiente.

Assim, eles entenderão ou menos terão diversos insights sobre o que precisam fazer para dar feedbacks efetivos e construtivos a pessoas também.

Dinâmica para desenvolver o conhecimento

Esse estilo de dinâmica é ideal antes de começar um dia de trabalho e para a capacitação de vendedores, sejam eles vendedores de produtos ou serviços.

Aqui, o objetivo é que eles pratiquem o conhecimento sobre aquilo que vendem, para que se sintam mais seguros e consequentemente melhorem suas argumentações no momento em que estiverem em contato com o cliente.

Para praticar essa atividade o ideal é estar em grupo, assim a troca de conhecimento será ainda maior e você é capaz de desenvolver o espírito de colaboração entre as pessoas da equipe.

Vamos ao exemplo!

Suponha que você tem uma farmácia e deseja aumentar a venda de um determinado grupo de produtos dermocosméticos, pois eles são excelentes potencializadores de receita. Então, o seu desafio é treinar os vendedores para:

  1. Oferecem o produto ao cliente de forma efetiva, criando oportunidades de venda.
  2. Saberem os benefícios de cada produto para garantirem uma argumentação vendedora e vencedora.

O nome do jogo pode ser: “saiba tudo e venda mais”.

Separe os seus vendedores em duas equipes e crie uma disputa entre elas.

Para isso, estabeleça critérios. Você deve saber qual o conhecimento necessário para os dois pontos pré-estabelecidos acima.

Crie uma planilha: você precisa ter uma coluna com esses critérios escritos e outra com “pontos”.

Peça para que os grupos criem uma demonstração de atendimento contemplando os dois pontos pré-estabelecidos por você. Ao longo da demonstração, vá preenchendo os pontos.

No final, faça à somatória e descubra qual foi o time vencedor. Comunique isso e dê feedbacks.

Se o time “A” venceu diga que ele venceu porque cumpriu “x” critérios e comunique ao time “B” o que faltou em sua simulação de venda para que ele fosse o vencedor.

Essa é a parte mais importante do jogo. Porque assim, eles entenderão quais são os conhecimentos necessários que precisam ter para estarem 100% alinhados aos seus critérios.

Você pode presentear o time vencedor com algo simples, ou pode criar uma série de jogos e fazer com que esse primeiro garanta apenas mais pontos para uma disputa final.

Criar disputas entre vendedores funciona muito, já que eles têm um perfil de competição muito mais aguçado do que diversos outros profissionais. Vendedores se estimulam por bater metas e conquistar algo em troca por elas. Desenvolver um jogo e dar pontos ou premiações por acertos é fazer exatamente isso.

Quer desenvolver dinâmicas na sua empresa com o uso do gamification? Entre em contato conosco e conheça nossos treinamentos In Company.

Dinâmica

Se você é um profissional de RH com certeza já deve ter ouvido a seguinte frase: “por favor, venha fazer uma dinâmica no meu departamento, as coisas não estão indo muito bem por aqui, meu time está se desentendendo com frequência”.

Ou: “eu gostaria de fazer algo de diferente com a minha equipe para motivá-los. Você tem alguma sugestão de dinâmica?”.

Situações assim, nos mostram o quanto as dinâmicas são vistas como uma alternativa para resolver problemas de relacionamentos entre pessoas de uma mesma equipe e como uma estratégia para provocar nos colaboradores sensações mais positivas.

A verdade é que elas podem ser sim usadas para contribuir com questões assim, mas o que muitos ainda não enxergam é que as dinâmicas não têm só a função de “apagar incêndios” dentro de uma empresa. Elas vão muito além disso.

Então, não basta olhar para o RH e dizer: “vem aqui fazer uma dinâmica”, pois só isso não terá efetividade.

Apesar de serem feitas muitas vezes, em forma de “brincadeira” para criar ambientes mais descontraídos e agradáveis, as dinâmicas devem ser levadas a sério, ou seja, precisam ter um propósito sério, mesmo que esse propósito signifique por exemplo quebrar o gelo antes do início de um treinamento de forma mais leve e criativa.

Porque, ser leve e criativo nas atividades com a equipe não demonstra falta de compromisso, de responsabilidade com ela. Demonstra apenas uma forma de alcançar um objetivo, de solucionar uma questão.

Dinâmicas não são mágicas transformadoras, são atividades com fundamentos. Não é o momento “oba oba” da empresa, é o momento que deve ser aproveitado da melhor forma possível para contribuir com qualquer questão que seja.

O que é considerado uma dinâmica?

Dinâmicas são atividades conduzidas por um facilitador – geralmente com formação nas áreas de Recursos Humanos, Psicologia, ou pessoas de diferentes formações com boa capacidade de comunicação interpessoal – que têm o intuito de cumprir com uma finalidade pré-estabelecida.

Indispensavelmente, o facilitador deve entender os métodos que envolvem uma dinâmica para que ela seja cumprida com êxito – encaixando pontos como: onde será feita, por que será feita e como será feita.

Sendo assim, ele é a ponte que liga a atividade aos participantes e uma de suas funções é comunicá-los sobre o que será feito, conscientizá-los sobre qual o propósito da dinâmica e mediar as interações entre os mesmos para que o objetivo comum seja alcançado.

O intuito de uma dinâmica em grupo é permitir que seja possível construir em conjunto, por meio da partilha de conhecimentos e estratégias. Todos estão em busca de um mesmo resultado e por tanto, todos precisam saber o que farão para alcançá-lo.

As vantagens das dinâmicas

Durante essas atividades, é possível instigar o pensamento criativo. Abrir espaço para que novas ideias e formas de fazer as coisas sejam semeadas dentro da equipe.

As dinâmicas são simulações de desafios que permitem que as pessoas ajam com autenticidade e busquem o aperfeiçoamento de suas condutas enquanto fazem uma autoavaliação. Bem reflexivo, não é mesmo?

Esses momentos permitem a leveza das análises e têm como foco a descoberta do novo, de ações mais eficientes na resolução de problemas.

O aspecto é impulsionador: quando as dinâmicas estão sendo aplicadas as pessoas sabem o que devem fazer, tem seus papéis e escopos claros. Dessa forma, se responsabilizam e até mesmo reconhecem os seus feitos individuais, o que é muito enriquecedor.

O comprometimento das pessoas torna-se extraordinário e a descoberta de que bons resultados estão atrelados a bons trabalhos executados em equipe, pode transformar o ritmo individual de cada um e trazer um bem-estar coletivo muito maior para o ambiente de trabalho.

Movimente seu time com dinâmicas e descubra o quanto elas têm a contribuir para a qualidade da comunicação e integração das pessoas.

Existe um universo de possibilidades, de formas de aplicar essas atividades. Use essa importante ferramenta a seu favor.

Qual é a sua necessidade? Conheça as soluções In Company da Asas DH. Nosso time multidisciplinar está pronto para aplicar e conduzir dinâmicas para diferentes níveis gerenciais dentro da sua empresa.