Liderança e a Metodologia Inner Game de Tim Gallwey

A liderança eficaz desempenha um papel fundamental no sucesso e crescimento das organizações.

Ir além da simples delegação de tarefas e motivar equipes de alta performance requer uma abordagem que envolva autoconhecimento e o desenvolvimento de habilidades internas. Uma metodologia inovadora que atende a esses requisitos é o Inner Game, desenvolvido por Tim Gallwey.

Neste artigo, exploraremos os princípios do Inner Game e como ele pode impactar positivamente a liderança nas organizações.

  1. Os Princípios do Inner Game: O Inner Game, uma metodologia desenvolvida por Tim Gallwey, é baseado em dois princípios fundamentais: o Jogo Exterior e o Jogo Interior. O Jogo Exterior refere-se às habilidades técnicas e tarefas tangíveis da liderança. O Jogo Interior está relacionado à gestão das emoções, confiança e autopercepção, superando bloqueios mentais e alcançando um desempenho ótimo.
  2. Autoconhecimento: Uma das bases do Inner Game é o foco no autoconhecimento. Líderes eficazes devem compreender suas próprias forças, fraquezas, valores e crenças. Ao desenvolver uma consciência profunda de si mesmos, podem identificar e superar os obstáculos internos que limitam seu desempenho. O processo de autoanálise, feedback e busca constante por crescimento pessoal são elementos essenciais desse princípio.
  3. Aprender a Aprender: O Inner Game enfatiza a importância da aprendizagem contínua na liderança. Isso envolve a capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças, experimentar novas abordagens e aprender com os erros. Em vez de focar exclusivamente nos resultados finais, líderes devem valorizar o processo de aprendizagem, promovendo um ambiente de desenvolvimento para si mesmos e suas equipes.
  4. Feedback e Coaching: O Inner Game destaca a relevância do feedback e coaching na liderança. Líderes atuam como facilitadores e treinadores, fornecendo um ambiente seguro para que suas equipes expressem ideias, desafiem seus limites e cresçam. Além disso, líderes devem estar abertos ao feedback dos outros, buscando oportunidades de melhoria constante e promovendo o desenvolvimento de suas equipes.
  5. Foco no Presente: A metodologia Inner Game ressalta o poder do foco no presente. Líderes devem ser capazes de concentrar-se plenamente nas tarefas e interações do momento, evitando distrações e preocupações desnecessárias. Isso permite atenção total às necessidades da equipe, desenvolvimento de relacionamentos autênticos e tomada de decisões fundamentadas.

A metodologia Inner Game, desenvolvida por Tim Gallwey, oferece uma abordagem inovadora para a liderança, com ênfase no autoconhecimento, aprendizagem contínua e desenvolvimento de habilidades internas. A liderança eficaz vai além das habilidades técnicas, envolvendo a gestão das emoções, promoção de crescimento pessoal e cultivo de relacionamentos autênticos.

Aqui na Asas Desenvolvimento Humano, nossos profissionais são certificados pela metodologia Inner Game de Tim Gallwey, permitindo que ofereçamos programas de desenvolvimento de liderança personalizados e eficazes.

Se você deseja aplicar a metodologia Inner Game em sua organização, entre em contato conosco para obter mais informações sobre nossos serviços e como podemos ajudá-lo a alcançar uma liderança excepcionalmente impactante.

Encontre aqui líderes para te inspirar

Bons exemplos devem ser fonte de inspiração para nós. Eles mostram um caminho que já foi traçado e que de alguma forma, trouxe resultados satisfatórios. Separamos uma lista de líderes que tiveram grandes conquistas e se destacaram em meio ao mercado. 

Walt Disney

Ele é um dos grandes nomes de líderes que vislumbraram algo muito além de seus olhos e fizeram a diferença no mundo. Co-fundador da The Walt Disney Company, ele criou um universo paralelo de encanto, magia, diversão e imaginação.

Produtor cinematográfico, diretor, roteirista, dublador, empreendedor, filantropo e animador, Walt Disney transformou sua empresa em um modelo de negócio referência para muitas empresas

Steve Jobs

Apaixonado pelo seu negócio, Jobs revolucionou a comunicação e a tecnologia levando acessibilidade e informação para as pessoas. Sua dedicação e empenho foram inspiradores para edificar a empresa que a Apple é hoje.

Grande exemplo e incentivo para os jovens empreendedores que desejam revolucionar. 

Abílio Diniz

Abílio Diniz é o responsável pelo crescimento do Grupo Pão de Açúcar. Ele conseguiu transformar o que era um negócio de família em um dos maiores comércios varejistas do Brasil.

Silvio Santos

Se você deseja exemplo de comunicador, Sílvio Santos não pode ficar fora da sua lista. Ele, além de se destacar pelo o império SBT, Silvio se mostrou destaque na gestão e diálogo próximo com seus colaboradores, sendo acessível e motivador. 

Sheryl Sandberg

Empresária norte-americana, Sheryl é a chefe operacional do Facebook, agora como Meta Platforms. Eleita pela equipe da empresa, a empresária entrou para o conselho de administração do Facebook, sendo a primeira mulher a ocupar tal posição. 

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7 Características de um Grande Lider

Antes de começarmos, gostaríamos de propor um exercício. Vamos fazer o Círculo de Ouro de um líder? 

O que é um líder? É um indivíduo dotado de autoridade sobre pessoas, com poder de influenciá-las em pensamentos e comportamentos. Como é um líder? Um bom líder é aquele que consegue, com este poder de influência, motivar e congregar pessoas para um objetivo de forma que elas se sintam parte deste trabalho. Porque há líderes? Para que as pessoas possam ser instruídas, orientadas e sintam-se seguras para caminhar em uma direção. 

Confira algumas características que se destacam:

  1. HUMILDADE: um líder precisa ser uma pessoa que reconhece suas limitações e que entende a importância do outro.
  2. CONFIANÇA: é necessário que seus parceiros tenham segurança para partilhas e fortaleza para passos firmes
  3. EVOLUÇÃO: é preciso que esteja sempre evoluindo para melhor, crescendo como pessoa, líder e companheiro de trabalho.
  4. PAIXÃO / FOCO: as metas são fundamentais e fazer isso com amor e determinação fazem a diferença para a equipe. 
  5. AÇÃO: um líder se faz parte com o todo, se coloca em ação e mostra que a aplicação de cada um gera resultados. 
  6. RESPONSABILIDADE: uma liderança eficaz assume sua responsabilidade e compromisso, demonstrando comprometimento para com os colaboradores. 
  7. BOA GESTÃO: saber se relacionar, unir e motivar as equipes é fundamental para que se tenha um ambiente saudável, produtivo e motivador para todos. 

