O poder do autoconhecimento nas organizações

O autoconhecimento é tarefa imprescindível nos dias de hoje.

A saúde ou a doença, a felicidade ou a infelicidade, a paz ou a violência, o crescimento ou a estagnação, o amor ou o medo, origina-se antes de tudo, de como cada um se vê diante de si mesmo e diante do mundo que habita. 

É um processo antes de coletivo e universal, individual e solitário.  

Hoje, encontramos uma vasta literatura sobre a importância do autoconhecimento. Os grandes Mestres e Iluminados, que já pisaram o nosso Planeta, fosse na filosofia, ciência ou religião, deixaram registrada a necessidade do autoconhecimento; contudo essa atitude é individual e surge de um processo interno da real necessidade de sair do “automatismo”, para o entendimento diante da grande pergunta: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?

Esse é um caminho que não tem volta, é aí que o Ser ultrapassa o portal da metamorfose entre a lagarta e a borboleta.

Por ter se afastado de si mesmo, o Homem realiza o caminho de volta, esse é um processo lento e progressivo, a natureza não dá saltos, contudo, muito ainda distante de si mesmo, o Homem busca explicações no que está ainda fora de si e justifica resultados desastrosos sempre no “outro”; a “culpa é do outro!”.

Como uma criança, que ainda vive “o amor primário”, estabelece para si mesmo premiações, presentinhos e com o passar do tempo já não fazem mais o mesmo efeito que antes e os caros objetos de consumo ficam aprisionados por trás de grades, porteiros eletrônicos, fios ou teias elétricas, cofres, dentre outros meios de segurança, servindo muito mais para serem mostrados, do que, realmente aproveitados.

Cresce a capacidade técnica em tornar o corpo físico cada vez mais “perfeito”, dentro dos moldes sociais, como uma fábrica que criam bonecas em série dentro de padrões pré estabelecidos para a satisfação do “outro”; paralelo a essa mesma realidade, essa mesma capacidade técnica, não consegue impedir o aumento considerável e assustador do câncer, das doenças psíquicas, da depressão, do alcoolismo, da dependência química, do suicídio, dentre outras doenças que vitimam “almas” em desarmonia e que trazem registros de grandes insatisfações que não se conhecem, que não sabem de si, por terem levado toda uma caminhada no “outro” satisfazendo um “script social” que nem elas mesmo acreditam. 

Autoconhecimento é vasto e como dissemos, é individual, porém já está mais do que na hora das empresas e principalmente o individuo, olhar para este tema, que é uma das ferramentas mais poderosas para o desenvolvimento. É com o autoconhecimento que conseguimos trabalhar e conviver em harmonia nas empresas e na sociedade.  

Educação corporativa: 

As organizações enfrentam dificuldades na velocidade de sua adaptação à nova realidade. O desconhecimento do futuro, a permanência de traços da cultura anterior, momentos de dificuldades empresariais, a descrença em uma visão compartilhada de futuro, a falta de capacitação para os novos papeis e a “falta de tempo “ são alguns dos fenômenos que (às vezes sintomas, às vezes causas) fazem parte das dificuldades percebidas.

Esse novo contexto empresarial redefine o perfil do trabalhador da era do conhecimento que vem do autoconhecimento. Precisa-se de profissionais que aprendam de forma não convencional e que saibam trabalhar cooperativamente para gerar soluções inovadoras. Além disso, a tecnologia vem permitindo desenvolver experiências para treinar mais pessoas com maior economia. 

O foco do treinamento vai além do empregado isoladamente para o desenvolvimento da capacidade de aprendizado da organização, criando situações que permitam a discussão de problemas comuns e soluções por meio da aprendizagem coletiva, em que os empregados aprendem uns com os outros e compartilham inovações e melhores práticas visando solucionar problemas organizacionais reais. 

Ambiente e Método

Os ambientes de aprendizagem passam a ser reestruturados de forma a tornarem-se proativos, centralizados, determinados e estratégicos e o resultado esperado é o “aprender fazendo”, desenvolvendo a capacidade de aprender e dar continuidade a esse processo na volta ao trabalho. 

Os melhores métodos muito utilizados nas organizações atualmente para o autodesenvolvimento e a educação corporativa tem sido o mentoring e coaching, aplicados através de mentores específicos e lideres coaches.

