Gestão de conflitos dentro das empresas: isso muda o jogo

Pessoas diferentes, percepções diversas, culturas, idades e ideologias distintas e o desafio que se coloca: a convivência dentro de um mesmo espaço, atuando como um time, batalhando por resultados comuns e fortalecendo as estruturas de uma organização. Um dos grandes desafios da arte de liderar é a capacidade de gerenciar conflitos e driblar situações adversas que possam interferir no sucesso de uma empresa. O líder precisa estar atento às oscilações dentro da equipe; tais ruídos podem impactar significativamente na performance e comprometer resultados.

Relacionamento interpessoal nas organizações

Relacionamento interpessoal é a maneira como nos relacionamos com as pessoas. A qualidade dessas relações e o tratamento individualizado refletem em bons relacionamentos profissionais. Um bom relacionamento pessoal contribui para um clima positivo dentro da equipe e para a chance de boas realizações e resultados na empresa.

Tão importante quanto as metas de uma organização é a convivência do time responsável por escrever a história de sucesso de uma companhia. Negligenciar conflitos ou ser conivente com determinadas situações dentro da empresa pode alimentar o clima de instabilidade e gerar insatisfação entre os colaboradores e, consequentemente, queda de produtividade.

A conta é bem simples: uma boa gestão de resultados somada a uma equipe em total sintonia com os pilares da organização, em harmonia mesmo na diversidade de ideias e comportamentos, só pode gerar bons frutos. Além disso, o relacionamento com o seu próximo abre portas, cria vínculos, fortalece parcerias e transforma o ambiente.

Como surgem os conflitos nas empresas?

Alguns pesquisadores sobre clima organizacional apontam dois níveis de conflitos existentes dentro das empresas: aqueles de cunho hierárquico, quando as relações de trabalho não funcionam da maneira adequada ou quando o time não estabelece uma boa comunicação entre si, gerando problemas graves na condução dos negócios; e o outro nível de conflito, talvez o mais perigoso de todos, é aquele que contempla a esfera pessoal.

Neste caso, as diferenças surgem a partir do choque de personalidades entre os colaboradores, das diferenças de opinião de cada pessoa e de situações mal resolvidas dentro do time.

Os grandes problemas e conflitos mundiais ocorrem porque um determinado grupo não aceita ou respeita o ponto de vista ou a maneira de ser do outro. O colaborador deve ser convidado a não tentar impor a sua filosofia de vida, suas crenças, preferências e particularidades. Estimule o seu time a aceitar que as pessoas são diferentes entre si e reforce que isso não tira o mérito da personalidade de ninguém.

Um time vencedor é aquele que é livre de julgamentos, preconceitos e atitudes que isolam e afastam os seres humanos. A regra é clara: não faça para o outro aquilo que não gostaria que fizessem para você. Esse exercício começa por você, líder. Lembre-se de que você é o exemplo dentro da empresa, logo, as suas atitudes e ações podem refletir o tipo de time que você tem e gostaria de ter.

O que podemos aprender com os conflitos dentro das organizações?

Devemos tirar lições e ensinamentos até mesmo das situações mais difíceis. Conflitos dentro das empresaspodem sinalizar um problema mais sério, como, por exemplo, a indispensabilidade de aperfeiçoamento da prática da liderança e a necessidade de rever estratégias ligadas à gestão de pessoas.

A partir de problemas nos relacionamentos interpessoais dentro da sua empresa, você pode criar uma atmosfera de inovação e criatividade para sanar os conflitos — uma tarefa que pode ser compartilhada com todos os colaboradores, a fim de melhorar o ambiente corporativo, ajustar a comunicação e promover uma nova visão sobre o negócio.

Um verdadeiro sinal de alerta e um pedido de novas ideias, novas posturas e um novo jeito de se relacionar com as pessoas e os problemas — eis o legado dos conflitos dentro das organizações. Cabe ao líder e à equipe identificarem o que farão com os insumos adquiridos a partir desse quadro. O resultado pode ser revelador e altamente construtivo.

12 passos para melhorar a convivência no ambiente de trabalho e gerenciar conflitos

1. Líder, seja empático: uma boa gestão de pessoas requer o exercício da empatia diária. É preciso enxergar o outro, suas motivações, seus conflitos e necessidades. Acima de tudo, colocar-se no lugar da outra pessoa pode ser o caminho para encontrar as saídas mais estratégicas e gerenciar possíveis situações adversas dentro da empresa.

2. Líder, não tome partido: manter a imparcialidade é uma boa maneira de gerenciar conflitos. Vale a pena entender os fatores que motivaram determinado desentendimento, ouvir todas as partes envolvidas no processo e definir ações e estratégias para resolver a questão. Ao tomar partido, definimos inimigos e aliados e não é isso que você quer, correto?

3. Líder, seja racional na hora de equacionar conflitos: somos humanos, dotados de sensibilidade e emoções que permeiam a nossa personalidade. Contudo, é necessário agir com racionalidade na hora de mediar contendas dentro do ambiente corporativo.

O bom gestor é aquele que consegue imprimir uma marca de liderança humana, sem envolver-se emocionalmente nessas questões. É uma boa maneira de blindar-se e agir de maneira equilibrada e sensata. Nesse caso, a ideia é que o trato seja próximo, mas que o líder não se sinta tomado pelas dores da situação.

4. Líder, deixe claro o seu ponto de vista: muitos gestores pecam pela omissão. Preferem se distanciar do conflito, não opinar e não se posicionar. A rotina estressante, as metas cada vez mais apertadas e a competitividade de mercado fazem com que o líder, em alguns casos, não dê a devida atenção para esses problemas internos, o que enfraquece as relações entre as partes envolvidas no processo.

Gerenciar conflitos é uma excelente maneira de fortalecer laços de confiança e respeito dentro da empresa, por isso, não se omita jamais, mas também não favoreça apenas um dos lados.

5. Líder, crie espaço para o diálogo dentro da empresa: as lideranças que praticam o feedback e reforçam a necessidade de dialogar dentro do ambiente corporativo, tendem a minimizar impactos e conflitos do cotidiano. O colaborador precisa ter consciência de que sempre terá espaço para falar e ser ouvido. Isso evita a criação da chamada “rádio peão”, que assola os corredores das empresas, com os danos nocivos das fofocas e práticas impróprias dentro das organizações.

6. Líder, mantenha a paciência durante os conflitos: é muito fácil perder o controle e se tornar passional durante uma discussão ou uma série de ataques. Entretanto, se o líder se dá o direito de perder a paciência e brigar com os colaboradores, o que os impedirá de fazer o mesmo? Por isso, o líder deve se haver com toda a raiva e manter o diálogo sempre aberto, sem ataques diretos aos envolvidos na situação.

7. Líder, seja assertivo: ao se posicionar e atuar como um mediador, o líder deve ser firme e aparentar confiança. Essa não é uma escolha, é uma condição básica para mediar os problemas no relacionamento interpessoal nas organizações. Dessa forma, você, líder, deve ser uma figura forte e aparentar ser inabalável.

Essa postura e a firmeza — tenha atenção que a firmeza deve ser acompanhada de cortesia e empatia — são os alicerces da negociação nessas situações. Afinal, os colaboradores precisam de alguém para confiar e, ao mesmo tempo, de um exemplo a seguir.

8. Líder, não tenha medo de apontar comportamentos inadequados: alguns comportamentos são completamente inadequados ao contexto organizacional e/ou à lógica de sua empresa. Ainda assim, algumas pessoas insistem em ocorrer no mesmo erro, seja ele na vestimenta, na forma de falar ou na maneira de se portar. Esses pequenos problemas comportamentais, quando observados, devem ser sanados.

O líder pode, e deve, conversar em particular com o colaborador em questão e elencar o que vem acontecendo. Uma medida simples assim pode evitar que, no futuro, surjam conflitos por essas questões.

9. Líder, seja um mediador: por melhor que seja a equipe montada por você, não espere que ela resolva os conflitos interpessoais sozinha. Nessas situações, como já falamos, existe uma forte carga emocional e a razão das pessoas tende a ficar apagada. Por isso o papel de mediador é importante: o líder se faz de ponte, permitindo que a mensagem seja passada de um colaborador para o outro sem que o conflito seja aumentado.

É justamente essa função de mediação que abre a possibilidade de que negociações e concessões sejam feitas.