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A capacidade de deixar “suspenso”

Ver de uma maneira nova começa quando interrompemos o modo habitual de pensar e perceber. 

Segundo o cientista da cognição Francisco Varela, desenvolver essa capacidade pressupõe “suspensão”, distanciamento do fluxo costumeiro [de pensamento].

Como costumava dizer o famoso físico David Bohm, “Normalmente, não somos nós que possuímos nossos pensamentos, nossos pensamentos é que nos possuem”. 

Fazer uma pausa, não significa destruir ou ignorar os modelos mentais que já temos da realidade – isso seria impossível, ainda que o tentássemos. Significa o que Dabid Dohm chamou de “dependurar nossos pressupostos diante de nós”

Assim fazendo, começamos a identificar pensamentos e modelos mentais como produtos de nossa própria mente. E, quando tomamos consciência de nossos pensamentos, eles passam a influenciar menos aquilo que enxergamos. Fazer uma pausa nos permite “ver o nosso ver”

Uma prática física bastante simples para avaliar.

Aperte a mão bem forte e em seguida apertar mais forte ainda. Você poderá até mesmo imaginar que a gravidade desapareceu e que, soltar a mão, fará ela praticamente flutuar. Observe as sensações enquanto segura firme e bem apertado. Agora solte-a! Note como os músculos se descontraem. O que é mais fácil e prazeroso? 

Com frequência, apegamo-nos aos nossos pensamentos dessa mesma forma. A suspensão começa quando afrouxamos o aperto e simplesmente observamos o fluxo dos pensamentos. Os pensamentos talvez não desapareçam imediatamente, mas já não temos tanta energia dedicada a mantê-los. 

Quando começamos a desenvolver a capacidade para suspensão, quase imediatamente nos deparamos com “o medo, o julgamento e a tagarelice da mente”, a que Michael Ray chama de “Voz do Julgamento”

Pesquisadores descobriram que, até a idade de 4 anos, quase todas as crianças se encontram no nível de gênio. Por volta dos 20 anos, a percentagem de pessoas classificadas como gênios caía para 10% e acima dessa idade, não ia além de 2%. 

A voz do julgamento abafa tudo! Podemos trazer a criatividade para nossa vida, de maneira consistente, “prestando atenção nela” e aperfeiçoando a capacidade de suspender julgamentos que brotam em nossa mente – aquela famosa: “que ideia mais idiota! Nem pense em fazer isso!” – que limitam o impulso criativo. 

Na prática, a suspensão exige paciência e disposição para não impor esquemas preestabelecidos ou modelos mentais àquilo que estamos vendo. 

Os desafios, numa organização, começam pelo ritmo frenético que muitas pessoas se sentem obrigadas a manter. Muitas vezes, as equipes simplesmente não sabem como parar e sabem menos ainda como integrar momentos de suspensão (julgamentos) ao seu ritmo normal de trabalho conjunto.

Eu chamo isso de MATRIX.

Espero profundamente poder ter despertado algo dentro de você. E como sempre digo, se fez bem continue (a pílula vermelha) se não, continue mesmo assim (a pílula azul) – apenas não pare – o caminho é para quem está no caminho. 

Um grande abraço e muito obrigada por me ouvir (ler) até aqui.

Cristina Gomes 

Dinossauros, Empresas, Pessoas e a MORTE de todos eles. [Para Refletir]

Não é irônica a maneira como as pessoas falam sobre dinossauros? – Dizemos hoje que uma empresa “é um verdadeiro dinossauro” para dizer que é lenta e incapaz de se ajustar às mudanças. Mas como se sabe, aqueles bichos conseguiram sobreviver cem vezes mais tempo do que os homens até hoje. 

Quaisquer que seja as criaturas que nos substituirão no futuro, elas provavelmente dirão: “Tal como os seres humanos – pena que eles não tinham a capacidade adaptativa dos dinossauros!”.

Porque não mudamos? O que seria necessário para modificar o todo? 

Não mudamos porque achamos que somos imortais. Como adolescentes, podemos ter medo, mas ainda achamos que ficaremos aqui para sempre.

O segredo consiste em ver um futuro diferente não como inevitável, mas como carregado de possibilidades genuínas. 

Se conseguíssemos de fato encarar nossa mortalidade coletiva e falar a verdade sobre o medo em vez de evita-lo, alguma coisa decerto mudaria. 

Há alguns anos, em um seminário sobre liderança, um jamaicano do Banco Mundial, chamado Fred, contou uma história bastante comovente. 

Poucos anos atrás, soubera que padecia de uma doença terminal. Depois de consultar inúmeros médicos, que confirmaram o diagnóstico, fez o que todos fazem em semelhante situação: semana após semana, negou o fato. Mas aos poucos com ajuda de amigos, foi aceitando a realidade de que só viveria uns poucos meses. 

Então, algo de impressionante aconteceu, disse ele.

– Simplesmente parei de fazer o que não era essencial, o que não importava. Passei ocupar-me de projetos com crianças, que sempre desejei realizar. Não discuti mais com a minha mãe. Quando alguém me cortava no trânsito ou acontecia algo que antes me deixaria furioso, eu ficava calmo. Em suma, não tinha tempo a perder com bagatelas.

Pelo fim desse período, Fred iniciou um novo e maravilhoso relacionamento com uma mulher que o aconselhou a buscar outras opiniões sobre sua doença. Ele consultou alguns médicos nos Estados Unidos e logo recebeu um telefonema de um deles dizendo: Chegamos a um diagnostico diferente. O médico lhe disse que ele tinha uma forma rara de uma doença perfeitamente curável. 

Agora vem a parte boa da história, que nunca me esquecerei, Fred confessou: Quando ouvi isso ao telefone, chorei como um bebê…pois temia que minha vida voltasse a ser como era!

Foi preciso o cenário da possibilidade iminente de sua morte para que Fred despertasse. Foi preciso um choque desses para transformar sua vida.

Talvez algo semelhante deva acontecer com todos nós que vivemos na Terra. 

Este texto não termina por aqui, preparei mais dois a respeito dos cenários que vivemos e de uma maneira simples de como podemos mudar para melhor.