Mentoria, tutoria ou apadrinhamento, em inglês mentoring, é uma metodologia de desenvolvimento organizacional. 

Essa estratégia é adotada pelas empresas para fortalecer sua cultura e seus valores, reduzir o custo do treinamento das equipes e desenvolver e valorizar os colaboradores.

A mentoria nas empresas funciona da seguinte forma: um colaborador mais experiente acompanha o desenvolvimento de um novo integrante e o ajuda a se preparar para crescer na carreira. 

Resumidamente o mentor é aquele que já passou ou já viveu aquela atividade ou situação, então ele ajuda com seu exemplo e experiência às pessoas chegarem melhor e mais rápido em algum lugar.

Já o Líder Coach não precisa ter passado ou vivido aquilo e muito menos saber daquilo, o que ele faz é ouvir genuinamente as pessoas para lhes fazer melhores perguntas, para que elas cheguem à conclusão da melhor maneira, que é a maneira delas. 

Dentro da educação corporativa, o melhor caminho é através de Líder Coach porque este método leva não só às soluções da empresa, mas ao puro autodesenvolvimento e consequentemente autoconhecimento.

Não podemos confundir melhoria e rapidez do mentor, deixando de usar o líder coach para dar oportunidade em desenvolver as pessoas por elas mesmas.

Outro detalhe, é quando as pessoas chegam à conclusão por elas mesmas, a responsabilidade e admiração são delas e assim elas se conhecem muito mais e o Líder Coach também evolui em seu autoconhecimento. 

Ações para organizações 

Para as organizações facilitarem esse processo, é preciso levantar a bandeira do Líder ser desnecessário. Isso inclui uma equipe autônoma e de alta performance. 

Não é novidade que equipes extraordinárias se guiam sozinhas, deixando o Líder apenas no acompanhamento e na visão sistêmica do negócio. Então, com o autoconhecimento, lideres não serão mais necessários. 

Comece seu autodesenvolvimento agora, respondendo: Se sua equipe atinge resultados extraordinários por sua causa, mas nunca saberão disso, como você se sente?

Considerado o maior maratonista de todos os tempos  Eliud Kipchoge, diz: 100% de mim não é nada comparado a 1% do time inteiro. 

Fontes: Asas_DH | Angela Loan \ Textos públicos e periódicos 

7 técnicas inéditas e muito simples para ter mais tempo.

Todos os dias nos deparamos com pessoas dizendo que não são produtivas, que deixam de fazer parte de suas tarefas diárias ou afirmando que estão procrastinando demais.

Isso pode acontecer por que elas não têm um plano com técnicas simples para facilitar seu dia a dia.

Se este é seu caso ou de alguém que você conheça, dividimos neste artigo, 7 técnicas inéditas, muito simples, para ter mais tempo e deixar o dia muito mais produtivo.

Vamos Começar?

Para começar responda a seguinte pergunta: Você acredita que é multitarefas?

Estudos apontam que apenas 2% das pessoas conseguem ser multitarefas e, pesquisadores afirmam, quando as pessoas sabem disso, elas sempre presumem que fazem parte destes 2%.

Não se iluda, a maioria de nós fazemos parte dos 98%. 

Portanto, temos que nos concentrar em algo chamado tarefa única ou, uma coisa de cada vez. Entretanto, algumas pessoas acreditam que isso é besteira e pensam que estão fazendo menos coisas e que pode levar mais tempo se fizerem uma de cada vez.

Fazendo a tarefa única por vez, não apenas a produtividade e a eficiência aumentam, como também, o cansaço e estresse diminui. 

Experimente tentar não fazer várias coisas diferentes ao mesmo tempo. Pressione “pausa”, dê um passo para trás, respire fundo e concentre-se apenas naquela atividade que se aplicar. 

Separe momentos lógicos e criativos 

Alguns estudos comprovam que não podemos ser criativos e lógicos ao mesmo tempo. O cérebro usa diferentes habilidades para fazer diferentes tipos de tarefas.

Imagine-se em uma reunião o dia inteiro discutindo sobre números, dados e análises e de repente, você é solicitado a fazer algo criativo, talvez escrever um artigo como este. 

Temos que observar que nosso cérebro não muda de uma tarefa para a outra como um pêndulo, isso requer diferentes partes do nosso cérebro e das habilidades que temos.