10. Líder, tome nota e aja estrategicamente: no meio de um conflito, ambos os lados acreditam que estão certos. Uma estratégia eficiente para “quebrar” essa defesa comum é anotar tudo o que cada colaborador está falando para justificar o conflito. Depois de anotado, comece a questionar item por item, mostrando o impacto daquela forma de pensamento dentro da empresa.

11. Líder, não dê ordens: caso você, líder, resolva o conflito por meio de ordens, saiba que os colaboradores apenas não brigarão mais em sua presença. Por respeitarem sua posição eles não o contestarão e assumirão a postura desejada, mas isso fará com que você tenha pessoas insatisfeitas e desmotivadas por não terem sido ouvidas.

Por isso, a melhor estratégia para resolver ou amenizar os problemas de relacionamento interpessoal nas organizações é por meio dos insights. Faça com que as pessoas pensem sobre o assunto da briga e cheguem, por si só, à conclusão de que aquilo é desnecessário e danoso.

12. Líder, busque ajuda especializada: a Asas DH oferece serviços personalizados de acordo com as necessidades dos gestores. O Coaching, seja na modalidade individual ou de equipe, pode fornecer técnicas e estratégias para blindar a sua equipe dos efeitos ruins dos conflitos internos e ajudar a melhorar o relacionamento interpessoal nas organizações. Sempre é tempo de aperfeiçoar a sua maneira de liderar e conduzir os resultados de sua equipe.

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Vilão da produtividade: como combater o retrabalho nas empresas?

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Não é de hoje que o ser humano vive uma relação complexa e delicada com o tempo. É muito recorrente encontrar pessoas desejando “dias com mais horas” ou aquelas que lamentam estar sempre atrasadas e com dificuldades de honrar tarefas e compromissos — ou de equacionar vida pessoal e profissional.

No universo corporativo não é diferente. As empresas sofrem com um inimigo oculto da produtividade: a falta de gestão do tempo, muitas vezes, culmina no fenômeno chamado retrabalho, um verdadeiro perigo nas organizações.

O líder precisa estar atento aos ruídos que interferem nos resultados e, com atitudes simples e um novo olhar acerca da gestão de falhas, gerar impactos altamente positivos na condução dos negócios. Que tal falarmos um pouco mais sobre o retrabalho e como podemos gerir esse problema? Continue a leitura!

A retificação de trabalhos no universo corporativo

Vivemos tempos vertiginosos em que a concorrência e a competitividade de mercado forçam escolhas rápidas, obrigando os gestores a tomar decisões de maneira estratégica e panorâmica. O cenário atual revela a necessidade de um time preparado para oscilações, resistente a mudanças e com uma capacidade de assumir uma postura multitarefa.

Contudo, no desafio de dinamizar processos e criar uma empresa mais ágil, algumas lacunas surgem pelo caminho e descortinam um quadro crônico nas organizações: em nome da pressa, dos resultados e dos “embates comerciais”, as pessoas estão se comunicando menos, criando menos laços, inflando ações imediatistas e, como consequência, têm de refazer determinada tarefa por falta de uma unidade dentro do trabalho.

Mas… O que é o retrabalho?

Se ainda resta alguma dúvida, vamos explicar: o retrabalho consiste no ato de corrigir tarefas que deveriam ter sido entregues em sua versão final. Quando ocorre algum erro de execução, ou o pedido do cliente não é entendido em sua totalidade pela equipe de produção, ou uma tarefa pode precisar de ajustes e, em alguns casos, terá de ser completamente refeita.

Como a correção de tarefas atrapalha a empresa?

empresa é um órgão vivo e depende de um bom funcionamento para gerar resultados. É necessária uma ação integrada, em que todas as partes envolvidas primem pelo bom andamento de todas as etapas fundamentais para escrever uma história de sucesso.

Se, no decorrer deste trajeto, ocorrem atrasos por displicência, falta de comunicação, liderança negligente ou ausência de alinhamento com o time, fatalmente a organização sofrerá consequências relevantes quanto à produtividade e à performance.

Dentre dezenas de indicadores de sucesso e resultados dentro de uma organização, certamente o retrabalho deve ser uma prática considerada, avaliada e extinta. Afinal, trata-se do responsável por boa parte dos custos de uma organização (e de seus prejuízos).

E você, líder, já conversou com a sua equipe sobre os danos causados por tal prática? Como ocorre a administração do tempo de execução de tarefas? Há uma comunicação entre os setores, a fim de minimizar possíveis falhas que possam gerar refações?

Está claro que o exercício da liderança é como uma obra aberta, com desafios diários e a missão de colocar o seu time para batalhar por resultados na mesma sintonia, garra e vontade. Colocar a casa em ordem, alinhar pontos fracos e fomentar a comunicação e o feedback podem revolucionar a sua maneira de liderar.

Os prejuízos do retrabalho nas organizações

Retrabalho custa caro. Se uma tarefa tiver que ser refeita, o colaborador (ou um setor inteiro) precisará, mais uma vez, ser alocado para tal fim. Se avaliarmos questões ligadas ao custo/hora/homem, teremos um gasto duplicado — em alguns casos, há a necessidade de horas extras e de redefinir o escopo de trabalho por conta do ocorrido.

Tudo isso, além de atrasar outras demandas urgentes, pode resultar em prejuízo, queda na produtividade e diminuição na lucratividade da empresa. E a situação se agrava caso a companhia trabalhe com commodities e tenha uma margem de lucro baixa.

Como se os pontos acima não fossem ruins o bastante para a empresa, ainda existem outros efeitos colaterais que o retrabalho traz. Confira:

Estresse generalizado

Já conversamos sobre a importância de um bom clima organizacional para unificar um time. Além dos danos financeiros causados pelo retrabalho, tal prática, muitas vezes, altera os ânimos dentro de uma empresa e potencializa possíveis conflitos internos por conta das cobranças de gestores e fornecedores e da necessidade de “apagar incêndios”.

Desmotivação

O líder que não blinda a sua equipe para os malefícios do retrabalho abre, em boa parte dos casos, precedentes para um time com pessoas desmotivadas. Os colaboradores, ao serem convidados a repetir tarefas por conta de falhas de comunicação, planejamento equivocado ou decisões precipitadas, tendem a assumir comportamentos mecânicos, pouco proativos e com grande potencial de propagar tal insatisfação pelos corredores da empresa.

Afastamento de clientes

Quando um time se depara com a necessidade de refazer uma tarefa ou ação conjunta, há, muitas vezes, um cliente externo que será prejudicado pelo gargalo na organização. Em tempos de consumidores sedentos por qualidade, prazo e bom atendimento, atrasar uma entrega pode ser o estopim para que procurem a concorrência e levem uma imagem negativa para o mercado (aquilo que chamamos de “propaganda boca a boca.”)

As formas de minimizar o retrabalho e potencializar os resultados

Mesmo com todos os males gerados, acabar com o retrabalho é possível. Por meio de algumas medidas burocráticas, é possível garantir maior fidedignidade nas informações passadas aos colaboradores, evitando gargalos que corroborem com uma entrega de baixa qualidade ou diferente da esperada.

Dessa forma, conhecer mecanismos, ferramentas, metodologias e práticas para planejar, gerir, acompanhar e organizar o processo de trabalho é fundamental. Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para vencer o vilão do retrabalho. Veja:

Comece pelo planejamento estratégico

Quer combater os efeitos daninhos do retrabalho dentro da sua empresa? Que tal investir em planejamento estratégico? O time precisa ter conhecimento sobre os prazos e a importância de cada tarefa.

Faça uma gestão de pendências, delegue funções, estabeleça datas e mostre o quanto a ação conjunta potencializou o resultado da empresa. O reforço positivo continua soberano dentro das técnicas de persuasão.

Use o checklist com sua equipe

Crie o hábito do checklist compartilhado, mesmo que setorizado. Os colaboradores ficarão mais seguros se tiverem uma visão panorâmica sobre as tarefas daquele dia ou de um período em específico.

Tal ação favorece o diálogo sobre possíveis ruídos na execução e a adequação imediata dos esforços dentro do time. Além disso, a equipe fica ciente de qual prazo precisa para se dedicar a cada etapa, o que evita correrias desnecessárias ou um gasto exagerado de tempo.