Não deixe de acompanhar nos próximos dias. 

Tenha uma excelente semana

Cristina Gomes 

Parte do texto extraída do livro Presença – Propósito Humano e o Campo do Futuro –

Peter Senge, Joseph Jaworski, C.Otto Scharmer, Betty Sue Flowers

Gestão de conflitos dentro das empresas: isso muda o jogo

Pessoas diferentes, percepções diversas, culturas, idades e ideologias distintas e o desafio que se coloca: a convivência dentro de um mesmo espaço, atuando como um time, batalhando por resultados comuns e fortalecendo as estruturas de uma organização. Um dos grandes desafios da arte de liderar é a capacidade de gerenciar conflitos e driblar situações adversas que possam interferir no sucesso de uma empresa. O líder precisa estar atento às oscilações dentro da equipe; tais ruídos podem impactar significativamente na performance e comprometer resultados.

Relacionamento interpessoal nas organizações

Relacionamento interpessoal é a maneira como nos relacionamos com as pessoas. A qualidade dessas relações e o tratamento individualizado refletem em bons relacionamentos profissionais. Um bom relacionamento pessoal contribui para um clima positivo dentro da equipe e para a chance de boas realizações e resultados na empresa.

Tão importante quanto as metas de uma organização é a convivência do time responsável por escrever a história de sucesso de uma companhia. Negligenciar conflitos ou ser conivente com determinadas situações dentro da empresa pode alimentar o clima de instabilidade e gerar insatisfação entre os colaboradores e, consequentemente, queda de produtividade.

A conta é bem simples: uma boa gestão de resultados somada a uma equipe em total sintonia com os pilares da organização, em harmonia mesmo na diversidade de ideias e comportamentos, só pode gerar bons frutos. Além disso, o relacionamento com o seu próximo abre portas, cria vínculos, fortalece parcerias e transforma o ambiente.

Como surgem os conflitos nas empresas?

Alguns pesquisadores sobre clima organizacional apontam dois níveis de conflitos existentes dentro das empresas: aqueles de cunho hierárquico, quando as relações de trabalho não funcionam da maneira adequada ou quando o time não estabelece uma boa comunicação entre si, gerando problemas graves na condução dos negócios; e o outro nível de conflito, talvez o mais perigoso de todos, é aquele que contempla a esfera pessoal.

Neste caso, as diferenças surgem a partir do choque de personalidades entre os colaboradores, das diferenças de opinião de cada pessoa e de situações mal resolvidas dentro do time.

Os grandes problemas e conflitos mundiais ocorrem porque um determinado grupo não aceita ou respeita o ponto de vista ou a maneira de ser do outro. O colaborador deve ser convidado a não tentar impor a sua filosofia de vida, suas crenças, preferências e particularidades. Estimule o seu time a aceitar que as pessoas são diferentes entre si e reforce que isso não tira o mérito da personalidade de ninguém.

Um time vencedor é aquele que é livre de julgamentos, preconceitos e atitudes que isolam e afastam os seres humanos. A regra é clara: não faça para o outro aquilo que não gostaria que fizessem para você. Esse exercício começa por você, líder. Lembre-se de que você é o exemplo dentro da empresa, logo, as suas atitudes e ações podem refletir o tipo de time que você tem e gostaria de ter.

O que podemos aprender com os conflitos dentro das organizações?

Devemos tirar lições e ensinamentos até mesmo das situações mais difíceis. Conflitos dentro das empresaspodem sinalizar um problema mais sério, como, por exemplo, a indispensabilidade de aperfeiçoamento da prática da liderança e a necessidade de rever estratégias ligadas à gestão de pessoas.

A partir de problemas nos relacionamentos interpessoais dentro da sua empresa, você pode criar uma atmosfera de inovação e criatividade para sanar os conflitos — uma tarefa que pode ser compartilhada com todos os colaboradores, a fim de melhorar o ambiente corporativo, ajustar a comunicação e promover uma nova visão sobre o negócio.

Um verdadeiro sinal de alerta e um pedido de novas ideias, novas posturas e um novo jeito de se relacionar com as pessoas e os problemas — eis o legado dos conflitos dentro das organizações. Cabe ao líder e à equipe identificarem o que farão com os insumos adquiridos a partir desse quadro. O resultado pode ser revelador e altamente construtivo.

12 passos para melhorar a convivência no ambiente de trabalho e gerenciar conflitos

1. Líder, seja empático: uma boa gestão de pessoas requer o exercício da empatia diária. É preciso enxergar o outro, suas motivações, seus conflitos e necessidades. Acima de tudo, colocar-se no lugar da outra pessoa pode ser o caminho para encontrar as saídas mais estratégicas e gerenciar possíveis situações adversas dentro da empresa.

2. Líder, não tome partido: manter a imparcialidade é uma boa maneira de gerenciar conflitos. Vale a pena entender os fatores que motivaram determinado desentendimento, ouvir todas as partes envolvidas no processo e definir ações e estratégias para resolver a questão. Ao tomar partido, definimos inimigos e aliados e não é isso que você quer, correto?

3. Líder, seja racional na hora de equacionar conflitos: somos humanos, dotados de sensibilidade e emoções que permeiam a nossa personalidade. Contudo, é necessário agir com racionalidade na hora de mediar contendas dentro do ambiente corporativo.

O bom gestor é aquele que consegue imprimir uma marca de liderança humana, sem envolver-se emocionalmente nessas questões. É uma boa maneira de blindar-se e agir de maneira equilibrada e sensata. Nesse caso, a ideia é que o trato seja próximo, mas que o líder não se sinta tomado pelas dores da situação.

4. Líder, deixe claro o seu ponto de vista: muitos gestores pecam pela omissão. Preferem se distanciar do conflito, não opinar e não se posicionar. A rotina estressante, as metas cada vez mais apertadas e a competitividade de mercado fazem com que o líder, em alguns casos, não dê a devida atenção para esses problemas internos, o que enfraquece as relações entre as partes envolvidas no processo.

Gerenciar conflitos é uma excelente maneira de fortalecer laços de confiança e respeito dentro da empresa, por isso, não se omita jamais, mas também não favoreça apenas um dos lados.

5. Líder, crie espaço para o diálogo dentro da empresa: as lideranças que praticam o feedback e reforçam a necessidade de dialogar dentro do ambiente corporativo, tendem a minimizar impactos e conflitos do cotidiano. O colaborador precisa ter consciência de que sempre terá espaço para falar e ser ouvido. Isso evita a criação da chamada “rádio peão”, que assola os corredores das empresas, com os danos nocivos das fofocas e práticas impróprias dentro das organizações.