Organize suas tarefas lógicas e criativas que precisa fazer no dia ou na semana. Existem alguns aplicativos ou planers para isso, mas você pode fazer em uma folha de papel em branco.

Divida a folha ao meio, de um lado escreva suas tarefas lógicas e do outro lado, suas tarefas criativas e verifique onde essas tarefas se encaixam na sua agenda semanal ou em algum período onde você precisa ser mais lógico ou mais criativo. Coloque também, na frente de cada tarefa, qual a estimativa de tempo você precisa para executar cada uma delas e planeje sua semana com os dias que precisa ser mais lógico ou mais criativo. 

Por exemplo, segunda-feira tarefas que preciso ser mais lógico, terça-feira, quarta-feira e quinta-feira mais criativo e por fim, na sexta-feira mais lógico ou então você pode dividir o seu dia em manhãs lógicas e tardes criativas.

Essa divisão permite você imerso na atividade e realmente se concentrar e ser mais produtivo e eficaz.

Use Check List

Transformar a agenda em um check list pode ser impopular, mas acredite, existem pessoas que estão totalmente sobrecarregadas e mesmo assim, não tem uma agenda para ajuda-las. Tenha uma agenda e a transforme em um check list. 

Agendas de smartphones ou até os planers, nos permitem dividir por cores de compromissos pessoais, profissionais, prioridades, horários para descanso, alimentação, exercícios, lazer. Isso permite priorizar as questões pessoais e compromissos profissionais e também, como citamos acima, colocar tarefas que dependem de mais ou menos concentração, tarefas lógicas e tarefas que dependem de mais criatividade, ou de mais concentração à tarde ou pela manhã, dependendo dos compromissos do dia.

Quando temos uma programação dividida por etapas em estilo check list, conseguimos contextualizar mil vezes melhor o bem estar e fazer mais com menos tempo. 

E ainda você pode estar pensando, faço tudo isso, mas no final do dia ainda continuo insatisfeito e parecendo que não fiz nada! Pior ainda, às vezes o tempo passa e nem vemos e quando percebemos, já estamos no meio do ano e nem vimos passar.

Objetivos SEMPRE!

Isso acontece quando não temos objetivos realmente claros. Definir objetivos e tarefas ajuda a gerenciar melhor o tempo.

Faça isso priorizando metas mensais, dividindo seu mês da seguinte forma: 

1 meta grande mensal, uma meta média semanal e uma meta diária pequena. 

Definir metas diárias são os pequenos passos em direção a meta semanal e adicionada às outras metas, leva a grande meta mensal. 

Fazendo isso, você estará em essência, quebrando obstáculos que parecem impossíveis de fazer.

Lembre-se, que fazer tudo igual e querer resultados diferentes, decididamente, não vai te levar a nenhum lugar diferente. Então, pegue uma folha grande e rabisque um modelo e divida por semanas, coloque a meta semanal e uma tarefa diária que o ajudará alcançar a meta semanal, que ajuda você alcançar algo mensal. Simples assim!

Presença

Estar conectado com os exercícios anteriores exige estar presente. 

Na maioria das vezes, fazemos uma atividade, mas estamos pensando o que vamos fazer daqui a pouco, ou amanhã, ou no próximo mês, ano ou até estar pensando no que já passou. 

Você pode melhorar muito mais o seu tempo e consequentemente fazer muito mais tarefas, quando está conectado ao contexto, ou seja, quando realmente está presente de corpo e mente. 

Esteja presente de corpo e mente em tudo o que for fazer. Parece ser fácil, mas na maioria das vezes não é.

Treine sua presença observando em cada tarefa diária a sua atenção somente naquilo que está fazendo. Um excelente exercício é no banho ou ao escovar os dentes. No banho exercite não pensar em mais nada que seja a sensação do banho, a água escorrendo no seu corpo, os aromas, as texturas dos produtos e principalmente, estar somente com você; ao escovar os dentes, experimente conhece-los através do toque das cerdas em cada um deles, qual é o movimento que a escova faz em sua boca.

Tenha em mente que você pode fazer mais coisas ao mesmo tempo desde que estejam conectadas ao contexto, como por exemplo ouvir um podcast sobre negócios, enquanto dirige ou caminha até o trabalho, ou então ouvir uma música relaxante enquanto faz sua caminhada diária. 