Assuma os erros e permita-se ser humano

Outra dica de ouro é assumir erros. Muitos líderes temem perder a credibilidade ao assumir falhas ou planejamentos equivocados. Contudo, essa postura humanizada e a abertura para rever posicionamentos pode aproximá-lo do time, que, em contrapartida, sairá em busca de equacionar os efeitos negativos refletidos na companhia.

Faça uso de softwares de gestão

Nem sempre é possível que o líder acompanhe o trabalho de todos os colaboradores pontualmente. Nesse caso, você pode contar com softwares de gestão para monitorar a produção de cada pessoa da equipe em tempo real. Esse tipo de tecnologia permite mensurar:

  • onde o tempo de trabalho está sendo gasto;
  • quem está fazendo qual parte do projeto;
  • em quanto tempo, mantendo o ritmo, a tarefa estará completa.

Automatize processos

O retrabalho é, em muitos casos, causado pela deficiência humana de executar várias etapas repetitivas corretamente. Um exemplo disso é quando o líder precisa informar sobre partes específicas de um projeto para sua equipe: ao entrar em contato com os colaboradores, alguns dados podem ser esquecidos ou passados para a pessoa errada.

Esse tipo de deslize não aconteceria se a empresa estivesse fazendo uso de algum software que registrasse as informações e direcionasse-as ao destinatário correto. Na dúvida e na falta de verba, até o e-mail pode cumprir essa função.

Mantenha uma posição disponível

Durante um projeto, dúvidas surgirão. E é imprescindível que você esteja disponível para auxiliar os colaboradores sempre que for necessário.

Uma orientação simples, apenas para nortear alguém, pode fazer a diferença entre um projeto adequado às expectativas do cliente e uma entrega totalmente desajustada com a proposta inicial. Por isso, vale a pena gastar alguns minutos por dia para desafogar as dúvidas dos funcionários.

Não tenha medo de fazer reuniões

Você sabe, exatamente, o que deve ser produzido, como isso precisa ser feito e em quanto tempo? Normalmente, o líder tem ciência de todos esses detalhes, mas sua equipe dificilmente tem acesso a tanta informação. Dessa forma, os colaboradores são dependentes daquilo que é passado pelo gestor para executarem suas tarefas.

Por isso, realizar reuniões periódicas, apresentar o que será feito, delimitar objetivos e aparar arestas é um investimento imprescindível. Acredite: o tempo despendido nesses encontros de equipe é infinitamente menor do que aquele gasto quando um retrabalho é necessário.

Comunique-se — essa é a base de tudo

Acima de tudo, aplique a boa comunicação com o seu time e transforme-a em um diferencial competitivo da sua empresa. Uma equipe alinhada, engajada e motivada é muito mais propensa a gerar resultados, batalhar por melhores índices e ampliar a produtividade da organização.

Percebeu como é fácil e, ao mesmo tempo, cansativo evitar que os colaboradores precisem refazer trabalhos? Basta dedicar algum tempo à orientação do pessoal, contar com a ajuda da tecnologia e ter sempre uma diretriz de trabalho: esses pontos já podem ser suficientes para evitar o retrabalho no futuro.

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Desafios da liderança: como escalar o time perfeito?

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Vencer é um verbo que fica muito melhor quando conjugado no plural. O ser humano não foi projetado para ser “ilha”: viver e agir isoladamente. Daí a importância dos grupos e papeis sociais que reforçam a premissa de que somos mais assertivos quando atuamos como um time; mesclando talentos e potencialidades diversas em busca de um objetivo comum. Estar conectado com as pessoas certas é o princípio para materializar sonhos, metas e desejos. No universo corporativo não é diferente: o sucesso de uma empresa depende das pessoas que acreditam nesta missão e fazem disto um propósito de vida.

Liderança e resultados com foco no capital humano

Dentre os desafios mais recorrentes no exercício de uma liderança plena questões ligadas a recrutamento e seleção merecem um destaque devido à sua importância e impacto dentro das organizações. Preencher uma posição demanda diversos esforços e um investimento alto: financeiro e do tempo das pessoas envolvidas para a contratação: desenho da função e dos perfis ideais para ocupá-la, análise de currículos, entrevistas e outras rotinas pertinentes neste cenário. Existe uma expectativa em torno deste processo, uma vez que uma empresa é um órgão vivo, que não pode parar e necessita de suporte humano para produzir e gerar os resultados necessários para que ela escale cada vez mais. Se o colaborador escolhido para o cargo não estiver alinhado com as necessidades da organização, fatalmente o líder sofrerá com ruídos de performance e, consequentemente terá de demandar mais tempo para ajustar o quadro dentro do novo cenário.

Atualmente, com a ampla concorrência de mercado e as constantes oscilações econômicas, buscar um diferencial competitivo tornou-se tarefa imprescindível para a sobrevida de qualquer negócio. Neste interim, muitas lideranças apostam em estratégias ligadas a produtos e serviços para superar a crise e driblar condições adversas, contudo, uma visão mais abrangente sobre o capital humano da empresa, o time que você tem e o time que deseja ter pode resultar na mudança que a empresa precisa para atingir bons resultados e faturar mais.

O real sentido da liderança

Gostar de gente; eis uma das principais características de um líder de sucesso. Isso significa estar atento às nuances do comportamento humano e aos diferentes estilos de pessoas. Essa diversidade humana contempla uma gama de atributos essenciais para que o time funcione bem.

Como um bom “técnico” que avalia pontos positivos, cria estratégias que possibilitam a vitória do seu time, que oferece feedback constante sobre as adequações necessárias dentro da equipe, que motiva e inspira através da fala e das ações; o líder, dentro de uma empresa, precisa entender a abrangência e a importância do seu papel para que a vitória seja uma constante no cotidiano da equipe.

A escalação do “time dos sonhos”

Muitas empresas pecam pelo imediatismo na contratação ou na falta de preocupação em verificar se o candidato possui o perfil desejado para assumir a posição. A pressa e a superficialidade no processo de recrutamento e seleção podem dar muitas dores de cabeça para as organizações. Surge, cada vez mais a necessidade de valorizar esta importante etapa na formação do time que vai vestir a camisa da empresa. Afinal, o colaborador ideal é aquele compatível com as atividades atribuídas ao cargo e da cultura organizacional da empresa.

Algumas ferramentas facilitam o processo de contratação e possibilitam a escolha de candidatos alinhados com as expectativas da empresa e dos líderes de cada departamento. Uma excelente maneira de otimizar tempo, reduzir gastos e abrir caminhos para uma melhor performance do time liderado.

A Asas DH oferece uma ampla consultoria de Recrutamento e Seleção, com todo o suporte necessário para otimizar este processo e torná-lo viável e eficaz. Dentre as estratégias oferecidas, vale a pena destacar a abrangência e profundidade do Teste de Compatibilidade com o Cargo (HJA) e o DISC (PPA):

– Teste de Compatibilidade com o cargo, o chamado HJA, uma ferramenta que identifica as exigências comportamentais ideais para cada cargo. Uma maneira de desenhar, de maneira detalhada, o que a empresa e o líder esperam daquela função e os requisitos necessários para que um candidato possa concorrer àquela vaga.

– O Teste de Perfil Comportamental, o DISC (PPA), que tem como objetivo conhecer o padrão comportamental e o estilo de atuação de cada profissional. Dessa forma é possível potencializar o desenvolvimento do candidato de forma consistente, pois é conhecido pontos fortes e fracos de cada profissional).

O DISC é uma metodologia que possibilita a análise comportamental das pessoas a partir de quatro fatores: dominância, influência, estabilidade e conformidade. Esta técnica vem ao encontro de um pensamento inovador e mais humano: todas as pessoas têm potencial para atingir o sucesso, desde que estejam exercendo funções e papéis adequados ao seu perfil.

A Análise do Perfil Pessoal é indicada para conhecer as limitações e potencialidadesdos colaboradores e possíveis candidatos aos cargos da empresa. Um relatório que possibilita um mapeamento sobre as necessidades, anseios, estilo e características psicológicas do analisado. Nesse relatório o RH recebe um Guia do entrevistador, com um plano de ação passo a passo para desenvolver os pontos fracos daquele candidato. Ter essas informações evita o turnover nas organizações e facilita a “escalação” de um time muito mais coerente com a realidade do negócio.