6. Líder, mantenha a paciência durante os conflitos: é muito fácil perder o controle e se tornar passional durante uma discussão ou uma série de ataques. Entretanto, se o líder se dá o direito de perder a paciência e brigar com os colaboradores, o que os impedirá de fazer o mesmo? Por isso, o líder deve se haver com toda a raiva e manter o diálogo sempre aberto, sem ataques diretos aos envolvidos na situação.

7. Líder, seja assertivo: ao se posicionar e atuar como um mediador, o líder deve ser firme e aparentar confiança. Essa não é uma escolha, é uma condição básica para mediar os problemas no relacionamento interpessoal nas organizações. Dessa forma, você, líder, deve ser uma figura forte e aparentar ser inabalável.

Essa postura e a firmeza — tenha atenção que a firmeza deve ser acompanhada de cortesia e empatia — são os alicerces da negociação nessas situações. Afinal, os colaboradores precisam de alguém para confiar e, ao mesmo tempo, de um exemplo a seguir.

8. Líder, não tenha medo de apontar comportamentos inadequados: alguns comportamentos são completamente inadequados ao contexto organizacional e/ou à lógica de sua empresa. Ainda assim, algumas pessoas insistem em ocorrer no mesmo erro, seja ele na vestimenta, na forma de falar ou na maneira de se portar. Esses pequenos problemas comportamentais, quando observados, devem ser sanados.

O líder pode, e deve, conversar em particular com o colaborador em questão e elencar o que vem acontecendo. Uma medida simples assim pode evitar que, no futuro, surjam conflitos por essas questões.

9. Líder, seja um mediador: por melhor que seja a equipe montada por você, não espere que ela resolva os conflitos interpessoais sozinha. Nessas situações, como já falamos, existe uma forte carga emocional e a razão das pessoas tende a ficar apagada. Por isso o papel de mediador é importante: o líder se faz de ponte, permitindo que a mensagem seja passada de um colaborador para o outro sem que o conflito seja aumentado.

É justamente essa função de mediação que abre a possibilidade de que negociações e concessões sejam feitas.

10. Líder, tome nota e aja estrategicamente: no meio de um conflito, ambos os lados acreditam que estão certos. Uma estratégia eficiente para “quebrar” essa defesa comum é anotar tudo o que cada colaborador está falando para justificar o conflito. Depois de anotado, comece a questionar item por item, mostrando o impacto daquela forma de pensamento dentro da empresa.

11. Líder, não dê ordens: caso você, líder, resolva o conflito por meio de ordens, saiba que os colaboradores apenas não brigarão mais em sua presença. Por respeitarem sua posição eles não o contestarão e assumirão a postura desejada, mas isso fará com que você tenha pessoas insatisfeitas e desmotivadas por não terem sido ouvidas.

Por isso, a melhor estratégia para resolver ou amenizar os problemas de relacionamento interpessoal nas organizações é por meio dos insights. Faça com que as pessoas pensem sobre o assunto da briga e cheguem, por si só, à conclusão de que aquilo é desnecessário e danoso.

12. Líder, busque ajuda especializada: a Asas DH oferece serviços personalizados de acordo com as necessidades dos gestores. O Coaching, seja na modalidade individual ou de equipe, pode fornecer técnicas e estratégias para blindar a sua equipe dos efeitos ruins dos conflitos internos e ajudar a melhorar o relacionamento interpessoal nas organizações. Sempre é tempo de aperfeiçoar a sua maneira de liderar e conduzir os resultados de sua equipe.

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Vilão da produtividade: como combater o retrabalho nas empresas?

retrabalho

 

Não é de hoje que o ser humano vive uma relação complexa e delicada com o tempo. É muito recorrente encontrar pessoas desejando “dias com mais horas” ou aquelas que lamentam estar sempre atrasadas e com dificuldades de honrar tarefas e compromissos — ou de equacionar vida pessoal e profissional.

No universo corporativo não é diferente. As empresas sofrem com um inimigo oculto da produtividade: a falta de gestão do tempo, muitas vezes, culmina no fenômeno chamado retrabalho, um verdadeiro perigo nas organizações.

O líder precisa estar atento aos ruídos que interferem nos resultados e, com atitudes simples e um novo olhar acerca da gestão de falhas, gerar impactos altamente positivos na condução dos negócios. Que tal falarmos um pouco mais sobre o retrabalho e como podemos gerir esse problema? Continue a leitura!

A retificação de trabalhos no universo corporativo

Vivemos tempos vertiginosos em que a concorrência e a competitividade de mercado forçam escolhas rápidas, obrigando os gestores a tomar decisões de maneira estratégica e panorâmica. O cenário atual revela a necessidade de um time preparado para oscilações, resistente a mudanças e com uma capacidade de assumir uma postura multitarefa.

Contudo, no desafio de dinamizar processos e criar uma empresa mais ágil, algumas lacunas surgem pelo caminho e descortinam um quadro crônico nas organizações: em nome da pressa, dos resultados e dos “embates comerciais”, as pessoas estão se comunicando menos, criando menos laços, inflando ações imediatistas e, como consequência, têm de refazer determinada tarefa por falta de uma unidade dentro do trabalho.

Mas… O que é o retrabalho?

Se ainda resta alguma dúvida, vamos explicar: o retrabalho consiste no ato de corrigir tarefas que deveriam ter sido entregues em sua versão final. Quando ocorre algum erro de execução, ou o pedido do cliente não é entendido em sua totalidade pela equipe de produção, ou uma tarefa pode precisar de ajustes e, em alguns casos, terá de ser completamente refeita.

Como a correção de tarefas atrapalha a empresa?

empresa é um órgão vivo e depende de um bom funcionamento para gerar resultados. É necessária uma ação integrada, em que todas as partes envolvidas primem pelo bom andamento de todas as etapas fundamentais para escrever uma história de sucesso.

Se, no decorrer deste trajeto, ocorrem atrasos por displicência, falta de comunicação, liderança negligente ou ausência de alinhamento com o time, fatalmente a organização sofrerá consequências relevantes quanto à produtividade e à performance.