Atividades em conjunto e ao mesmo tempo precisam estar conectadas ao contexto, quando não estão, perdemos a presença e consequentemente, perdemos mais tempo para voltar ao foco de nossos objetivos.

Rotinas de tempo e local

O tempo tem memória quando você faz algo no mesmo lugar, todos os dias, na mesma hora e o espaço constrói uma energia, como por exemplo um espaço que você meditou por uma quantidade considerável de tempo, aquele espaço assume uma energia meditativa. 

Da mesma forma quando você faz algo em algum lugar e na mesma hora todos os dias. O tempo tem uma memória, seu corpo também tem e, portanto, torna-se mais fácil. Mesmo se você mora ou trabalha em um espaço pequeno, divida cada canto. Assim você mantém a energia desse espaço “sagrado” e “apropriado” para o que você deseja fazer. 

Com a tendência do home office, às vezes o desafio é trabalhar onde comemos ou dormimos, então confundimos a energia de nosso ambiente, porque as vezes estamos sentados na cama. Então remova essa energia da cama e coloque-a onde ela precisa – as vezes você está levando energia agitada onde precisa descansar – o mesmo acontece onde comemos e se não tem condições de ter outro espaço de trabalho, pelo menos mude o cenário; quando estiver trabalhando na mesa onde faz as refeições, deixe-a com aspecto de mesa de trabalho e quando estiver fazendo refeições idem. 

Descanse

É essencial ter um sono de boa qualidade. É comprovado cientificamente, que ter um sono de 8 horas por dia, deixa as pessoas mais felizes e, acrescentando, dormir antes da meia noite, o sono é extremamente poderoso para sermos mais produtivos com nosso tempo quando estamos acordados. 

Se conseguir dormir às 21h00, estará recebendo essas 3 horas de poder energizante antes da meia noite, que é extremamente fundamental, com isso, você também poderá programar-se para acordar mais cedo e aproveitar mais o seu tempo.

Dormir de 7 a 9 horas por noite é fundamental para ser produtivo com o seu tempo quando está acordado e ser mais feliz.

Para começar a praticar esses 7 passos que acabamos de orientar, você pode começar pelo mais fácil e coloque um prazo para estar aplicando os 7 em sua rotina. 

Você também pode adaptar ao que já faz ou de acordo com suas necessidades, o que você não pode deixar de fazer é aplicar e testar a sua melhor forma. 

Esperamos que consiga aplicar todos e depois nos diga como seu tempo aumentou.

Se preferir um atendimento personalizado em forma de mentoria individual e customizada, de acordo com sua rotina profissional e perfil comportamental, preencha a aplicação neste link e entraremos em contato. 

Fontes:

Jay Shetty 

David Rock

Gary Keller e Jay Papasan

Qual a relação do autodesenvolvimento com resultados organizacionais

Você sabia que o autodesenvolvimento está diretamente relacionado com o seu desempenho profissional?

Isso mesmo! A partir do momento em que você se conhece melhor, passa a identificar e entender o que precisa fazer para conseguir ultrapassar barreiras e superar seus limites para se desenvolver profissionalmente.

Sua sabedoria pessoal te ajuda a evoluir em sua carreira e em qualquer outro aspecto da sua vida. Esse processo contínuo de autodesenvolvimento lhe permite ainda, se adaptar com facilidade à diversas mudanças que são comuns ao longo da vida.

Ficou interessado e deseja saber mais sobre o assunto? Então continue sua leitura e entenda de que forma o autodesenvolvimento pode contribuir positivamente para seus resultados organizacionais. Confira!

Autodesenvolvimento e resultados organizacionais – Entenda a importância dessa relação

Um profissional que deseja garantir bons resultados em sua carreira, precisa desenvolver habilidades para solucionar os desafios comuns no seu ambiente de trabalho. Para isso, é crucial que ele tenha a capacidade de se autodesenvolver.

Isso porque, aqueles que detêm essa capacidade, conseguem naturalmente sair da sua zona de conforto e buscar por fatos novos que lhe ajudam a crescer e atingir um desempenho cada vez melhor em sua carreira.

Além disso, pessoas com capacidade de autodesenvolvimento também possuem a habilidade de avaliar de forma precisa as exigências de sua profissão, assim como as do mercado de trabalho. 