Com as informações sobre o perfil de cada colaborador, fica muito viável para o líder criar meios para facilitar o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Elementos que possibilitam treinamentos mais certeiros, vivências personalizadas e ações voltadas para esta pessoa possa desenvolver as características esperadas pela organização.

Na trilha do sucesso: como atrair resultados e superar metas?

Como atrair resultados

Desafios diários e situações adversas constantes. Batalhar pelo sucesso pessoal e profissional é um exercício diário de autoconhecimento, autorreflexão e sabedoria acerca das nossas limitações e potencialidades. Todos aqueles que venceram, certamente enfrentaram capítulos de dificuldades e precisaram empreender muitos esforços na busca de superar as próprias metas. Os grandes vencedores possuem uma boa relação com a palavra “meta” e concentram seus esforços em não perder este objetivo de vista. Logo, vencer é como um “músculo vital”: requer treinamento, dedicação e muita força de vontade, do contrário, atrofia e transforma-se em estagnação. E você? O que tem feito para materializar suas metas em resultados reais?’

Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir!

(Augusto Cury)

 

“Como definir metas e atingir bons resultados?

Muitas pessoas têm dificuldades em aceitar que o planejamento pode ser uma ótima saída para alcançar resultados mais assertivos. Para outros, definir ou delimitar metas soa um martírio ou castigo, o que é muito natural, uma vez que confrontar as dificuldades existentes para atingir um determinado resultado pode acionar nossos bloqueios internos a partir de uma desmotivação momentânea. Logo, o que separa você de alguém que venceu é, única e exclusivamente o fato de colocar a “mão na massa”, transpor as barreiras da acomodação e estabelecer um plano de ações, que vai nortear a sua caminhada rumo ao sucesso almejado.

Líderes, empreendedores, empresários e pessoas que estão em busca de imprimir a sua marca no mercado são constantemente convidados ao desafio de se reinventarem todos os dias. A cobrança por uma boa performance, uma equipe afinada e alinhada dentro dos propósitos da organização, a concorrência maciça e as oscilações econômicas do país colocam luz numa questão importante: atrair bons resultados e garantir sucesso, de maneira consistente e coerente requerem uma mudança de comportamento, uma visão panorâmica sobre as necessidades e urgências do contexto analisado e a busca incessante por ferramentas que venham ao encontro destes desafios. Não é possível blindar-se para as dificuldades, contudo, quanto mais preparado você estiver, mais os entraves parecerão “contornáveis” e a vitória, uma possibilidade concreta

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Conheça os “5 planos” para atingir uma meta e conquistar resultados

O plano das ideias: é preciso listar seus objetivos, sonhos, anseios e determinar qual será o seu ponto de partida e o ponto de chegada ideal, ao final da jornada. Aqui, faz-se necessário esboçar o cenário ideal para alcançar os resultados esperados e as ferramentas que farão desta meta, algo possível.

O plano da tangibilidade das metas: utilize o bom senso e crie metas e objetivos alcançáveis – não se trata se uma apologia ao “impossível’, porém, é preciso ter uma noção franca das nossas limitações na hora de estabelecer essas marcas. Esta postura mais honesta com as suas habilidades, competências e contexto geral confere a possibilidade de frustra-se menos e, consequentemente, manter uma autoestima pessoal e profissional mais elevada. A melhor equação é a seguinte: estabeleça resultados de curto, médio e longo prazo e batalhe por vencer cada uma dessas fases da maneira mais satisfatória possível.

O plano do individual e do coletivo na hora de desenhar metas: é importante delimitar as nuances de cada meta – o que será pessoal, um esforço só seu para atingir um resultado e aquilo que contará com o apoio de terceiros: sua equipe, prestadores de serviço e demais ferramentas para colocar o plano em prática. É imprescindível que o pessoal esteja muito alinhado com o campo profissional. Antes de exigir qualquer postura de sua equipe, por exemplo, certifique-se de estar em harmonia e sintonia com a demanda exigida. Cada vez mais a liderança por espelho, pelo exemplo e pelo estímulo demonstra um alcance muito maior e um impacto eficaz sobre os liderados.

– O plano das atitudes para atingir uma meta: uma vez listados os seus objetivos e filtradas as metas de curto, médio e longo prazo, chega o momento de colocar essas premissas em prática.  Líder, utilize a força da sua equipe para viabilizar este desafio. Como num time de sucesso, em que os talentos se complementam e somam vitórias, uma empresa pode ir para as cabeças a partir do esforço coletivo. Que todas as pessoas envolvidas no processo tenham em mente a importância de vencer (tanto para a organização quanto para a esfera pessoal dos integrantes do time). Desta forma, todos irão recrutar seus melhores insights para converter meta em resultados.

– O Plano da coragem para alcançar uma meta: não ter medo do fracasso é uma boa maneira de iniciar uma disputa com muito mais chances de vence-la. As lideranças exercem um papel fundamental nesta hora: é preciso passar credibilidade e confiança para que os colaboradores. Desta forma, o time estará alinhado positivamente e jogando com o mesmo propósito: gerar resultados positivos para todos. O fracasso é uma variável que não deve ser negligenciada, contudo, se houver um bom plano de condução das atividades, este fantasma ficará bem mais distante da empresa ou do projeto em questão.

O que você faz para ter sucesso todos os dias?

Um importante treinador de vendas chamado Tom Hopkins escreveu: “As metas são o combustível da fornalha das realizações.”. Este sábio preceito pode ser aplicado diariamente na nossa constante busca por satisfação pessoal e profissional. Todo resultado grandioso passa pelo teste do planejamento, do esboço das ideias, do diagnóstico das possibilidades, da maturação da viabilidade do mesmo. É preciso assumir uma postura autônoma e assertiva para desafiar todo e qualquer sentimento contrário a vontade de superar suas próprias marcas.

Assuma o controle da sua própria vida. Encontre o seu propósito e faça com que isso reverbere em todas as esferas da sua vida. Caso sinta necessidade de ajuda especializada, o Coaching pode tornar esta caminhada mais segura e eficaz. A Asas DH é uma empresa especializada em soluções de desenvolvimento profissional e pessoal para pessoas que querem ser melhores do que já são. Mais do que nunca, buscar ajuda especializada é uma saída inteligente para conquistar melhores resultados. Reinvente-se todos os dias e aprenda a extrair o seu melhor sempre. Vale a pena investir nesta possibilidade para seguir na trilha do sucesso.

Como reter talentos e reduzir o turnover na sua empresa?

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O sucesso de qualquer negócio, independentemente do tipo de serviço ou produto oferecido, depende intimamente da qualidade da sua equipe. Tão importante quanto desenvolver um time com bases sólidas e pessoas comprometidas com os resultados é oferecer meios para que este grupo se mantenha fiel à sua empresa. Reter talentos é um dos maiores desafios na atualidade. Houve uma época em que “tempo de registro em carteira” era considerado um orgulho e um mérito exibido como troféu. Muitas pessoas permaneciam durante anos na mesma empresa e ali se aposentavam. Este cenário mudou, ao passo que a permanência no emprego passou a ser condicionada a uma série de fatores relacionados ao chamado mundo moderno e o novo perfil de colaboradores. Contudo, o papel do líder passou a ser identificar, desenvolver e reter talentos com potencial para fazer a diferença na organização.

O que motiva as pessoas no trabalho?

Pessoas cada vez mais ansiosas, imediatistas e pouco pacientes para resultados a longo prazo. O novo perfil de colaborador contempla pessoas com características semelhantes: são ambiciosos, estão aptos a exercerem múltiplas funções (desde que bem orientados e direcionados para isso), são altamente conectados com tecnologia e novidades de mercado, são aspiracionais e emocionais – movidos por fatores ligados a autoestima e realização pessoal, logo, são pessoas mais conscientes da sua necessidade de estudar e se capacitar cada vez mais.

As lideranças precisam estar atentas ao exercício diário de estimular a capacidade dos seus colaboradores. Assim, como no processo de pesquisa de mercado, que avalia as necessidades, anseios, características e comportamentos do cliente externo; faz-se necessário uma visão para o cliente interno: os colaboradores que farão as engrenagens da sua empresa funcionarem de maneira saudável, algo que só ocorre se o time encontrar espaço e autonomia para tal tarefa.