Dentre dezenas de indicadores de sucesso e resultados dentro de uma organização, certamente o retrabalho deve ser uma prática considerada, avaliada e extinta. Afinal, trata-se do responsável por boa parte dos custos de uma organização (e de seus prejuízos).

E você, líder, já conversou com a sua equipe sobre os danos causados por tal prática? Como ocorre a administração do tempo de execução de tarefas? Há uma comunicação entre os setores, a fim de minimizar possíveis falhas que possam gerar refações?

Está claro que o exercício da liderança é como uma obra aberta, com desafios diários e a missão de colocar o seu time para batalhar por resultados na mesma sintonia, garra e vontade. Colocar a casa em ordem, alinhar pontos fracos e fomentar a comunicação e o feedback podem revolucionar a sua maneira de liderar.

Os prejuízos do retrabalho nas organizações

Retrabalho custa caro. Se uma tarefa tiver que ser refeita, o colaborador (ou um setor inteiro) precisará, mais uma vez, ser alocado para tal fim. Se avaliarmos questões ligadas ao custo/hora/homem, teremos um gasto duplicado — em alguns casos, há a necessidade de horas extras e de redefinir o escopo de trabalho por conta do ocorrido.

Tudo isso, além de atrasar outras demandas urgentes, pode resultar em prejuízo, queda na produtividade e diminuição na lucratividade da empresa. E a situação se agrava caso a companhia trabalhe com commodities e tenha uma margem de lucro baixa.

Como se os pontos acima não fossem ruins o bastante para a empresa, ainda existem outros efeitos colaterais que o retrabalho traz. Confira:

Estresse generalizado

Já conversamos sobre a importância de um bom clima organizacional para unificar um time. Além dos danos financeiros causados pelo retrabalho, tal prática, muitas vezes, altera os ânimos dentro de uma empresa e potencializa possíveis conflitos internos por conta das cobranças de gestores e fornecedores e da necessidade de “apagar incêndios”.

Desmotivação

O líder que não blinda a sua equipe para os malefícios do retrabalho abre, em boa parte dos casos, precedentes para um time com pessoas desmotivadas. Os colaboradores, ao serem convidados a repetir tarefas por conta de falhas de comunicação, planejamento equivocado ou decisões precipitadas, tendem a assumir comportamentos mecânicos, pouco proativos e com grande potencial de propagar tal insatisfação pelos corredores da empresa.

Afastamento de clientes

Quando um time se depara com a necessidade de refazer uma tarefa ou ação conjunta, há, muitas vezes, um cliente externo que será prejudicado pelo gargalo na organização. Em tempos de consumidores sedentos por qualidade, prazo e bom atendimento, atrasar uma entrega pode ser o estopim para que procurem a concorrência e levem uma imagem negativa para o mercado (aquilo que chamamos de “propaganda boca a boca.”)

As formas de minimizar o retrabalho e potencializar os resultados

Mesmo com todos os males gerados, acabar com o retrabalho é possível. Por meio de algumas medidas burocráticas, é possível garantir maior fidedignidade nas informações passadas aos colaboradores, evitando gargalos que corroborem com uma entrega de baixa qualidade ou diferente da esperada.

Dessa forma, conhecer mecanismos, ferramentas, metodologias e práticas para planejar, gerir, acompanhar e organizar o processo de trabalho é fundamental. Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para vencer o vilão do retrabalho. Veja:

Comece pelo planejamento estratégico

Quer combater os efeitos daninhos do retrabalho dentro da sua empresa? Que tal investir em planejamento estratégico? O time precisa ter conhecimento sobre os prazos e a importância de cada tarefa.

Faça uma gestão de pendências, delegue funções, estabeleça datas e mostre o quanto a ação conjunta potencializou o resultado da empresa. O reforço positivo continua soberano dentro das técnicas de persuasão.

Use o checklist com sua equipe

Crie o hábito do checklist compartilhado, mesmo que setorizado. Os colaboradores ficarão mais seguros se tiverem uma visão panorâmica sobre as tarefas daquele dia ou de um período em específico.

Tal ação favorece o diálogo sobre possíveis ruídos na execução e a adequação imediata dos esforços dentro do time. Além disso, a equipe fica ciente de qual prazo precisa para se dedicar a cada etapa, o que evita correrias desnecessárias ou um gasto exagerado de tempo.

Assuma os erros e permita-se ser humano

Outra dica de ouro é assumir erros. Muitos líderes temem perder a credibilidade ao assumir falhas ou planejamentos equivocados. Contudo, essa postura humanizada e a abertura para rever posicionamentos pode aproximá-lo do time, que, em contrapartida, sairá em busca de equacionar os efeitos negativos refletidos na companhia.

Faça uso de softwares de gestão

Nem sempre é possível que o líder acompanhe o trabalho de todos os colaboradores pontualmente. Nesse caso, você pode contar com softwares de gestão para monitorar a produção de cada pessoa da equipe em tempo real. Esse tipo de tecnologia permite mensurar:

  • onde o tempo de trabalho está sendo gasto;
  • quem está fazendo qual parte do projeto;
  • em quanto tempo, mantendo o ritmo, a tarefa estará completa.

Automatize processos

O retrabalho é, em muitos casos, causado pela deficiência humana de executar várias etapas repetitivas corretamente. Um exemplo disso é quando o líder precisa informar sobre partes específicas de um projeto para sua equipe: ao entrar em contato com os colaboradores, alguns dados podem ser esquecidos ou passados para a pessoa errada.

Esse tipo de deslize não aconteceria se a empresa estivesse fazendo uso de algum software que registrasse as informações e direcionasse-as ao destinatário correto. Na dúvida e na falta de verba, até o e-mail pode cumprir essa função.

Mantenha uma posição disponível

Durante um projeto, dúvidas surgirão. E é imprescindível que você esteja disponível para auxiliar os colaboradores sempre que for necessário.

Uma orientação simples, apenas para nortear alguém, pode fazer a diferença entre um projeto adequado às expectativas do cliente e uma entrega totalmente desajustada com a proposta inicial. Por isso, vale a pena gastar alguns minutos por dia para desafogar as dúvidas dos funcionários.

Não tenha medo de fazer reuniões

Você sabe, exatamente, o que deve ser produzido, como isso precisa ser feito e em quanto tempo? Normalmente, o líder tem ciência de todos esses detalhes, mas sua equipe dificilmente tem acesso a tanta informação. Dessa forma, os colaboradores são dependentes daquilo que é passado pelo gestor para executarem suas tarefas.