E é justamente devido a características específicas como esta, que suas chances de alcançar bons resultados organizacionais e ser bem-sucedido na carreira são maiores. Quem se autodesenvolve, também desfruta de outros ganhos em sua vida, como aumento de motivação, maior satisfação consigo mesmo, autocontrole sobre as emoções, mais empatia entre outras coisas.

Como conquistar o autodesenvolvimento

Basicamente, existem algumas formas que você pode adotar para conquistar o autodesenvolvimento e alcançar um melhor desempenho no seu ambiente de trabalho. E a primeira delas é:

·      Não se acomode 

Se você deseja se autodesenvolver para garantir resultados melhores no trabalho ou mesmo em sua vida pessoal, uma das primeiras recomendações é procurar desafios.

Afinal de contas, não tem como a mudança que você deseja acontecer, se continuar fazendo as mesmas coisas e permanecer em sua zona de conforto. Para obter resultados diferentes, você precisa adotar atitudes diferentes.

Sendo assim, procure quebrar padrões e vá em busca de novos desafios para sua carreira ou estilo de vida. Dessa forma, você estará contribuindo para o seu progresso, não só enquanto pessoa, mas também em sua carreira profissional.

·      Faça uma análise sincera sobre si mesmo

O mundo está em constante mudança. E com o ser humano acontece a mesma coisa. Por isso, se você quer atingir o autodesenvolvimento, precisa sair do ponto A e ir para o ponto B.

Mas, antes disso, procure fazer uma análise sincera sobre como está sua vida e o que você almeja para o seu futuro. Além disso, essa autoanálise vai permitir que você veja com mais clareza quais são as suas qualidades. E o que você precisa melhorar para a mudança acontecer na sua vida e carreira.

·      Coloque seus planos em prática

Não fique apenas no mundo das ideias e do planejamento. Procure colocar em prática todas as metas que você traçou e tire seus objetivos do papel.

Você precisa fazer com que eles aconteçam e sejam uma realidade em sua vida. Inclusive, é nesse ponto que muitos preferem procrastinar e acabam falhando no seu autodesenvolvimento.

Não faça parte desse grupo. Se por ventura sentir dificuldade em direcionar seus planos para um autodesenvolvimento ou até mesmo de definir os passos que precisa dar para que isso aconteça conforme deseja, busque ajuda especializada, como o coaching, por exemplo.

Entenda que, independentemente de suas decisões, o tempo continua a correr. Então, busque as mudanças necessárias para garantir a evolução da sua carreira e vida pessoal!

Saiba como ter um bom relacionamento com a equipe com essas 4 dicas

O sucesso da empresa depende de diversos fatores e um deles diz respeito ao relacionamento entre os gestores e a equipe. Quando essa relação é saudável, a confiança e boa comunicação entre as pessoas tornam-se algo natural, o que influencia diretamente nos resultados.

Dessa forma, podemos dizer que o relacionamento interpessoal é uma parte fundamental da construção de um ambiente de trabalho saudável e da melhoria constante da organização. Por isso esse ponto carece de devida atenção.

No artigo de hoje, selecionamos 8 dicas valiosas para que você conquiste um bom relacionamento com a equipe e otimize o clima e a produtividade no ambiente de trabalho. Vamos lá?

1. Comece o bom relacionamento com a equipe na contratação

A construção de um bom relacionamento com os membros da equipe deve ser feita desde o princípio. Durante a fase de entrevistas, procure unir forças com o RH para encontrar uma pessoa que reúna os ideais e perfil comportamental alinhados à cultura organizacional da empresa e aos demais colaboradores.

Já na fase de integração, o recém-chegado deve ser apresentado à empresa, sua estrutura, seus processos e membros da equipe, de modo a conhecer o ambiente antes de começar a exercer sua função.

Além disso, coloque-se à disposição para tirar dúvidas e conversar sempre que necessário, sem fazer da hierarquia uma barreira, incentivando a comunicação interna desde os primeiros dias. Isso torna a integração um processo mais natural e a total adaptação uma consequência.

2. Conheça os colaboradores

Em relação aos colaboradores que já compõem sua equipe há algum tempo, trate de conhecer mais do que somente seus nomes e cargos. Observe-os, interaja com eles e analise o perfil comportamental de cada um.