Muito além do salário ou pacote de benefícios as pessoas esperam oportunidades e crescimento e desenvolvimento dentro de uma empresa. O fator financeiro é importante, porém, a chance de aprender algo novo todos os dias, ter um suporte do líder, com dicas, orientações e apoio para atingir a excelência; ter uma a consciência da sua própria atuação, através de um diálogo claro e uma gestão horizontal são pilares muito mais seguros e assertivos na difícil missão de minimizar a evasão de talentos.

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Como inspirar pessoas para que elas permaneçam no seu time?

Alinhamento dos valores pessoais com os valores da organização: cabe ao líder identificar se as duas partes do processe estão alinhadas e criar mecanismos para diminuir as distâncias entre esses dois extremos. Colaboradores mais conscientes e conectados com a filosofia, missão, visão e valores da empresa tendem a “vestir a camisa” e batalhar por resultados conjuntos.

Qualidade de vida e flexibilidade: o local de trabalho não deve ser sinônimo de prisão, confinamento ou isolamento. A empresa não esquecer que as pessoas possuem uma vida lá fora, com compromissos, contratempos e necessidades urgentes. Logo, é importante adotar uma postura mais flexível para o caso de uma ausência inesperada, por exemplo. É possível negociar prazos e metas para que nada fuja do controle da organização. Esta simples estratégia pode gerar um colaborador mais satisfeito, grato pelo emprego que tem e, consequentemente, mais propenso a continuar no time.

Treinamento e desenvolvimento: quando a empresa não se preocupa em oferecer um bom ambiente de trabalho, condições de crescimento pessoal e profissional, a oportunidade de se reciclar e se capacitar constantemente, o fator salário ganhará status de decisor na hora de avaliar sobre a permanência naquele local. Logo, qualquer proposta de trabalho, mesmo com um percentual mínimo de aumento será atrativa o bastante para atrair aquela pessoa.

Desafiar e estimular o colaborador: propor tarefas e atividades significativas, para que o colaborador se sinta parte integrante do crescimento da empresa e, consiga enxergar naquela ação, um meio de desenvolver-se enquanto pessoa.

Delegar funções  – e dar maior autonomia para o seu time: pode ser o primeiro passo para resultados surpreendentes. O colaborador precisa de desafios, estímulos e uma atmosfera que o convide a ser melhor todos os dias.

Dialogar sobre crescimento dentro da empresa: converse sobre Plano de Carreira desenho de cargos e possibilidades de promoções: torne esta questão visível e acessível para todos os colaboradores. Que eles tenham em mente os critérios para conseguirem novos cargos e funções dentro da empresa, o perfil de quem pode ocupar determinada vaga e as competências necessárias para pleitear o novo posto. Esta visão de futuro tende a controlar a ansiedade dos liderados e minimizar o tão temido turnover na empresa.

Recrutamento Interno como ferramenta de retenção: muitos talentos podem estar dentro da própria empresa. Em alguns casos, são pessoas insatisfeitas ou desmotivadas com as funções atuais. Antes de seguir para o recrutamento externo, avalie se o seu time não conta com pessoas capacitadas para assumir a posição. A alteração na “escalação” pode impactar positivamente e resgatar um colaborador propenso a engrossar as estatísticas de evasão na sua empresa.

Quebrar a visão setorial dentro da empresa: departamentos com pouca comunicação tendem a criar verdadeiras ilhas dentro das organizações – um cenário altamente favorável para a instabilidade na equipe, queda de produtividade, aumento de conflitos internos e, por sua vez, a insatisfação do colaborador, que sente-se convidado a buscar uma oportunidade fora da empresa.

Avaliar, dar feedback e formular planos de melhoria: a avaliação de desempenho é uma boa ferramenta para conduzir uma gestão de pessoas mais transparente, alinhando as expectativas de ambas as partes e oferecendo recursos para motivar aquele colaborador avaliado. O feedback e uma liderança mais humana são fundamentais para gerar confiança, criar vínculos com a empresa e diminuir a rotatividade de pessoas na organização.

Analisar os motivadores dos desligamentos: entender o que levou um profissional a buscar outra oportunidade, avaliar o que a empresa deixou de fazer para reter aquele talento são essenciais para barrar os efeitos do turnover. As entrevistas demissionais são eficazes para compreender a percepção do colaborador sobre a sua saída e sobre a postura da empresa em relação a tomada de decisão.

É interessante construir um conjunto de práticas e possibilidades para atrair e reter o colaborador no seu time. O resultado dessa parceria é o resultado que a empresa tanto precisa e espera para se manter competitiva e estável no mercado. Tenha em mente que, perder um bom profissional significa abastecer a concorrência com um talento que você não soube reter, além de arcar com os gastos, transtornos e retrabalhos gerados com a rotatividade no seu quadro de colaboradores.

 

Coaching de equipe: como desenvolver as habilidades de um grupo?

Coaching de Equipe

O cenário atual exige uma postura assertiva e visão panorâmica acerca dos desafios e da complexidade de se sobrepor aos impactos econômicos do país. Superar desafios implica em líderes conectados com as necessidades de mercado e com a importância de alinhar o posicionamento da empresa com os anseios da equipe. Uma gestão horizontal, dotada de mecanismos mais humanos, capaz de aproximar todos os integrantes do processo. A chave para o sucesso é o comprometimento de todos em busca de um resultado comum. Transforme sua equipe em um grande time. Desafie as lógicas pessimistas e mude o placar do seu negócio. Você está pronto para ser um vencedor?

“Com talento, ganhamos partidas. Com trabalho de equipe, paixão e inteligência, ganhamos campeonatos.” Michael Jordan – ex-jogador de basquete

Entrosamento e alto desempenho: o DNA da equipe dos sonhos

Definição das metas: Para uma equipe atingir a máxima performance e resultados surpreendentes é preciso que a definição de meta e objetivos esteja muito clara para todos as pessoas que terão a missão de “vestir a camisa” da empresa. Não perca o foco no ponto de partida e, principalmente, nas ferramentas que a sua equipe vai adotar para trilhar a jornada que levará a empresa até o ponto de chegada. A comunicação é uma ferramenta de extrema necessidade nesta tarefa: não represe informações, não crie muros entre os setores, não privilegie colaboradores a partir de afinidades ou interesses. Estabeleça o diálogo constante para que o seu time fale uma só voz.

Escalação vencedora: Um bom técnico gera um bom time. É preciso identificar talentos, habilidades e potencialidades dentro da equipe. Não tenha medo de deixar o seu colaborador brilhar e superar expectativas. O líder consciente do seu papel permite que sua equipe tenha voz ativa nas decisões, tarefas e desafios. Alinhe os talentos do grupo de acordo com as necessidades do negócio. Compartilhe os riscos, as demandas e as vitórias. Se necessário, realoque funções e crie uma atmosfera que possibilite a experimentação, o compartilhamento de ideias e o pensamento coletivo.

Siga o mestre – Liderança pelo exemplo: O líder tem o desafio de instigar e desafiar seus colaboradores de maneira estratégica e inspiradora. Seja o exemplo e desperte o melhor da sua equipe. Líderes que inspiram conseguem um alto poder de persuasão no seu time, com a capacidade de engajar e fomentar a vontade de vencer todos os dias, até mesmo nas pequenas tarefas diárias. Motive através das suas próprias atitudes, transpire força de vontade e desejo de fazer uma equipe acima da média e esteja aberto para ouvir as pessoas que o ajudarão a escrever essa história – eis o caminho mais curto para colocar a sua empresa no topo.

 

Coaching de Equipe: o seu time na mesma sintonia

Transformar o seu grupo em uma equipe de sucesso requer um cuidado, atenção e investimento localizado a fim de estruturar e integrar as pessoas responsáveis por alçar o voo necessário para que sua empresa esteja entre as campeãs de performance, resultados e expressividade.

O Coaching de Equipe  tem um papel muito importante na missão de ajustar o potencial de um grupo. Uma ferramenta que desponta entre as mais eficazes no mercado, dado o seu impacto positivo e abrangência. Muito além de teorizar sobre boas práticas corporativas, o Coaching de Equipe oferece elementos práticos e estratégicos de fácil implementação, com um alcance surpreendente e um alto grau de aderência dentro das empresas.