Por isso, realizar reuniões periódicas, apresentar o que será feito, delimitar objetivos e aparar arestas é um investimento imprescindível. Acredite: o tempo despendido nesses encontros de equipe é infinitamente menor do que aquele gasto quando um retrabalho é necessário.

Comunique-se — essa é a base de tudo

Acima de tudo, aplique a boa comunicação com o seu time e transforme-a em um diferencial competitivo da sua empresa. Uma equipe alinhada, engajada e motivada é muito mais propensa a gerar resultados, batalhar por melhores índices e ampliar a produtividade da organização.

Percebeu como é fácil e, ao mesmo tempo, cansativo evitar que os colaboradores precisem refazer trabalhos? Basta dedicar algum tempo à orientação do pessoal, contar com a ajuda da tecnologia e ter sempre uma diretriz de trabalho: esses pontos já podem ser suficientes para evitar o retrabalho no futuro.

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Desafios da liderança: como escalar o time perfeito?

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Vencer é um verbo que fica muito melhor quando conjugado no plural. O ser humano não foi projetado para ser “ilha”: viver e agir isoladamente. Daí a importância dos grupos e papeis sociais que reforçam a premissa de que somos mais assertivos quando atuamos como um time; mesclando talentos e potencialidades diversas em busca de um objetivo comum. Estar conectado com as pessoas certas é o princípio para materializar sonhos, metas e desejos. No universo corporativo não é diferente: o sucesso de uma empresa depende das pessoas que acreditam nesta missão e fazem disto um propósito de vida.

Liderança e resultados com foco no capital humano

Dentre os desafios mais recorrentes no exercício de uma liderança plena questões ligadas a recrutamento e seleção merecem um destaque devido à sua importância e impacto dentro das organizações. Preencher uma posição demanda diversos esforços e um investimento alto: financeiro e do tempo das pessoas envolvidas para a contratação: desenho da função e dos perfis ideais para ocupá-la, análise de currículos, entrevistas e outras rotinas pertinentes neste cenário. Existe uma expectativa em torno deste processo, uma vez que uma empresa é um órgão vivo, que não pode parar e necessita de suporte humano para produzir e gerar os resultados necessários para que ela escale cada vez mais. Se o colaborador escolhido para o cargo não estiver alinhado com as necessidades da organização, fatalmente o líder sofrerá com ruídos de performance e, consequentemente terá de demandar mais tempo para ajustar o quadro dentro do novo cenário.

Atualmente, com a ampla concorrência de mercado e as constantes oscilações econômicas, buscar um diferencial competitivo tornou-se tarefa imprescindível para a sobrevida de qualquer negócio. Neste interim, muitas lideranças apostam em estratégias ligadas a produtos e serviços para superar a crise e driblar condições adversas, contudo, uma visão mais abrangente sobre o capital humano da empresa, o time que você tem e o time que deseja ter pode resultar na mudança que a empresa precisa para atingir bons resultados e faturar mais.

O real sentido da liderança

Gostar de gente; eis uma das principais características de um líder de sucesso. Isso significa estar atento às nuances do comportamento humano e aos diferentes estilos de pessoas. Essa diversidade humana contempla uma gama de atributos essenciais para que o time funcione bem.

Como um bom “técnico” que avalia pontos positivos, cria estratégias que possibilitam a vitória do seu time, que oferece feedback constante sobre as adequações necessárias dentro da equipe, que motiva e inspira através da fala e das ações; o líder, dentro de uma empresa, precisa entender a abrangência e a importância do seu papel para que a vitória seja uma constante no cotidiano da equipe.

A escalação do “time dos sonhos”

Muitas empresas pecam pelo imediatismo na contratação ou na falta de preocupação em verificar se o candidato possui o perfil desejado para assumir a posição. A pressa e a superficialidade no processo de recrutamento e seleção podem dar muitas dores de cabeça para as organizações. Surge, cada vez mais a necessidade de valorizar esta importante etapa na formação do time que vai vestir a camisa da empresa. Afinal, o colaborador ideal é aquele compatível com as atividades atribuídas ao cargo e da cultura organizacional da empresa.

Algumas ferramentas facilitam o processo de contratação e possibilitam a escolha de candidatos alinhados com as expectativas da empresa e dos líderes de cada departamento. Uma excelente maneira de otimizar tempo, reduzir gastos e abrir caminhos para uma melhor performance do time liderado.

A Asas DH oferece uma ampla consultoria de Recrutamento e Seleção, com todo o suporte necessário para otimizar este processo e torná-lo viável e eficaz. Dentre as estratégias oferecidas, vale a pena destacar a abrangência e profundidade do Teste de Compatibilidade com o Cargo (HJA) e o DISC (PPA):

– Teste de Compatibilidade com o cargo, o chamado HJA, uma ferramenta que identifica as exigências comportamentais ideais para cada cargo. Uma maneira de desenhar, de maneira detalhada, o que a empresa e o líder esperam daquela função e os requisitos necessários para que um candidato possa concorrer àquela vaga.

– O Teste de Perfil Comportamental, o DISC (PPA), que tem como objetivo conhecer o padrão comportamental e o estilo de atuação de cada profissional. Dessa forma é possível potencializar o desenvolvimento do candidato de forma consistente, pois é conhecido pontos fortes e fracos de cada profissional).

O DISC é uma metodologia que possibilita a análise comportamental das pessoas a partir de quatro fatores: dominância, influência, estabilidade e conformidade. Esta técnica vem ao encontro de um pensamento inovador e mais humano: todas as pessoas têm potencial para atingir o sucesso, desde que estejam exercendo funções e papéis adequados ao seu perfil.

A Análise do Perfil Pessoal é indicada para conhecer as limitações e potencialidadesdos colaboradores e possíveis candidatos aos cargos da empresa. Um relatório que possibilita um mapeamento sobre as necessidades, anseios, estilo e características psicológicas do analisado. Nesse relatório o RH recebe um Guia do entrevistador, com um plano de ação passo a passo para desenvolver os pontos fracos daquele candidato. Ter essas informações evita o turnover nas organizações e facilita a “escalação” de um time muito mais coerente com a realidade do negócio.

Com as informações sobre o perfil de cada colaborador, fica muito viável para o líder criar meios para facilitar o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Elementos que possibilitam treinamentos mais certeiros, vivências personalizadas e ações voltadas para esta pessoa possa desenvolver as características esperadas pela organização.