Assim, você terá um relacionamento mais humanizado com todos, além de uma noção mais exata de como gerir a equipe de acordo com o perfil de cada um.

3. Esteja disponível para melhorar o relacionamento interpessoal

Ter um bom relacionamento com a equipe exige esforço. Você precisa se colocar à disposição para ouvir os colaboradores sempre que eles precisarem conversar, por mais cheia que a sua agenda seja.

Ouça as queixas, sugestões e dúvidas de todos com calma e paciência. De uma conversa franca você pode coletar mais informações valiosas do que qualquer avaliação corporativa poderia revelar, além de construir confiança e lealdade em sua equipe.

4. Crie engajamento para ter um bom relacionamento profissional

Engajar, segundo o Dicionário Priberan, é envolver-se a serviço de uma causa. Ou seja, fazer o que deve ser feito porque acredita nisso. Assim, engajar os colaboradores no sucesso da empresa é o mesmo que dar propósito para a função que eles exercem. Com isso temos pessoas que entendeu seu impacto dentro da organização.

Quando equipes inteiras têm essa mesma noção em mente, o relacionamento profissional sofre uma drástica mudança. No lugar de colabores focados em tarefas definidas, temos grupos de pessoas atuando em busca de um objetivo comum: o sucesso da empresa.

Para engajar a equipe, você pode seguir alguns passos:

  1. Explique o impacto de cada função dentro do produto da empresa;
  2. Crie metas;
  3. Incentive a equipe;
  4. Faça surgir um clima de competição amistoso dentro da empresa;
  5. Dê orientações e colha feedbacks.

Dicas extras

Reconheça o esforço e conquistas da equipe

Poucas coisas são mais desestimulantes do que esforçar-se para fazer algo, conseguir fazer e não ser reconhecido. Pior que o não reconhecimento é quando a conquista é tratada como uma mera obrigação, sendo parte do trabalho e por isso não merece a devida gratulação.

Assim, a fim de manter o bom relacionamento com a equipe e evitar a desmotivação, reconheça as conquistas e o esforço de cada colaborador. Chame a atenção de todos e parabenize aquela pessoa que se esforçou para ser um destaque.

Mas cuidado: na hora de felicitar um funcionário tenha a certeza de que em sua fala os méritos estão diretamente ligados ao esforço dessa pessoa. Reconhecer apenas as conquistas pode gerar sentimento de menos-valia nos demais colaboradores.

Admita suas dificuldades e dê espaço para os colaboradores proporem mudanças

Os gestores, por estarem em um cargo que exige conhecimento estratégico e constante tomada de decisão, tendem a não se permitir errar ou admitir dificuldades. Entretanto, isso é um dificultador no trato com os colaboradores.

O melhor caminho para nutrir boas relações na companhia é exatamente o oposto: em vez de esconder as dificuldades e fraquezas, mostre aos colaboradores que você também é humano e nem sempre tem a solução dos problemas. Assim fica mais fácil pedir sugestões e opiniões para fazer mudanças futuras e melhorar ainda mais os processos do setor.

Apenas tenha o cuidado de não se posicionar como alguém fraco, ou sem confiança no trabalho que faz. É importante manter a posição de liderança mesmo durante a execução de ações como essa.

Dê espaço para feedbacks e sugestões

A base para um bom relacionamento interpessoal está na comunicação. Logo, não adianta apenas estar disponível, mas também é necessário fornecer espaço para que a informação flua de você e para você. Conseguinte a isso, permitir que os colaboradores deem sugestões e feedbacks é um detalhe importante para melhorar o relacionamento com a equipe.

Essa medida pode ser feita por intermédio de questionários online, caixas de sugestões ou conversas particulares e em conjunto. Basta entender qual é o melhor caminho para tomar com sua equipe e segui-lo.

Vale ressaltar que alguns colaboradores não vão conseguir falar o que pensam em público, ou assumindo as próprias ideias. Entretanto, como todo feedback é importante para a evolução da empresa — seja ele agradável ou não de ser lido —, é interessante ter métodos que assegurem o anonimato de quem os utilizar.