Quer entender melhor o que é Coaching e saber como esta ferramenta pode revolucionar a sua postura pessoal e profissional? Quer potencializar suas habilidades de líder, fazer networking e entender como a criatividade e a geração de novas ideias podem se sobrepor em tempos de crise? A Asas Dh oferece a você uma oportunidade para melhorar e desenvolver seu potencial de ir além da adversidade. Vem aí, o Curso Coaching em 4 passos, no dia 23 de março. Um encontro feito especialmente para você que deseja vencer. Clique aqui  para mais informações.

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Após identificar as necessidades e metas de uma empresa, o Coaching de Equipe segue algumas premissas que contemplam as seguintes etapas:

Desenho do modelos de competência: Identificar quais os comportamentos, habilidades e posturas necessárias dentro da sua equipe, com o intuito de alinhar as expectativas de crescimento e resultados com as potencialidades da equipe. Uma etapa importante que facilita na identificação do perfil ideal de colaboradores para assumirem a missão de conduzir a sua empresa ao topo.

Avaliações de competência: Uma vez criado o modelo de competências necessárias para o seu time atingir a excelência, você precisa criar mecanismos de avaliação dessas práticas e posturas. Uma maneira de não se perder nesse processo dinâmico e vivo. Desta forma, todos os integrantes da equipe terão a noção exata do seu próprio desempenho alinhado ao que a empresa pretende e precisa.

Feedback constante: Não basta exigir bons resultados de uma equipe, é preciso dar suporte para que a mesma desempenhe uma boa performance. O Feedback é uma das ferramentas mais assertivas nesta tarefa. Fornecer insumos sobre a atuação do colaborador: como ele pode melhorar, o que está indo bem, o que não está a contento e maneiras de ajudá-lo neste desafio. Além disso, a prática do Feedback cria laços e vínculos com todas as partes do processo, aumentando o grau de confiança dentro da equipe e, consequentemente, impactando positivamente nos resultados.

Follow up no Coaching de Equipe: Um momento para avaliar necessidades de um grupo, o potencial de superação de fraquezas e as ferramentas necessárias para elevar o potencial competitivo da equipe. Uma fase importante para definir um bom plano de ações, de maneira consciente e assertiva.

Plano de ação: A fase em que o Coach desenha, juntamente com a equipe, um Plano com as etapas necessárias para sanar as dores da empresa. Esta etapa confere um panorama coerente sobre os passos que levarão a empresa ao sucesso almejado.

Avaliação de resultados: O momento de identificar se as ações atenderam aos anseios e necessidades da empresa. Avaliar a rota traçada e os resultados alcançados.

Coaching Individual: Estratégias para vencer em tempos de crise

Coaching Individual

Você quer melhorar resultados, desafiar as lógicas pessimistas e especulativas? Você está preparado para imprimir a sua marca e alcançar uma excelente performance, mesmo em tempos de crise? Quais ferramentas você utiliza para vencer todos os dias e transformar um cenário instável num celeiro de oportunidades? Chegou a hora de driblar a negatividade de mercado e buscar o diferencial capaz de alçá-lo ao sucesso. O desafio está lançado!

Como reagir em momentos de crise?

O país passa por um momento de instabilidade que atinge diversos setores da economia nacional. As especulação imperam e, por toda a parte, encontramos pessoas anunciando uma falência generalizada do Brasil – o que prejudica exponencialmente a capacidade de uma nação sair do estado de “coma”.

Não se trata de uma apologia ao otimismo alienado ou fechar os olhos para a realidade. A missão que se coloca, diante da situação vigente, é a de refletir sobre as possibilidades de impor uma nova realidade dentro da esfera econômica. É tempo de buscar oportunidades para se sobressair e se fortalecer, uma postura inerente à personalidade dos vencedores: enquanto todos dizem “não tem mais jeito, eles vão lá e criam uma nova forma de dar um jeito”.

O que você precisa para se blindar contra efeitos nocivos da crise e escalar, mesmo em tempos sisudos é fortalecer as suas competências, habilidades e potencialidades, além de encontrar uma maneira de minimizar aqueles comportamentos que reforçam fraquezas ou inseguranças. E se você não conhece o caminho ou a chave para essa autoanálise e reciclagem, o coaching Individual pode responder a muitas questões, além de prepará-lo para vencer, até mesmo em períodos adversos.

 

Habilidades para se sobressair em tempos de adversidade

Listei algumas habilidades necessárias para conquistar ou assegurar o seu espaço no mercado. Tenha mente que: quanto mais preparado e consciente da sua necessidade de se reinventar sempre, maiores as chances de superar uma fase de turbulência com possibilidades reais de bons frutos e resultados surpreendentes.

Aprender a administrar o seu próprio tempo: Seja capaz de administrar compromissos, prazos e metas. Evitar o acúmulo de tarefas ou a execução de afazeres desnecessários pode ser o primeiro passo para otimizar a sua rotina e tornar o seu dia mais produtivo. Trata-se de um exercício diário, que exige disciplina, concentração e esforço.

Desenvolver a sua capacidade de comunicação: Saiba se fazer entender, que a sua mensagem chegue ao seu receptor de maneira clara, sem ruídos e com o maior aporte de informações necessários para que o processo de comunicação se concretize. Uma comunicação assertiva, baseada em diálogo claro e objetivo tende a elevar a melhorar consideravelmente o retorno sobre suas atividades e ações.

Alinhar posturas pessoais e profissionais: Encontre uma maneira de ajustar o comportamento em todos os âmbitos da sua vida. Não basta voltar-se apenas para corrigir fraquezas ou falhas no campo profissional, se você negligenciar a sua vida pessoal. Você é o resultado constante da soma entre essas duas áreas. O equilíbrio é a melhor maneira de equacionar essa questão.

Estar preparado para dar e receber feedbacks: Aprenda a ouvir sobre suas próprias falhas ou pontos a melhorar. Muitas vezes ficamos resistentes à críticas e, por sua vez, deixamos de evoluir como pessoas ou profissionais. Em contrapartida, seja generoso em fornecer feedback para as pessoas do seu convívio. Feedback é sempre uma ótima ferramenta para aparar arestas e fortalecer relações.

Ser capaz de motivar, engajar e liderar uma equipe: Seja o exemplo e a inspiração necessária para que outras pessoas possam se espelhar na sua postura e conduta. Coloque-se como uma pessoa positiva, com força de vontade e disposição para superar desafios e vencer obstáculos. Força de vontade é contagiante. Que este processo comece por você.

Ser flexível e adaptável em situações de mudanças repentinas: Aprenda a conviver com o novo. O ser humano tende a encarar mudanças como algo negativo, principalmente no ambiente corporativo. Por trás de toda mudança existe uma possibilidade de novos resultados, com um caminho diferente que pode leva-lo a algo bom. Basta dar a oportunidade para que as transformações aconteçam de maneira positiva. Mude sempre que necessário e não tenha medo do desconhecido. Por que não fazer dessas alterações um degrau para subir na carreira?

Buscar ajuda profissional: o primeiro passo para um caminho de sucesso

O Coaching Individual vai ao encontro daqueles que buscam um “reajuste de rota”. Muitas pessoas não estão satisfeitas com os próprios rumos profissionais; outras vezes a carreira parece estagnada, necessitando de um aporte capaz de criar meios para crescer dentro de uma empresa. Essa ferramenta é uma ótima aliada para quem necessita aliar os conceitos técnicos de planejamento, em todas as suas esferas, no âmbito da prática.

Algumas pessoas encontram dificuldades em gerir conflitos, prazos, contratempos e situações inusitadas. O método de Coaching Individual visa desenvolver e fortalecer as habilidades do ser humano, estimulando o foco, a concentração, a disciplina, o pensamento estratégico e a liderança.

Um verdadeiro convite ao autoconhecimento: revisar posturas, compreender pontos fracos – com o intuito de transformá-los em pontos fortes; projetar metas pessoais e profissionais, embasadas em variáveis palpáveis e concretas. O Coaching Individual é para aqueles que não abrem mão do sucesso e não aceitam nada menos que a excelência em tudo o que fazem.

 

Quer entender melhor o que é Coaching e saber como esta ferramenta pode revolucionar a sua postura pessoal e profissional? Quer potencializar suas habilidades de líder, fazer networking e entender como a criatividade e a geração de novas ideias podem se sobrepor em tempos de crise? A Asas Dh oferece a você uma oportunidade para melhorar e desenvolver seu potencial de ir além da adversidade. Vem aí, o Curso Coaching em 4 passos, no dia 23 de março. Um encontro feito especialmente para você que deseja vencer. Clique aqui para mais informações.