Na trilha do sucesso: como atrair resultados e superar metas?

Como atrair resultados

Desafios diários e situações adversas constantes. Batalhar pelo sucesso pessoal e profissional é um exercício diário de autoconhecimento, autorreflexão e sabedoria acerca das nossas limitações e potencialidades. Todos aqueles que venceram, certamente enfrentaram capítulos de dificuldades e precisaram empreender muitos esforços na busca de superar as próprias metas. Os grandes vencedores possuem uma boa relação com a palavra “meta” e concentram seus esforços em não perder este objetivo de vista. Logo, vencer é como um “músculo vital”: requer treinamento, dedicação e muita força de vontade, do contrário, atrofia e transforma-se em estagnação. E você? O que tem feito para materializar suas metas em resultados reais?’

Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir!

(Augusto Cury)

 

“Como definir metas e atingir bons resultados?

Muitas pessoas têm dificuldades em aceitar que o planejamento pode ser uma ótima saída para alcançar resultados mais assertivos. Para outros, definir ou delimitar metas soa um martírio ou castigo, o que é muito natural, uma vez que confrontar as dificuldades existentes para atingir um determinado resultado pode acionar nossos bloqueios internos a partir de uma desmotivação momentânea. Logo, o que separa você de alguém que venceu é, única e exclusivamente o fato de colocar a “mão na massa”, transpor as barreiras da acomodação e estabelecer um plano de ações, que vai nortear a sua caminhada rumo ao sucesso almejado.

Líderes, empreendedores, empresários e pessoas que estão em busca de imprimir a sua marca no mercado são constantemente convidados ao desafio de se reinventarem todos os dias. A cobrança por uma boa performance, uma equipe afinada e alinhada dentro dos propósitos da organização, a concorrência maciça e as oscilações econômicas do país colocam luz numa questão importante: atrair bons resultados e garantir sucesso, de maneira consistente e coerente requerem uma mudança de comportamento, uma visão panorâmica sobre as necessidades e urgências do contexto analisado e a busca incessante por ferramentas que venham ao encontro destes desafios. Não é possível blindar-se para as dificuldades, contudo, quanto mais preparado você estiver, mais os entraves parecerão “contornáveis” e a vitória, uma possibilidade concreta

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Conheça os “5 planos” para atingir uma meta e conquistar resultados

O plano das ideias: é preciso listar seus objetivos, sonhos, anseios e determinar qual será o seu ponto de partida e o ponto de chegada ideal, ao final da jornada. Aqui, faz-se necessário esboçar o cenário ideal para alcançar os resultados esperados e as ferramentas que farão desta meta, algo possível.

O plano da tangibilidade das metas: utilize o bom senso e crie metas e objetivos alcançáveis – não se trata se uma apologia ao “impossível’, porém, é preciso ter uma noção franca das nossas limitações na hora de estabelecer essas marcas. Esta postura mais honesta com as suas habilidades, competências e contexto geral confere a possibilidade de frustra-se menos e, consequentemente, manter uma autoestima pessoal e profissional mais elevada. A melhor equação é a seguinte: estabeleça resultados de curto, médio e longo prazo e batalhe por vencer cada uma dessas fases da maneira mais satisfatória possível.

O plano do individual e do coletivo na hora de desenhar metas: é importante delimitar as nuances de cada meta – o que será pessoal, um esforço só seu para atingir um resultado e aquilo que contará com o apoio de terceiros: sua equipe, prestadores de serviço e demais ferramentas para colocar o plano em prática. É imprescindível que o pessoal esteja muito alinhado com o campo profissional. Antes de exigir qualquer postura de sua equipe, por exemplo, certifique-se de estar em harmonia e sintonia com a demanda exigida. Cada vez mais a liderança por espelho, pelo exemplo e pelo estímulo demonstra um alcance muito maior e um impacto eficaz sobre os liderados.

– O plano das atitudes para atingir uma meta: uma vez listados os seus objetivos e filtradas as metas de curto, médio e longo prazo, chega o momento de colocar essas premissas em prática.  Líder, utilize a força da sua equipe para viabilizar este desafio. Como num time de sucesso, em que os talentos se complementam e somam vitórias, uma empresa pode ir para as cabeças a partir do esforço coletivo. Que todas as pessoas envolvidas no processo tenham em mente a importância de vencer (tanto para a organização quanto para a esfera pessoal dos integrantes do time). Desta forma, todos irão recrutar seus melhores insights para converter meta em resultados.

– O Plano da coragem para alcançar uma meta: não ter medo do fracasso é uma boa maneira de iniciar uma disputa com muito mais chances de vence-la. As lideranças exercem um papel fundamental nesta hora: é preciso passar credibilidade e confiança para que os colaboradores. Desta forma, o time estará alinhado positivamente e jogando com o mesmo propósito: gerar resultados positivos para todos. O fracasso é uma variável que não deve ser negligenciada, contudo, se houver um bom plano de condução das atividades, este fantasma ficará bem mais distante da empresa ou do projeto em questão.

O que você faz para ter sucesso todos os dias?

Um importante treinador de vendas chamado Tom Hopkins escreveu: “As metas são o combustível da fornalha das realizações.”. Este sábio preceito pode ser aplicado diariamente na nossa constante busca por satisfação pessoal e profissional. Todo resultado grandioso passa pelo teste do planejamento, do esboço das ideias, do diagnóstico das possibilidades, da maturação da viabilidade do mesmo. É preciso assumir uma postura autônoma e assertiva para desafiar todo e qualquer sentimento contrário a vontade de superar suas próprias marcas.

Assuma o controle da sua própria vida. Encontre o seu propósito e faça com que isso reverbere em todas as esferas da sua vida. Caso sinta necessidade de ajuda especializada, o Coaching pode tornar esta caminhada mais segura e eficaz. A Asas DH é uma empresa especializada em soluções de desenvolvimento profissional e pessoal para pessoas que querem ser melhores do que já são. Mais do que nunca, buscar ajuda especializada é uma saída inteligente para conquistar melhores resultados. Reinvente-se todos os dias e aprenda a extrair o seu melhor sempre. Vale a pena investir nesta possibilidade para seguir na trilha do sucesso.

Como reter talentos e reduzir o turnover na sua empresa?