Sirva de exemplo

Se você quer que sua equipe se relacione bem entre si e com a chefia, então comece a implantar essa mudança pelo bom exemplo. Esteja presente mais do que como a figura de chefe, mas como um guia, alguém para inspirar o desenvolvimento profissional e pessoal de todos.

Exercer uma liderança humanizada é algo que ecoa no ambiente de trabalho e inspira todos a agirem da mesma forma, pelo exemplo. Tenha em mente que de nada adianta dar palestras e sermões sobre como se relacionar no ambiente de trabalho e agir de modo indiferente ou desinteressado.

Acordando às informações que vimos neste texto, o relacionamento entre gestores e colaboradores é um desafio. Vários pontos precisam de atenção e devem ser bem trabalhados para que seja possível colher bons frutos no futuro, como a melhora do relacionamento interpessoal. Então, mãos à obra?

Gostou das nossas dicas? Então vamos te dar mais uma: leia nosso artigo sobre os primeiros passos para desenvolver a autoliderança e comece a aplicá-los hoje mesmo!

Gestão de pessoas: 5 coisas que todo grande líder tem em comum

Qual o perfil de um líder? Como realizar gestão de pessoas? Liderança é vocação ou aprendizado? Quando se trata de um grande líder não existe uma fórmula secreta ou mesmo uma receita mágica que construa o perfil de liderança, mas uma coisa é certa: é preciso agir de forma correta e motivar a equipe continuamente para alcançar melhores resultados, o que requer conhecimento por meio de treinamento, e não apenas de vocação.

Por muito tempo empresas tiveram na linha de frente — algumas ainda têm — a figura de um chefe rígido e autoritário, em que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Mas os tempos são outros e organizações têm procurado um perfil diferenciado de pessoas para conduzir a equipe de trabalho. Esses são os líderes!

É claro que alguns já têm uma postura nata de liderança e sabem exatamente como conduzir uma equipe. Outros, porém, podem aprender a liderar e a desenvolver práticas ao longo do tempo, passando a ter forte influência sobre os seus liderados, que veem na figura do líder o reflexo de valores motivacionais para a busca de melhores resultados.

Mas quais as características que definem um líder? Vejamos 5 posturas comuns que levam a umagestão de pessoas eficiente. Confira!

1 – Delegam tarefas

A ideia de centralizar as decisões numa só pessoa já não comporta as novas estruturas organizacionais. Líderes confiam na sua equipe e sabem que é preciso delegar as decisões.

Nem sempre é possível cumprir pessoalmente a agenda da organização ou mesmo participar das reuniões, mas confiar naqueles que estão ao seu redor e nortear as suas escolhas é o grande papel de um líder. Eles dividem suas visões e, por isso, compartilham seus objetivos com todos os envolvidos.

2 – Têm autoconhecimento

Antes de entender as necessidades das outras pessoas, um líder precisa conhecer bem a si mesmo. Buscar treinamento e aperfeiçoamento das competências e habilidades de liderança não é apenas um grande benefício profissional, mas contribui para o próprio desenvolvimento pessoal.

Segundo uma pesquisa feita em março de 2013 com 4.392 executivos brasileiros pela empresa de treinamento corporativo LAB SSJ, as lideranças chegam despreparadas frente às decisões da empresa. A pesquisa destacou que apenas 14,5% dos profissionais que são promovidos a cargos de liderança recebem uma orientação formal antes de assumir as posições. E o resultado não poderia ser pior: 60% dos novos gestores falham nos dois primeiros anos diante do cargo.

É muito importante que o líder esteja sempre buscando inovações, pesquisando, reciclando e estudando, o que gera mais credibilidade das suas ações diante do seu time.

3 – Assumem seus erros

Ser líder não significa perfeição, muito pelo contrário, um líder assume suas falhas e aprende constantemente com estes erros, garantindo que não aconteçam mais e que não comprometam osresultados da empresa.

Além disso, um bom líder dá a cara para bater em nome da sua equipe de trabalho, diagnosticando o erro e posicionando todos no rumo correto, sem que ninguém seja apontado como culpado ou desproporcionalmente prejudicado.

4 – Trabalham juntos e potencializam o empenho individual

Líderes agradecem. Líderes elogiam. Líderes questionam. Líderes celebram as vitórias. O mundo já não é mais centrado na hierarquia e demanda profissionais que compartilhem mais e mandem menos.