Gestão assertiva: como aumentar a produtividade da sua equipe

Arte

 

Crescer, alcançar objetivos, impactar positivamente na vida das pessoas. E quem não quer imprimir a sua marca no mundo? Entender as próprias limitações para ser capaz de auxiliar, corrigir e lapidar as fraquezas do outro, convertendo-as em pontos positivos. Um time alinhado, comprometido e com sede de resultados precisa de um “técnico” capaz de reconhecer os pontos a melhorar e exaltar as potencialidades desta equipe. Eis o desafio do líder da atualidade: ser muito mais do que aquela figura de processos, autoritária, burocrática e distante. O mundo mudou, o universo corporativo exige, cada dia mais, novas habilidades e competências. E você, está pronto para rever a sua postura  como gestor e revolucionar a sua produtividade pessoal e, consequentemente, a performance dos seus liderados?

As diferentes nuances do desafio de se tornar mais produtivo

O desafio que se coloca, quando tocamos no assunto “Produtividade” é, justamente entender que não se trata de um fator isolado e, sim, um conjunto de ações que devem estar conectadas em todos os campos da nossa vida, seja no âmbito pessoal ou profissional.

Sempre levantei a bandeira do “olhar para si, corrigir suas próprias falhas e, na sequência, mirar na correção das pessoas que fazem parte do seu time”. Um processo gradativo, que exige autoconhecimento, sinceridade na avaliação da sua postura e um olhar panorâmico acerca da responsabilidade de gerir uma empresa , uma equipe, um projeto ou uma ação.

Produtividade no campo pessoal: Como você lida com as suas atividades rotineiras? Como está a sua vida pessoal: o seu contato com as pessoas, a gestão dos seus compromissos, o envolvimento e engajamento com os seus afazeres – aqueles que vão muito além da esfera corporativa? Você já parou para avaliar os possíveis ruídos ou equívocos nessa trajetória?

Vale ressaltar que, somos o resultado de tudo aquilo que acontece no decorrer da nossa caminhada. Focar apenas na carreira, deixando a vida pessoal à deriva pode ser “um tiro no pé”, com efeito reverso. Cedo ou tarde, a negligência com a área citada será motivo de incômodo generalizado, logo, um entrave para o seu desenvolvimento e atenção com as outras demandas.

O líder precisa adotar técnicas de planejamento e organização naquilo que compreende a sua esfera de vida pessoal e, em detrimento dessas ações, garantir que a sua postura seja mais produtiva. Afinal, não podemos esquecer que: liderança tem um efeito espelho. Não queira cobrar um comportamento dos seus colaboradores se, esta postura não existe não está presente na sua própria conduta – o time, sutilmente, vai recusar o comando e a comunicação não será eficaz.

Produtividade em grupo – a gestão do coletiva em busca de um bem comum. Trata-se de ações que vão visar a resolução de problemas, a diminuição dos impactos negativos em uma corporação, o alcance de metas e resultados e a superação dos desafios diários em uma empresa.

A produtividade de uma empresa está ligada, diretamente, a uma engrenagem composta pelas pessoas que, diariamente, escrevem a história daquele negócio. O resultado de um time envolvido, com uma gestão assertiva é o aumento considerável das vendas, além de uma equipe mais motivada diante da boa performance – pessoas que vão criar um sentimento de auto superação diária, em busca de desafiar suas próprias marcas.

A equipe deve trabalhar para o sucesso do negócio. A partir de estratégias claras, demandas coerentes e pautadas em muito diálogo e visão empreendedora, será possível manter os bons índices da empresa.

A Asas DH oferece soluções personalizadas para aumentar a produtividade do seu time. Quer saber mais? Clique aqui

 

6 passos para melhorar a produtividade da sua equipe

1)      Definir prioridades: cabe ao líder estabelecer um propósito com a equipe. O bom relacionamento, a gestão horizontal e o diálogo facilitam nessa missão. O gestor deve pontuar e deixar claro os aspectos sobre o ponto de partida e o ponto de chegada da missão na qual a empresa está engajada. É preciso definir objetivos claros e saber comunicar a abrangência e a importância da demanda para o sucesso do time e da empresa em geral.

2)      Definir as tarefas, prazos e responsáveis: Invariavelmente, não podemos contar com o fator “proatividade” da equipe. Muitas vezes os liderados precisam de uma definição clara das suas atividades, dos seus prazos, dos seus cronogramas e daquilo que precisa ser feito. Isso não coloca o seu time num patamar negativo. O bom líder aprende a lidar, compreender e administrar o timing dos seus liderados. Então, para não ter colaboradores “enrolando”, desempenhando tarefas sem uma escala de importância, adiando ou procrastinando resoluções; determine aquilo que deve ser feito – e não se trata de instituir o autoritarismo na gestão, muito pelo contrário; falo que alinhar a comunicação com a equipe, de maneira a sanar eventuais dúvidas que tenham surgido entre o briefing da atividade proposta e a execução da mesma. Lembre-se: um bom líder deve treinar a sua habilidade da “didática” – se você lidera um grupo e não consegue se fazer entender, não consegue ensinar, orientar e dar as coordenadas seguras para o bom desempenho de uma ação; repense a sua trajetória e busque ajuda para corrigir esta falha.

3)      Estabelecer a “conectividade” com o grupo – o gestor que exercita a empatia com a equipe, que se coloca numa posição de proximidade, aberto para dialogar, entender as necessidades do time e compreender aquilo que precisa ser melhorado; consequentemente terá um retorno mais assertivo na produtividade da sua empresa. Liderar significa, também, estar atento as aspirações de cada membro do grupo.

4)      Motivar e manter o foco no cliente interno: Crie saídas, alternativas e ações de endomarketing para valorizar o seu cliente interno – seus colaboradores. Um time feliz, satisfeito com o ambiente de trabalho e a gestão, produz mais e melhor.  Está mais que provado que as pessoas precisam muito mais que altos salários para se sentirem realizadas. Um local de trabalho agradável e harmonioso, uma liderança mais humana e a clareza no diálogo entre todas as partes envolvidas no processo são armas poderosas para estimular a motivação das pessoas. Logo, estando motivados, os integrantes deste grupo farão o possível para “brigar” pelo bem comum da empresa, como “evangelizadores” internos da marca para a qual trabalham.

5)      Buscar ajuda qualificada: cabe ao bom líder o discernimento de entender quando precisa lançar mão de artifícios externos para melhorar a produtividade da sua equipe. Saber quando e como buscar esse auxílio fazem parte de uma gestão comprometida, em que o gestor cria meios para sanar as fraquezas da sua equipe. O trabalho de coaching em grupo pode ser um caminho eficaz na busca por um time mais alinhado com as suas próprias metas, desafios e necessidades. Investir em treinamento e capacitações pode ser uma estratégia segura para mudar o jogo e converter um colaborador improdutivo em um craque do seu time.

6)      Praticar o Feedback: O líder deve estar preparado para oferecer um feedback aos seus liderados, seja sobre queda de produtividade, sobre algum aspecto positivo de cada colaborador ou sobre a falta de repostas aos estímulos propostos na empresa – nem sempre o colaborador responde de maneira satisfatória às tentativas e realinhá-lo na equipe, de forma a torna-lo mais produtivo. Logo, a prática do feedback auxilia na hora de definir os rumos desta pessoa dentro da empresa. Vale lembrar que, além de dar feedback, o líder deve dar espaço e estar aberto a ouvir as críticas, sugestões e propostas dos seus liderados. Muitas vezes, a chave para aumentar a produtividade de uma empresa está nesses insights, muitas vezes incubados por medo de julgamento ou falta de estímulo para verbalizá-los.

 

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10 passos para o Líder não ter sucesso

Não existe uma fórmula mágica que garanta o sucesso que desejamos. Para melhorar resultados e atingir todos os nossos objetivos é preciso, acima de tudo, muita disciplina. Pessoas bem sucedidas, na maioria dos casos são altamente disciplinadas e muito conscientes dos seus desejos, metas e obrigações. Durante o processo de liderança e desenvolvimento de pessoas, alguns comportamentos desastrosos podem comprometer a performance da equipe e colocar a “saúde” da empresa em risco.