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O sucesso de qualquer negócio, independentemente do tipo de serviço ou produto oferecido, depende intimamente da qualidade da sua equipe. Tão importante quanto desenvolver um time com bases sólidas e pessoas comprometidas com os resultados é oferecer meios para que este grupo se mantenha fiel à sua empresa. Reter talentos é um dos maiores desafios na atualidade. Houve uma época em que “tempo de registro em carteira” era considerado um orgulho e um mérito exibido como troféu. Muitas pessoas permaneciam durante anos na mesma empresa e ali se aposentavam. Este cenário mudou, ao passo que a permanência no emprego passou a ser condicionada a uma série de fatores relacionados ao chamado mundo moderno e o novo perfil de colaboradores. Contudo, o papel do líder passou a ser identificar, desenvolver e reter talentos com potencial para fazer a diferença na organização.

O que motiva as pessoas no trabalho?

Pessoas cada vez mais ansiosas, imediatistas e pouco pacientes para resultados a longo prazo. O novo perfil de colaborador contempla pessoas com características semelhantes: são ambiciosos, estão aptos a exercerem múltiplas funções (desde que bem orientados e direcionados para isso), são altamente conectados com tecnologia e novidades de mercado, são aspiracionais e emocionais – movidos por fatores ligados a autoestima e realização pessoal, logo, são pessoas mais conscientes da sua necessidade de estudar e se capacitar cada vez mais.

As lideranças precisam estar atentas ao exercício diário de estimular a capacidade dos seus colaboradores. Assim, como no processo de pesquisa de mercado, que avalia as necessidades, anseios, características e comportamentos do cliente externo; faz-se necessário uma visão para o cliente interno: os colaboradores que farão as engrenagens da sua empresa funcionarem de maneira saudável, algo que só ocorre se o time encontrar espaço e autonomia para tal tarefa.

Muito além do salário ou pacote de benefícios as pessoas esperam oportunidades e crescimento e desenvolvimento dentro de uma empresa. O fator financeiro é importante, porém, a chance de aprender algo novo todos os dias, ter um suporte do líder, com dicas, orientações e apoio para atingir a excelência; ter uma a consciência da sua própria atuação, através de um diálogo claro e uma gestão horizontal são pilares muito mais seguros e assertivos na difícil missão de minimizar a evasão de talentos.

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Como inspirar pessoas para que elas permaneçam no seu time?

Alinhamento dos valores pessoais com os valores da organização: cabe ao líder identificar se as duas partes do processe estão alinhadas e criar mecanismos para diminuir as distâncias entre esses dois extremos. Colaboradores mais conscientes e conectados com a filosofia, missão, visão e valores da empresa tendem a “vestir a camisa” e batalhar por resultados conjuntos.

Qualidade de vida e flexibilidade: o local de trabalho não deve ser sinônimo de prisão, confinamento ou isolamento. A empresa não esquecer que as pessoas possuem uma vida lá fora, com compromissos, contratempos e necessidades urgentes. Logo, é importante adotar uma postura mais flexível para o caso de uma ausência inesperada, por exemplo. É possível negociar prazos e metas para que nada fuja do controle da organização. Esta simples estratégia pode gerar um colaborador mais satisfeito, grato pelo emprego que tem e, consequentemente, mais propenso a continuar no time.

Treinamento e desenvolvimento: quando a empresa não se preocupa em oferecer um bom ambiente de trabalho, condições de crescimento pessoal e profissional, a oportunidade de se reciclar e se capacitar constantemente, o fator salário ganhará status de decisor na hora de avaliar sobre a permanência naquele local. Logo, qualquer proposta de trabalho, mesmo com um percentual mínimo de aumento será atrativa o bastante para atrair aquela pessoa.

Desafiar e estimular o colaborador: propor tarefas e atividades significativas, para que o colaborador se sinta parte integrante do crescimento da empresa e, consiga enxergar naquela ação, um meio de desenvolver-se enquanto pessoa.

Delegar funções  – e dar maior autonomia para o seu time: pode ser o primeiro passo para resultados surpreendentes. O colaborador precisa de desafios, estímulos e uma atmosfera que o convide a ser melhor todos os dias.

Dialogar sobre crescimento dentro da empresa: converse sobre Plano de Carreira desenho de cargos e possibilidades de promoções: torne esta questão visível e acessível para todos os colaboradores. Que eles tenham em mente os critérios para conseguirem novos cargos e funções dentro da empresa, o perfil de quem pode ocupar determinada vaga e as competências necessárias para pleitear o novo posto. Esta visão de futuro tende a controlar a ansiedade dos liderados e minimizar o tão temido turnover na empresa.

Recrutamento Interno como ferramenta de retenção: muitos talentos podem estar dentro da própria empresa. Em alguns casos, são pessoas insatisfeitas ou desmotivadas com as funções atuais. Antes de seguir para o recrutamento externo, avalie se o seu time não conta com pessoas capacitadas para assumir a posição. A alteração na “escalação” pode impactar positivamente e resgatar um colaborador propenso a engrossar as estatísticas de evasão na sua empresa.

Quebrar a visão setorial dentro da empresa: departamentos com pouca comunicação tendem a criar verdadeiras ilhas dentro das organizações – um cenário altamente favorável para a instabilidade na equipe, queda de produtividade, aumento de conflitos internos e, por sua vez, a insatisfação do colaborador, que sente-se convidado a buscar uma oportunidade fora da empresa.

Avaliar, dar feedback e formular planos de melhoria: a avaliação de desempenho é uma boa ferramenta para conduzir uma gestão de pessoas mais transparente, alinhando as expectativas de ambas as partes e oferecendo recursos para motivar aquele colaborador avaliado. O feedback e uma liderança mais humana são fundamentais para gerar confiança, criar vínculos com a empresa e diminuir a rotatividade de pessoas na organização.

Analisar os motivadores dos desligamentos: entender o que levou um profissional a buscar outra oportunidade, avaliar o que a empresa deixou de fazer para reter aquele talento são essenciais para barrar os efeitos do turnover. As entrevistas demissionais são eficazes para compreender a percepção do colaborador sobre a sua saída e sobre a postura da empresa em relação a tomada de decisão.

É interessante construir um conjunto de práticas e possibilidades para atrair e reter o colaborador no seu time. O resultado dessa parceria é o resultado que a empresa tanto precisa e espera para se manter competitiva e estável no mercado. Tenha em mente que, perder um bom profissional significa abastecer a concorrência com um talento que você não soube reter, além de arcar com os gastos, transtornos e retrabalhos gerados com a rotatividade no seu quadro de colaboradores.