O líder tem que estar acessível e aberto a ouvir o que os outros têm a dizer. Só assim o time se sentirá mais próximo e terá mais confiança nas suas ações. Além disso, um grande líder reconhece talentos individuais de cada um da sua equipe, potencializando as habilidades e competências e gerando oportunidade para que cresçam dentro da empresa.

5 – Partilham informações

Os liderados precisam saber para onde estão indo e qual a melhor maneira de alcançar melhores resultados. Uma equipe conduzida às cegas não será tão produtiva quanto as que participam das decisões da empresa e sabem o que acontece dentro dela. Quanto mais o líder partilhar as informações e delegar tarefas, maior será o empenho e comprometimento da sua equipe.

E você, como vê o papel da liderança dentro de uma empresa? Compartilhe conosco sua opinião deixando um comentário nos campos abaixo!

Gestão de conflitos: como resolver problemas entre colaboradores?

Sobre gerir pessoas, uma coisa é certa: eventualmente haverá conflitos entre os membros da equipe. Isso é fácil de presumir, já que as pessoas têm personalidades e tomam posições diferentes dentro do ambiente de trabalho. A questão aqui é como realizar a gestão de conflitos de maneira a apaziguar ambos os lados e não desgastar a relação interpessoal do grupo.

Para te ajudar a lidar com situações dessa natureza, trouxemos esse artigo que lhe ajuda a resolver problemas entre colaboradores. Siga a leitura e confira!

Gestão de conflitos enquanto benefício

A gestão de conflitos na esfera profissional não deve ser encarada como uma tarefa desgastante ou desnecessária. É importante compreender, em primeiro lugar, que conflitos não a tem a ver com maturidade, necessariamente. Eles ocorrem porque os seres humanos tem a necessidade visceral de defender seus pontos de vista. A função do gestor, partindo disso, é saber como resolver as situações e, ao mesmo tempo, tirar boas lições em prol do relacionamento entre os membros da equipe.

Resolver conflitos, portanto, não é somente acalmar as pessoas momentaneamente, mas ajudar a solucionar a raiz do problema e fortalecer os laços entre os colaboradores.

Práticas de uma boa gestão de problemas internos

Para que a gestão de conflitos seja bem-sucedida, o gestor deve trabalhar algumas características nele próprio, entre as quais destacam-se:

Ter boa comunicação

A comunicação é a chave para um bom relacionamento. Pode até parecer clichê, mas essa frase tem fundamento. A falta de comunicação pode trazer muitos problemas e ocasionar contendas por mal-entendidos facilmente solucionáveis.

Portanto, ao invés de deduzir que algo ficou claro, esclareça as coisas de fato, fale abertamente e abundantemente com sua equipe.

Focar na solução

Quando algum desentendimento ocorre, a primeira medida, na maioria das vezes, é focar no problema: saber qual foi o erro, o que o ocasionou, quem o ocasionou e por que o ocasionou.

Isso é importante no início, mas perder tempo destacando o problema, por vezes, pode transformar tanto a causa quanto as consequências em algo muito maior do que deveria. Focar na solução, por outro lado, é algo muito mais eficiente que poupa todos do desgaste de uma discussão.

Saber ouvir

Saber ouvir é uma característica de extrema importância e que todo gestor de pessoas deve desenvolver. Antes de tomar qualquer medida ao se deparar com um conflito entre colaboradores, é importante ouvir as partes para não correr o risco de ser injusto.

Dar o exemplo

Saber reconhecer as próprias falhas, desculpar-se, ouvir as pessoas, comunicar-se claramente são exemplos importantes a serem dados. Não importa a hierarquia da empresa. Se essas práticas não começarem pelo gestor, não faz sentido cobrá-las dos colaboradores posteriormente.

Buscar conhecimento

Hoje em dia, há cursos focados em gestão de conflitos, tamanha é a responsabilidade dessa tarefa. Por isso, se você tem dificuldades em desenvolver essa tarefa, procure ajuda com especialistas.

Isso não fará de você um gestor ruim, pelo contrário, o fato de haver a preocupação com oaperfeiçoamento de suas habilidades e características fará de você um gestor por excelência.

Viu como a gestão de conflitos eficiente é possível? Se você gostou deste artigo, também vai gostar de saber como a gestão de conflitos dentro das empresas pode mudar o jogo!