 

O perfil do líder fadado ao insucesso

 

Algumas características nocivas no perfil dos gestores são verdadeiros trampolins para um salto rumo ao fracasso na liderança. Equipe desmotivada, queda de produtividade, baixo rendimento e diminuição de resultados são apenas alguns dos sintomas de uma gestão equivocada. Confira o “Raio X” de um líder que não se preocupa com o sucesso pessoal e profissional.

 

1-     Acreditar que sabe tudo.

Os líderes que não têm ou não tiveram sucesso, pensam que sabem tudo e que não precisam de ajuda ou compartilhar suas brilhantes ideias com ninguém. Geralmente são pessoas que não aceitam feedbacks, acreditando que a ideia dele é a melhor do universo.

 

2-     Não confiam em delegar (este é campeão)

Acreditam que apenas eles fazem bem feito. São adeptos de “quer bem feito, faça você mesmo”. Entendem que é mais fácil executar a tarefa do que ensinar uma outra pessoa, geralmente por falta de paciência, dificuldade de relacionamento ou didática com a equipe, medo de uma possível concorrência ou desinteresse em desenvolver multiplicadores na equipe.

 

3 – Não agradece e não reconhece

Pensam que não precisam agradecer e muito menos reconhecer. Acreditam que as pessoas fazem mais do que obrigação e ganham exatamente para isso.

 

4 – Liderar os outros, antes de liderar a si mesmo

O Líder bem sucedido sabe que em primeiro lugar, tem que se entender, suas emoções, suas reações, suas motivações, para depois entender os outros.

 

5 – Não procurar ajuda de um coach ou um mentor

Todos os líderes bem sucedidos tem coaches e mentores. Eles sabem que não podem desenvolver todo seu potencial sozinhos. Com ajuda desses profissionais eles vão  crescer mais, ir mais longe e mais rápido.

 

6 – Não cuidam da parte física, mental, espiritual e emocional

Alimentam-se mal, não fazem exercícios por mínimo que seja, como por exemplo: um alongamento diário. Estão sempre “ligados”, não se desconectam  e não meditam. Não reservam 5 minutos no dia para si mesmo.

 

7 – Procrastinam resoluções de problemas

Não enfrentam os problemas e o estresse. Na maioria das vezes pensam que os problemas não são deles. O ato de procrastinar  é uma fuga da realidade, que acaba gerando um efeito dominó na esfera dos conflitos.

 

8 – Não aceitam que estão errados.

Ficam tratando o  problema por vários dias, sendo que, aceitando o erro, poderiam seguir rapidamente em frente na solução, economizando tempo e dinheiro.

 

9 – Envolvem-se em conflitos com liderados

Permanecem no meio dos conflitos dos liderados em vez de fazer com que os liderados resolvam o problema entre eles e sigam em direção ao resultado. Afinal, resultado é o que as empresas precisam e  não líderes no meio de conflitos.

 

10 – Quer ser perfeito e complexo

Acreditam apenas na perfeição. Não acreditam que o simples é poderoso e faz andar para frente.

 

Cristina Gomes

Feedback é um presente: pratique essa ideia

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Dar ao outro a oportunidade de melhorar, de avaliar a sua postura pessoal e profissional. Contribuir para um exercício de reflexão e autoconhecimento, capaz de resolver conflitos, estreitar laços e gerar um novo fôlego para o processo. O feedback é um recurso poderoso na arte de liderar pessoas, expectativas e projetos. Encare essa prática como um presente para as duas partes envolvidas e transforme o seu cotidiano.

Por que implantar a cultura do Feedback?

  • Para potencializar os pontos fortes das pessoas;
  • Oferecer feedback sobre o comportamento que causa impacto negativo na organização;
  • Oferecer oportunidades de desenvolvimento: treinamento ou coaching;
  • Realocar o profissional numa posição ou num cargo técnico que irá minimizar os efeitos negativos (de drenagem de energia) sobre os outros;
  • Dar a oportunidade para o profissional florescer em outro lugar.

“ Mas quando percebemos que se trata de uma planta ruim, é preciso que a arranquemos imediatamente ”  Saint-Exupery – O pequeno príncipe p.21

Como implantar a cultura do feedback?

Destaque o positivo!

  • Baseando-se no estudo de Losada, “2,9013 é a proporção de afirmações positivas para cada afirmação negativa, para tornar uma equipe bem sucedida”. Isto significa que são necessários 3 comentários positivos para reverter os efeitos de um comentário negativo.

Você já parou para observar quantos feedbacks positivos recebe ou dá no ano? Temos o hábito de focar no feedback negativo e deixamos de lado o poder do feedback positivo.

Pesquisas comprovam que as pessoas recebem, em média, apenas alguns minutos de feedback positivo por ano, versus milhares de horas de feedback negativo.

Líderes compreendem claramente que qualquer ser humano tem necessidade absoluta de feedback positivo.

Temos o hábito de nos autocriticar, observe quantas vezes você se autoflagela “Sou um idiota” ”Que coisa mais insensata” “Eu poderia ter feito melhor” “Não gostei do que eu fiz” “Não tenho capacidade”.

Estamos continuamente criticando, preocupando-nos e imaginando o pior das pessoas e de nós mesmos. Precisamos nos ajudar e ajudar as outras pessoas a tranquilizarem um pouco essa voz interna, pois é provável que sejamos capazes de influenciar seus pensamentose, portanto, os resultados gerados por eles.

Isso nos remete ao que W. Timothy Gallwey fez na década de 1970, descrito no livro The Inner Game Off Tennis. Tim afirmou que poderia ensinar qualquer um a jogar tênis em apenas 30 minutos, utilizando suas técnicas especiais de coaching . Um canal de televisão resolveu desafiá-lo e apresentou uma mulher de meia idade, que não praticava exercícios físicos há muito tempo e que jamais havia segurado uma raquete de tênis. A mulher entra na quadra e parece brincar, por trinta minutos ela executa backhands, voleios e saques, enquanto Tim indica diferentes atividades nas quais ela deve se concentrar para que sua mente consciente tenha outra coisa para fazer em vez de se preocupar. E, durante todo o tempo, ele fornece feedbacks positivos.

Precisamos de um novo modelo de feedback que não seja apenas uma nova embalagem do mesmo produto. Uma nova abordagem incluiria abordagens como:

–          O que você fez bem e o que descobriu sobre si mesmo como resultado?

–          Quais foram os destaques desse projeto e o que você aprendeu?

–          O que deu certo? Você gostaria de conversar sobre como exercitar mais isso?

–          O que você fez bem e qual foi o impacto disso sobre as outras pessoas?

Não quero dizer que devamos simplesmente desculpar e esquecer os fatos quando uma pessoas faz uma grande besteira. Há momentos em que precisamos ser honestos e ter uma conversa direta sobre o baixo desempenho. Como as pessoas são muito severas consigo, proponho que, acima de tudo, destaquemos o positivo e deixemos a parte negativa por conta das próprias pessoas. Assim em geral os resultados serão melhores em termos de aperfeiçoamento de desempenho.

Então vamos lá:

1 – Destaque o positivo seu e das pessoas;

2 – Deixe as pessoas saberem o que você destaca de positivo nelas;

3 – Peça feedbacks às pessoas sobre seus pontos positivos.

Depois deixe-me saber como está o aperfeiçoamento do desempenho seu e de sua equipe.

 

Fontes: Positive Leadership, Barrett-Khoeler Publishers, San Francisco 2009 p.44 e 45; Shawn Achor, The Happiness Advantage, (Virgin Books, 2010) p.61; The inner game of tennis, W. Timothy Gallwey; Liderança Tranquila, David Rock

 

Buscar a excelência, lapidar talentos, minimizar fraquezas e converter possibilidades em resultados. O que você tem feito para reciclar suas estratégias, perspectivas e ações? É chegada a hora de se posicionar, de ir além das especulações; buscar meios para driblar as adversidades e escrever uma nova história.

As ferramentas que você precisa, o caminho para uma performance mais assertiva e a chance de potencializar e expandir seu campo de visão: tudo isso, ao seu alcance. Vem aí, mais uma edição do Treinamento Líder Asas, o voo definitivo rumo ao sucesso. Aproveite essa oportunidade. Faça a sua inscrição aqui (www.asasdh.com.br/cadastro).

 

Cristina Gomes